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Surpresa na suculenta

Na verdade não sei se esta planta é realmente uma suculenta. Me parece uma, porém posso estar enganada.

De toda sorte, esta planta brotou em um bonsai nosso de romã. O bonsai se foi e ela, firme e forte, está imensa. A primeira foto é de uma muda que fiz, para que os leitores do blog possam bem identifica-la. A segunda é a da planta-mãe, que já virou uma quase-árvore. A foto não contribui muito, mas ela já passou de um metro de altura.

As demais fotos  são dos cachos que se formaram em sua extremidade. Desconfio que sejam flores. Estou de olho.

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Cactus

Sempre presto atenção neste cactus. Será isto uma florzinha ou um broto?

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A época das pragas

Realmente não tem jeito. É só chegar a época da seca para que toda espécie e sorte de pragas começe a aparecer. Cochonilhas, lagartas,  formigas, todas de uma vez só e cada uma delas com sua caracterí­stica peculiar destruindo plantinhas tratadas com o maior carinho.

Primeiro fomos cruelmente atacados por uma lagarta listrada, cujo bumbum traz uma espécie de rabo ou ferrão, sei lá. Apesar de bonita, a bichinha fez o maior estrago nas nossas alamandas, que antes lindas e floridas agora sustentam meia dúzia de galhos desfalcados.

lagarta

Catamos várias lagartas, lavei bastante a planta e nada. Apenas fiquei livre delas quando me enchi de vez e usei um veneno chamado Malathion. É bom lembrar que este inseticida não é próprio para lagartas, mas era o que eu tinha í  mão na hora da fúria.

Uma semana depois encontro outro tipo de lagarta, agora na jabuticaba, que já teve uma centena de folhas destruí­das. É esta aí­ da foto de baixo, parecendo um poodle apricot.

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No mesmo dia, vistoriando outras plantas, fui surpreendida pelas famigeradas cochonilhas.

Confesso que estas aí­ são as que me causam mais agonia. Primeiro porque,  pelo menos quanto í s suculentas, podem ir matando a planta aos poucos, de forma pouco visí­vel. Ficam escondidas entre as folhas ou vão  adoecendo a raiz. Quando são percebidas já é tarde demais. Segundo porque, ainda que estejam bem aparentes, são de difí­cil combate. Há como catá-las, lavar a planta e tudo o mais. Porém, se a infestação for intensa, fica bem difí­cil; elas são bastante resistentes.

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Então: mais uma vez me enfezei e usei inseticida. Desta vez o Diazitop PM, de uso veterinário, que ainda não deu conta de todo o recado. Continuo no combate das cochonilhas, portanto.

De qualquer forma, já que falei sobre estes dois venenos, é bom esclarecer que sempre fazemos todo o possí­vel para usar produtos naturais – ou menos agressivos – no combate das pragas. Uso água de fumo, óleo mineral e sabão de côco. Só quando a coisa fica feia é que parto para a ignorância. Até porque os inseticidas, claro,  não atingirão somente as pragas, mas também insetos como abelhas e joaninhas, muito bem vindos.

Lembro ainda a quem estiver lendo o post que não somos técnicos nem muito experientes com plantas. Ainda estamos aprendendo sobre o assunto,  de modo que os nomes dos venenos foram mencionados não como indicação, mas até para receber dicas,  informações e crí­ticas de quem tiver conhecimento do assunto.

Acompanhando a vinda das flores

Já há alguns dias acompanho a chegada das flores de duas das nossas suculentas. São lindas e extremamente delicadas.

A propósito, visitem este blog. As fotos são belí­ssimas.

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Será que este ano também teremos cachos como este?

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b

Pies from Heaven (Kalanchoe rhombopilosa)

Fiquei anos procurando o nome desta planta. Só agora, em 2017, via Facebook, consegui descobrir que ela se chama Kalanchoe Rhombopilosa, conhecida em inglês como Pies from Heaven.

Plantinha delicada, bela, oriunda de Madagascar. Ganhei uma mudinha do moço que me vendia suculentas lá na feira de flores perto do Colégio Arnaldo Em Belo Horizonte.

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Mais a respeito, em inglês. 

Evolução das suculentas

Tudo bem que eu seja um pouco insistente com estes meus posts que mostram a evolução das plantas. Mas não resisto quando uma muda dá certo ou quando brota uma nova flor. Não há nada o que fazer além de documentar.

Fotos de janeiro e maio, respectivamente. 🙂

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sucu-2-maio

sucu-janeiro
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Jabuticabas em abril

Acabei de ver algumas perguntas no Yahoo Respostas sobre a época das jabuticabas. A regra, pelo que sei, é que os frutos venham a partir de setembro, quando iniciam-se as chuvas. No entanto, como alguns felizes donos de quintais e afins falaram, a jabuticaba pode dar o ano todo, se constante for a irrigação. E isto nós podemos assegurar. Estas fotos foram tiradas hoje mesmo, 23 de abril. Os pássaros agradecem.

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Gazânia

Já tivemos um vaso cheinho de gazânias. Flor linda, de lida fácil. As retiramos para plantar outras coisas. Fica a saudade.

😉

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Evolução das plantas

Antes e depois. Aos poucos a gente chega lá.

Jabuticaba em 2007

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Jabuticaba em 2009

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Jardineira em 2007

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Jardineira em 2009

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Imbé e ficus em 2007

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Imbé e ficus em 2009

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ficus

Mexerica em 2007

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Mexerica em 2009

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Vista geral em 2007

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Vista geral em 2009

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Em busca de uma varanda fresquinha

Sinceramente, acho que é coisa de mineiro acostumado com roça, com bolinho e pães-de-queijo saindo do forno a lenha. Ou talvez seja apenas saudosismo barato, mas hoje me deu vontade de passar a tarde largada numa varanda ou cozinha de fazenda. Na verdade, acho que o desejo é um sinal indicando que estamos no caminho certo com nosso plano de cobrir parte da varanda com telhas convencionais de cerâmica.

É que neste mês de março, neste calorão infernal, decidimos fazer uma cobertura em parte de nossa área aberta. E aí­ começaram as idéias e dúvidas. Colocamos um toldo de lona, policarbonato ou telha convencional? A telha de cerâmica, sem dúvida, é mais fresquinha, mas exige mão de obra mais demorada e complicada. Um toldo de lona seria rápido e mais barato, mas e o calor? Policarbonato faria com que nossa casa ficasse 5 graus mais quente que o inferno e a themotelha não nos dá uma estética bacana. A dúvida persiste, mas estamos bastante inclinados a usar cerâmica e madeira mesmo.

Estamos dando um passo hoje, em que teremos pedreiro fazendo um armário na dita varanda/área que será fechada. O resto será decidido em alguns dias e acho que conseguiremos um espaço bem gostoso, com muitas plantas, uma rede e, o mais importante, fresco, viável de se permanecer agradavelmente.

A área que vai ser coberta é esta abaixo. Ela era assim:

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ja-foi-3
ja-foi-4

Hoje está assim, pronta pra receber o pedreiro man.

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Detalhe para as coitadas das alamandas, que sofreram muito com a mudança de vasos e de lugar. A amarela, ainda assim, dá um show com suas flores.

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