

Contrariando as primeiras expectativas, uma de nossas orquídeas continua florindo. É que, infelizmente, o clima não anda nada favorável a elas, que, como nós, somos fãs de sombra e tempo fresco.
Foto para comemorar este gostoso dia 15!


Contrariando as primeiras expectativas, uma de nossas orquídeas continua florindo. É que, infelizmente, o clima não anda nada favorável a elas, que, como nós, somos fãs de sombra e tempo fresco.
Foto para comemorar este gostoso dia 15!


Pelo visto as azaléias são bastante fãs do tempo quente. As nossas estão lindas e nem o sol de rachar quebra-lhes o desejo de desabrochar. Só que bebem muito também; é preciso lembrar.
🙂










Flores de cactus são sempre surpreendentes. Eu sempre me pergunto como pode uma flor tão delicada (e efêmera) surgir dentre tantos espinhos. Esta aí, então, como não bastasse a sutileza, ainda põe-se a dormir quando a noite chega.



Tivemos vários vasos de beijinho ou maria-sem-vergonha. Gosto demais desta planta, pois flore o ano todo, o tempo todo. O problema é que tanto suas folhas como flores são muito pouco duradouras.
E, como moramos em uma cobertura, tudo o que delas caía ia direto para nosso ralo, me causando muita preocupação. Vai que venta, chove muito, as florezinhas boicotam nosso ralo, e a água invade nosso apartamento?
Pensando nisso, fui obrigada a me ver livre delas, mas não sem sentir muito. As fotos acima foram tiradas antes do adeus.

Foto de nossa alamanda rosa em janeiro de 2008.
Na nossa varanda tentamos ter um pouquinho de tudo quanto é planta. Temos algumas frutíferas, algumas flores, várias suculentas, algumas orquídeas… Apesar de ser, sim, bastante trabalhoso mantê-las, pois diariamente precisam de cuidados e são constantemente acometidas por pragas, o prazer de vê-las se desenvolvendo e o sem-número de insetos e pássaros que atraem valem todo o esforço.
Todos os dias vários pardais, bem-te-vis e beija-flores vem ao encontro de nossas plantas, frutas e flores, alimentando-se na jabuticabeira, beijando nossas alamandas ou simplesmente limpando seus bicos nos galhos da trepadeira. Outras visitantes são as joaninhas, com suas costas vermelhas e pintadinhas.
Egoístas que somos, gostamos das joaninhas por serem predadoras de pragas, mas a verdade é que as bichinhas são verdadeiramente simpáticas. Uma pena não serem mais comuns hoje em dia.
PS: as joaninhas das duas primeiras fotos são de verdade 😉
Quando compramos esta alamanda, em maio deste ano (primeira foto), assumimos o compromisso de mostrá-la um ano depois, para ver como a bichinha estava se desenvolvendo. Não aguentei, todavia, e aqui estou, apenas 6 meses depois do plantio, falando a respeito.
É que a planta realmente nos surpreendeu. De maio até outubro, mais ou menos, não notamos quase nenhum desenvolvimento. Eu estava encucada e até meio decepcionada, pois, ao contrário da alamanda de flores amarelas, esta aí parecia estagnada. E pior. Nenhum botão de flor abria. Ele aparecia, mas caía antes de abrir.
Cheguei a achar que o indivíduo plantado aqui em casa pudesse ter desenvolvimento mais retardado que seus iguais. Enfim, meio desiludida, adubei o vaso e esperei mais um pouco, tendo sido surpreendida por inúmeras flores e galhos novos no fim do mês de outubro. Agora em novembro, então, são flores e mais flores cor de carne.
Eu planejei esperar até maio de 2009 para falar sobre esta alamanda, mas um comentário feito no blog fez com que eu me animasse e escrevesse antecipadamente. É que uma leitora reclamou de um pó branco que não dá trégua para sua planta. E eu, imaginando ser uma infestação de cochonilhas, a aconselhei a utilizar um veneno específico. Se é também este o seu problema, veja os comentários neste post.
Bom, de toda forma, quando a alamanda-rosa fizer um ano aqui em casa, em maio de 2009, terá mais 15 minutinhos de fama, com fotos de corpo inteiro.
🙂
Dentre as inúmeras espécies da flora do cerrado brasileiro, esta bela planta de flor lilás nos impressionou. As pétalas coloridas reinavam quase que absolutas dentro do Parque da Chapada dos Veadeiros; caminhávamos um pouco e, ôpa, lá estavam mais algumas dezenas delas.
Nosso guia nos mostrou, outrossim, que o seu caule libera uma seiva que entra facilmente em combustão. Esta resina é vista com facilidade na planta: é grossa, escura e, infelizmente, faz com que as queimadas se propaguem com facilidade na região.
Brincou o guia que os garimpeiros tiram uma onda com a resina do candombá, dizendo que ela é o seu filtro solar. Imagine só.
Em nossa casa temos o privilégio de ter uma pequena área onde cultivamos um prazer bem gostoso que é cuidar de plantas. Ela já falou disso aqui e hoje é a minha vez. Passo apenas para complementar com algumas informações que podem ser úteis.
Bem, todos sabem que estamos enfrentando tempos bem secos aqui em BH. Isso fez com que nossa mangueira secasse e se partisse. Uma pena. Mas isso não fez com que a inutilizássemos. Compramos um assessório bem legal da Tramontina, uma ligação reparadora, que é um conector justamente projetado para fazer este tipo de reparo. Confesso que estava um pouco cético com o produto e desconfiava dos resultados. Mas depois que tirei da embalagem consegui resolver o problema da mangueira partida rapidamente e sem a necessidade de ferramentas. Uma beleza. Recomendo.
Abaixo, você vê uma foto de nossa jabuticabeira que dá fruta o ano inteiro. O segredo? Não sabemos ao certo… Apenas a tratamos com muito carinho e regamos com bastante água todos os dias.
Aliás, ela acabou de ser regada 😉
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