um blog sobre todas as coisas em geral

Mês: maio 2026

Tentando plantar pinha (ou fruta-do-conde ou ata) e acompanhando…

Consegui que poucas sementes de pinha brotassem.

Demorou! Foram uns dois meses só pra ela brotar.

Crescendo.

Crescendo.. já já separo as mudinhas.

E vamos acompanhando. As fotos irão chegar aos poucos.

A roseira vai pra frente?

Este post vai ser construído aos poucos. As fotos chegarão na medida em que o tempo for passando.

Então… Essa roseira já estava na casa antes mesmo de a gente se mudar. Mas, até hoje, nunca vimos uma única flor. Talvez, no passado, quando a árvore da frente ainda era pequena, um linda sibipiruna, o sol chegasse até ela; e aí, sim, ela florescia. Com o tempo, a sombra tomou conta. Então, decidimos mudar as coisas de lugar. Transferimos a roseira para os fundos da casa e a colocamos em um vaso. Foi preciso podar bastante; um verdadeiro recomeço. Agora, ela está onde sempre deveria ter estado: sob o sol. Dessa vez, não tem mais desculpa.

Resta esperar. Será que as flores vão aparecer? E, se vierem, de que cor serão? Rosas? Vermelhas? Meu palpite é que são rosas.

Tá depenada, a coitada.

Um brotinho na cabeça…heheh

Um brotinho no pé.

Uma crônica de dia das mães

Passei no mercado, comprei o peixe. Noutro dia peguei tomate maduro, pimentão bonito, desses que dão gosto de cozinhar. Fiz tudo direitinho — não só pra matar a fome, mas porque é um jeito de cuidar, de estar presente mesmo quando o dia é corrido.

Cheguei cansada do trabalho, mas com satisfação de quem deixou algo pronto, esperando. Gostaria de ter feito mais, mas não deu. Perguntei, quase automática, se ele tinha comido. E ele respondeu baixo: “sim, era o que tinha.” Era o que tinha.

Não foi a frase em si. Foi o vazio dentro dela. Como se todo o cuidado tivesse virado só… opção disponível. Como se não tivesse intenção, nem carinho, nem valor, nem tempo ali. Só “o que tinha”.

Não falei nada. Mas ficou um silêncio meio pesado. Não de briga, de decepção mesmo. Porque a gente sabe que as pessoas às vezes são assim, às vezes não medem palavras, não enxergam o esforço. Mas ainda assim… dói um pouco quando aquilo que você fez com cuidado volta pra você desta maneira.

E aí a gente respira, guarda pra si, e segue. Porque amanhã provavelmente vai ter comida de novo. E, mesmo sem ouvir, a gente continua esperando que um dia se entenda o que realmente “tinha” ali.

Os lírios foram para o jardim

Começamos assim…

Depois o lírio foi pro cantinho direito, junto com um que estava na casa da minha mãe. Ele já cresceu bem.

Crescendo bem. Atrás tem um copo de leite.

Flores de batata doce

Apenas…

por que…

as acho…

lindas…

além de nos lembrarem…

da efemeridade da vida.

Você tem um tanto de vida. Não sabemos o quanto.

Tente ser um pouco feliz no tempo que tem.

Prato do dia

Depois de um longo e tenebroso inverno, vamos de prato do dia.

Arroz, frango fritinho na farinha (fritei em outra panela e só esquentei na air fryer), purê de mandioquinha, farofa de farinha de biju e couve no alho.

Desenvolvido em WordPress & Tema por Anders Norén