Archive for the 'Plantas' Category
O início de tudo
No ano passado, em agosto, mostramos a produção de sementes de nossa alamanda. Foi a época em que a planta – excelente para coberturas, por aguentar bem o sol e o calor – já estava com as cápsulas de sementes bem maduras, já rígidas e começando a abrir.
Então, para completar o processo, publico a foto, tirada neste mês de janeiro, do surgimento de mais cápsulas. Por agora elas estão bem redondinhas, macias. Bem diferentes do que serão daqui a 7, 8 meses.
O interessante é que esta planta, pelo menos pelo que tenho observado, é mais um exemplo de que na natureza vários ciclos de vida respeitam o período de um ano: as cápsulas aparecem em janeiro (foto acima), amadurecem até agosto e soltam as sementes até o início da primavera, quando caem e dão lugar às flores. No verão, o processo se reinicia.
Quando há muitas cápsulas as flores somem e a planta fica pouco viçosa, com reduzidas folhas, inclusive. E na época mais pungente não há nenhuma cápsula ou elas ainda são infantes.
Bacana demais poder acompanhar todas estas etapas. Quiseramos nós ter mais espaço, mais plantas e mais bichos.
3 commentsVasinho no côco trabalhado

Sei que o vasinho não ficou dos mais belos; o fato é que eu não consegui usá-lo como bebedouro para pássaros. Ele possui algum furinho – imperceptível – que deixa ir embora toda a água que eu servia.
O “jeito” mesmo foi fazê-lo de vaso. Por enquanto fica aí esta muda de suculenta, mas ajeitarei uma outa, mais simpática.
E o casalzinho – olha aí – cada dia mais apaixonado. Só tem olhos um para o outro.
Quatro meses…
O que são quatro meses, hã? Muito tempo, pouco tempo? Esta “pele-de-sapo” tem algo a dizer. A primeira foto é de agosto. As demais são de ontem, domingo, 22 de novembro.
O detalhe das pontinhas repolhudas são para mostrar de onde vem a maioria dos brotos desta planta. Estas folhinhas soltam-se facilmente e, encontrando terra, já começam a brotar.





A propósito, tivemos uma bela floração desta planta em julho deste ano. Veremos se se repete agora em dezembro.
No commentsUma epífita em nossa varanda


Há mais de um ano estávamos em Lagoa Santa, na Gruta da Lapinha, quando vimos uma grande árvore coalhadinha desta plantinha aí. Estava tão repleta que sequer estava bonita; parecia ter sido tomada por alguma erva daninha. Curiosa, tirei uma mudinha e a plantei aos pés de um ficus pra ver no que ia dar.
Passados mais de 12 meses a muda se desenvolveu bastante, não deu nenhuma flor, mas continuou a me intrigar: quem seria aquela que vivia abraçada aos galhos de uma gameleira? Lembrava-me apenas das orquídeas e nunca das… bromélias.
Pois é, buscando pela net sobre plantas epífitas encontrei este site. Acho que a planta apresentada por eles não é bem a planta que tenho em casa, mas me aventuro a dizer que a minha é também uma epífita bromélia.
Vivendo e aprendendo..
No commentsE a vida se renova
Nossas alamandas sempre são motivo para post. Primeiro porque são floridas ao extremo e deixam a casa linda linda. Segundo porque suas sementes se desenvolvem dentro de exóticas bolinhas espinhentas, que deixam a todos curiosos. E terceiro porque suas sementes germinam, nascendo mudinhas pra lá de fofas.
Olha esta aí, que me surpreendeu outro dia. Quando já nem dava fé mais que eu conseguiria uma muda. E, claro, como não poderia deixar de ser, vou acompanhar seu desenvolvimento e postá-lo aqui.
Porquê é primavera, os pássaros se acasalam, as flores desabrocham e a vida se renova.

Águas de outubro
Quanta chuva neste mês de outubro! A jabuticabeira responde com muitos frutos e não menos felizes estão as alamandas. Todas duas me surpreenderam hoje com galhos novos, viçosos, verdinhos..
E a alegria dos pássaros, então! Afinal, por estas épocas, eles tem água e fruta fresca todo o tempo. E como residem no telhado do prédio ao lado, tudo está ali, vizinho de casa. É como morar em frente ao sacolão!
A jabuticabeira é pequena, mas dá conta do recado.




Suculenta ameaça florir
Esta gordinha é minha suculenta preferida. Sua flor é maravilhosa e suas folhas pra lá de simpáticas.


Só uma!
Fiquei toda feliz, outro dia, de ver que nossa pitangueira deu frutos. Nós a plantamos há quase três anos e nada. Mas o mais engraçado foi a fartura.
Uma pitanguinha só. Só uma! Mas já nos deixou empolgados para o próximo ano. Quem sabe não venham frutos com mais generosidade?











