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Cogumelos Chilenos

Para quem não sabe como preparar um belo prato com cogumelos chilenos secos, aí­ vai a dica: estes cogumelos ficam maravilhosos com molho de tomate. Hidrate-os primeiramente em água quente, coando uma eventual areiazinha que ficar no fundo. Não desperdice a água, que pode ser usada no próprio molho ou num risoto, por exemplo.

Pois bem, hidratados os cogumelos, faça um molho de tomates bem gostoso e os adicione picados, deixando ferver um pouco para que se aprimore o sabor. Se o molho for natural, de tomates mesmo, melhor. Se não, em razão da facilidade da latinha, refogue-o com seus temperos favoritos. Um pouquinho de açúcar ajuda a reduzir a acidez.

A quantidade dos ingredientes fica í  escolha do cozinheiro, atentando para o fato de que estes cogumelos tem um sabor bem forte, ou seja, com um punhadinho já se prepara molho para meio quilo de macarrão. Querendo um molho mais marcante, adicione a água utilizada para hidratar os cogumelos.

A menina que roubava livros

Estou lendo “A menina que roubava livros”, de Markus Zusak. A primeira impressão não foi muito boa. Frases curtas, impactantes, em um estilo que a mim incomoda um pouco, não sei o porquê.

Com o correr da história, no entanto, o livro foi ficando mais interessante e, í s vezes, me transporto a uma cozinha alemã cheirando a sopa de ervilha e a medo do hitlerismo.

Ao contrário de muitos leitores (dei uma olhada em alguns sites), a vida de Liesel não me impressiona mais que a do alemão Hans Hubermann. Este sim, conhecedor dos riscos, deu abrigo a um judeu e, por ele, sacrificou-se em nome de uma promessa. Hans, em outros episódios, se mostra repleto de compaixão, indo de encontro ao espí­rito do homem médio da época e lugar.

Liesel é uma criança interessante, mas até agora não me comoveu. Sua paixão por livros me parece mais um oportunismo do autor do que qualquer outra coisa. Ter a morte como narradora também me soa conveniente.

Gosto das expressões alemãs intercaladas no texto. Dá vontade de correr ao Goethe Institut!

De qualquer maneira, estas são as impressões iniciais. Deixo o veredicto final para daqui a poucos dias.

Por quê um Palio?

Hoje pegamos o carro novo. Ele veio com um quarto de gasolina no tanque. É bastante confortável e muito silencioso. A sensação de ter um carro zero é realmente muito boa.

Escolhemos um Palio pois querí­amos um carro confortável, com opcionais, silencioso e relativamente econômico. Ficamos entre o Picanto, o Novo KA, o Uno Mille Way e o Palio. O Picanto vinha mais completo e era um pouco mais caro, mas o que assustou foi o preço do IPVA e do seguro. O KA não conseguirí­amos pronta-entrega e a fila demora 40 dias. E a ausência das quatro portas foi um fator importante. O Uno Mille é mais barulhento, embora o kit way nos fascine. Mas o Palio se mostrou mais vantajoso em tudo (principalmente no que diz respeito ao conforto, quando comparado ao Uno).

Havia também a possibilidade de comprar um Clio. Mas a Renault tem preços muito mais altos que a Fiat quando colocamos os mesmos opcionais. Além disso, o seguro e IPVA do Clio desencorajam, se comparados aos do Palio.
Para desencargo de consciência, tentamos ver quanto seria um Celta com as mesmas configurações do Palio. Além da espera de mais de trinta dias, o Celta custaria mais de 40 mil reais. Fora de cogitação.
Por isso o Palio. As primeiras impressões são ótimas.

Compramos um carro novo!

Hoje compramos um carro novo. É um Palio Fire. Ele veio completinho (ar-condicionado, direção hidráulica, vidros e travas elétricas) e ainda colocamos o alarme original de fábrica com acionamento pela chave e o mecanismo de abertura do porta-malas por dentro do carro.
Este é o nosso primeiro carro zero kilômetro.
É um Novo Palio Fire Flex da cor cinza scandium.

Olá mundo!

Primeiro post deste blog. Um belo presente de Natal para nós dois!

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