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Archive for the 'Belo Horizonte' Category

Rodízio Japonês no Yukai

Bem, o último final de semana foi cheio. Um dia fomos ao cinema e no outro, a um rodízio de comida japonesa no Yukai, que fica no Sion, em BH.

Sabemos que um rodízio (da mesma forma que os self-services - qualquer que sejam) é, por natureza inferior - tanto no serviço quanto na qualidade da comida - ao que encontramos em restaurantes tradicionais como o Sushi Naka (o melhor de BH em nossa opinião) ou o Hokkaido, por exemplo. Ainda assim, este tipo de opção é recomendada em diversas ocasiões. E assim foi no nosso final de semana.

Fomos, então, ao Yukai.

Casa lotada, o que é relativamente um bom sinal (reconhecimento popular). Entretanto, logo de cara, uma decepção: O que nos atraiu à casa foi a promoção de um desconto numa categoria de rodízio específica para assinantes do Estado de Minas (temos o cartão do clube de assinantes e adoramos aproveitar as vantagens). Chegando lá fomos informados que a tal vantagem não era bem uma vantagem, visto que a modalidade de rodízio em questão era bem inferior. Optamos pelo rodízio mais completo.

O atendimento deixou um pouco a desejar. Não sabemos se em função da casa estar lotada ou se foi um ‘golpe do joão-sem-braço’ por parte do restaurante, mas o fato foi o seguinte: o rodízio funciona com cartelas, onde o cliente escolhe o que vai querer e entrega ao garçom que traz o pedido. Havíamos recebido dois tipos de cartela, que representam diferentes pratos. No meio do processo, sentimos falta de alguns pratos que não estavam listados nas cartelas para que pudéssemos escolher. Ao comentar com o garçom ele “se lembrou” e nos deu o terceiro tipo de cartela, numa quantidade menor - óbvio - pois era o tipo de cartela que listava os pratos diferenciais (motivo que nos fez optar por aquela modalidade de rodízio).

Aí sim, lá pela terceira ou quarta rodada de pratos, pudemos experimentar as iguarias diferenciais. Outra decepção: um risoto de camarão que não passava de um arroz chop-suey e um tempura que consistia em batata e cenoura em tiras fritas. Bem fraco. Experimentamos o guiosa. Estes estavam gostosos, embora excessivamente pequenos.

Voltamos para os sushis que estavam muito bem feitos e bem gostosos. Este tipo de prato fez com que a nossa experiência valesse a pena.

Resumindo, recomendamos o Yukai para você que quer comer bastante sushi mas não está a fim de pagar caro num restaurante tradicional e nem num self-service. Para esta situação, o restaurante vale muito a pena.

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Revivendo os anos 80/90 e outras divagações

Como muitas meninas da minha época de adolescente, eu era apaixonada pelo Morten, vocalista do A-ha. Hoje, passeando pela net neste dia cinza de chuva, achei este vídeo e me recordei da época. Primeiro o A-ha veio ao Rock in Rio II e eu esperei impacientemente na frente da TV o início do show. Gravei tudo, claro, mas minhas fitas já viraram lixo, até porque foram tão rodadas que perderam a cor.

Depois, o grupo veio a BH. Eu e uma amiga fomos cedo para o Mineirinho para pegar um bom lugar (!) e quando o show começou foi a glória (!). Ficamos no gargalo, completamente espremidas, mas, como tudo o que é bom dura muito pouco, tive a sensação de que o show acabou em poucos minutos; ou seja, nem sofremos com o apertucho. O papo a respeito do show, claro, rendeu pra caramba.

Hoje, 17 anos depois, vem à minha mente duas coisas. A primeira é que eu era, sim, apaixonada pelo grupo, mas era algo extremamente saudável. Ouvia as músicas, até comprava revistas de fotos e tudo o mais, porém havia um limite. Artistas pra lá, fãs pra cá. Nada de gritos, choros ou outras demonstrações de confusão mental. Havia uma grande admiração, achava o cara lindo de morrer, a voz linda de morrer, mas tudo bem administrado, bem diferente do que de vez em quando vemos na TV.  Mas tudo bem, cada um deve saber o que faz.

Outro ponto é que eu tinha apenas 15 anos quando fui ao show do A-ha. Fui sozinha com uma amiga e, depois, voltamos de carona com o pai de uma terceira. Hoje em dia os meninos e meninas de 15 anos mal podem sair de perto da mãe. Há uma preocupação tão grande com a violência que os adolescentes são, todo o tempo, tolhidos. Não critico os pais. Me imagino fazendo o mesmo com meus filhos, pois temerei por eles. O triste é que, com o passar do tempo, estamos nos enclausurando cada  dia mais. Os grandes centros são, apesar de convidativos, violentos e estressantes. Além da questão da violência, há uma sensação de que todos vivem voando, sem tempo pra nada.

Como não gosto disto, tento viver de um jeito um pouco diferente. Não gosto de correr, de fazer tudo às pressas. Só consigo ser feliz se tiver tempo pra dormir direito, comer direito (em casa e não na rua), fazer meu yôga, ler, andar com o cachorro… e, claro, estudar e trabalhar, pois são necessidades não só materiais como físicas e psicológicas. Eu sinto muito (mesmo) por não conseguir influenciar os outros, como algumas amigas, que vivem em estresse e  não tem tempo para um papo via telefone sequer. E, claro, também sinto por ter que, na rua, conviver com o medo da violência.  Por todos nós.

De qualquer forma, adorei ter ouvido esta linda música do A-ha. Neste dia de tanta chuva trouxe ótimas lembranças de quando tinha 15 anos e a vida era quase só estudar e papear. Falávamos também sobre o futuro e como estaríamos e seríamos aos 30..

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(Fuja do) Tosco Burguer. Tosco em todos os sentidos

Bem, como vocês devem ter lido no post abaixo, voltamos a BH. Nossa jornada de volta da Chapada dos Veadeiros (GO) foi um tanto quanto longa; afinal, são quase 1500 KM. Aguarde as fotos e o relato da viagem. Valeu muito a pena.

Voltando ao tema deste post… Quando chegamos a BH, a fome apertava. Muito. Resolvemos, então, experimentar o Tosco Burguer, uma lanchonete daqui de BH que é famosa pelos desafios que oferece. Aparentemente trata-se de um local onde você come sanduíches grandes e é desafiado a comer uma quantidade quase absurda de comida em um determinado tempo e ganhar dinheiro (e fama) com isso.

Enfim, como a fama do local é de oferecer sanduíches, digamos, “bem servidos”, resolvemos matar nossa fome de viajantes com as iguarias do local. Eu encarei um TOSCO IV e Ela, um TOSCO I. Minha intenção inicial era até participar do tal desafio, que consistia em comer dois sanduíches, beber dois refrigerantes e duas taças de sorvete em duas horas. Em troca, receberia R$ 30,00 em crédito e não pagaria pela refeição. Ainda bem que Ela me alertou que primeiro testasse o sanduíche e, numa segunda oportunidade, participasse do desafio. Ainda bem mesmo.

Digo isso pois a única coisa boa lá é o refrigerante, que é industrializado e vem direto da Antarctica. De resto, os sanduíches são muito ruins. Parece que eles se esforçam para fazer a coisa ser realmente desafiadora. O pão é ruim, os hambúrgueres são de terceira e a batata palha é sofrível. Na verdade, todos os ingredientes são de qualidade inferior. Nem o catchup salva.

Ou seja, você não precisa entrar num desafio de comer uma quantidade enorme de comida para sentir o drama. O desafio é terminar de comer um único sanduíche.

Saímos do local com aquela impressão de que desperdiçamos espaço em nossas barrigas. Teria sido muito mais válido comer um treiler de sanduíches comum ou até mesmo encarar uma pizza. Valeu pela experiência. Desmistificou o local e serviu para que construíssemos nossa (péssima) impressão sobre o Tosco Buguer. Se BH fosse uma cidade turística, o local poderia ser considerado como uma daquelas armadilhas básicas para pegar os incautos.

Se você quer comer bons sanduíches made in BH, há excelentes opções: Xodó (no estilo fast-food) e Eddie (no estilo americano).

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Sugestões para o dia dos namorados em BH - II (Maharaj)

Dando seqüência às sugestões para comemoração do dia dos namorados em BH, indico o Maharaj. Embora BH também conte com o Jay Rama, acredito que o Maharaj é uma opção mais completa para uma comemoração. O Jay Rama tem mais cara de almoço rápido e o ambiente não inspira uma comemoração à altura da ocasião (a não ser que você seja altamente descolado, pois não quer dizer que o ambiente do Jay Rama seja ruim; ele é apenas muito informal).

Mas falemos do Maharaj. O ambiente é algo que - por si só - já vale a visita. O restaurante é todo decorado com peças indianas de excelente gosto. As instalações são aconchegantes e requintadas. A localização ajuda (o restaurante fica na rua Paraíba; próximo à praça Tiradentes) bastante e, lá dentro, não há como não se surpreender com as imagens dos deuses indus e com os móveis, gravuras e por aí vai.

Além do ambiente, é importante falar da cozinha indiana. Temperos mil e sabores acentuados. Variações de “carga” de pimenta que vão do suave até o mais repleto teor picante. Tudo é muito bem explicado e os mais sensíveis para pimenta - como eu - não se sentem desamparados e, portanto, não precisam ficar desesperados.

É uma recomendação de lugar que serve - inclusive - para alertar a importância de se experimentar algo novo. No Maharaj eu experimentei um prato à base de cordeiro - coisa que eu nunca havia comido - e gostei muito. Muito legal para ver o que há de diferente nos pratos daquele país e, de quebra, impressionar-se com as novidades.

Sobre a comida, como disse, recomendo os pratos à base de cordeiro. Há dois muito legais: o que é complementado com curry e castanha de caju e o que tem creme de leite e espinafre; o segundo é mais apimentado que o primeiro. As sobremesas à base de sorvete e manga (com direito a sorvete de manga) são muito gostosas. Até eu que não sou nada fã da fruta, me deliciei.

Vinhos? A carta é repleta de boas opções; os preços não são salgados e você recebe auxílio para fazer uma escolha que seja apropriada ao prato que vai comer.

Quanto se gasta? Entre 150 e 200 Reais para um casal (ref: 2008).

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Sugestões para o dia dos namorados em BH - I (Amigo do Rei)

Embora esteja um pouco em cima da hora, creio que esta dica pode ajudar as pessoas que ainda não decidiram o que farão hoje à noite.

Se você está lendo isso fora da época do dia dos namorados, a dica vale para uma outra comemoração.

Então, para a primeira dica, recomendo o restaurante Amigo do Rei, de culinária persa. O único de BH.
Pra começar, é sempre bom lembrar que a culinária persa nada tem a ver com a árabe. Não vá pra lá esperando comer quibe cru. Comer no Amigo do Rei é uma experiência completamente diferente. A começar pela recepção e pelo ambiente. O clima é bastante amistoso e íntimo. Como são poucos lugares na casa, é imprescindível que se faça reserva. A decoração não é pomposa, mas você se sente bem à vontade no lugar. Sua experiência começa com uma apresentação de como é o estilo da comida e você pode até experimentar o tempero antes de fazer o seu pedido para conhecer melhor a casa e a cozinha persa.

Recomendo a experiência de uma refeição completa; começando com uma sopa, passando por um prato principal e encerrando com uma sobremesa. A chef visita as mesas e explica como são os pratos e, durante a refeição vai acompanhar e receber um feedback dos clientes. Muito legal. O restaurante é daqueles que - se hoje um ingrediente não estava bom quando a chef foi comprar, os pratos que levam aquele ingrediente não serão ofertados.

A carta de vinhos não é a mais repleta de títulos da cidade, mas para um consumidor como eu que gosta de um bom vinho, mas não faz questão de ser um enófilo, acredito ser mais do que suficiente. Os preços são bacanas para uma comemoração e bastante compatíveis com o que você leva de benefício.

Recomendações: sopa de romã, sopa de iogurte, cubos de frango com açafrão e a sobremesa que leva um creme de pistache que eu não me recordo o nome. Tudo muito delicioso. A riqueza dos temperos da culinária persa é algo que surpreende e agrada bastante.

Quanto se gasta? Entre 100 e 150 Reais (ref: 2006)

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Cinco frações de uma quase história

Cuidado. Este post contém spoilers.

Ontem fomos ao cinema assistir o filme “Cinco frações de uma quase história“. É muito legal ver na tela do cinema os lugares por onde a gente passa todos os dias. Imagine só… Se a gente já ficou bastante empolgado ao ver num filme os lugares por onde a gente viajou, imagine ver o seu bairro, as ruas por onde você passa todos os dias numa história na tela do cinema. É bem legal a experiência.

Sobre o filme, decidimos dar nota 2,5. As histórias são um pouco fracas, à exceção da história da noiva, que é bem interessante. Trata-se da história com a Cynthia Falabella. Esta é a última história do filme. Além dela, tem a história do homem que trabalha num abatedouro e flagra sua mulher numa traição (que é a segunda melhor história), tem também a história do juiz assassino (Jece Valadão) e do funcionário que é coagido pelo juiz a assumir a culpa do crime (história meio fraca, com uma referência clara ao Requiem para um Sonho - e até a Snatch - na maneira em que o uso de drogas é retratado. Achei meio fraco isso), tem a do Luiz Arthur, que é uma viagem bem maluca, que copia muito alguns filmes como A estrada perdida e coisas do gênero, mas de uma forma bem piorada (com direito à participação daquela senhora do Grupo Galpão e com uma referência bem ruim ao Thelma e Louise) e tem a pior de todas que é a do fotógrafo podólatra. Nesta, um fotógrafo meio obcessivo vive o processo de construção de um ensaio sobre pés e sexo. A namorada dele é aquela atriz de vídeos institucionais da prefeitura e repete no filme os mesmos trejeitos dos vídeos da prefeitura de BH.

Em minha opinião, são histórias daquelas que apelam para recursos visuais fortes e apelativos que são desnecessários. Viagens psicológicas em excesso que, quando tenta-se colocar na forma de cinema, perdem muito do impacto. Não tenho dúvidas que ler os roteiros deve ser algo muito mais bacana do que assistir o filme. As histórias mostram comportamentos muito fora da realidade vivida pela maioria das pessoas. Isso afasta demais quem assiste o filme.

Talvez por isso - a distância entre as histórias e a realidade - a gente (eu e Ela) não tenhamos gostado tanto. Embora a gente se identifique com a cidade e tenha ficado boa parte do filme identificando os locais e achando aquilo um barato, as histórias são densas demais e mostram uma realidade que talvez nem exista daquele jeito. Não que a gente quisesse um filme água-com-açúcar, mas as histórias do filme parecem querer glamorizar um comportamento de submundo, uma coisa de gente que se droga e uma situação constante de desconforto. Mas não é o desconforto de Sin City, por exemplo, que também existe mas que fica claro que é algo da ficção, mas um desconforto de que aquilo que está lá é real e acontece de verdade, embora a gente saiba que não é. Sei lá. Só sei que não gostei tanto dessa idéia de ver gente que age daquela maneira que o fotógrafo ou o personagem do Luiz Arthur de uma maneira como se fosse a coisa mais corriqueira do mundo. Isso me incomoda bastante.

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Flanelinhas, uma afronta ao cidadão

Eu fico roxa só de ouvir a palavra flanelinha. Não consigo admitir, de maneira alguma, que estes sujeitos que vivem de extorquir os outros possam ser chamados de trabalhadores.

Ok, uns não extorquem e estão ali realmente para lavar carros, com todas aquelas buchas sujas e água barrenta, mas, vamos e venhamos, pelo menos em Belo Horizonte, estes caras são minoria. A maioria te intimida na maior e ai de você se não der “o cafezinho”.

Na última quarta-feira, dia 28, o inusitado ocorreu: os integrantes da Associação dos Lavadores e Guardadores de Veículos de Minas Gerais fizeram uma manifestação exigindo que a Prefeitura garanta a instalação de padrões de água e luz nas ruas e reserve espaços para que eles possam lavar os carros. Eles também pleiteiam o fim de uma cobrança anual feita pelo Sindicato da “categoria”, mais desconto na compra do faixa azul.

Segundo o presidente da associação, os flanelas estão chateados com a atual situação e pretendem fazer uma ‘paralisação’, que seria negativa para a população, com o aumento no número de roubos a carros. Parece piada, mas não é. E eu fico aqui, esperando ansiosa pela greve anunciada.

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Cacau Show decepcionando

Comprei, há alguns dias, na Cacau Show, duas caixinhas do Mint Dreams, aqueles chocolatinhos de menta que vem empacotados um a um, para comer com café. Pois bem, era para conter 20 unidades em cada caixa, mas à medida em que fomos comendo os chocolates, encontramos problemas em 03 pacotinhos. Um veio com metade do chocolate, outro com um terço e o terceiro - pasmem - vazio.

Ou seja, encontramos problemas em 15% dos chocolates da primeira caixa.

Hoje, ainda com raiva, tentei o 0800 da empresa, mas o telefone encontra-se fora de serviço. Esta não é a primeira vez que isto acontece comigo. Já comprei a caixinha com mint dreams uma outra vez e o mesmo ocorreu, ou seja, imagino que o problema não deva ser desconhecido da Cacau Show.

Felizmente, há outras chocolaterias que também fabricam este tipo de chocolate aqui em Belo Horizonte. Terei o maior prazer em procurá-las.

A propósito, encaminhei este post para a empresa via email. Vamos ver se eles o responderão ou se o lance do FAC estende-se também a este meio de comunicação.

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O demônio pode ganhar a batalha

Acabei de ouvir de um pastor do canal 23, Rede Super, que se você, esposa, ou você, marido, não gastar todas as forças do seu consorte, vai perder a batalha para o diabo.

Cada uma que a gente ouve… ;)

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Lua cheia na Serra do Curral

Belo Horizonte

E eis que a lua, renovada, reaparece por detrás da Serra do Curral.

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