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Salada de grãos de soja cozidos

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Todo mundo sabe  o quanto a soja é saudável, mas poucos conhecem boas receitas que a utilizem in natura. Eu mesma já tive preconceito com a soja em grão, mas  porque desconhecia como prepará-la. Quando pensava em soja, pensava na soja texturizada ou na soja assada, comida como petisco.

Outro dia andei pesquisando em alguns sites e li que o grão de soja deve,  inicialmente, antes de ser cozido,  passar por um choque térmico. Ou seja, jogue a soja em água fervente e, após 5 minutos, a transfira para a água gelada. Isto vai ajudar a reduzir o sabor de feijão cru do grão e facilitar a retirada das casquinhas. Eu vou esfregando a soja com as mãos até conseguir me livrar de todas elas.

Depois do choque térmico, cozinhe bastante a soja até que fique macia. E, então, pode temperá-la a seu gosto. Nas fotos acima eu a  temperei com alguma antecedência antes de comer. Piquei tomate, pimentão  e cebola e temperei com azeite, sal, orégano, pimenta do reino e manjericão em pó. Ficou gostosa.

Hoje  eu tive a idéia de fazer novamente a receita, mas acabei deixando a panela queimar. Torrei a soja que escapou ilesa na frigideira, sem óleo algum. Ele aprovou, mas  acho que são muitas calorias em algo que não é tão gostoso assim. Prefiro a salada.

Tentarei em breve fazê-la refogada com alho. Conto aqui.

Quarentena: 1h29m perdidos

Até agora não acreditamos como – mais uma vez – tivemos a coragem de entrar em um cinema para ver um filme de terror. A verdade é que gostamos de filmes de terror e nos resta uma esperança, ainda que abalada, que algum dia encontraremos um bom filme neste gênero.

Ontem não foi diferente. Estivemos no shopping para ver O curioso Caso de Benjamin Button, mas a sessão já estava lotada. Havia outras escolhas, mas fomos direto no tal do Quarentena, um dos piores filmes de terror em nossa opinião.

A coisa já começa errada no momento em que a câmera encontra-se nas mãos de um dos atores, no pior do estilo “estamos fazendo uma reportagem”.  Bem, praticamente toda historia de terror é ridí­cula, com monstros inexistentes, zumbis pra lá de barangos, mas este filme não provoca nada a não ser risos.

Muita gente – inclusive Ele – teve acesso de risos dentro do cinema, principalmente na cena em que a menininha dona do cachorro inicialmente doente ataca os médicos do governo. Foi realmente hilário, se não fosse pelo fato de que perdemos uma boa oportunidade de ver, por exemplo, A Troca, com a Angelina Jolie.

A propósito, acabei de ler que Quarentena é uma refilmagem de REC. Vamos baixá-lo e ver qual é. Depois postamos aqui a respeito.

Pastelaria Marília de Dirceu bagunçou nossa festa

Era para ser uma festa surpresa. Um aniversário bem importante. Foram convidadas quase 40 pessoas de diferentes cidades e tomadas todas as providências para que o aniversariante não desconfiasse de nada. Procuramos encomendar o máximo de coisas e nos certificamos que tudo chegaria numa hora combinada para não levantar suspeitas.

Fizemos as encomendas com antecedência e tomamos o cuidado de certificar com todos os fornecedores que tudo seria entregue na data e hora especificada para que a festa acontecesse da maneira planejada.

Na hora e data combinados, estavam todos lá. Os convidados, o aniversariante, as bebidas, o bolo e tudo o mais…. Só faltou o principal: os 700 salgados encomendados junto í  Pastelaria Marí­lia de Dirceu.

A festa, que deveria começar í s 19:30, só ficou completa í s 20:30, quando os salgados atrasados chegaram… A surpresa foi estragada e o clima da festa foi afetado, pois os convidados e nós – que ajudamos a organizar a coisa – não gostamos nada de ficar uma hora e meia na expectativa da chegada dos salgados só tomando refrigerante.Ficamos literalmente no escuro com relação aos salgados, uma vez que não conseguí­amos contactar a empresa.

Vale dizer que o local da festa fica distante apenas seis quarteirões da pastelaria; mas o telefone não atendia mais depois das 19:30 (conseguimos falar com eles í s 19:15, quando o atraso era de 15 minutos e eles disseram que estavam “um pouco atrasados”).

Nem precisa dizer que já estávamos cogitando sair e comprar esfirras do Habibs quando os salgados chegaram í s 20:30. A chegada dos salgados foi motivo de celebração por parte dos convidados. Ainda assim, ficamos muito decepcionados cos serviços da Pastelaria Marí­lia de Dirceu.

Obviamente o juri da Veja, que elegeu o referido estabelecimento como o melhor da cidade, nunca precisou usar o serviço de delivery deles.

Fica o recado: Evite a todo custo (pelo menos o delivery da)a pastelaria Marilia de Dirceu. Nós evitaremos.

Sushinaka, o melhor japonês de BH

Se você gosta de comida japonesa, não pode deixar de conhecer o Sushinaka, em Belo Horizonte. O restaurante lembra uma cantina italiana, é simples, mas prima, desde sempre, pela qualidade da comida servida. O rodí­zio é um dos poucos que não perde a qualidade do a la carte e o esquema da foto é muito bacana. É uma refeição composta de  pratos diversos, dentre eles o salmão grelhado e o tempura, como visto. Além destes, várias iguarias diferentes são servidas em pequenos potes de porcelana. Há cogumelos, raí­zes e outras delí­cias incomuns que valem a ida ao Sushinaka. Fato é que, quando não queremos errar, vamos ao Sushinaka, o melhor restaurante japonês de Belo Horizonte.

Joaninhas no jardim

Na nossa varanda tentamos ter um pouquinho de tudo quanto é planta. Temos algumas frutí­feras, algumas flores, várias suculentas, algumas orquí­deas… Apesar de ser, sim, bastante trabalhoso mantê-las, pois diariamente precisam de cuidados e são constantemente acometidas por pragas, o prazer de vê-las se desenvolvendo e o sem-número de insetos e pássaros que atraem valem todo o esforço.

Todos os dias vários pardais, bem-te-vis e beija-flores vem ao encontro de nossas plantas, frutas e flores, alimentando-se na jabuticabeira, beijando nossas alamandas ou simplesmente limpando seus bicos nos galhos da trepadeira. Outras visitantes são as joaninhas, com suas costas vermelhas e pintadinhas.

Egoí­stas que somos, gostamos das joaninhas por serem predadoras de pragas, mas a verdade é que as bichinhas são verdadeiramente simpáticas. Uma pena não serem mais comuns hoje em dia.

PS: as joaninhas das duas primeiras fotos são de verdade 😉

Neguinha barbuda

Como fazer tomates secos – parte 2


Polvilhados os tomates, leve-os ao forno por 1 hora. A temperatura deve ser a mais baixa possí­vel e, como vocês podem ver, eu forrei os tabuleiros com papel alumí­nio para facilitar a limpeza.

Após 1 hora, retire os tabuleiros do forno, vire os tomates de boca pra baixo e bora lá mais 1 hora no forno. Depois destas 2 horinhas os tomates já estarão com o aspecto da terceira foto, ocasião em que voltarão ao forno, agora por mais 40 minutos, mais ou menos, de boca para cima.

Eu não costumo deixar mais do que este tempo, pois gosto dos tomates suculentos. Se preferir, pode deixá-los não por 40 minutos, mas por 1 hora mais. Eles ficarão mais secos, claro, e também deliciosos.

Terminada a secagem dos tomates, cubra-os com azeite e leve-os í  geladeira. Vale lembrar que não podem ficar guardados por um longo tempo, mesmo que refrigerados. Já tivemos tomates mofados após umas duas semanas armazenados, o que foi uma pena.

Como fazer tomates secos – parte 1

Se tem uma coisa gostosa são tomates secos caseiros. Eles são maravilhosos com carne de boi, recheando um pãozinho fresco ou picadinhos numa boa macarronada. Se você nunca fez em casa, prepare-se, pois a experiência, apesar de um tiquinho trabalhosa, é bastante recompensadora.

A primeira foto acima mostra a seleção dos tomates para secagem, mais um molho de manjericão para temperar o molho que será feito com as sementes dos frutos.

Quando animo, seco uns 3 ou 4 quilos de tomates de uma vez, já que eles ficam bem reduzidos ao final, mas passarei as medidas utilizadas para 1 quilo, para facilitar. Pois bem, lave e seque 1 quilo de tomates. O tipo pode variar, dependendo de seu gosto e bolso. No caso destes aí­, eu usei o tomate salada, pois estava na promoção.

Lavados os tomates, parta-os ao meio e retire as sementes, reservando-as. Faça uma mistura de uma colher de sopa de sal, mais uma de açúcar fino e salpique por cima dos tomates. Você vai ver que surge uma aguinha dentro dos tomates, mas é assim mesmo, eles já podem ir ao forno.

A propósito, outro dia, conversando com um senhor no supermercado, ele me disse que antes de salpicar sal e açúcar nos tomates, ele os leva ao ar livre, ao sol, pra dar uma secada inicial. Quem tiver  espaço em casa pode fazer isto. Eu já os levo diretamente ao forno brando, inicialmente por uma hora.

O Encantador de Cães

Há dois meses,  mais ou menos, eu e Ele temos assistido, í s terças-feiras í s 22:00hs, no Animal Planet, Cesar Milan e seus clientes problemáticos.

Para quem não o conhece, ele é autor do livro O Encantador de Cães, cuja resenha fora muito bem feita pelo pessoal da Bitcão.

Pra quem cria cães, recomendo fortemente a leitura desta obra. E os casos mostrados na tv também são bastante interessantes; ilustram muito bem os ensinamentos de Cesar.

Inicialmente, Cesar Milan conta um pouco de sua vida, relata sua trajetória como  imigrante ilegal nos EUA e de como seus conhecimentos no trato com os cães fizeram com que ele caí­sse no gosto das celebridades americanas.

Ophra  e Will Smith foram seus clientes e daí­ em diante as portas do sucesso se abriram para Cesar. Estou pensando se o livro pode ser incluí­do no ramo editorial da auto-ajuda. Bem, acho que não. É boa parte autobiográfico e, posteriormente, bate na tecla de que devemos tratar os cães como cães e não como crianças, fornecendo excelentes noções de matilha, dominância e submissão caninas.

Não são fornecidas dicas de como se deve fazer em casos concretos, ou seja, não é um livro de adestramento. Cesar pretende te fazer entender a real natureza de seu bicho de estimação  e de como o animal pode ser infeliz  se alijado de suas necessidades básicas.

Enfim, apesar de ser um daqueles best sellers dos quais normalmente desconfiamos, a leitura é agradável e muito, mas muito útil a quem possui cães e deseja – sem egoí­smos – que os mesmos sejam apenas felizes.

Da madeira se fez arte

E não é que, outro dia, passando por uma loja, me encantei com este menininho de madeira? Não teve jeito e ele veio parar aqui em casa. Fica lá, agachadinho na sala, com cara de quem não quer nada, só olhando, tudo e todos, com esta carinha rechonchuda.

Seu chapeuzinho lembra um garoto mexicano, mas seus olhos são orientais. Quem é esta figura, é o que me pergunto.

😉

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