emgeral.com

um blog sobre todas as coisas em geral

Reformando a varanda – parte 3

Como não estou em casa, ou seja, não estou com meus arquivos de fotos, não vou poder postar as novas imagens da nossa obra. Mesmo assim, vamos lá com os acontecimentos, pois é claro que já estamos tendo algum aborrecimento, como não poderia deixar de ser.

Começamos a obra na terça-feira passada, ou seja, dia 09 de junho. Nesta quarta-feira í  noite – 17 de junho – fomos avisados que os pedreiros não trabalhariam quinta e sexta desta semana corrente. Primeiro disseram que um dos pedreiros estaria com a mão inchada. Depois que a madeireira entregou material a menos, o que impossibilitaria a continuidade do serviços nesta semana. A gente se sentiu simplesmente enganado, mas não houve o que fazer. Fato que estes dias não trabalhados não tem como serem compensados e nós ficamos a ver navios, já sabedouros que o atraso se avisinha.

Mas o pior não é bem isto. Quando você vê um projeto feito pela decoradora ou arquiteta tudo são mil maravilhas. O desenho sempre é bacaninha e o cliente fica animadão com a obra. Depois, quando a quebradeira começa, os problemas também dão as caras e isto ou aquilo que você queria fazer já não é tão possí­vel assim. Uns três ou quatro detalhes do projeto já foram modificados a olho pelos pedreiros, pelo mestre-de-obras e pela decoradora. E o cliente não pode fazer praticamente nada. Não adianta você insistir que façam assim ou assado: eles dizem que não dá, que não é viável e pronto. Se você não for engenheiro fica obrigado a acreditar nas palavras alheias.

A gente não sabe, de fato, o que irrita mais numa obra. Se é a poeira que a casa recebe diuturnamente, se são as conversas ininteligí­veis dos pedreiros, se é o bom humor injustificado da decoradora, se é sentir-se visita em sua própria casa… sei lá. Só sei que o stress toma conta geral e a gente precisa ter muita esperança. E vamos que vamos.

Onde ir/comer em Belo Horizonte

Eu e Ele sentimos muito a falta de material  na internet que dê informações isentas sobre onde ir e/ou comer aqui em Belo Horizonte.  Sempre que procuramos sobre algum bar ou restaurante encontramos sites de propaganda, que, obviamente, não são  imparciais. E pior: muitas vezes estes sites não são atualizados, mantendo dados de estabelecimentos que até já fecharam suas portas.

Então, pensando no  fato de que deve haver muita gente na mesma situação, resolvemos criar no blog EmGeral uma categoria especí­fica chamada Onde ir/comer em Belo Horizonte, que não compreenderá eventos esporádicos como teatros ou cinemas.

Nesta categoria incluiremos todos os bares, restaurantes, sorveterias, lanchonetes, padarias, butecos  e afins situados em Belo Horizonte (e eventualmente em seus arredores) que já visitamos e sobre eles faremos – como já vem acontecendo desde dezembro de 2007 – uma pequena resenha. Daremos nossa opinião sobre o lugar de uma forma geral, recomendando-o ou não.

Deixamos bem claro que não há posts patrocinados no EmGeral. Nossas opiniões são genuí­nas.

Enfim, compartilhando nossas experiências esperamos contribuir um pouco com a galera de Belo Horizonte quando bater aquela dúvida sobre os estabelecimentos da cidade. E também, claro, esperamos  fazer uma propaganda bacana para quem merece.

Foram 11 posts apenas até agora, mas virão muitos mais.

Confira os posts já publicados sobre o Tatame, o Outback, a Toca do Açaí­, o Camarão e Cia e Nihau, a Pastelaria Maria de Dirceu,  o Sushinaka, o Yukai, a sorveteria Frutos do Cerrado, a lanchonete Tosco Burguer, o restaurante indiano Maharaj e o iraniano Amigo do Rei.

Coroa de cristo miniatura

espinhenta

espinhenta-2

espi-3

Schnauzers são bacanas, muito bacanas

schnauzer-preto-5

schnauzer-preto-2

schnauzer-preto-3

schnauzer-preto-4

Costela de boi no bafo

Há muito  querí­amos comprar uma churrasqueira de bafo. Então, outro dia, andávamos no Mercado Central de BH quando achamos esta aí­.

churrasqueira-bafo-1

Eu a adorei.  A carne ficou super macia, deliciosa.  Assamos um quilo de costela de boi por aproximadamente 3 horas, enrolado em bastante papel alumí­nio.

Realmente, a churrasqueira faz muita fumaça, de modo que se alguém quiser te empurrar uma para usar em apartamento desconfie. Mas se você tiver uma área aberta que seja, ainda que pequena, vá em frente.

costela-boi-no-bafo

Depois, para aproveitar o calor, assamos algumas linguiças (usando a churrasqueira normalmente, sem ser no bafo), mais algumas batatas e cebolas – agora no bafo – para experimentar.

Ficou tudo muito gostoso e a churrasqueira foi aprovada.

batatas-no-bafo

Flores e suculentas

Novamente me surpreendo com esta suculenta. Agora são dois cachos ao mesmo tempo e o que veio primeiro está mais viçoso que o único do ano passado.

Vistas do vaso inteiro, do broto do segundo cacho e um zoom das flores.

vaso-com-flores-1

vaso-com-flores-2

vaso-com-flores-3

vaso-com-flores-4

vaso-com-flores-5

vaso-com-flores-6

Surpresa na suculenta

Na verdade não sei se esta planta é realmente uma suculenta. Me parece uma, porém posso estar enganada.

De toda sorte, esta planta brotou em um bonsai nosso de romã. O bonsai se foi e ela, firme e forte, está imensa. A primeira foto é de uma muda que fiz, para que os leitores do blog possam bem identifica-la. A segunda é a da planta-mãe, que já virou uma quase-árvore. A foto não contribui muito, mas ela já passou de um metro de altura.

As demais fotos  são dos cachos que se formaram em sua extremidade. Desconfio que sejam flores. Estou de olho.

pele-de-sapo

pele-de-sapo-comprida

pele-de-sapo-broto-de-flor

pele-de-sapo-broto-flor-2

Cactus

Sempre presto atenção neste cactus. Será isto uma florzinha ou um broto?

cactus-broto

cactus-broto-2

cactus-broto-3

Reformando a varanda – parte 2

Pois é, no momento estamos acertados com os pedreiros que eles começarão a reforma de nossa varanda no dia 15 de junho, segunda-feira. Amanhã nós os receberemos em casa e faremos um contratinho neste sentido.

A previsão é que em 15 dias corridos tudo se resolva. O mais complicado, no nosso entender, será fazer o telhado, pois, como nossas paredes são de light steel frame, o telhado será, na verdade, um pergolado, ou seja, ele se sustentará sozinho, não terá apoio de nenhuma parede construí­da.

Tirando isto, haverá alguma manutenção do que já se deteriorou desde quando nos mudamos, como pintura, recolocação de pastilhinhas que se soltaram e tal, o que é normal. Também, até que enfim, fecharemos o armário desta área, o que já vem sendo planejado há muito tempo.

Enfim, agora só falta chegar o dia 15 para começarmos a batalha reforma e, se tudo der certo, teremos em breve um espacinho para as tão sonhadas redes.

Pia – março de 2009. Até então nossa bancada servia basicamente para hospedar minhas suculentas.

armario-em-marco

Nossas mesas de ferro indo embora em abril – trocaremos por algo mais leve. De qualquer maneira, foram muito úteis enquanto nos serviram.

mesas-indo-embora-abril

Armário mal feito em abril, que será reformado agora. O antigo pedreiro não deixou espaço para a pingadeira.

armario-em-maio

Vista geral da varanda em maio de 2009. O sol forte, o vento forte e a chuva impossibilitam um pouco a estadia no local.

armario-e-maio-2

armario-e-maio-3

Desenho do projeto – a ideia ficou muito boa. Agora é esperar pra ver o resultado.

planta-da-reforma

A época das pragas

Realmente não tem jeito. É só chegar a época da seca para que toda espécie e sorte de pragas começe a aparecer. Cochonilhas, lagartas,  formigas, todas de uma vez só e cada uma delas com sua caracterí­stica peculiar destruindo plantinhas tratadas com o maior carinho.

Primeiro fomos cruelmente atacados por uma lagarta listrada, cujo bumbum traz uma espécie de rabo ou ferrão, sei lá. Apesar de bonita, a bichinha fez o maior estrago nas nossas alamandas, que antes lindas e floridas agora sustentam meia dúzia de galhos desfalcados.

lagarta

Catamos várias lagartas, lavei bastante a planta e nada. Apenas fiquei livre delas quando me enchi de vez e usei um veneno chamado Malathion. É bom lembrar que este inseticida não é próprio para lagartas, mas era o que eu tinha í  mão na hora da fúria.

Uma semana depois encontro outro tipo de lagarta, agora na jabuticaba, que já teve uma centena de folhas destruí­das. É esta aí­ da foto de baixo, parecendo um poodle apricot.

lagarta-2

lagarta-3

No mesmo dia, vistoriando outras plantas, fui surpreendida pelas famigeradas cochonilhas.

Confesso que estas aí­ são as que me causam mais agonia. Primeiro porque,  pelo menos quanto í s suculentas, podem ir matando a planta aos poucos, de forma pouco visí­vel. Ficam escondidas entre as folhas ou vão  adoecendo a raiz. Quando são percebidas já é tarde demais. Segundo porque, ainda que estejam bem aparentes, são de difí­cil combate. Há como catá-las, lavar a planta e tudo o mais. Porém, se a infestação for intensa, fica bem difí­cil; elas são bastante resistentes.

cochonilhas-1

cochonilhas-2

Então: mais uma vez me enfezei e usei inseticida. Desta vez o Diazitop PM, de uso veterinário, que ainda não deu conta de todo o recado. Continuo no combate das cochonilhas, portanto.

De qualquer forma, já que falei sobre estes dois venenos, é bom esclarecer que sempre fazemos todo o possí­vel para usar produtos naturais – ou menos agressivos – no combate das pragas. Uso água de fumo, óleo mineral e sabão de côco. Só quando a coisa fica feia é que parto para a ignorância. Até porque os inseticidas, claro,  não atingirão somente as pragas, mas também insetos como abelhas e joaninhas, muito bem vindos.

Lembro ainda a quem estiver lendo o post que não somos técnicos nem muito experientes com plantas. Ainda estamos aprendendo sobre o assunto,  de modo que os nomes dos venenos foram mencionados não como indicação, mas até para receber dicas,  informações e crí­ticas de quem tiver conhecimento do assunto.

Page 100 of 119

Desenvolvido em WordPress & Tema por Anders Norén