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Vista da Praça JK, na zona sul de BH

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A Praça JK está situada na Avenida Bandeirantes, uma das mais bacanas e valorizadas de Belo Horizonte. Muitas pessoas frequentam a praça com seus cães e/ou a utilizam para caminhadas. É sempre mais fresquinha que o centro por se localizar em área mais alta da capital e não raro é cenário de  eventos culturais e sociais.

Passando por BH, não deixe de visitá-la.  Estas fotos foram tiradas agora nas férias de janeiro. O dia estava bastante nublado, porém muito quente e belo, como podem ver.

Fim de férias, início do batente

Bem, este post é apenas para constar que estamos nos adaptando ao fim das férias, que foram muito gostosas. Não viajamos, mas, ficando quietos em casa, pudemos fazer aquele tanto de coisas que sempre desejamos e nunca temos tempo.

Vimos as 4 temporadas de 4400, vimos Carnivale (as duas temporadas existentes), mais vários filmes no cinema e muitos outros na TV. Dormimos tarde e acordamos tarde. Almoçamos todos os dias na rua, passeamos no shopping, ficamos com a famí­lia, jogamos Wii, passeamos com a Neguinha, arrumamos a casa, jantamos fora, fizemos pipoca, cuidamos das plantas e o mais gostoso pra mim: ficamos todo o tempo juntos.

Agora, nós dois acordando cedo, ainda precisamos de alguns dias para não passar a tarde bocejando. Ele começando o doutorado; eu recomeçando alguns estudos. O café estará sempre presente e o melhor: mesmo atarefados continuamos bastante tempo juntos. Isto é que é vida.

😉

Ana Karenina

Em novembro terminei a leitura de Ana Karenina e, desde então, estou para escrever a respeito. Me esqueço ou acabo me desanimando, pois sei que não conseguirei postar nada í  altura.

Mesmo assim, lá vai. Ana Karenina foi um dos melhores, ou o melhor, livro que já li. O romance é surpreendente porque, apesar de ser conhecido como o maior romance da literatura mundial cujo tema é o adultério, o texto não se resume, de maneira alguma, a este tópico.

Relacionar Ana Karenina apenas com o adultério é reduzir demais o conteúdo da obra, que aborda com destaque profundas questões existenciais. É claro que o assunto é uma constante, mas não é o único. O personagem Lievin é questionador e assume papel importantí­ssimo no decorrer da leitura. Li, inclusive, que Lievin seria o próprio Tolstói encarnado e, parando para pensar, bem que pode ser verdade. Ele assume um personagem que de secundário nada tem e assombra com suas dúvidas e percepções.

É tocante como Tolstói consegue passar em palavras as várias nuances do amor, do desejo, do ciúmes, da vingança, da fé e a minuciosa descrição da época e dos costumes a mim me agrada muito. Sei que tal caracterí­stica da obra de Tolstói afugenta muita gente, ainda mais em uma época em que a falta de tempo é a tônica dos bate-papos, mas vale a pena dar-se esta oportunidade.

O clipe acima é do filme de 1997, ao qual, a propósito, assistimos hoje. A música é belí­ssima e os personagens charmosos, mas é óbvio que assistir ao filme não exime de ler o livro se você quiser realmente conhecer a história.

Vinca, beijinho ou maria-sem-vergonha

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Tivemos vários vasos de beijinho ou maria-sem-vergonha. Gosto demais desta planta, pois flore o ano todo, o tempo todo. O problema é que tanto suas folhas como  flores  são muito pouco duradouras.

E, como moramos em uma cobertura, tudo o que delas caí­a ia direto para nosso ralo, me causando muita preocupação. Vai que venta, chove muito, as florezinhas boicotam nosso ralo, e a água invade nosso apartamento?

Pensando nisso, fui obrigada a me ver livre delas, mas não sem sentir muito. As fotos acima foram tiradas antes do adeus.

Alamanda rosa

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Foto de nossa alamanda rosa em janeiro de 2008.

O dia (em) que a terra parou

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Já tem um tempo que assistimos O dia (em) que a terra parou; mas a correria das férias (acreditem, isso existe) impediu que relatássemos o ocorrido aqui antes.

O filme é um remake (dentro das possibilidades) do original dos anos 1950. Digo dentro das possibilidades porque muita coisa é diferente do original (a cidade onde Klaatu desembarca no em 1951 é Washington e no filme atual é NY) e isso pode causar certo estranhamento aos puristas.

Nós, no entanto, gostamos do filme e recomendamos para quem quiser se divertir com um blockbuster de ficção.O final é um pouco decepcionante, devo confessar; mas pelo conjunto da obra, é um filme que merece uma boa avaliação e precisa ser assistido; afinal, ficção cientí­fica é como pizza, mesmo quando é ruim, é bom 😉

Destaques positivos:

  • O robozão que acompanha o Klaatu.
  • John Cleese
  • Excelentes efeitos especiais das seqí¼ências de destruição e a sacada dos nanorobôs.

Destaques negativos:

  • O enteado da Helen Benson, que é muito mal interpretado e retratado.
  • A paradinha desnecessária no McMinhoca
  • O final (querí­amos que o Klaatu continuasse sua missão)

Vista de Belo Horizonte, do Alta Vila

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Vista de BH do AltaVila. Estávamos a 432 metros de altura em relação ao centro da cidade. E na divisa de Nova Lima. Zoom na primeira e terceira foto.

Sete vidas

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Embora confuso nos primeiros minutos, Sete Vidas é um filme que se revela excelente e tocante. A sinopse, se lida isoladamente, soa até piegas, mas ao assistir a coisa sendo contada na tela do cinema a gente vê que a construção da trama convence e envolve.

Will Smith não para de surpreender com sua versatilidade e talento. Num dia ele é um piloto de caça na guerra do fim do mundo, em outro, um homem que se diz fiscal do imposto de renda se envolvendo com sete pessoas para mudar suas vidas. Gostamos bastante do filme que mostra uma história comovente com um desfecho muito bacana.

Uma pena a referência do nome não ser tão clara para nós. A tradução muda o sentido do tí­tulo do filme, que originalmente se chama seven pounds e não faz referência direta í s vidas das pessoas, mas sim uma espécie de “homenagem” ao mercador de veneza em função das sete ações (cada uma representando uma libra de carne, como no mercador eram cotadas as dí­vidas) que ele tem que fazer.

Em nossa escala de 0 a 5 este filme fica com um merecido 4.

Molho de tomates frescos

No dia em que fiz tomates secos aproveitei o miolo dos frutos para fazer um molho. Ele não ficou muito vermelhinho, acho que por causa do tipo/qualidade dos tomates, e eu não quis usar colorau. Mas ficou muito gostoso.

Fiz assim: apesar de na foto os tomates estarem no liquidificador eu não os triturei antes de refogar. Eu separei os miolos do suco (água do miolo), piquei em pedaços pequenos e os refoguei no azeite com um pouco de açúcar. Apenas os pedaços foram refogados; o suco dos tomates eu fui adicionando devagar, ao longo do processo.

Pois bem, deixei que a polpa do tomate fosse cozinhando aos poucos, sem acrescentar água. Quando necessário juntava um pouco do suco do próprio tomate, mantendo o fogo brando. Também aos pouquinhos juntei o sal e provei. Podia  ser que um pouco mais de açúcar fosse desejado (pra reduzir a acidez).

É, o molho de tomates frescos não é pra ser feito com pressa; deve ficar no fogo por um bom tempo para apurar o sabor.  No caso deste aí­ da foto eu não usei nenhuma água a não ser a do próprio tomate e quando ele já estava pronto  desliguei o fogo e adicionei um bom molho de manjericão.

Fato é que quando adicionei um pouco de açúcar no azeite quente e, logo após, refoguei os tomates,  a casa toda recendeu e foi uma delí­cia. Tão gostoso quanto saborear o pratinho de macarrão que vocês viram aí­.

😉

Tarde chuvosa em Beagá

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Dia 22 de janeiro e o tempo fecha em BH. Fotos das 16:00hs.

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