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O início de tudo

No ano passado, em agosto, mostramos a produção de sementes de nossa alamanda. Foi a  época em que a planta – excelente para coberturas, por aguentar bem o sol e o calor – já estava com as cápsulas de sementes bem maduras, já rí­gidas e começando a abrir.

Então, para completar o processo, publico a foto, tirada neste mês de janeiro, do surgimento de mais cápsulas. Por agora elas estão bem redondinhas, macias. Bem diferentes do que serão daqui a 7, 8 meses.

O interessante é que esta planta, pelo menos pelo que tenho observado, é mais um exemplo de que na natureza vários ciclos de vida respeitam o perí­odo de um ano: as cápsulas aparecem em janeiro (foto acima), amadurecem até agosto e soltam as sementes até o iní­cio da primavera, quando caem e dão lugar í s flores.  No verão, o processo se reinicia.

Quando há muitas cápsulas as flores somem  e a planta fica pouco viçosa, com reduzidas folhas, inclusive. E na época mais pungente  não há nenhuma cápsula ou elas ainda são infantes.

Bacana demais poder acompanhar todas estas etapas. Quiseramos nós ter mais espaço, mais plantas e mais bichos.

Programa para sábado

Há uns 15 dias, mais ou menos, estivemos na feira Tom Jobim (também conhecida como “a feirinha de alimentação” ou “a feirinha do colégio Arnaldo”). Ela acontece todos os sábados nos quarteirões fechados da av. Bernardo Monteiro entre a Rua Padre Rolim e a esquina com as avenidas Brasil e Carandaí­.

Na parte da manhã a feirinha é completa. Tem antiguidades e alimentação. Depois do almoço fica apenas com as comidinhas e música ao vivo. Tem quitutes para todos os gostos. Comida tí­pica de MG, bahiana,  pratos árabes e salgados  indianos (meio gorduretes, mas ok).

Pelo menos neste dia em que estivemos lá, já por volta das 15:00 hs, o movimento estava fraco, acho que em razão do final do ano, e algumas barracas, como a do sanduí­che árabe, já estavam nos finalmentes. Neste dia especí­fico não demos sorte e comemos uma torta de frango meio seca. Mas feira de rua tem destas coisas: num dia você acerta em cheio, noutro se decepciona. O bacana é ir testando cada barraca, aos poucos, até conhecer um pouquinho de cada uma e eleger a preferida.

Para quem animar e tiver tempo livre há também – no mesmo local – uma feira nas manhãs das sextas. Esta, entretanto, é apenas de flores. Pra quem gosta de plantas é excelente pedida e a dica é ir bem cedo, pois vários expositores vão embora sem mercadoria já no iní­cio da manhã.

Enfim, recomendamos a feirinha Tom Jobim (aos sábados) e a feira de flores (nas manhãs de sexta-feira) como boas opções de programa informal e descontraí­do em Belo Horizonte. Mesmo porque sempre é muito gostoso passear sob a sombra das frondosas árvores daquele quarteirão. E se for acompanhado, melhor ainda.

Praça JK – Sion

Praça JK, na Av. Bandeirantes:  um dos nossos lugares preferidos em Belo Horizonte. Aproveite, suba mais alguns quarteirões e dê um rolé aos pés da Serra do Curral. Belas paisagens e um clima gostoso. Pelo menos na sombra.

😉

Em Geral no @criticarbh

Pessoas unidas, de diversas culturas, com diversas formas de pensar e ver #BH, com objetivo único: interagir e propor idéias e soluções para termos uma Belo Horizonte cada vez melhor.

Nós do Em Geral fomos chamados para fazer parte do time de colaboradores da projeto @criticarbh.

Será um prazer contribuir com uma iniciativa que nos parece tão bacana. Ajudaremos com textos referentes a nossas experiências em BH e as viagens gastronômicas que fazemos pela cidade.

Os textos serão escritos aqui e replicados no site do projeto, para que mais gente possa ler e opinar.

Desopilando, parte 2

Rúcula, tomates, alface e suco de abacaxi com bastante hortelã. Preparando o ano para novas aventuras. Mas sem rodí­zio, por favor.

Desopilando

Fim das festas e da comilança. Época de desintoxicar. Arroz,  muita taioba e chá de casca de abacaxi. 🙂

Resoluções

As resoluções dEla:

Agora é sério; este ano vou:

1 – comer menos;
2 – beber mais água;
3 – me exercitar mais e;
4 – estudar mais.

Quem viver verá. 😉

As resoluções dEle:

1 – não frequentar restaurantes rodí­zio;
2 – não me distrair tanto com coisas desnecessárias;
3 – ler mais;
4 – postar mais no blog

🙂

A percepção do valor e o ano-novo

Uma pessoa deve avaliar uma coisa não pelo que lhe parece valer quando a possui e sim pelo valor que lhe atribuí­a antes de possuí­-la, disse  Aristóteles em “Ética a Nicômaco”.

E é pensando nisto que eu gostaria de fechar o ano de 2009 e iniciar o de 2010:  feliz por todas as conquistas,  muito feliz por tudo o que tenho e, claro,  esperançosa que o futuro seja camarada.

Um futuro camarada a todos os nossos leitores! Um ótimo 2010.

🙂

 

Mais um Natal

Época de encontros, reencontros, abraços, beijos e carinhos. Esperançosos com a chegada de um ano ainda melhor.

Beringela/berinjela para o Natal: ainda dá tempo!

Todo ano sou “obrigada” a fazer esta beringela para o Natal. Quem experimenta gosta, pode acreditar. É ideal para servir de entrada na ceia (com pão sí­rio ou torradas) ou mesmo junto com uma boa salada verde.

Então, vamos logo a ela, pois ainda dá tempo de prepará-la para hoje í  noite. São 4 beringelas médias, 2 cebolas grandes, 150 gramas de passas, 300 gramas de castanhas do pará picadas, um copo de azeitonas picadas, um copo de vinagre, um copo de azeite, 2 colheres de sopa bem cheias de orégano e uma colher de sal.

É só picar tudo, espalhar de preferência num tabuleiro mais fundo, para o azeite aderir bem í  receita e cobrir com papel laminado. Leve ao forno e espere o cheiro delicioso invadir a casa. O tempo vai depender muito do forno; logo, retire o assado apenas quando a  beringela estiver bem cozidinha. Daí­ é só servir quando estiver fria.

Esta receita dura bastante tempo na geladeira e quanto mais tempo curtida melhor. Fica divina num pão sí­rio besuntado de pasta de grão de bico, requeijão, tabule e tudo quanto mais você desejar. A minha está pronta desde segunda-feira e estou me segurando para não comê-la toda.

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