Tapioca mineira

Sim, claro, este post não é sério. Nem esta é uma receita séria. Portanto, não tente fazê-la, a menos que seja como nós, glutões assumidos.
Porquê, desde que fomos a Recife e experimentamos uma tapioca divina, fiquei me perguntando se não seria simples fazer o quitute. Então, busquei a receita em alguns sites. Todos ensinavam – a grosso modo – que era só umedecer um pouco o polvilho e salpicá-lo na frigideira quente.
Pois lá fomos nós: a primeira tentativa foi risível. Coloquei o polvilho muito seco na frigideira e a coisa saiu mais ridícula do que imaginas, levando-me a despejar todo o “pó” na pia. Foi quando perdi um pouco a paciência com a brincadeira e o polvilho quase virou uma massa de bolo.
Mesmo assim, fiz as panquecas azedas e borrachudas tapiocas e as recheamos com presunto e queijo.
Como eu e Ele somos “boa boca”, não deixamos por menos, mas prometo que ainda vou conseguir uma boa tapioca e quando este dia chegar compartilharei com os leitores do Emgeral, passo a passo.
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3 comentários3 comentários até agora
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Vi uma bahiana fazendo essa tapioca uma vez. Lembro que ela peneira a farinha sobre a frigideira aquecida.
Pois é, Ana, o polvilho tem que estar seco, né? Ou melhor, apenas um pouco úmido… vixe, que confusão….
[...] E por falar em tapioca, falemos de quem realmente entende do assunto. Vamos lá: há poucos dias fomos conhecer a lanchonete O Rei da Tapioca, situada na rua Sergipe, 1437 – Savassi. [...]