Pra quem acha que só filhote de cachorrinho morde as coisas pela casa!
😛
Dentre as minhas resoluções de ano novo está o desejo de ler mais. Hoje as redes sociais, especialmente o Twitter no meu caso, tomam muito de nosso tempo livre. Afinal, a leitura é uma atividade bem mais ativa e difícil que ficar rolando timeline. Mas também, vamos, venhamos e convenhamos, bem mais produtiva e benéfica para a cabeça.
Pois então resolvi fazer uma lista de livros que pretendo ler neste ano. Um por mês, considerando que alguns deles são densos e volumosos. Se vou conseguir ler, não sei.. não tenho obrigações. São apenas planos de diversão garantida. 🙂
Li oportunamente também…
E vamos í leitura! Sempre incentivando as crianças também. ♥Â
Então… 2018 praticamente acabou. Faço uma edição nesta postagem para dizer que hoje é 29 de dezembro e que, dos apenas 12 livros pretendidos para o ano, só consegui ler 08. Li alguns que não estavam na lista e tudo bem. O que eu queria era sair um pouco das redes sociais e retornar í literatura, única solução para me distrair um pouco do que vem acontecendo no país. Li muito menos do que desejava e estou certa de que a “culpa” é, sim, das redes sociais. A leitura fácil e simples das postagens de poucos caracteres nos pegam de jeito, seja em casa, seja na fila da padaria, seja na casa da sogra. Vou tomar algumas atitudes neste novo ano, como retirar o celular da beirada da cama e ver como a dinâmica funciona. Há uma escravidão nestas redes. E não gosto nada disso.
Bora enfrentar 2019.Â
Em 2010 postamos nossas resoluções e hoje, 8 anos depois, postaremos novamente. Algumas coisas mudaram… outras não… 🙂
As resoluções dEla:
Este ano eu vou:
1 – ler muito mais (li pouco em 2017);
2 – ter mais paciência quando os meninos começam a brigar ou fazer arte;
3 – beber mais água (não mudei nada de 2010 pra cá);
4 – controlar mais minha compulsão alimentar (ainda é uma questão) e;
5 – continuar me exercitando adequadamente (não sou mais sedentária).
As resoluções dEle:
1 – nadar pelo menos 300 km ao longo do ano;
2 – usar menos redes sociais;
3 – me irritar menos (ter mais paciência);
4 – postar mais no blog
Quem viver verá. 😉
Sempre no início de um novo ano eu faço internamente alguns “pedidos ao universo”. Não peço nada a nenhum ser imaginário. Os “pedidos” são apenas uma forma de expressão, uma maneira de dizer que torço, desejo, ambiciono, que o ano seja um ano de mais boas notícias que ruins. Pois a vida é isso. Um conjunto de notícias: boas, maravilhosas, ruins, péssimas ou avassaladoras.
O ano de 2017 foi um excelente ano pessoal. Família com saúde, emprego.. quase nada nos incomodou, nada relevante ruim aconteceu. Se assim for 2018 estarei muito feliz. E é isso que desejo.
Mais uma lista de séries, estas agora do ano de 2017!
OA
Billions – temporadas 1 e 2
Paranoid
Fauda
Santa Clarita diet
Blindspot
Collony – temporadas 1 e 2
Outlander – temporadas 1 e 2
Agência de Investigações Dirk Gently
The Americans – temporada 5
American Gods
Twin Peaks – as antigas e a nova temporada (odiei)
Downton Abbey (“a” série do ano no meu entender)
The good place
Handsmaid tale
Stranger things 2
Mindhunter
Trapped
Mr. Robbot, terceira temporada (dormi a série quase toda :O)
Dark
Quais séries nos esperam em 2018? 🙂
Antes dos meninos nascerem eu já estava sem trabalhar fora de casa. Trabalhei formalmente até fins de 2008 e já comecei 2009 estudando para fazer concurso público. Passei o ano de 2009 fazendo cursos, estudando e cuidando da casa. Mas eu não estava feliz; pelo contrário, estava péssima. E então, em meados de 2010, dei uma guinada nas ideias.
Já expus aqui que 2010 foi um dos anos mais difíceis de nossas vidas: um ano emblemático, de mudanças. Passamos por doenças na família, morte, dificuldades em vários sentidos e foi aí então que eu – sendo obrigada a pensar e repensar a vida – percebi que não queria estudar mais para concurso público, que não queria trabalhar na minha área de formação. Que eu precisava mudar. Mudanças í s vezes são muito difíceis, mas penso que o stress do momento foi o empurrão. A notícia da gravidez de gêmeos em dezembro me deu mais confiança na decisão de ficar em casa, sem trabalho externo. E foi assim por 6 anos. Se eu gostei? Amei. ♥
De vez em quando me batia algo estranho, um vazio. A cobrança dos outros também incomodava bastante. Sempre tem alguém para criticar a opção, dizer que eu me arrependeria, que minha faculdade não poderia ter sido perdida, que as crianças já já cresceriam e eu ficaria perdida! São tantos palpites… E também de vez em quando… batia aquele vazio. E eu ficava me remoendo como fazer algo diferente, sem comprometer meu tempo com os meninos. Porque adoro ficar em casa, cozinhar pra eles, deixar a casa arrumadinha e com cara de lar. Lar, aquele lugar em que a geladeira tem sempre uma comidinha, nem que seja só um arrozinho, feijão e um restinho de couve.
Foi então que em uma manhã de setembro deste corrente ano, em um dia lindo e ensolarado, resolvi mandar do clube mesmo – enquanto os meninos nadavam – um email para uma empresa que ja despertava meu interesse há muitos e muitos anos. Esta empresa tem um esquema de trabalho diferente, são apenas 25 horas por semana e o trabalho não é feito em dias corridos. Nada a ver com minha área de formação, muitíssimo pelo contrário, mas eu lidaria com muitas pessoas, o que me agrada bastante. Mandei o email e me espantei tremendamente, pois fui respondida em tempo recorde. Umas duas semanas apenas depois deste primeiro contato fui entrevistada pela gerente da filial. Conversa vai, conversa vem, fui contratada em um ano de grande crise no nosso país.
O papai precisou ajustar sua programação no trabalho pra conseguir buscar os meninos nos dias que eu estiver trabalhando í noite; os meninos também sentiram o baque de eu não estar em casa uma ou duas noites por semana. A filhota sentiu mais. Pelo menos falou mais. Reclamou e ainda reclama. Eu também senti bastante quando tive que ir trabalhar em um ou dois dias em que o filhote esteve com febre. Como as mães conseguem trabalhar o dia inteiro fora? Me pergunto todos os dias, sem exceção.
Apesar das pequenas dificuldades que vem cercando esta nova rotina e do baixo salário, tenho tido ganhos. Estou conhecendo muita gente nova. Saio de casa e sinto que faço algo importante para várias pessoas. Minha rotina mudou um bocado, aprendi a fazer coisas diferentes e tenho alguma expectativa de – no futuro – ainda mudar de função nesta empresa, o que me traria alguns outros desafios. Realmente, como disse, o salário é baixo, mas também pouco comprometi meu tempo disponível para a família, que é algo que eu sei ser bastante importante para a comodidade de todos. Digo isto, claro, dentro do esquema da nossa casa, das nossas necessidades e possibilidades. Cada família se ajeita como acha que deve e pode.
Enfim, a mamãe tem um novo trabalho e as crianças estão se adaptando. Mais tarde – daqui a muitos anos – elas entenderão as necessidades desta nova etapa e verão o quanto fizemos e faremos sempre pelo seu bem estar.
Este é o Anteninha, mascote da turminha dos meninos na escola. Ele é o mascote do Projeto Planetas: um simpático ET que abrilhantou a feira de cultura! 🙂
Finda a programação dos estudos, passou 2 dias na casa de cada criança e foi motivo de muita festa.
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