
Consegui que poucas sementes de pinha brotassem.

Demorou! Foram uns dois meses só pra ela brotar.

Crescendo.

Crescendo.. já já separo as mudinhas.
E vamos acompanhando. As fotos irão chegar aos poucos.

Consegui que poucas sementes de pinha brotassem.

Demorou! Foram uns dois meses só pra ela brotar.

Crescendo.

Crescendo.. já já separo as mudinhas.
E vamos acompanhando. As fotos irão chegar aos poucos.
Este post vai ser construído aos poucos. As fotos chegarão na medida em que o tempo for passando.
Então… Essa roseira já estava na casa antes mesmo de a gente se mudar. Mas, até hoje, nunca vimos uma única flor. Talvez, no passado, quando a árvore da frente ainda era pequena, um linda sibipiruna, o sol chegasse até ela; e aí, sim, ela florescia. Com o tempo, a sombra tomou conta. Então, decidimos mudar as coisas de lugar. Transferimos a roseira para os fundos da casa e a colocamos em um vaso. Foi preciso podar bastante; um verdadeiro recomeço. Agora, ela está onde sempre deveria ter estado: sob o sol. Dessa vez, não tem mais desculpa.
Resta esperar. Será que as flores vão aparecer? E, se vierem, de que cor serão? Rosas? Vermelhas? Meu palpite é que são rosas.

Tá depenada, a coitada.

Um brotinho na cabeça…heheh

Um brotinho no pé.
Passei no mercado, comprei o peixe. Noutro dia peguei tomate maduro, pimentão bonito, desses que dão gosto de cozinhar. Fiz tudo direitinho — não só pra matar a fome, mas porque é um jeito de cuidar, de estar presente mesmo quando o dia é corrido.
Cheguei cansada do trabalho, mas com satisfação de quem deixou algo pronto, esperando. Gostaria de ter feito mais, mas não deu. Perguntei, quase automática, se ele tinha comido. E ele respondeu baixo: “sim, era o que tinha.” Era o que tinha.
Não foi a frase em si. Foi o vazio dentro dela. Como se todo o cuidado tivesse virado só… opção disponível. Como se não tivesse intenção, nem carinho, nem valor, nem tempo ali. Só “o que tinha”.
Não falei nada. Mas ficou um silêncio meio pesado. Não de briga, de decepção mesmo. Porque a gente sabe que as pessoas às vezes são assim, às vezes não medem palavras, não enxergam o esforço. Mas ainda assim… dói um pouco quando aquilo que você fez com cuidado volta pra você desta maneira.
E aí a gente respira, guarda pra si, e segue. Porque amanhã provavelmente vai ter comida de novo. E, mesmo sem ouvir, a gente continua esperando que um dia se entenda o que realmente “tinha” ali.

Começamos assim…

Depois o lírio foi pro cantinho direito, junto com um que estava na casa da minha mãe. Ele já cresceu bem.

Crescendo bem. Atrás tem um copo de leite.

Apenas…

por que…

as acho…

lindas…

além de nos lembrarem…

da efemeridade da vida.

Você tem um tanto de vida. Não sabemos o quanto.

Tente ser um pouco feliz no tempo que tem.
Depois de um longo e tenebroso inverno, vamos de prato do dia.

Arroz, frango fritinho na farinha (fritei em outra panela e só esquentei na air fryer), purê de mandioquinha, farofa de farinha de biju e couve no alho.

Páscoa de 2026. Almoço com a avó paterna.

Fiz um bolinho de grão de bico com beterraba. Não repito porque deu muito trabalho. Mas ficou gostoso. Taquei muitos temperos. Tem grão de bico cozido, beterraba crua, um pouco de farinha de trigo, alho e muitos temperos.

Depois fritei no azeite. Não foi na imersão, mas também não foi só uma untadinha de óleo.

Não gostei muito deste filme do Mário.. história sem pé nem cabeça, exagerado… fomos no sábado, dia 04/04. Depois os meninos foram comer pastel e eu fui ficar com minha mãe.

Tá tudo muito verdinho por aqui. Pelo menos tentamos que as plantas coloram a vida…

Chegamos para alegrar o abril.

Kitsch? Acho que não se enquadra… hehehe…

Trapoeraba. Acho muito lindas suas flores azuis.

O melhor momento do meu dia… e isto diz muita coisa. 🙁

Eu tento tornar os dias mais alegres, todavia.

Uma baciada de salada ajuda a alegrar o estômago. Dia 19/04/26.

Minha filhota foi a Ouro Preto no dia 19 de abril de 2026 com a família de uma amiga. Queria que ela tivesse ido comigo pela primeira vez. Infelizmente não foi. Mas eu fiquei feliz que ela tenha ido. Os amigos são muito gentis e o passeio foi ótimo. Fiquei genuinamente feliz pelo dia dela. 🙂

Fomos no Mala & Cuia da Praça Raul Soares no dia 21 de abril. 🙂

Comidinha pesada, porém gostosa.

E, depois, fomos ao cinema. Assistir ao filme Devoradores de estrelas no Boulevard.

Almoço gostoso que ele providenciou pra gente – domingo, dia 26. Eu estava bem gripada. Só fiz arroz e batatas na air frier. A maminha assada do Assador estava muito boa. Tentarei reproduzir.

No mesmo fim de semana, ele trocou a roseira de lugar. Tirou do chão, foi pro vaso. Agora ela está num lugar de adaptação.

Folhas de batata doce com feijão fradinho no bacon. Delícia.
E findamos mais um mês.

Ganhei estes quiabos vermelhos da sogra e resolvi tentar plantá-los.

Detalhes que ele refogado fica igual ao outro mesmo, mas dizem que este tem mais antioxidantes… eu gostei do jeitão.

Enfim, primeiro coloquei as sementes na água por 24 horas para quebrar a dormência e depois coloquei no vaso para ver se germinam. A notícia triste é que não foram pra frente. Vou comprar sementes. Se achar deste, melhor.

Vamos ver se conseguimos testar todos estes pães.

Fotos retiradas do instagram. Não sei mais de quem são…

Guardei apenas para utilizar as mesmas cores um dia.

Quem sabe…
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