Esse pão de queijo é da Nunca Vi Um cientista. Ela postou uma receita mínima de 10 pães e criou uma calculadora de pães de queijo para que você multiplique de forma fácil sua receitinha ou, caso só tenha um pouco de determinado ingrediente, possa se adaptar e não ficar sem o quitute mineiro.
Pra quem já sabe fazer, lá vão os ingredientes da receita mínima. Mas ó, vale ver o vídeo que ela fez para o youtube; é muito interessante.
Dia 07, mais comemorações com a outra vó. Só comidas boas.
Almoço corrido numa quinta-feira, mas tudo o que Ele providencia é gostoso demais. 11 de junho de 2026.
Coisa mais linda que ganhei de dia dos Namorados. Tô com dó de comer os biscoitos que vieram também.
Mais uma comemoração com os sobrinhos. 🙂
Almoço que meu amor mandou pra mim no trabalho. 24 de junho.
O poke foi no dia do jogo da Copa: Brasil x Escócia. Eu fui cedo para o trabalho e passei o almoço lá. 🙂 Ah, Brasil ganhou esse de 3 a 0.
E com uma vitória do Brasil sobre o Japão no dia 29/06/26, ontem, fechamos o mês de junho. No mesmo dia eu fui ao médico. Ele já me disse que retirarei um pólipo, farei vários exames, dentre eles densitometria óssea, pela primeira vez… ficar velha é isso. Aumentar idas a médicos e fazer mais exames. Ter mais dores e menos disposição. Aff.
Último dia do mês, dia 30. Estudando Constitucional. Preciso revisar pelo Aragonê Fernandes (olha a metonímia!!!). Espero, pelo menos, continuar animada com os estudos em julho. Bora lá.
Já foi passada para um vaso maior no dia 17 de maio.
Lá vai ela.
Estamos todos exaustos, mas demos um jeito de ficar perto dela, já doentinha, 91 anos. Dia das mães. 🙁
Berinjelinhas…
Preciso ver o que está dando nas folhas dela…
Dia 16 de maio, lanchinho preparado pelo meu amor.
Colhi. Berinjelinha fofa.
Vai ficar com as amiguinhas do sacolão.
Esses cachinhos são encantadores.
Cor linda. Ipomeia rubra.
Muitos botões caem sem abrir.
Uma Plumeria pudica. Jasmim do Caribe, Véu de Noiva ou Jasmim da Venezuela. Tem origem na Venezuela e no Panamá; pode chegar a 2 ou até 3 metros de altura e gosta mesmo é de sol pleno. As flores surgem quase o ano inteiro, ficando ainda mais cheias na primavera. No jardim, se adapta a vasos grandes, mas não tolera solos encharcados.
Estômago ruim e eu fiz a pior coisa que eu poderia fazer ontem, dia 20. Um litro de coca diluída para beber dois litros de líquido enquanto tento estudar. Mais café. Mas a cabeça só voava; pensamentos sobre um futuro que pode ser muito ruim.. pode ser meio bom… nunca em paz. E assim vou indo. Voltarei aos estudos hoje, dia 21, mais focada, apesar de uma noite mal dormida.
Este post vai ser construído aos poucos. As fotos chegarão na medida em que o tempo for passando.
Então… Essa roseira já estava na casa antes mesmo de a gente se mudar. Mas, até hoje, nunca vimos uma única flor. Talvez, no passado, quando a árvore da frente ainda era pequena, uma sibipiruna, o sol chegasse até ela; e aí, sim, ela florescia. Com o tempo, a sombra tomou conta. Então, decidimos mudar as coisas de lugar. Transferimos a roseira para os fundos da casa e a colocamos em um vaso. Foi preciso podar bastante; um verdadeiro recomeço. Agora, ela está onde sempre deveria ter estado: sob o sol. Dessa vez, não tem mais desculpa.
Resta esperar. Será que as flores vão aparecer? E, se vierem, de que cor serão? Rosas? Vermelhas? Meu palpite é que são rosas.
Passei no mercado, comprei o peixe. Noutro dia peguei tomate maduro, pimentão bonito, desses que dão gosto de cozinhar. Fiz tudo direitinho — não só pra matar a fome, mas porque é um jeito de cuidar, de estar presente mesmo quando o dia é corrido.
Cheguei cansada do trabalho, mas com satisfação de quem deixou algo pronto, esperando. Gostaria de ter feito mais, mas não deu. Perguntei, quase automática, se ele tinha comido. E ele respondeu baixo: “sim, era o que tinha.” Era o que tinha.
Não foi a frase em si. Foi o vazio dentro dela. Como se todo o cuidado tivesse virado só… opção disponível. Como se não tivesse intenção, nem carinho, nem valor, nem tempo ali. Só “o que tinha”.
Não falei nada. Mas ficou um silêncio meio pesado. Não de briga, de decepção mesmo. Porque a gente sabe que as pessoas às vezes são assim, às vezes não medem palavras, não enxergam o esforço. Mas ainda assim… dói um pouco quando aquilo que você fez com cuidado volta pra você desta maneira.
E aí a gente respira, guarda pra si, e segue. Porque amanhã provavelmente vai ter comida de novo. E, mesmo sem ouvir, a gente continua esperando que um dia se entenda o que realmente “tinha” ali.