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Parada do Cardoso – dica do dia

A Parada do Cardoso é uma pizzaria tradicional de Belo Horizonte, situada no bairro Santa Tereza. Apesar de sua fama, fomos conhecê-la há apenas uns 3 meses. Desde então estou para escrever a respeito, mas o tempo andou meio curto e nublado.

A pizza é realmente uma delí­cia. A massa é mais fina daquelas que eu costumo apreciar, mas acaba sendo detalhe perto da qualidade e das opções interessantes do cardápio, que pode ser visualizado no site. Experimentamos  pizzas com prosciutto e queijo brie, por exemplo.

A casa estava lotada e, por isso, demoraram um pouco a nos atender. Mas deu pra ver que era uma ocasião especí­fica. E, no caso, o garçom foi gentil e prestativo.

Finalizando, sem antes fazer um apelo a você, para que vá conhecer as pizzas do Cardoso, ficamos felizes com uma promoção da pizzaria. Se você está dirigindo e pede uma cerveja sem álcool, a segunda é por conta da casa. Tudo bem que o preço da primeira garrafa  já vale pelas duas, mas é uma iniciativa interessante. Pena que de todas as mesas que observamos só o motorista da nossa (Ele!) aderiu.

Boi Vaca Buritis

Há pouco tempo, em um sábado í  noite, fomos dar uma rodada pelo Buritis. O bairro está lotado de botecos, restaurantes  e bares que parecem interessantes e nós resolvemos testar um. Sem rumo, demos algumas voltas e caí­mos no Boi Vaca Buritis, um daqueles bares grandões, com decoração sertaneja. Bar de turma, de galera ir ver jogo de futebol. O estilo do lugar é bem brejeiro, mas combinava (pelo menos assim imaginávamos) com o nosso desejo no dia: comer carne. Carne boa.

Pois então: inicialmente nos decepcionamos com o cardápio. Pouquí­ssimas opções. Não entendemos como um lugar chamado Boi Vaca pode ter apenas 2 ou 3 opções de carne bovina. Não nos lembramos exatamente qual porção pedimos, mas temos certeza de que a carne  servida não correspondia í  anunciada no cardápio. Estava dura demais (e não era bem passada). O tempero estava bom, mas não aliviou nossa vontade de voar para outro lugar, afinal de contas pagar gato por lebre é um acinte. O tamanho da porção também não foi condizente com o preço, o mesmo observado para as fritas.

Quanto ao atendimento, não temos nada especí­fico para nos queixar. Não foi ótimo nem ruim. Mas o  banheiro feminino estava bem sujo, alagado e a casa nem estava lotada. Enfim, não nos arrependemos de ter ido até o Boi Vaca Buritis, mas o lugar não  entrará no nosso rol de preferidos.

Tempo feio em BH

Hoje presenciamos um tempo muito feio em Belo Horizonte. Parece que uma névoa tomou conta da cidade durante o dia, tingido apenas em tons de cinza.  O ar estava pesado, a poluição tomou conta de tudo.

A noite não está melhor que isto. Mas agora o céu está avermelhado, prenunciando chuva forte, o que não é confirmado pela previsão do tempo. Só sei que todos estão incomodados, abafados, acalorados.. e a noite corre.. quase assustadora.

Prato do dia

Cozinhei as folhas de uma maço grande de espinafre em pouca água e bati no liquidificador. Refoguei com manteiga e bastante cebola. Adicionei sal, noz moscada, um pouco de coentro moí­do e, ao final, engrossei um tiquinho só com farinha de trigo. O queijo parmesão deu o toque final.

Feriado é tempo de quê?

Não podí­amos deixar de postar  que estivemos no Festival Gastronômico de Brumadinho neste 07 de setembro. E foi uma delí­cia. Apesar de não termos ido a nenhum dos festins promovidos pelas pousadas e restaurantes gourmets da cidade, provamos quitutes bem gostosos nas barraquinhas da festa e aproveitamos bastante do clima de interior de Casa Branca, distrito onde ocorre o festival.

Deixando Casa Branca, ainda curtimos um passeio a Inhotim, também em Brumadinho, e depois fomos a Rio Acima, conhecer a famosa cachoeira situada no condomí­nio Canto das íguas. Ou seja, fizemos um tour bem bacana e tudo bem pertinho de BH. Valeu demais. Descansamos a cabeça e desfrutamos do que mais gostamos, que é ficar ao lado do outro.

😉

Cenas de BH

Rua da Bahia com rua Antônio de Albuquerque; bairro de Lourdes, Belo Horizonte.

Pontinhos misteriosos na Crassula Ovata Gollum

falei bastante da minha “Orelhas de Shrek”. Ela esteve no sol direto por bastante tempo e, desde o meu último post a respeito, um ano inteiro se passou.

Então.. eu havia prometido mostrar como a planta se portou na sombra. Recebendo pouco sol direto, na verdade. E ela não decepcionou. Está com as folhas roliças, viçosas, sem nenhum sinal de desidratação.

O que me intriga agora são estes pontinhos que surgiram em algumas de suas folhas. Prestem atenção í s duas últimas fotos. São cabinhos bem finos, brancos, que sustentam um pontinho também branco em sua ponta. Será uma sementinha?  Não parece…

Atualização: Pois bem, o Dorfo, intrigado como nós, procurou o que seriam estes pontinhos e descobriu que são ovos de um inseto.

Está aí­ a colaboração dele para nosso blog:

Afinal, o que são os pontinhos?

Obrigada, Dorfo!

Saladas light de macarrão em duas versões

Primeira versão: macarrão, tomates,  queijo frescal, manjericão, rúcula e sal a gosto. Para acompanhar: suco de limão com brócolis, couve, rúcula e mel.

Segunda versão: macarrão, tomatinhos, queijo mussarela e abobrinha crua picados, uma colheirada de cottage, manjericão e sal a gosto.

Hum… que delí­cia!

Minas não tem mar..

Não ouvimos música sertaneja, mas hoje conheci a letra de uma música do César Menotti e Fabiano muito engraçadinha. Vê se não é messm..

“Vieram criticar que Minas não tem mar…
Oh, pro mineiro tanto faz…  
Se Minas não tem mar..
O mar não tem Minas Gerais…

Me disseram que quando o mar fica agitado demais…
E aquele barulho que a onda faz…
É o mar chorando, implorando, pedindo pra banhar Minas Gerais…

Mar, não chores mais…
Oh, mar…
Mar, não chores mais…
Só eu sei o quanto triste é  ficar longe de Minas Gerais…”

Minha cidade

Todo mundo que freqí¼enta o Emgeral sabe do quanto gosto de Belo Horizonte.

Minha cidade, minha casa, meus costumes, meu povo. Belo Horizonte,  Minas Gerais.

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