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Archive for the 'Viagens' Category

Presentes bacanas

Presentes

Em nossa viagem ao Chile, no ano passado, tivemos a oportunidade de conhecer lugares muito legais e experimentar coisas novas. Usamos bastante o guia do pessoal dO Viajante sobre o país. O livro é muito bom, como falamos aqui; pena que algumas pessoas não conseguem achá-lo facilmente para comprar… Entretanto, foi justamente esta dificuldade em comprar o guia que fez com que uma leitora de nosso blog nos procurasse em busca de uma cópia. De imediato nos prontificamos a ajudá-la. Infelizmente, não pudemos doar nosso livro original, por estar faltando páginas e com muitos rabiscos pessoais, mas conseguimos outra cópia e  despachamos para ela.

Sua viagem foi, pelo relato, muito bacana. Ela passou pela Argentina, Chile e Uruguai. Vimos as fotos e ficamos com a maior saudade de Santiago e ainda com mais vontade de conhecer o sul do país (em nossa viagem, optamos pelo norte). Já estávamos muito felizes em poder ter ajudado alguém em sua viagem; mas isso ainda não estaria finalizado… Poucos dias depois de vermos as fotos da nossa leitora na web ela nos enviou dois presentes bem bacanas, direto do Ushuaia; é a foto deles que ilustra este post.

Saldo final: ficamos ainda mais felizes em poder colaborar… 🙂

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Frutos do cerrado brasileiro

Bom, pelo menos por enquanto, este é nosso último post sobre a Chapada dos Veadeiros e, claro, sobre o cerrado brasileiro. Nele gostaríamos de apresentar para quem ainda não conhece a Sorveteria Frutos do Cerrado e uma pequena frutinha prima do caju, o cajuí.

Bom, sobre a Frutos do Cerrado, a vimos pela primeira vez na cidade de Coromandel. Mas, por uma série de fatores, não tivemos tempo nem oportunidade de ir experimentar os sorvetes. Depois, passamos por Brasília, mas também lá não a encontramos.

Foi com surpresa que, em razão do tal Encontro Multicultural que ocorria em São Jorge, nos deparamos com uma barraquinha improvisada da sorveteria e, claro, experimentamos alguns sorvetes.

Como podem ver, tomamos (e aprovamos) os sorvetes de jaca, pequi, cajamanga e araticum. Eu achei o de jaca um pouquinho enjoativo, apesar de gostar da fruta. O de pequi é bem especial e o de cajamanga é delicioso, bem azedinho.

O sorvete de araticum, por sua vez, é bem saboroso. É como se você estivesse comendo os pedacinhos da fruta que, no cerrado mineiro, também é conhecida por “cabeça de nêgo”.

Adoramos tudo o que provamos, só lamentando que não tivemos tempo de testar os inúmeros outros sabores. Ao retornarmos a BH, todavia, tivemos nossa tristeza aplacada, pois soubemos que aqui também há  Frutos do Cerrado. Pois é, estávamos desatualizados em relação a isto, o que é inadmissível! 🙂

Enfim, ainda não tivemos oportunidade de visitar a nossa Frutos do Cerrado, mas avisaremos quando o fizermos.

Neste post também mostramos o cajuí, um fruto que apresenta as mesmas características do caju velho de guerra. A diferença está mesmo no tamanho e no fato de que o delicado cajuzinho é, como milhares de outros alimentos, um fruto do cerrado,  a segunda mais rica formação vegetal brasileira em variedade biológica.

Estes cajuís margeavam nossa trilha por dentro do Parque da Chapada dos Veadeiros e foram, obviamente, deixados em seu devido lugar.

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Já comeu paçoca de carne? E de soja?

Coisa gostosa foram as paçocas de carne e de soja que comemos em São Jorge, Goiás. A de carne tinha bem mais carne que farinha e um temperinho muito do bom. Nos foi vendida na porta de uma casa da vila, demonstrando como o turistmo pode ser um excelente ganha-pão.

A de soja foi vendida na feira montada para as comemorações do Encontro Multi Étnico que ocorria na cidade e era caprichada no coentro. Eu adoro coentro e com a soja realizou-se um perfeito casamento.

Ele já não é muito fã, mas creio seja um pouco de preconceito com esta erva cheirosa, originária do Egito (quem diria, jurava que era baiana!). Bem, como alguém pode não gostar de coentro? Pra mim, era perfeita apenas em peixes e em saladas. Agora também na paçoca de soja.

Mas, enfim, deliciosas as paçocas, que representam bem a comida do tropeiro, do homem rústico do cerrado. Conservam-se bem por um bom tempo fora da geladeira e são uma verdadeira refeição.

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Candombá, a flor do cerrado

Dentre as inúmeras espécies da flora do cerrado brasileiro, esta bela planta de flor lilás nos impressionou. As pétalas coloridas reinavam quase que absolutas dentro do Parque da Chapada dos Veadeiros; caminhávamos um pouco e, ôpa, lá estavam mais algumas dezenas delas.

Nosso guia nos mostrou, outrossim, que o seu caule libera uma seiva que entra facilmente em combustão. Esta resina é vista com facilidade na planta: é grossa, escura e, infelizmente, faz com que as queimadas se propaguem com facilidade na região.

Brincou o guia que os garimpeiros tiram uma onda com a resina do candombá, dizendo que ela é o seu filtro solar. Imagine só.

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Vale da Lua – Chapada dos Veadeiros

Nosso último passeio na Chapada foi ao Vale da Lua, um lugar bem curioso onde as pedras do rio foram arredondamente moldadas pela água. Fica em área de fácil acesso e, mais uma vez, deve-se acordar cedo para visitar o local. Quando já o deixávamos chegou um ônibus lotado lotado.

Para quem não conhece a região, vai a dica de que este Vale fica fora do Parque, em terras de particulares, que estão a cobrar R$ 5,00 por pessoa. No estacionamento forjado na entrada do Vale há algumas barraquinhas onde se encontra de milho verde a cerveja. Pois é, como já disse, chegue bem cedinho no local e desfrute do sossego enquanto é tempo.  😉

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Cachoeira Morada do Sol – Chapada dos Veadeiros

Além da visita ao Parque Nacional, há muito (muito mesmo) o que se ver/fazer na Chapada dos Veadeiros.

Esta é a cachoeira Morada do Sol, propriedade privada onde se entra pagando uma pequena taxa. É um bom lugar para ir com crianças e pessoas que não tenham possibilidade de fazer grandes caminhadas, já que o carro fica estacionado perto das quedas d´água.

Gostamos muito deste lugar também, mas se você o visitar em época de férias ou em finais de semana prolongados tome o cuidado de ir bem cedo pela manhã, pois a quantidade de visitantes que aparece lá pelas 11 da manhã pode ser bem irritante.

Enfim, não há o que se fazer em relação a isto, pois todos querem se divertir. Apenas acorde bem cedo e tome o seu rumo.

A propósito, achei um post sobre 10 programas na Chapada para quem não quer ou não pode se desgastar fisicamente. Achei interessante e, portanto, digno de nota.

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Segundo banho no Parque da Chapada dos Veadeiros

Após o lanche e os nados no segundo salto seguimos adiante. Andamos mais uns 40 minutos e nos deparamos com mais uma grande piscina. Claro que não dava pra passar em branco e caímos n´água mais uma vez. Nesta área a água estava bem mais quentinha. Porque a região é mais descampada e  estava no auge do calor também; só sei que foi bom demais.

Eu já falei que não é muito bacana dividir o guia com pessoas desconhecidas.  Pois então:  imagine você nadando em um belo lugar como este, divertindo-se com o marido, namorado, filhos, amigos, e alguém com quem você dividiu o guia, do nada, encasqueta de ir embora. Não rola.

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Primeiro banho no Parque da Chapada dos Veadeiros

Este aí da foto é o segundo salto da trilha que fizemos, a dos saltos. A outra (como já disse, o turista só pode percorrer duas trilhas determinadas) é a trilha dos canions.

Bem, este lugar é delicioso. Porque a piscina, apesar da friagem da água, é perfeita. É grande, tem profundidade em alguns pontos e, bem, é avistada naquele momento em que a caminhada já te fez ter fome e calor suficientes.

Então, fizemos uma longa parada neste salto de 80 metros. Lanchamos e depois caimos nágua. Verdade é que caí primeiro; Ele estava super resistente a banhar-se, já que a água estava geladíssima (era julho, diga-se). Mas depois da minha insistência e amolação ele se rendeu e nadamos bastante. Bom demais. 😉

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Primeiro salto do Parque Chapada dos Veadeiros

O Parque da Chapada dos Veadeiros é um lugar maravilhoso. Nos encantamos com os saltos e as cachoeiras. A propósito, aqui em Minas não estamos muito acostumados com o uso da palavra saltos para quedas d´água.

Nos explicaram que saltos são as quedas em que a água cai sem bater em pedras e/ou paredões. No caso da cachoeira, por outro lado,  a água desce tendo como obstáculos pedras e plantas. Sinceramente, acho que isto não é nada técnico, mas nos demos por convencidos.  😉

Fato é que este é o primeiro salto do Parque da Chapada (120m) e não há como não se encantar com sua beleza, sua potência e sua intangibilidade.

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O Parque da Chapada dos Veadeiros

Antes de postar as fotos que tiramos, acho interessante relatar algumas impressões que tivemos do Parque da Chapada.

É que muita coisa nos surpreendeu. Estamos acostumados a visitar parques ecológicos de Minas Gerais e nunca vimos uma estrutura tão bacana como a que foi montada nesta chapada. Os visitantes só podem caminhar pelo parque se estiverem acompanhados de guias treinados e só há duas trilhas liberadas. Os demais pontos do parque são inacessíveis ao público, o que permite um controle mais rigoroso da região.

Em razão da obrigatoriedade de o turista contratar o guia não há lixo espalhado, não há coleta de mudas e plantas e o visitante, claro, aprende um pouco sobre a fauna e a flora do cerrado. E o que é mais legal: ainda fica conhecendo um pouco mais da cultura da região pela troca de informações com o guia, que cobra R$ 60,00 por cada passeio.

Há o costume de se formar grupos para visitar o parque ou outras regiões da chapada e, então, as pessoas dividem o preço do serviço. Mas nós preferimos ir sozinhos com nosso guia, não tendo preocupações com horários e/ou aborrecimentos com terceiros desconhecidos. De fato, o melhor a fazer é pagar o guia para o casal, para a família ou grupo de pessoas amigas.

Enfim, foi para nós uma boa surpresa conhecer o Parque da Chapada dos Veadeiros. Embora ele tenha sido, no passado, dez vezes maior em hectares e hoje tenha sido reduzido a apenas 65.500 ha é um reduto fantástico de incontáveis espécies e nascentes de água e merece, com toda ênfase, a visita de todos.

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Termas da Chapada dos Veadeiros

Após deixarmos a linda visão do Jardim de Maytreia, fomos dar umas voltas pelas Termas da Chapada dos Veadeiros. Como a tardinha ainda não havia chegado, continuava bem quente, o que não convidava a  mergulho em termas de nenhuma natureza. Então, paramos no  bar que serve de apoio às termas, pedimos umas batatinhas fritas, tomamos refrigerantes e ficamos papeando.

Na verdade, parece que o costume é ir nadar à noite. Então, exatamente em razão deste costume da turistaiada, resolvemos ir nadar à tarde. Enfim, quando a tarde começou a cair, fomos ter com as piscinas de águas naturais.

Quando chegamos nos encontramos apenas com alguns turistas franceses que estavam a nadar nesta primeira piscina da foto. A segunda piscina estava vazia e nós a ocupamos felizes da vida, ficando por lá por umas 2 horas, mais ou menos, sem aparecer ninguém. Foi uma delícia.

Saindo da piscina, retornamos ao bar, tomamos um cafezinho e voltamos bem cansados para São Jorge. Terminamos o dia em um delicioso self service de massas.

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Jardim de Maytreia – Chapada dos Veadeiros

Este post vem com uns dias de atraso, mas ok, vamos lá.

No mesmo dia em que almoçamos no Oca Lila, em Alto Paraíso,  fizemos passeios em que não precisaríamos nos exercitar. Estava muito quente, muito seco e minha cabeça não estava lá estas coisas. Aproveitamos, então, para tão somente admirar a beleza da região.

Após o Oca Lila, tomamos sorvete na Mel & Cia, que oferece sorvetes com cobertura de florais. Muito bacana. Vá lá  e peça sorvete com cobertura de chuva dourada, rosas do cerrado, pinika ou alecrim dourado. Cada uma lhe trará um benefício: tranqüilidade, equilíbrio amoroso, organização, energia…  Mesmo que não acredite nos efeitos, não custa experimentar.

Saímos da sorveteria e fomos admirar a região conhecida como Jardim de Maytreia, um lindo lugar que, pra nossa admiração, estava cheinho de araras azuis. Não sei se era aquela ameaçada de extinção. Mas era arara; e era azul.

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Viagem pelo cerrado – Aracê e Oca Lila

A foto que você vê aí em cima foi tirada no segundo dia de nossa estada na Chapada, enquanto nos deliciávamos com a cerveja artesanal Aracê durante um almoço vegetariano bem gostoso no Oca Lila – um charmoso espaço para quem curte comida vegetariana de boa qualidade.

Ao lado da cerveja, os companheiros inseparáveis de viagem: O Guia e os óculos escuros. Sol nos olhos não dá, né?

Sobre o almoço, bem… Este restaurante merece destaque especial em nossa jornada por Alto Paraíso e São Jorge só pela qualidade da comida. Muito boa, com serviço excelente e muitas opções, incluindo quinua em uma salada muito gostosa e diferentes opções com soja e brotos de feijão e bambu. Mesmo que você não seja vegeratiano, vale a pena experimentar.

Sobre a cerveja, recomendo que quem puder a experimente. É bem gostosa. Tem um sabor marcante e a consistência é boa. Nos refrescou no almoço e depois em outras ocasiões em São Jorge.

A Aracê é produzida em Cavalvanti, um dos municípios que integram a chapada. Os responsáveis pela Aracê, curiosamente, não são brasileiros. Pelo que pudemos apurar

O produto é fabricado artesanalmente pelos chilenos Manolo Murga e Soledad Ramirez. Eles fundaram a cervejaria há cerca de um ano e meio. Deu tão certo que o casal já planeja aumentar a produção a partir do próximo ano, saltando dos atuais 500 litros/mês para 1.500 litros. A microcervejaria fica na estrada que liga Cavalcante ao município de Colinas do Sul e pode ser visitada pelos turistas. 

Infelizmente, não tivemos a oportunidade de visitar a fábrica, mas que deu vontade, deu. Ah, e antes que briguem com a gente, tomamos uma única garrafa da cerveja e esperamos por mais de três horas para podermos dirigir. Enquanto o tempo passava, almoçamos e depois passeamos a pé por Alto Paraíso.

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Viagem pelo cerrado – Pousada Trilha Violeta

Saímos da Saborella e pegamos estrada rumo à Chapada dos Veadeiros. Já tinham nos informado de que melhor seria se ficássemos no distrito de São Jorge, a 35 km de Alto Paraíso. Metade da estrada entre as localidades é de terra e, como a maioria das atrações fica mais para o lado de São Jorge, se você por lá se hospeda evita um pouco de trânsito na poeira.

Enfim, chegamos a São Jorge já de noite e, apesar de ser terça-feira, praticamente todas as pousadas estavam lotadas. Ah, sim, por causa das férias? Um pouco. O que realmente lotava a cidadezinha era o VIII Encontro de Culturas Tradicionais da Chapada dos Veadeiros.

De toda forma, não sabíamos deste evento; fomos pegos totalmente desprevenidos. Demos sorte que, em nossas andanças, encontramos a Trilha Violeta, uma pousadinha bem bonitinha e confortável. Realmente, a dona da pousada condicionou nossa hospedagem ao fechamento de um pacote maior do que o que planejávamos, mas isto acabou sendo bom. Descansamos bastante e aproveitamos muito o período em que ficamos por lá.

Fica, enfim, a dica. São Jorge é lotada de pousadas e creio que muitas sejam excelentes. Mas se você estiver pensando em fazer uma reserva à distância e tiver a Trilha Violeta como opção, pode fazê-la sem susto que não será surpreendido. O café da manhã é bem gostoso, as camas são confortáveis, o banho é bom e o atendimento idem.

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Viagem pelo cerrado – Brasília

Continuando nossa viagem, estivemos em Brasília a caminho da Chapada, por dois dias. A capital é velha conhecida de todos, ainda que pelos telejornais. Eu já tinha estado na cidade. Ele não e, ao final de nossa estadia, tirou a mesma conclusão: Brasília é muito bacana se você estiver a passeio. Para morar talvez não seja a melhor escolha. Pelo calor, pela secura do ar, pela distância de tudo ou pela impessoalidade que passa aos visitantes.

De qualquer forma, tivemos um tempo bom por lá. Visitamos os locais de praxe, fomos a um ótimo restaurante/bar mexicano e a uma sorveteria deliciosa, a Saborella. Quem já passou por aqui sabe o quanto apreciamos a iguaria e que quando falamos que é bom, pode apostar. 🙂

É aquela coisa, né, se você é um aspirante a servidor público e, ao alcançar o objetivo, precisa ir pra Brasília, ok. O lance é rezar pra conseguir voltar pra casa logo. E olha que Belo Horizonte já está ficando quente demais. Quente e seco demais.

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