Frita bacon, cebola, alho, junta polpa do maracujá, deixa ferver um pouco, junta açúcar para retirar um pouco a acidez, junta cheiro verde a gosto, temperos de seu gosto (usei só sal), um pouco de manteiga e farinha de mandioca até dar uma ligeira torrada.
Eu tento de tudo um pouco, inclusive colocar um pedaço de carvão dentro da airfrier. Desta vez eu e Ele tentamos juntos, sejamos justos.
E não é que ficou gostoso? O lance é esquentar o carvão primeiro na boca do fogão, depois colocá-lo no meio da air fryer, numa espécie de caminha de papel alumínio. Ao redor dele, coloque a carne de sua preferência, que não deve ser carne seca nem dura. Eu usei um bife ancho muito macio, então nem tinha jeito de ficar ruim.
Em uma leva usei bastante alho, noutra não. E só sal pra temperar, ao final do preparo. Como gosto de carne mal passada, deixei pouco tempo. Isso fica a seu critério; vá olhando. Ficou muito bom e eu aconselho a experiência, tomando cuidado, claro, com o carvão, que fica incandescente dentro da panela.
Eu vi essa torta em algum vídeo na net e ela era feita com nozes e castanhas. A descrição era que é uma torta chilena, mais especificamente de Maule, uma comuna da província de Talca/Chile. Mas… eu tinha em casa um quilo de amendoins torrados e picados e eu não podia deixar de usá-los.
O bom é que faço aqui o teste pra vocês de uma torta bem mais barata e mais brasileira. 🙂 Não vou, claro, dispensar o teste da receita original e já penso em algumas outras modificações, como usar morangos e outros recheios. Mas, enfim:
Não há segredos para essa torta. Use massa folhada para cobrir o refratário, cubra com duas latas de leite condensado (usei marcas diferentes; por isso há duas cores no recheio) e cubra novamente com as castanhas de sua preferência. Pincele a massa com gema de ovo e leve ao forno já pré-aquecido. Não pré-assei a massa folhada (furadinha com um garfo) antes de levá-la ao forno com o recheio, como manda a embalagem.
A ideia da sobremesa é misturar o doce do recheio com o salgadinho das castanhas torradas.
O resultado: ficou muito bom. Eu deixei quase uma hora e meia no forno e, no meu entender, foi tempo demais. Não prejudicou a gostosura da torta, mas a massa ficou ainda mais quebradiça. Da próxima vez vou deixar uma hora só ou um pouco mais que isso apenas. No mais, é uma delícia e todos que provaram adoraram. É bem doce sim, mas ninguém precisa comer demais de uma vez. Ela combina muito bem com um café preto e puro também.
Dica: use castanhas ou amendoins um pouco salgados; o contraste com o doce fica delicioso.
1 pimentão vermelho, sem sementes, cortado em pedaços (eu usei um amarelo)
1â„2 cenoura, sem casca, cortada em rodelas
1 caixinha de creme de leite
Folhas de manjericão a gosto
ígua quente
Junte todos os ingredientes, exceto as folhas de manjericão, a água e o creme de leite, e coloque num tabuleiro. Leve ao forno pré-aquecido, a 180o C, por trinta minutos. Tire e leve tudo ao liquidificador. Bata bem, com a água quente, até ficar liso. Transfira para uma panela e deixe ferver. Junte o creme de leite e mexa bem e aguarde ferver novamente. Prove e acerte o tempero. Tire e sirva com folhas de manjericão.
A minha sopa ficou bem amarelinha porque usei o pimentão amarelo. Usando o vermelho, deve ficar mais vermelhinha. Usei uma cenoura inteira também. 🙂
Resolvemos fazer bolinho de arroz assado. Fizemos tudo conforme a receita…Usamos o processador porque meu arroz era parboilizado e mais durinho. Não ficou idêntico ao da foto, mas ficou muito saboroso. Parabéns í cozinheira! Depois ela me ajudou a fazer seitan. Desta vez ficamos o domingo todo fazendo e lavando a massa. Já cozinhei picadinho. E coloquei legumes. Ficou bom, mas gostei mais do que fiz primeiro. Receita está no blog. Procure “seitan”. Pra não perder o costume, estou apaixonada pro minha prateleira…heheheh
Eu e Ele vimos essa receita no TikTok e Ele logo logo providenciou os ingredientes. Mas ó.. o gosto da banana, apesar dos temperos fortes, persiste. Ele é forte e fica no fundo. Vale o teste, mas não é uma grande delícia não.
Retire as cascas das bananas, passe a faca na superfície da casca, deixando-a mais fina. Eu usei o que saiu da banana para colocar num bolo que estava fazendo ( no bolo que recebeu as bananas que foram peladas.. heheheh).
Então, vá deixando as cascas numa solução de água e vinagre enquanto descasca todas. Depois escorra bem toda a água e adicione:
1 colher de sopa de shoyu (pode por mais);
1 colher de sopa de melado
2 colheres de sopa de páprica defumada;
2 colheres de fumaça em pó;
Deixe que todas as bananas peguem bem todo o tempero (fica uma pastinha grossa bem bonita e cheirosa) e depois leve ao forno até secar.
Para 1 quilo de farinha você precisa de 650 ml de água. Daí você sova a massa por mais ou menos 8 minutos, até obter uma massa homogênea. Deixe descansar por 1 hora, cobrindo a vasilha com um pano úmido. í€ parte, faça um refogado do seu agrado. Fiz só com bastante cebola e alho desta vez. Mas use a criatividade.
A massa ainda sem cozinhar já pode ser temperada. Eu usei quase tudo o que tinha em casa: açafrão, colorau, páprica picante, orégano, curry, cominho, louro, um pouco de shoyu e amassei um pouco mais. Depois leve essa massa no refogado, coloque mais shoyo ou outro molho de sua preferência (pode usar pimentões, tomates, legumes, o que quiser) e cozinhe na pressão por meia hora mais ou menos.
Retire o seitan cozido e finalize o molho que ficou na panela. Eu ajeitei o sal e coloquei um pouco de maisena dissolvida em leite (pode ser água) para engrossar. Se quiser usar óleo de gergelim, use algumas gotas ao final do processo.
Fatie e sirva. Eu adorei. Fizemos hoje juntos, eu e Ele, e pretendo fazer novamente.
Aqui ainda não cozinhou. Está colorido dos temperos. Indo pra pressão agora. Juntei cheiro verde. Ficou muito bom; experimente.
Salga e hidrata o flocãoColoca na cuscuzeira sem apertarDepois é só cozinhar em banho maria. Ele ficou no formato; eu que abaixei o biquinho dele e coloquei manteiga.E um chapéu de ovo. Pelo tamanho do ovo, vê-se que fiz pouca massa, mas é que queria comer menos mesmo. 🙂
E num é que deu certo??
Ficou ótimo. Cozidinho e saboroso. Depois fiz mais – ontem, domingo de manhã – e todos gostaram.
Ganhei a panelinha cuscuzeira da minha sobrinha e afilhada que também adora cuscuz. Agora poderemos trocar algumas ideias e receitas para inovar a receitinha tradicional do nordeste brasileiro. Adorei!
Não fiz ainda, mas quis guardar para fazer depois.
Eu gosto muito da Raiza Costa e acho que todas as receitas dela tem muita qualidade. Ela é a fera dos doces, mas manja muito dos salgados também. Talento que chama?
Gostei da dica do bicarbonato de sódio e vou seguir, mas infelizmente não tenho tahini de gergelim da Etiópia. Buáááááa. Hahahahah.
Mas tá aí. Ela compartilhou no Instagram: vou compartilhar aqui com todos.