Rasmalai mineiro
Desde quando passamos a frequentar o restaurante Maharaj fiquei fã número um de uma sobremesa indiana chamada Rasmalai.
Só experimentando mesmo. São umas bolinhas de queijo super delicadas envolvidas numa calda de creme e polvilhadas com pistache. Delícia demais.
Na semana passada fiz uma receita que achei na internet. Ficou muito boa. Não ficou igual ao Rasmalai do Marahaj, obviamente, mas ficou muito bom. É difícil fazer igual, pois nem sempre conseguimos usar os mesmos ingredientes usados no restaurante. E tem, lógico, toda uma expertise que desconheço. Mas, enfim, desta vez passada (não fotografei, infelizmente) cortei a massa em cubinhos e os mergulhei numa calda feita de creme de leite fresco com açúcar e especiarias. Só não usei pistache ou amêndoas porque não os tinha em casa.
Hoje resolvi botar pra quebrar de novo, mas desta vez resolvi deixar o meu Rasmalai no tabuleiro. Digo meu Rasmalai porque fui fazendo sem receita mesmo, só respeitando os ingredientes básicos da sobremesa indiana, ou seja, ricota, leite e açúcar.
Fiz assim: bati no liquidificador uma ricota grande (usei a da marca Saldanha, muito boa) com leite, até obter um creme grosso e bem homogêneo. Depois fui adicionando acúcar. Quando a massa já estava bem consistente, já difícil de bater no liquidificador, despejei em um tabuleiro untado com manteiga e assei por uns 40 minutos em forno médio.
Preciso dizer que ficou divina? Só resolvi não cortar em cubos e despejar na calda, como dantes, porque ficou um ‘pouco doce demais’ e aí já seria apelação.
Ah, no fundo.. no fundo.. o que fiz foi um bolo de ricota, mas deixa eu pensar que estou a comer o meu Rasmalai mineiro. Tudo para matar as saudades ‘daquela’ sobremesa.
Ps: Vale ver aqui no Google imagens do verdadeiro Rasmalai para vocês terem uma ideia do que estou falando. E, se puderem, vão ao Maharaj conferi-lo!
Nenhum comentário
Antes da hora não! Antes do programado
Há muito não posto nada sobre minha gravidez. E, pelo tempo de gestação, eu já estaria nos finalmentes. É que, mais uma vez, estivemos em um processo que nos exigiu bastante dedicação e o blog foi ficando um pouco para depois.
Pois então! Nossos bebês vieram um pouco antes do programado e já os temos nos braços. Vieram prematurinhos, em junho, e ficaram um período internados para que pudessem completar adequadamente o desenvolvimento.
Não sabemos ao certo – ninguém sabe – o motivo do nascimento não ter sido a termo. Eu estava ótima, me exercitando, feliz da vida. E, do nada, num domingo à noite, durante uma entrevista de Marília Grabriela, uma das bolsas estourou.
Corremos ao hospital e a notícia assustadora de que eu já estava em trabalho de parto. Fiquei muito triste na hora, mas depois fui me acalmando. “A medicina está muito avançada”, diziam todos, “e seus nenéns ficarão bem”.
Os dias que se seguiram àquela madrugada no hospital foram tensos, muito tensos. Apesar de os bebês nunca terem ficado mal, tudo era novo pra gente. Nem sabíamos direito o que era sermos pais.. ainda mais naquela situação.
Fato é que ficamos muito preocupados no início, mas confiamos e, dentro das possibilidades, soubemos esperar. O tempo passou e desde o final de julho estão conosco em casa.
Fico feliz em compartilhar com os leitores do blog esta novidade. Sempre que der virei postar sobre meu casalzinho. Sobre todas as coisas em geral.
3 comentáriosCéu de julho, Céu de Monet
Não há como cansar os olhos.. roubou-nos a atenção este céu.
Céu de julho; lindo lindo.
4 comentários
Pior quiche do mercado
Não somos de comprar comida pronta, mas quando vimos este quiche integral de legumes do Carrefour resolvemos experimentar. Afinal, a lasanha de peito de peru com queijo cottage desta mesma linha Viver Light é até gostosa.
Mas, pelamordedeus, nossa decepção desta vez bateu recordes inimagináveis. Nós nunca comemos uma coisa tão ruim na vida. Sério, a massa deste quiche é intragável. Pesada, seca, gosto estranho. O recheio, então, nem se fala. Gosto de ovo péssimo.
Tacamos catchup em cima, já que desperdiçar comida é um absurdo, mas parte da minha porção foi doada a Ele, mais guerreiro desta vez.
1 comentário
A enganação da Congelfish
Já tem um bom tempo que estamos para escrever sobre esta péssima experiência.
Em busca de uma alimentação mais saudável, compramos filé de peixe congelado da Congelfish. A embalagem, com 1,0 kg nos foi vendida a algo em torno de R$ 10,00. No entanto, qual não foi nossa surpresa ao descongelar a embalagem e perceber que – pelo menos – 30% deste peso se referia a gelo. Ou seja: você acha que está comprando 1,0 kg de peixe quando na verdade compra algo em torno de 0,7 kg da mercadoria. O resto é gelo.
É claro que esperamos ter um pouco de gelo em alimentos congelados. Isso faz parte. Mas na quantidade em que vimos neste peixe da Congelfish, realmente foi algo que nos surpreendeu (de forma bastante negativa). Certamente pensaremos três vezes antes de comprar produtos desta marca – mesmo que a barganha seja sedutora.
Nenhum comentárioGyros – Kebabs em BH
Experimentamos Gyros e Kebabs em Santiago, há algum tempo. Trata-se de uma espécie de sanduíche bem farto com carne (costuma ser de cordeiro) molhos e folhas.
Uma delícia. Para comer e se empanturrar
Eis que outro dia descobrimos (e já experimentamos) uma loja Gyros em BH!
Eu enfrentei um Kebab de cordeiro e Ela, um de Picanha. Comemos, comemos e comemos mais um pouco. Para quem curte comida farta, com molhos deliciosos, é uma excelente pedida!
Nenhum comentárioSorvetes Frutos do Cerrado na Av. Prudente de Morais / BH
Outro dia passávamos pela Av. Prudente de Morais, região da Cidade Jardim em BH, e avistamos uma loja da Frutos do Cerrado pertinho da barragem de Sta. Lúcia.
Quem acompanha o Em Geral sabe que estamos numa constante busca pelo melhor sorvete e que os da Frutos do Cerrado figuram entre uns dos preferidos. Assim sendo, além de agendarmos uma futura visita, aproveitamos para recomendar… Afinal, os sorvetes de lá são deliciosos!
Nenhum comentárioSushi Naka pisando na bola
No último dia 23/06 (feriado de Corpus Christi) resolvemos almoçar fora. O local escolhido foi o Sushi Naka (que há tempos não visitávamos). No entanto, nosso almoço foi frustrado, pois o serviço havia sido encerrado antes de chegarmos.
Detalhe: chegamos para almoçar às 14:00.
Uau! Em pleno feriado um restaurante encerra o serviço antes das 14:00! Grande pisada na bola, Sushi Naka!
1 comentárioCoffee Break na Savassi
Ontem, pela segunda vez, estivemos na cafeteria Coffee Break, situada na avenida Getúlio Vargas, 1460, Savassi. É logo na primeira loja da galeria que dá acesso à rua Alagoas, em direção ao 5ª Avenida, quase em frente à Loja Baby.
A cafeteria foi inaugurada em março deste ano e, lógico, logo que a vimos, substituindo uma loja de chocolates que infelizmente fechou as portas, quisemos experimentar. Pedimos 2 cafés especiais frios, daqueles que vem em 300 ou 500ml. Também pedimos bagels com requeijão, um tipo de pãozinho em formato de rosca ao qual não estamos acostumados aqui no Brasil. Tudo bem gostoso. Eu adorei meu bagel.
Ontem, novamente passeando pela Savassi, retornamos ao Coffee Break. Eu pedi um frapê de chai indiano e ele tomou um caramel macchiatto. Mais um bagel caiu pra dentro e saímos felizes da cafeteria.
Bom, o lugar é muito bem montado e o atendimento foi ótimo em nossas duas visitas. O preço não deixa de ser salgado, mas a qualidade dos produtos (incluindo lindos cupcakes que ainda não comemos) compensa isso.
Vale a pena conhecer e prestigiar a iniciativa.
2 comentários
Doe sua urina
Quase todo mundo que vê na rua um carro com o anúncio “Doe sua urina” fica encucado: Doação? De urina? Pra que será?
Eu também fiquei, há uns 3 anos mais ou menos, e logo quando cheguei em casa fui procurar o que era ‘aquilo’. Descobri que a doação era de urina de mulheres grávidas e que o material seria usado para a extração de um hormônio abundante na gravidez, usado como matéria prima de medicamentos para tratamentos de infertilidade.
Eu sempre fui doadora de sangue, tenho nome em cadastro para doadores de medula óssea.. porque não doar minha urina quando engravidasse?
Dito e feito. Assim que eu soube da gravidez e passado o susto de sabermos que eram gêmeos, liguei para o projeto Programa HCG e me informei.
A ideia é coletar urina de grávidas até a 18º semana de gestação, época de pico do hormônio HCG, que, como eu já disse, é utilizado como matéria prima de um certo medicamento.
Então: toda semana um agente do programa vai a sua casa ou trabalho e te entrega 6 galõezinhos e um penico. A doadora vai fazer a coleta e o agente os busca na semana seguinte. Dentro de cada galão há um conservante, o que facilita o estoque da urina durante a semana. Ou seja, não precisa refrigerar; é só guardar em algum lugar discreto.
Lendo a respeito, soube que a urina é processada e dela retirado um pó com o tal hormônio, enviado para os laboratórios específicos.
No último dia da doação eles me entregaram um kit para o bebê, como forma de agradecimento pela colaboração.
É claro que me perguntei o quão interessante para o Projeto é esta coleta de urina, porque, pelo que me pareceu, o material rende-lhe bons frutos quando do envio aos laboratórios. Mas me alegra saber que algo que iria para a latrina, literalmente, pode ser revertida para o bem de alguém. Mesmo que outro alguém tenha lucrado com isso. Assim funcionam as coisas.
Nenhum comentário






