Mãozinhas delicadas, gordinhas, curiosas.. lindas e gostosas da mamãe.
🙂
Olha, não vou tecer maiores comentários. Vou apenas tomar a liberdade de transcrever o relato de uma moça que foi agredida dentro de uma boate na zona sul de Belo Horizonte neste fim de semana. E deixar um pedido a todos: jamais façam vistas grossas í violência, í covardia e ao desrespeito.
Violência contra a mulher no Major Lock
Mulher diz ter sido assediada na boite Major Lock
Todas as minhas amigas me perguntam o porquê de desde sempre eu preferir baladas gays. Simples! Gays são respeitosos, são educados, são dignos, são humanos! E isso é facilmente comprovado!!
Hoje, fui prestigiar a banda de amigos que inclusive tem feito um cover maravilhoso de RATM, banda que muito representou na minha adolescência. O local eu nunca gostei, justamente pelo público repleto de Pitboys abusados!
Estava uma noite agradável. Boate não tão cheia e o show maravilhoso. Até o momento em que decidi ir buscar uma bebida e fui abordada por um rapaz que quis me beijar a força, fato comum nesse tipo de boate. Me esquivei e o abusado encheu a mão na minha bunda. Eu o repreendi alertando-o que chamaria o segurança e ele me chamou de lésbica, apertou meu braço e pasmem, me puxou e … eu estou morta de vergonha de dizer… ELE ENFIOU A MíƒO DEBAIXO DO MEU VESTIDO E TOCOU EM MIM e ainda me deu um banho de energético! Fiquei molhada e estagnada no mesmo lugar! CHOCADA!Â
O brutamontes dava dois de mim!!
Procurei o segurança, relatei o ocorrido e o marginal sumiu. Alguns minutos depois ele voltou. Fui falar com ele para certificar que era ele enquanto minha amiga foi chamar o segurança. Ele me dizia que tatuadas ou são lésbicas ou putas e que tinha preconceito. Putas e lésbicas também merecem respeito!
 O segurança veio pontamente mas foi levado na conversa!  Era minha palavra contra a dele. Eu tinha 3 (TRES) Testemunhas indignadas, C. V., L. M. e R., e bastou o cara negar que foi logo liberado e sequer advertido.
Alegaram que não houve flagrante e um segurança despreparado veio me dizer que “Maria da Penha†só se aplica a casais casados! E eu nem havia falado em tal lei, mas falei sobre violência contra a mulher, que foi o que ocorreu.
Em seguida me dirigi ao proprietário do estabelecimento que prontamente me disse: “Vim aqui pra curtir. Faça o mesmoâ€. Como alguém pode curtir algo após tal violência e falta de respeito? Me disse que não poderia fazer nada, me ridicularizou dizendo: “Pode chamar a polícia…†ele estava seguro demais que não teria problemas com a polícia!
Agora eu me pergunto e pergunto a vocês: ATÉ QUANDO VAI SER ASSIM? ATÉ QUANDO AS MULHERES SERíƒO OBRIGADAS A CONVIVER COM TODO O TIPO DE VIOLíŠNCIA? ATÉ QUANDO A NOSSA PALAVRA NíƒO TERí VALIDADE?
O que sofri foi uma violência que me lesou em todos os aspectos! Fui desrespeitada por todos os homens que procurei para pedir ajuda. Sinal que todos são capazes da mesma atrocidade. Pra eles, não foi nada de mais!!
Ta aí um lugar que eu não piso mais e que na segunda feira estou processando para que outras mulheres não passem por isso!
Recebi hoje de um sobrinho a indicação de um link interessante. A reportagem diz o seguinte: há uma década a Academia Americana de Pediatria sugeria que os pais deveriam limitar o tempo de permanência em frente a TV das crianças menores de 2 anos. Esta recomendação era baseada muito mais no senso comum do que em experimentos, ainda muito incipientes í época.
Agora, todavia, a recomendação é categórica. Expor crianças menores de 2 anos í programação de TV não é bom. Ou melhor: é provavelmente ruim.
A exposição das crianças a este tipo de mídia como ferramenta educacional traz potencialmente efeitos negativos, não detectados benefícios. Â Não seria bacana para o período da noite, pois, embora favoreça que a criança adormeça, propicia distúrbios do sono, que podem resultar em problemas de comportamento ou de aprendizagem. OÂ convívio com os pais também pode ficar prejudicado pelo excesso de TV.
E mesmo quando a mídia serve de pano de fundo para uma ocasião, ela distrai os bebês que estejam em alguma brincadeira, o que é pernicioso para o desenvolvimento. É fato que os pais não conseguem passar o dia lendo para seus filhos ou brincando com eles, mas é bom que os ensinem a serem um pouco independentes e a terem momentos de boa solidão, ocasião em que poderão se distrair sozinhos e botar a imaginação para funcionar.
Enfim.. criar filhos não é fácil… todo mundo sabe… será que conseguiremos afastar os nossos ao máximo da TV e afins pelo menos pelos 2 primeiros anos de suas vida?
Se depender da mamãe, vamos.
E hoje foi o primeiro dia de suco de frutas dos meninos. Escolhi a clássica laranja e eles amaram. Nem carinha estranha nem nada. Partiram logo pro bocão e tomaram a mamadeira toda.
Que gostoso apresentar aos dois as delícias. Agora vou variando as frutinhas  e vendo as que eles mais gostam!
Atualizando: já tomaram também de maçã, mamão, pêra e melão e gostaram bastante. Só o de manga foi um pouco rechaçado, mas a fruta não estava das mais doces. Acho que vamos ter duas draguinhas em casa. 🙂
Ontem fizemos nosso primeiro passeio oficial com os bebês (sem ser para a casa da vovó). Fomos dar uma voltinha pelo Ponteio, aproveitando que o local não é totalmente fechado, ou seja, tem uma boa circulação de ar.
É muito engraçado. Os gêmeos chamam muito mais atenção do que eu imaginava. Já no estacionamento, quando arrumávamos as crianças no carrinho, parou um carro do nosso lado e um casal começou a conversar. Depois, nos corredores do shopping, vários olhares em nossa direção. Muitas pessoas – a maioria mulheres – vem conversar, perguntar, dizer o quanto os bebês são lindinhos (foram eles que disseram; e a gente concorda!). E quase todas as outras dão uma olhadinha, nem que seja de rabo de olho. As crianças adoram etc etc etc..
Nunca imaginamos que teríamos gêmeos e muito menos que não poderíamos passar incólumes em um simples passeio. Mas a gente fica super orgulhoso; é muito bacana.
Os bebês a-do-ra-ram. Os olhinhos circulavam por todos os lados, uma graça. Fico imaginando quando os levarmos para verem as luzinhas das decorações natalinas.
E eles estão tão espertinhos! Agora riem bastante. Quando acordam ficam mirando uns bichinhos na cortina, o móbile ou os quadrinhos da parede. Tudo é novidade e tudo é divertido. Os risos rolam soltos.
Também acho que aos poucos eles estão se sacando. Não sei direito o que cada um pensa do irmão, mas já peguei ambos, em momentos diferentes, Â observando atentamente o companheirinho. Fico morrendo de vontade de vê-los se olhando mesmo e acho que esta hora está quase chegando!
Mas, enfim, o fim de semana foi bem bacaninha. Muito gostoso passear com os meninos!
Acabei de ler o primeiro livro da Trilogia Millenium, Os homens que não amavam as mulheres, escrito pelo sueco Stieg Larsson.
O romance policial trata de um enigma passado na vizinhança de Hedestad, Suécia: o sumiço da  jovem herdeira de um império industrial.
É… a trama gira em torno da solução deste mistério, mas as adjacências são tão ou mais interessantes.
Os  personagens são intrigantes, bem construídos, e a narrativa que nos prende do início ao fim são pano de fundo para eventos de violência contra a mulher, o que causa um desconcerto preocupante. Afinal, estamos na Suécia, país com alto índice de desenvolvimento. Mas não se deixe enganar:  as mulheres da série não serão subjugadas impunemente.  E a vendeta cai como uma luva para o leitor.
A  série já foi adaptada para o cinema pela companhia sueca Yellow Bird e agora está sendo rodada em uma versão Hollywoodiana, dirigida por David Fincher. Assistimos ao primeiro filme sueco e gostamos muito.
Enfim, mais do que indico o livro Os homens que não amavam as mulheres. Quando eu terminar o segundo volume, A menina que brincava com fogo, venho comentar.
Nesta ultima quarta-feira estivemos no cinema do Boulevard para conferir o Planeta dos macacos – a origem. Além de termos gostado bastante do filme, gostamos muito da sala de exibição. A sala 2, pelo menos, pois não conhecemos as outras, é daquelas em que ninguém atrapalha ninguém. Os ingressos são comprados com lugares marcados e, pelo que vi, podem ser adquiridos pela internet. Enfim, dá pra comprar o ingresso de casa com antecedência e depois ir tranquilo para o cinema, sem se preocupar em correr para pegar um bom lugar. É uma mão na roda.
O filme, pra quem não leu nada a respeito (será que alguém ainda não leu?) explica como os símios tornaram-se inteligentes e capazes de se sobrepujar aos humanos. Pesquisas com vírus que poderiam ajudar no combate ao mal de Alzheimer acabam mal – como sempre, pelo menos nos filmes – e as cobaias, ou seja, os chimpanzés utilizados pelo laboratórios, acabam sofrendo uma espécie de mutação genética. Uma delas morre de maneira não esperada e seu filhote é levado í s escondidas para a casa do pesquisador. Batizado de Cesar, numa explicita referência aos filmes da série, o símio logo deixa transparecer sua inteligência incomum e em determinado momento adquire consciência do poder que tem nas mãos. Por aí vai, enfim, a explicação da dominação sobre os humanos. É… eu curtiria uma continuação nos moldes deste filme, que está mais do que indicado.
A indicação desta postagem do blog da Natália Carvalho (e do vídeo, obviamente) é para todos aqueles que amam Minas Gerais como eu. E prezam a liberdade preconizada em nossa Constituição.
Precisamos dar um grito contra esta imprensa porca e vendida do nosso estado, e, logicamente, estar ao lado dos professores nesta hora crítica.
Lembrando, se é que precisa, que é bem mais fácil governar e subjugar estúpidos.
Hoje, lendo o site Mamatraca, muito interessante por sinal – eu indico – Â vi um post suscitando uma questão pertinente. Afinal, do que temos saudade da vida pré-filho?
Eu nem precisei pensar muito. Com gêmeos, tenho saudades de sair de casa apenas com minha bolsinha  a tiracolo. De passear com o cachorro sem maiores preocupações, de viajar sem rumo e sem horários. De passar a tarde de sábado vendo tv ou lendo um livro..
Eles crescerão e faremos tudo isso juntos. Até que alcem vôo e eu sinta muitas saudades de hoje.
🙂
Não tem como. Ter filho faz uma reviravolta em nossa vida. A rotina muda radicalmente e as preocupações hoje são outras. Com dois bebês, então, mal dá tempo de vir postar no blog, porque, afinal de contas, tem sempre alguém acordado, alguém com fome, alguém com fralda suja…
Neste momento os Bichinhos começaram a “conhecer colo”, na linguagem dos antigos, e não querem ficar de bobeira na cama. Ele mais que Ela. Sim, os dois são muito, mas muito diferentes, desde o nascimento. Ele acorda e já quer um colinho: da mamãe, da Maria – nossa babá – ou da vovó, quem mais o mima.
Ela, por outro lado, acorda e fica olhando calminha calminha para os brinquedinhos sentados í beira do berço. Fixa os olhinhos neles, dá risinhos, bate os pezinhos.. Enfim, cada um na sua, ambos estão descobrindo o mundo, muito atentamente.
E a maratona para sair de casa? No domingo último  fizemos nosso primeiro passeio, para a casa da vovó materna. Saímos de casa í s 13 horas, mais ou menos, mas começamos os preparativos í s 10. Banho de um, leitinho deste um.. depois banho do outro, leitinho do outro.. e arruma malinha, leva carrinho pro carro, arruma bebê conforto.. e isto tudo sob os olhares curiosos da cachorrinha, que ainda foi com a gente no passeio.
Eu e Ele, claro, estamos cansados. Mesmo com a babá o trabalho é grande e a noite, então, em que somos só nós dois, é maior que o Mato Grosso.
Mas tudo vai indo. E eu não quero que passe logo esta fase. Eles são fofos, lindos, gostosos. E todos os outros adjetivos que uma mãe mais que coruja poderia encontrar.
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