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Cores lindas da flor em botão

A flor desta suculenta é muito bonita, como vocês puderam ver em vários posts nossos, mas não é que as cores do botãozinho também surpreendem? Nesta fase de desenvolvimento há um tom verde nos cabinhos do cacho, que se tornam azulados, arrocheados, quando a flor se abre.

Enquanto fechadas as cores são mesmo bem  delicadas: verde bebê e rosa antigo. 😉

rosa e verde bebe

botão rosa bebe

Molho de tomates cereja do Verdemar

Estivemos outro dia no Supermercado Verdemar e, aproveitando uma promoção, resolvemos experimentar estes tomatinhos em lata. No caso, como podem ver, compramos os tomates cereja, mas no Verdemar podem ser encontradas outras variedades do fruto em lata, que vem apenas cozidos, sem tempero. Eu os achei excelentes para molho, que foi bem fácil de fazer e ficou bem gostoso.

Apenas esquentei um pouco de azeite na wok, acrescentei um pouco de açúcar e refoguei toda a lata. Depois, na medida em que o molho fervia, acrescentei sal e, quase no final, juntei um bom maço de manjericão.

Os tomatinhos foram se desfazendo.  No fim das contas eu até tive que separar alguns para enfeitar o prato. Enfim, estes tomates enlatados são muito bons, vale a pena a compra.

molho verdemar

molho tomate cereja

molho tomate cereja 2

Reformando a varanda – parte 6

Bom, mais um bolo dos pedreiros neste sábado. Até hoje já foram três, totalmente injustificados. Na verdade, ontem, quando caiu uma pancada de chuva, eu já saquei que hoje passarí­amos raiva. Afinal, o tempo é uma boa desculpa para não trabalhar.

De qualquer forma, nós mesmos concordarí­amos com a falta de bom grado se realmente estivesse chovendo. Porque não é de nosso interesse que ninguém trabalhe em más condições, na chuva ou correndo qualquer risco que seja.

Todavia, o dia amanheceu  bonito, claro e apenas um pouco nublado. Quando achávamos que eles já estariam chegando, ligamos para confirmar o horário e eles estavam, bem, uhum.. dormindo.  Isto porque temos um prazo curto até o fim da obra, em razão de compromissos de trabalho. A desculpa, claro, foi a chuva, que não está caindo.

Bem,  depois da primeira reação – de muita raiva – restou-nos a resignação. 🙁

Vista da obra hoje pela manhã.

obra dia 27

obra dia 27 a

Mais flores suculentas

Vasinhos de parede e mudas que deram certo. Abaixo, as flores abertas da planta mãe.

suculenta sem cacho abril
seta no cacho
dia 03 junho
flor suculenta  pendulo 17 junho
dia 23 de junho flor
suculenta linda 1
suculenta linda 2
suculenta lina 3
suculenta flor 4

Reformando a varanda – parte 5

Nossa varanda está começando a tomar forma. Em breve colocaremos todas as plantas novamente no lugar e, se tudo der certo, instalaremos nossas redes. Apesar dos pesares estamos confiantes.

Vista noturna da obra. 🙂

vista noturna da obra 2

vista noturna da obra 3

vista noturna da obra 4

vista noturna da obra 5

Flor de suculenta

Esta plantinha da direita estava quase morta quando a replantei neste vaso de parede. As condições de clima e umidade foram bacanas e ela agradeceu.

flor

flor suculenta

flor suculenta 2

Reformando a varanda – parte 4

E agora as fotos da bagunça, no 1º, no 2º e no 8º dia de obras, respectivamente. Hoje seria o 11º dia trabalhado, mas como os pedreiros faltaram na quinta (dia 17), na sexta (dia 18) e no sábado (dia 19), estamos no 9º dia.

Mais vigas além das da terceira imagem foram levantadas e eu espero sinceramente que as próximas fotos tenham alguma forma.

1 dia

2 dia reforma

com 8 dias de reforma

Café sem açúcar, por favor.

café sem açucar

Engraçada demais a reação das pessoas quando digo que tomo café sem açúcar. Uns fazem cara feia, outros desconfiam, mas poucos concordam. Sim, eu gosto de café sem açúcar; acho que é a única forma de se apreciar o sabor verdadeiro do café.

Isto não quer dizer – é óbvio – que eu não goste de café com açúcar. Gosto muito também. Como disse outro dia, café é bom de qualquer jeito; só não pode ser ralo, velho ou com adoçante. Ou seja, as bebidas que levam café são quase sempre muito boas, mas isto não impede que o cafezinho genuí­no, aquele purinho coado na hora (ou o espresso) deva ser consumido puro.

Outro dia, numa cidade do interior de Minas, na cafeteria da foto, pedi um espresso e a atendente não se conteve.
“- Moça, mas você é a única mulher que já pediu café sem açucar aqui. Só homem gosta disto! E olha que são poucos, eim!”

Achei graça e, mesmo vendo que seria inócuo, tentei por alguns segundos explicar o porquê da opção. Ela riu, falou que eu era doida e que o seu café era bem adoçadinho. Em seguida, com a graça do sotaque mineiro do interior, saiu falando baixinho coisas a meu respeito.

Mas o mais legal é que as pessoas provem o café sem açúcar. De preferência um bom café, um café de boa qualidade. Se da primeira vez for um pouco estranho, se for amargo demais, que insistam um pouco, pois nosso paladar se acostuma com determinados sabores e tende a rechaçar os que não nos são familiares, como, por exemplo, o sabor amargo do café.

Tenho certeza que muitos dos que fizerem o teste passarão a aproveitar o café de um jeito diferente. Sem, claro, deixar de lado todas as outras modalidades da bebida. Afinal, o ideal é ampliar, reconstruir experiências, e não abandonar as que já triunfaram!
🙂

Pérgula no portão

portão com pérgula 1

portão com pérgula 2

portão com pérgula 3

Neste último fim de semana estivemos fora; fomos para o interior de Minas Gerais. Ele esteve trabalhando e eu fiquei passeando, conhecendo a cidade.

Quando vi esta casa, com esta pérgula no portão, pensei logo no Emgeral e na possibilidade de fazer alguém feliz ao ver as fotos. Afinal de contas, eu vivo tendo ideias (algumas boas, outras nem tanto) olhando fotos na net.

Se alguém, portanto, estiver construindo e gostar de pérgulas – como eu gosto – pode fazer como o dono desta casa. Já prepare o portão para receber uma linda bougainville. A dona deste blog também selecionou e postou uma série de lindas pérgulas encontradas na net. Se é o que você está procurando, dê uma olhada.

Reformando a varanda – parte 3

Como não estou em casa, ou seja, não estou com meus arquivos de fotos, não vou poder postar as novas imagens da nossa obra. Mesmo assim, vamos lá com os acontecimentos, pois é claro que já estamos tendo algum aborrecimento, como não poderia deixar de ser.

Começamos a obra na terça-feira passada, ou seja, dia 09 de junho. Nesta quarta-feira í  noite – 17 de junho – fomos avisados que os pedreiros não trabalhariam quinta e sexta desta semana corrente. Primeiro disseram que um dos pedreiros estaria com a mão inchada. Depois que a madeireira entregou material a menos, o que impossibilitaria a continuidade do serviços nesta semana. A gente se sentiu simplesmente enganado, mas não houve o que fazer. Fato que estes dias não trabalhados não tem como serem compensados e nós ficamos a ver navios, já sabedouros que o atraso se avisinha.

Mas o pior não é bem isto. Quando você vê um projeto feito pela decoradora ou arquiteta tudo são mil maravilhas. O desenho sempre é bacaninha e o cliente fica animadão com a obra. Depois, quando a quebradeira começa, os problemas também dão as caras e isto ou aquilo que você queria fazer já não é tão possí­vel assim. Uns três ou quatro detalhes do projeto já foram modificados a olho pelos pedreiros, pelo mestre-de-obras e pela decoradora. E o cliente não pode fazer praticamente nada. Não adianta você insistir que façam assim ou assado: eles dizem que não dá, que não é viável e pronto. Se você não for engenheiro fica obrigado a acreditar nas palavras alheias.

A gente não sabe, de fato, o que irrita mais numa obra. Se é a poeira que a casa recebe diuturnamente, se são as conversas ininteligí­veis dos pedreiros, se é o bom humor injustificado da decoradora, se é sentir-se visita em sua própria casa… sei lá. Só sei que o stress toma conta geral e a gente precisa ter muita esperança. E vamos que vamos.

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