De acordo com o Google images é uma orquídea do gênero Dendrobium (frequentemente chamada de olho-de-boneca), apresentando caules longos e novos brotos se desenvolvendo na base.
Pesquisei fotos e vi que há muitas cores e tipos diferentes. Agora é esperar pelo desabrochar de seus botões.
Substrato: O Rabo de Macaco gosta de um solo soltinho e com boa drenagem. Para o cultivo, vale apostar em uma mistura própria para cactos, acrescentando areia grossa, perlita ou pedra-pomes. O importante é que a água não fique acumulada no vaso, evitando o excesso de umidade nas raízes.
Rega: Por ser uma cactácea, o Rabo de Macaco não precisa de muita água. Nos meses mais quentes, a rega pode ser feita sempre que o substrato estiver bem seco. No outono e no inverno, o ideal é diminuir a frequência, já que a planta cresce mais devagar e o excesso de água pode causar problemas nas raízes.
Luminosidade: O Rabo de Macaco aprecia bastante claridade e algumas horas de sol direto por dia. Um local bem iluminado favorece seu crescimento e também sua floração. Ele até tolera meia-sombra, mas, com pouca luz, pode crescer menos e ter dificuldade para florescer.
Cozinhe as cenouras. Quando estiverem frias, triture-as com a margarina, o leite, o queijo e as gemas. Junte à parte, sem ser no liquidificador, a farinha de trigo, o fermento e, por fim, as claras em neve, bem delicadamente. Asse em assadeira bem untada, até dourar.
Esta receita não leva sal além do sal do queijo, mas você pode provar e ver se está do seu agrado. Eu coloquei este temperinho aí da foto do liquidificador.
Unte bem a forma para assar e asse em forno 180 graus por uns 50 minutos.
Este meu ficou muito bom.
Assadinho. Acho que podia ficar mais aerado. Não sou mestra em suflês. Mas gostoso ficou. 😀
Tentando estudar ‘erros essenciais’ no sábado, dia 08, mas… casa cheia de meninas… tá bom também.. rs
E aí… vem o CTI. 🙁
Mas tudo vai se resolver. Sigamos.
Um café ruim para nos despedirmos de vez do hospital. Ufa! Dia 19 de agosto nos despedimos do Orizonti.
Um café bom – no mesmo dia – para dar conta do trabalho. Dia 19/08/26
Nossa colheitinha do dia. Usei as sementes para tentar mais feijões. Foram plantadas hoje.
Cores…
Um mundo minúsculo nos espreita. Esse é um besouro do algodão. Olha essa padronagem; essa paleta de cores.
Começando a repor vitaminas perdidas ao longo de alguns anos de má nutrição. Quem diria?! Ferro, cálcio (para corrigir osteopenia) e vitamina D para ajudar na absorção do cálcio. Vamos ver em dois anos como estarei dos ossos.
Bloco Calcinhas Bélicas; Praça Comendador Negrão de Lima, na Floresta. Dia 30/08.
Você já fez canjiquinha? O milho é o milho miudinho, picadinho, conhecido como quirela ou xerém. No nordeste e em algumas outras partes do Brasil há quem faça ele doce, com leite de coco e açúcar. No sudeste a maioria faz receitas salgadas mesmo, mas eu garanto que tudo com esse milhinho é bom!
No caso da canjiquinha salgada, o importante é a proporção.
1 quilo e meio de carne sem osso ou 2 quilos de carne com osso para um pacote inteiro de canjiquinha. No mínimo. Quanto mais carne melhor.
Sempre faço uma carne bem temperada, com bastante caldo e depois cozinho nele a canjiquinha. Se ela tiver ficado de molho é melhor. Mas não imprescindível. Lembre-se que pode salgar um pouco mais o caldo, já que o milho vai cozinhar nele e já vai pegando o tempero aos poucos. Os temperos são os de sua preferência. Para mim, não pode faltar alho, cebola, páprica, cominho, um tico de coentro, chimichurri, louro.. um pouco de shoyu.. mas vai do seu gosto.
A carne vai na pressão, já o milho não precisa. Vai observando até estar bem cozidinho. Depois finalize com cheiro verde da sua preferência ou couve picadinha.
A consistência pode ser mais rala, para caldo/sopa, ou mais grossa, para jogar no arroz ou comer sozinha. Ô trem bom.