Em Geral

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Segundona atípica

Normalmente as segundas-feiras são dias de arrumação doméstica. Faço comida, ponho roupa pra lavar, coloco os meninos para fazerem o para casa da sexta-feira.. não saímos muito de casa às segundas-feiras pela manhã. Mas hoje resolvi mudar um pouco e fomos passear logo que as tarefas escolares ficaram prontas.

Eu tinha algumas comidinhas prontas na geladeira e então resolvi passar a manhã com os meninos no clube. Eles não quiseram nadar, então fizeram trabalhos manuais, correram no brinquedão… enquanto isso eu coloquei a leitura de “Os demônios” em dia.

A manhã foi super tranquila e agradável. Nada como dar espaço e atividade às crianças. 🙂

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Ronaldo Simões Coelho

Esta é uma história legal, algo que nos aconteceu há mais ou menos um (ou dois) ano (s).

Havíamos acabado de deixar um parente em casa, no bairro Sion (BH) e depois passamos na drogaria Araújo da av. Uruguai. Era um fim de tarde de domingo e algo grande estava acontecendo na cidade. Talvez fosse um jogo no Mineirão ou Independência. Talvez um show no Mineirinho. Copa do Mundo, será? Não me recordo mais. Só sei que era quase noite e a cidade estava em polvorosa por alguma razão. Por isso, poucos taxis livres no momento.

Meu marido entrou na drogaria e eu fiquei no carro com os meninos. Lá dentro ele percebe um senhor idoso tentando sem sucesso encontrar condução. Consternado, oferece uma carona.

O senhor aceitou de bom grado e veio até o carro, nos cumprimentou e ficou com uma carinha bem satisfeita ao ver as duas crianças conosco. Nos fez várias perguntas e logo logo se apresentou. “Meu nome é Ronaldo Simões Coelho“, sou escritor de livros infantis, psiquiatra com consultório na Savassi, estou voltando da casa de uma filha e não consegui taxi”. A simpatia dele logo nos contagiou e batemos papo até chegar à sua casa,  um prédio bacana onde, por coincidência, havíamos olhado um apartamento para comprar alguns meses antes.

Na despedida o senhor Ronaldo pediu nosso endereço e telefone.

Pois bem, qual não foi nossa surpresa na manhã do dia seguinte! Bate a campainha e quem está na porta, com um envelope grande para nos entregar?

Ele mesmo, com a mesma carinha boa de satisfação, o doutor Ronaldo Simões Coelho. Veio até em casa, em sinal de agradecimento, nos presentear com duas de suas obras. Estava indo para o consultório, como faz todas as manhãs,  e fez questão de dar uma parada aqui em casa.

Uma história tão simples deixa de ser tão simples quando moramos em uma cidade como Belo Horizonte. Enorme, tímida, arisca. Onde pessoas mal se cumprimentam – pelo menos na região mais central – e pouco se ajudam. Onde caronas para estranhos são quase proibidas. Onde agradecimentos tão gentis são raros. Deixa de ser tão simples quando um dos protagonistas é um senhor de 83/84 anos (hoje com 85) que vai trabalhar em seu consultório rotineiramente, andando a pé por aí, distraindo-se e distraindo os demais com sua simpatia.

Enfim. Os livros foram muito apreciados. E são apreciados até hoje. Sempre que os pego para ler os meninos relembram a história “do senhor gentil que veio nos trazer os livros”. Um senhor muito gentil sim e também muito interessante. Médico, mais de 50 obras infantis e uma vitalidade de cair o queixo.

Não tenho notícias do senhor Ronaldo Simões Coelho, mas sempre nos lembramos dele. Que seu consultório esteja aberto e ele esteja na labuta, escrevendo e clinicando, como pareceu gostar tanto de fazer.

 

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Carnaval de 2017

O Carnaval ForaTemer foi tranquilo pra gente.

Na sexta-feira eu e Ele aproveitamos a aula dos meninos para dar um passeio pelo shopping e comprarmos uma TV nova. No sábado fomos ao Leroy Merlin (mais uma vez comprar itens domésticos) e depois almoçamos em casa mesmo, restinho de sexta. O sábado estava muito chuvoso e friorento, então ficamos quietos em casa. No domingo fomos ao bailinho matinê do clube e na segunda-feira fomos ver o carnaval de rua de BH, que está bombando (quem diria!).

Terça-feira foi dia de brincadeiras no clube (sem piscina), almoço na rua e depois filme em casa, em família. Mais uma vez o tempo chuvoso e frio estava perfeito para isso.  Já na quarta-feira, último dia do carnaval, aproveitamos para ir conhecer o Xapuri. Gostamos muito do lugar e da comida. Pedimos o prato individual “Porco, porco, porco” e 1/2 frango preguento. Tudo delicioso, porém bem salgadinho no preço.

Enfim, foi um bom carnaval.

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O fatídico ano do golpe, o ano de 2016

Primeiramente, ForaTemer.

Segundamente, pra que eu possa fazer um breve resumo do que foi 2016 preciso respirar fundo e revirar sentimentos que eu jamais pensei pudesse sentir dentro do meu país,  junto dos meus conterrâneos, amigos, irmãos. É que o ano de 2016 abalou sobremaneira tudo o que eu pensava sobre o país, seus cidadãos.. e pior: sobre as instituições e o Direito aplicado na terra que é de quase ninguém.

Preciso mencionar 2014, quando a já presidente Dilma ganha a reeleição e fere de morte o orgulho da oposição. Vale dizer que a campanha já foi tensa e nós aqui de casa já estávamos notando um crescente pensamento fascista e conservador nos votantes do eterno derrotado Aécio Neves. É óbvio que nem todos os eleitores do PSDB são, individualmente, fascistas malucos, mas – podes crer – a massa formada por estas pessoas é de um reacionarismo assustador.  Pois então, a campanha foi delicada e a presidente venceu (comemoramos aos gritos e ouvindo O baile do pó Royal – as crianças amaram!).

Os perdedores não deixariam por menos, já que são historicamente donos do poder e a ele simplesmente decidiram voltar; para isso, numa manobra rasteira, num acordão com as instituições que nos deveriam proteger, articularam a queda de Dilma, via um falso e demente impeachment.  Descobrimos neste momento os grandes traidores da democracia, apoiados justamente – pelo menos em grandíssima parte – pelos eleitores do candidato suplantado. O ano de 2015 foi preocupante, mas ali ainda eu acreditava na Justiça. Ainda naquele momento eu cria nas pessoas que estavam nomeadas e empossadas como defensoras da Constituição.

2016 foi diferente. A cada dia um sopapo e um hematoma diferente. A cada dia fatos consternantes doeram no peito. Pela primeira vez senti dor física ao ver a perseguição política tomando forma e ao perceber o retrocesso ao qual chegaríamos. No dia 17 de abril de 2016 presenciamos a escória política dando início ao processo. Reunidos em família – alguns de vermelho – vimos um bando de sem-vergonhas admitir formalmente o processo de impeachment. A sessão política seguiu noite adentro, sendo interessante lembrar que a maior rede golpista (Globo, vulgo Globosta) dedicou toda sua programação a televisionar protestos contra o governo.  Neste dia de tragédia mais que anunciada houve mais conflitos e bate-bocas familiares.

Uma parcela da população não se conformou – e não se conforma – com o golpe e foi pra rua.

Fotos de quando participamos de um protesto do MST pelo centro de BH, subindo a rua da Bahia e chegando até a Praça da Liberdade – 01/05/2016.

Infelizmente, em 12 de maio de 2016 o Senado decide manter o processo de impeachment e afasta provisoriamente a presidente Dilma, que fez uma peregrinação pelo país e recebeu suporte de seus eleitores.

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As 3 últimas fotos são de uma manifestação de apoio ao governo – dia 20 de maio de 2016, dia em que Dilma esteve em um encontro no Othon Palace de Belo Horizonte (Faculdade de Direito e Avenida Afonso Pena).

Foto tirada no dia 20 de maio de 2016, por um jornalista, de dentro do hotel.

Me entristeceu muito que os protestos e manifestações de apoio foram se arrefecendo ao longo das semanas; parece-me que o abalo do afastamento e a certeza da queda nos fizeram calar definitivamente. O golpe, enfim, foi muito bem orquestrado e o povo, mais uma vez, muito aos moldes de 64, se deixou cair.

Os dias, semanas e meses se passaram e o fajuto impeachment pôs abaixo o mandato legítimo de Dilma, assumindo a presidência o traidor Michel Temer: traidor não só de Dilma, mas traidor do povo que havia colocado os planos de governo  do PT em pauta. Enfim, é sim com muita tristeza que me lembrarei de 2016. Pelo menos neste campo da política, já que não posso me queixar dos demais aspectos de minha vida. Todo o resto foi muito bem, ainda bem. E por isso sou bastante agradecida. Não sei bem a quê ou a quem sou agradecida. Mas sou.

Muito interessante, aqui você encontra a cronologia do golpe.

Um feliz 2017 pra nós. Que o povo encontre forças, sabedoria e coragem para trazer o Brasil de volta aos trilhos da democracia.

 

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Feliz Natal!

Esta árvore de Natal foi feita pelo papai e pelos meninos. Eu apenas dei a ideia dos lacinhos. Ficou linda.

Foi, na verdade, um pedido da escola: que fizéssemos algo com material reciclável, para a decoração natalina das crianças. Então tivemos a ideia de procurar na net uma árvore de cápsulas de café, guardadas cuidadosamente pelo papai, que colocou a mão na massa.

Ele fez as bases da árvores de papelão, colou as cápsulas e no outro dia pintou tudo com spray verde. Logo depois os meninos jogaram glitter e eu coloquei os lacinhos.

Fez sucesso. 🙂

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Hiram Sartori dá a dica: Gerando energia a partir do lixo!

Você sabia que é possível gerar energia a partir do lixo?

Eu não sabia e fiquei muito animada com a ideia. Mais ainda quando descobri que já há iniciativas a esse respeito em nosso Brasil. É reconfortante saber que há gente pensando em soluções sustentáveis para a gestão e o gerenciamento deste tipo de resíduos em nosso país. Fico muito contente de já ver que há energia sendo gerada a partir do lixo. Há um aterro no interior de São Paulo (mais precisamente na cidade de Guatapará ).

Mas vamos dar os créditos a quem merece, né? Eu vi esta notícia no Twitter do Hiram Sartori.

Em seu site, Hiram Sartori diz.

“..Nos aterros sanitários é possível provocar a biodegradação da matéria orgânica dos resíduos sólidos, em ambiente anaeróbico, e ter como resultado a geração do biogás do lixo. O biogás é composto de 50% de dióxido de carbono e 50% de metano, que é um combustível de elevado poder calorífico. É possível a aproveitar esse gás para a geração de energia…”

Muito interessante e de certa forma bem fascinante esta ideia de gerar energia a partir do lixo? Vamos acompanhar este assunto de perto, né?

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Sobre reciclagem de lixo e suas implicações

Li

Pois então. Há mais de 8 anos eu e meu marido viemos fazendo a separação do lixo orgânico do lixo reciclável. No início parecia chato e até difícil e muitas vezes eu me pegava jogando um lixo reciclável no meio dos orgânicos. Meu marido insistia no assunto e o hábito foi se firmando a ponto de todos da família hoje, incluindo as crianças  de 5 anos, saberem distinguir o que seja lixo orgânico do não-orgânico e acondiciona-los adequadamente. Deixamos sempre uma sacola grande no quarto dos fundos e todo o lixo que não vai para o lixo comum vai parar nela.

Houve uma época em que armazenávamos os recicláveis por uma semana e toda quarta-feira o deixávamos na porta de casa para o recolhimento pela prefeitura. Hoje, no entanto, depois de quebrarmos a cara várias vezes, levamos nós mesmos o lixo aos pontos de coleta. É que não era raro o caminhão de coleta trocar o horário ou simplesmente não passar e aí, vocês sabem, algum animal bagunçava o lixo ou passava catador de papel e fazia aquela lambança. O problema, é óbvio, não era O catador, mas estava sendo comum vermos todo nosso lixo plástico reciclável espalhado pela calçada. Não raro também este lixo espalhado (que havia sido separado) ia para a lixeira comum pelas mãos da varrição. Teria sido interessante se tivéssemos conseguido combinar com algum catador de papel para que pudesse buscar em casa os papeis e papelões recicláveis, mas não rolou.

Hoje separamos o material e o levamos a alguma loja do supermercado Carrefour. Não dá nenhum trabalho ao contrário do que pode parecer. Assim que a sacola fica cheia a deixamos no carro e nas oportunidades que surgem a deixamos no ponto de coleta. O lixo do dia-a-dia fica muitíssimas vezes reduzido. Às vezes só tiramos lixo de casa 2 vezes por semana. A natureza agradeça e a consciência também. 🙂

A propósito, achei um site excelente sobre o assunto. Escrito pelo engenheiro sanitarista Hiram Sartori, doutor na área, pode contribuir e muito para o seu conhecimento. Veja alguns tópicos interessantes:

Hiram Sartori – Como reduzir o lixo de casa e do escritório

Hiram Sartori – A redução do lixo começa em casa

Hiram Sartori – Faça compostagem em casa

Ah, vale falar também que muitas vezes nos esquecemos de que um lixo jogado no chão da cidade pode causar vários danos, lembre-mo-nos (Fora, Temer, mas não leve as mesóclises….rsrs) das inundações que ocorrem sistematicamente em Belo Horizonte…

Hiram Sartori – Os danos que o lixo jogado nas ruas causa à população e ao meio ambiente 

Hiram Sartori – Objetos sólidos jogados nas redes causam entupimentos

Enfim, os textos deste site são muito bons. Vale ler, meditar sobre e repassar a todos que desejam contribuir para uma cidade e sociedade melhores.

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Muitos acontecimentos e pouca postagem

Continuamos atualizando comentários, respondendo aos leitores etc e tal, mas as postagens do blog realmente estão deixando a desejar. Prometo trabalhar mais por aqui. 🙂

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O idiota, de Dostoiévski

O livro O Idiota, de Dostoiévski, começa com o retorno do príncipe Míchkin (que dizem ter vários traços do autor) da Suíça, onde fazia tratamento de saúde. A personalidade do príncipe Míchkin é o grande ponto deste livro. Ele era visto como uma pessoa diferente, exótica. Não possuía nenhuma idiotia, mas era tão diferente das demais pessoas, era um indivíduo tão puro, superior, que acabava sendo para os demais, numa sociedade corrompida, um idiota, um inadaptado.

Míchkin era um humanista; a crítica diz que Dostoiévski o criou uma mescla de Cristo e Dom Quixote (não aceito por todos, pois Dom Quixote era desconectado da realidade e Míchkin não era). Sua compaixão sem limites vai de encontro ao desregramento de Rogójin e a beleza de Nastácia Filíppovna. Sua bondade e o impacto da sua sinceridade briga com um mundo obcecado por dinheiro, poder e conquistas. E o sanatório acaba sendo o único lugar para um santo.

O Idiota é bem diferente de Gente Pobre. Não é um livro fácil. A narrativa é um pouco cansativa. Há muitos personagens (às vezes chamado pelo nome, às vezes pelo diminutivo, às vezes pelo apelido) e a trama é, sim, um pouco rocambolesca. De fato, neste livro, as discussões morais sobre as questões do romance acabam sendo bem mais interessantes que o próprio.

Mas vale a leitura. Sempre vale. 🙂

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Aniversário do papai

bolo do papai

E outro dia foi aniversário do papai…

Confesso que gostaria de ter tido ânimo de fazer a festa que o papai merece. Mas já havíamos nos reunido na terça de carnaval e  a festa seria legal de acontecer no sábado ou domingo próximos. Daí acabamos assoprando uma velinha na casa da mãe dele no sábado, almoçando juntos com a família dele no domingo, e, no dia mesmo do aniversário, comemoramos apenas nós 4. Fiz um jantarzinho pra gente e ao final assopramos uma vela simbólica neste bolinho. Infelizmente não fui eu que fiz (ou ‘não fui eu quem fez’?), mas estava bem gostosinho. Para o papai só desejo muitos anos de vida com saúde, paz no coração, sucesso no novo empreendimento… E que esteja sempre ao nosso lado. Com muito amor. 🙂

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Carnaval 2016

baile

purÊ

carnaval 16 (2)

Nosso carnaval foi bacana. Levamos as crianças ao clube para nadar e, à tarde, para a matiné de carnaval. Isto no domingo e na segunda. Também fomos ver a bagunça nas ruas, coisa que sempre gosto de fazer. Hoje (terça-feira) fizemos um churrasco em casa com os familiares remanescentes em Belo Horizonte.

Para acompanhar a carne fiz um purê de batatas caprichado. Fiz bastante purê, coloquei a massa no refratário recheada de queijo prato e mussarela e ainda joguei parmesão para levar ao forno para gratinar. Fiz também, para acompanhar  o purê, um molho de tomates com cogumelos, que ficou simplesmente delicioso. O arroz e o vinagrete (feito por Ele), claro, não podiam faltar. Fritei também na air fryer batatas congeladas industrializadas e barriga de porco! Tudo aprovadíssimo. Para beber fiz chá mate com limão, água gelada e cerveja. Sem refrigerante.

Vale dizer que nossa garotinha ama carnaval e ama dançar. Ela aproveitou de verdade o baile: foi fantasiada, se divertiu, cantou as músicas que conhecia. Ficou apaixonada porque deixei que passasse um batom mais forte e uma sombra nos lindíssimos olhos. O rapazinho gostou também, mas mais da brincadeira, da bagunça. Não quis se fantasiar e ficou no salão apenas catando confetes e serpentina. Os dois estão muito amigos. Brigam, logicamente, mas a amizade é muito forte.

Enfim, foi muito bom o carnaval. Foi uma maratona no cansaço, mas foi bom. Estou pronta para amanhã (quarta-feira de cinzas) passar o dia no clube para fechar o feriado com chave de ouro. 🙂

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Ano velho, ano novo

O ano de 2015 foi bem fraco para o blog. Muito disso se deve ao fato (já relatado aqui) de que o escritório aonde escrevo os posts fica no segundo andar de casa e depois que eu ganhei o ipad (em 2011) eu quase não subo. Faço e vejo praticamente tudo no Ipad. Eu já tentei várias vezes escrever os posts usando um aplicativo no tablet, mas até agora foi bem ineficiente. Mas enfim, quero estar mais presente por aqui neste ano de 2016. Um ano novo merece algumas mudanças na rotina e eu desejo postar mais. Quero postar sobre a rotina dos meus gêmeos, sobre receitas testadas e aprovadas, sobre livros apreciados, séries assistidas e lugares visitados.

2015 foi um ano bom. Começamos com uma viagem gostosa a Cabo Frio; depois, a partir de março/abril, iniciamos uma reforma em nosso apartamento. A reforma se estendeu ao nosso prédio e nisso foram uns bons meses de pó e sujeira. Em maio estivemos no Mirante do Mangabeiras e este dia deve ser lembrado, já que marcante para os dois pequenos. A lua estava linda e um jogo do Atlético se encarregou de povoar o céu com fogos de artifício.

Na época de frio vieram as leituras na cama da mamãe, sopinhas quentinhas e chocolates quentes feitos com cacau 100%. Também aconteceu o primeiro aniversário deles na escolinha, junto com os primeiros convites de aniversário dos amigos fora da escola. O resto do ano foi cheio de passeios: zoológico, parque das Mangabeiras, parque Tom Jobim, clubes… culminando no tão esperado Natal para as crianças. Os olhinhos se encheram de alegria com as luzes e com a esperança dos presentes. O reveillon não ficou por menos. Reunimos a família em casa e cantamos ao som da viola ate quase 3 da matina. Dia primeiro de janeiro também recebemos os parentes e a ceia do dia 31 (churrasco, farofa, arroz com brócolis e outras gostosuras) deu lugar  ao pequi e à galinha caipira feita no nosso novo fogão à lenha.

É claro que houve cansaço, dias difíceis, mãe nervosa e estressada com as artes dos filhos. Tenho dó dos pequenos quando suas peripécias chegam junto dos hormônios à flor da pele. Mas eles hão de entender um dia. O carinho e o amor por eles se sobrepõe um milhão de vezes aos arroubos da minha ignorância..

crianças

Mirante (1)

 

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Cachepot de cachorrinho

Cachepot

Vejam que gracinha este cachepot em forma de daschhund da Clínica Veterinária São Francisco de Assis. Me apaixonei por ele. Ainda mais com estas lindas suculentas. Quero!

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Nossa casa

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Volta e meia cogitamos nos mudar. Para um bairro diferente, para mais perto de minha mãe. Já moramos em região central, mas entra ano, sai ano, cogitamos nos mudar.
Porém, todavia, contudo, entretanto…
Nossa área privativa nos faz mudar de ideia constantemente. É lá que passamos parte de muitas manhãs; é lá onde podemos armar a piscina dos meninos na época de calor; é lá que podemos fazer nosso churrasco; receber nossos convidados; ver a lua cheia nas noites gostosas…
É lá que as crianças podem brincar de tinta; é lá onde tomo conta das brincadeiras e pico uma pá de legumes.
Esta área externa é nosso calcanhar de Aquiles. E por ela ficamos em nosso apê. Às vezes olhamos outros apartamentos, mas perder nossa área é muito difícil.
Não que eu não goste do resto de nossa casa. A parte dos quartos não é grande, mas também não é ruim. A cozinha tem um bom tamanho e temos salas boas. Mas ficar sem o espaço aberto é muito, muito complicado…

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Não morri!

Já tem um bom tempo que não posto nada no blog. Na verdade tenho passado pouco tempo no escritório. Uso muito a net no ipad e produzir material nele não é tão legal. Logo, longe do PC, eu acabo deixando o blog de lado. 🙁

Mas aguardem que em breve publicarei algumas receitinhas, dicas de livros, de séries de tv.. um pouco de cada coisa. Coisas em geral.

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