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Chile – primeiro contato

Rua Paris, Santiago

Estivemos no Chile em janeiro deste ano. Foi muito bacana. Santiago, Vinã del Mar, Valparaíso, a Concha y Toro… Mas viajar por mais ou menos 1800 km de ônibus até o deserto do Atacama, pra mim, foi a melhor das experiências. Viajamos margeando o Pacífico por um bom tempo, vimos um lindo pôr-do-sol no oceano, passamos por La Serena, Antofagasta até que chegamos à cidade de Calama, a 100 km de São Pedro do Atacama. É em São Pedro que se hospeda para conhecer o deserto. Lá é, vamos dizer assim, o ponto de apoio do deserto do Atacama. E que lugar bacana, lindo, misterioso!

Mas vamos por partes com esta viagem, que ela merece ser pormenorizada.

Bem, no inicinho de janeiro chegamos à Santiago. Saímos de Belo Horizonte apenas com muitas informações na cabeça e um bom guia de viagem nas mãos. Não tínhamos reservas nem conhecíamos nada da cidade. Chegando ao aeroporto, trocamos dinheiro suficiente apenas para o ônibus até o centro. Sabíamos que os táxis em Santiago são famosos por extorquir turistas e que o câmbio do aeroporto é absurdo. Mas, enfim, foi ótimo termos pegado ônibus; como levamos pouquíssima bagagem – apenas duas mochilas – não tivemos contratempos.

Já no centro, fomos até a rua Paris, mencionada no nosso guia O Viajante Chile, de Zizo Asnis & Os Viajantes, e nos informamos dos preços. Passamos a primeira noite no Hotel Residencial Londres, um lugar de preço bom, mas simples, estilo antigão. O problema do lugar é que não aceitava cartão de crédito, o que nos fez procurar uma outra pousada no dia seguinte.

Detalhe interessante do Chile é que as pousadas de lá normalmente não incluem nos preços das diárias o café da manhã. Hotéis mais bacanas sim, mas pousadas ou hostels cobram o café à parte e ele normalmente significa uma xícara de leite com Nescafé e um pão chileno com manteiga e/ou geléia. Nada mal, porém diferente do que estamos acostumados.

Inclusive, nós preferimos, em praticamente todos os dias em que ficamos por lá, tomar café na rua mesmo e, assim, aproveitávamos para conhecer mais a cidade, as pessoas e tal.

Dica boa é que você deve dar umas rodopiadas pela Passeo Ahumada e adjacências, ruas cheias de casas de câmbio; lá, após uma breve pesquisa, você encontrará um bom lugar para adquirir mais pesos chilenos.

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