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Hermanoteu na terra de Godah

Ontem fomos ver Hermanoteu na terra de Godah e gostamos bastante. Os trechos que assistimos no youtube acabaram não sendo tão divertidos ao vivo, pois, claro, não foram inéditos. Mas a peça tem partes muito engraçadas; Ele, por exemplo, adorou o diabo, interpretado pelo mesmo ator que faz o Josef Climber.

Achamos que a voz do Chico Aní­sio, como deus, deixa um pouco a desejar, mas que as piadas locais, bem como as piadas religiosas caí­ram muito bem. Realmente não dá pra ser politicamente correto o tempo todo. Ainda bem.

Livros de janeiro e fevereiro

Janeiro e fevereiro foram meses de relativo descanso e muita leitura.

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Gostei bastante de ler, em janeiro, o livro “Uma breve história do mundo“.

O texto é simples e bem direto. Informa sem ser profundo ou cientí­fico demais. Leitura agradável para descobrir  coisas que achávamos que sabí­amos mas, quando lemos, vemos que não foram bem assim durante o desenvolvimento da humanidade.

Bem interessante o destaque dado no livro ao desenvolvimento das navegações e da formação das potências que conhecemos hoje.

Uma das coisas que eu achava que sabia mas fiquei sabendo de verdade foi a origem de vários alimentos e sobre as caracterí­sticas das civilizaçí²es romana, grega e também sobre os astecas, maias e incas. Enfim, leitura bem interessante que me envolveu durante o primeiro mês do ano.

Em fevereiro a leitura foi a do “Ensaio sobre a cegueira“, do Saramago. Foi o primeiro livro que li do autor; confesso que comecei a leitura com certa preguiça, em virtude da minha experiência com o filme. Novamente, confirmou-se o óbvio: o filme é uma droga e o livro é bacana. Tive muito menos impressões chatas do livro, se comparadas í s impressões que tive do filme. No livro, é bem mais fácil entender o que acontece com aquelas personagens, em especial a mulher do médico. Bem interessante, embora torne a leitura chata de quando em vez, ver os artifí­cios do autor de escrever sem dar nomes í s personagens e usando um esquema de organização do texto diferente. Interessante ressaltar que muito mais coisa acontece com a rapariga de óculos escuros, o velho e o médico do que é mostrado no filme. Além disso, as partes onde há a troca de alimento por sexo com as mulheres, embora extensivamente descritas no livro, são menos nojentas do que no filme. Ou seja: foi uma boa leitura.

Para março, já iniciei a leitura de “Uma breve história do século XX“; que tem mostrado o Geoffrey Blainey interesante e mais leve / simples / palatável que o já lido (por mais de uma ocasião) “Era dos extremos“, do Hobsbawn.

O mico do Outback

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Outro dia fomos comemorar uma data especial no Outback. Na verdade querí­amos experimentar o restaurante há tempos, mas só tivemos a oportunidade na semana passada.

Pedimos dois pratos cujos preços variam entre 38 e 39 Reais. Um era o Strip Steak (o meu) acompanhado de legumes no vapor. O outro era um Outback Special, acompanhado de fritas (o dEla). As fotos dos pratos ilustram este post.

Fizemos questão – é bom frisar – de tirar as fotos antes de iniciar a comilança (que durou pouco, deve-se dizer); tamanha a nossa surpresa com a dispariedade entre o preço pago e o tamanho da porção. Pelas imagens já dá para dizer que não vale o quanto custa.

Não que estivéssemos esperando algo semelhante a um rodí­zio (embora o preço seja até superior a um), mas é que nem nos restaurantes mais gourmets que fomos a comida era tão… como dizer?  Já sei: “mirrada”. Deu a impressão que iria fazer falta colocar mais um pouquinho de brócolis ou abobrinha para cozinhar no vapor.

Sem mencionar que pedimos as carnes ao ponto, enfatizando que não querí­amos nada sangrando em nosso prato. Ainda assim o miolo estava lá, tão ensanguentado que mais parecia um filme de terror.

Imagino que alguns possam argumentar que deverí­amos ter pedido os tais pratos tradicionais. Desconfiamos disso na hora que os nossos chegaram, mas já era tarde. Ainda assim, questionamos: se eles servem os pratos tradicionais de forma farta, porque não o fazem com os pratos que não são os tradicionais? Sem mencionar que os tais pratos tradicionais nada lembram a Austrália…

Enfim, ficamos chateados. Da próxima, vamos pra um outro lugar que sirva porções com preços mais adequados. Desrecomendamos, portanto, a visita a este local.

Filmes na TV

Neste último fim de semana assistimos a dois filmes água-com-açúcar na TV. Vestida para casar e PS. Eu te amo.

Bacaninhas. O Vestida para casar é, digamos assim, um pouco mais infantil, mas é boa diversão. Tira um pouco de onda com as fantasias femininas acerca da cerimônia do casamento, mas acaba por defendê-la acima de tudo.

O PS. Eu te amo cutuca um pouco mais, relembrando a transitoriedade da vida e a necessidade de viver o presente sem expectativas maiores que as necessárias.

É claro que ambos não fogem de alguns clichês, mas tudo dentro da normalidade.  Notas 3 e 3,5 respectivamente.

Um verão de trovoadas em BH

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Belo Horizonte tem sofrido, neste verão, com chuvas bastante fortes e ventos assustadores. Eu mesma já postei algumas fotos do céu negro, prenunciando mais uma tragédia para muitos moradores.

Outro dia, passeando pela Savassi, entre as ruas Antônio de Albuquerque e Sergipe, logo após um temporal, vi este arco-í­ris. A máquina, claro, não pôde captar sua real beleza; as cores vivas chamavam a atenção de todos na rua.

Toca do Açaí – BH

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Não podí­amos ficar sem falar na Toca do Açaí­, onde lanchamos outro dia um delicioso wrap. O lugar é bem montado e  nos surpreendeu positivamente.  O wrap servido foi bem levinho, como prometido, mas farto, do jeito que gostamos.

Nós dois pedimos o lanche sem carne. O Dele tinha verduras, legumes e cogumelos; o meu, além dos legumes e verduras, tomates secos e mussarela light. Muito bom mesmo. Retornaremos.

O lugar, que fica alí­ na Savassi (Rua Tomé de Souza entre Sergipe e Cristóvão Colombo) serve, além destes wraps, açaí­ nas suas mais variadas formas e pratos executivos. Um dia a gente experimenta as outras coisas; especialmente os calóricos pratos de Açaí­.

Verificamos, agora em julho de 2010, que a Toca do Açaí­ não se encontra mais no endereço que indicamos. Vamos procurar saber o que houve e postamos por aqui.

Flores de azaléia

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Pelo visto as azaléias são bastante fãs do tempo quente. As nossas estão lindas e nem o sol de rachar quebra-lhes o desejo de desabrochar. Só que bebem muito também; é preciso lembrar.

🙂

Sugestões de almoço e jantar leves/BH

Ontem almoçamos no Pátio Savassi. Comemos uma salada na Camarão & Cia. Eu pedi a salada caprese e Ele camarões com legumes no vapor.

O prato feito no vapor demorou um pouco a ficar pronto, o que é compreensí­vel, ou seja, nada que prejudicasse o serviço. Fato é que gostamos bastante e recomendamos. Achei  bem legal que no cardápio tenha  informações calóricas de algumas saladas e, lógico, que o prato seja bem servido.

í€ noite jantamos no NiHao, um restaurante self serviçe de comida japonesa no Bairro Santo Antônio, na Rua Carangola quase com Congonhas. Também recomedamos. Boa comida, servida em lugar bastante agradável.

Bicão

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As fotos não estão das melhores; é que foram tiradas  num supetão assim que este bicão pousou na mesa em que comí­amos no último domingo, em um restaurante em Belo Horizonte.

O danadinho veio chegando de mansinho, eu lhe dei alguns grãozinhos de arroz integral e o bichinho não se fez de rogado. Comeu tudinho e ainda quis mais.

Flor de cactus

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Flores de cactus são sempre surpreendentes. Eu sempre me pergunto como pode uma flor tão delicada (e efêmera) surgir dentre tantos espinhos. Esta aí­, então, como não bastasse a sutileza, ainda põe-se a dormir quando a noite chega.

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