Uma “vitória” indigesta

E hoje chegamos ao final do processo eleitoral elegendo um homem sem nenhuma capacidade para governar o país. Um homem sem competência, sem experiência e, sobretudo, sem humanidade para lidar com uma população tão diversa como a brasileira.

Tristes, abatidos e ainda sem acreditar.

Porém já na resistência e na esperança de mudança.

Já acordei e reli o poema de Alejandro Robino. Se a poesia dói nos filhos da puta, ela revigora e fortalece outros corações.

Alguns me mandaram mensagens dizendo que choraram muito. Eu não. Eu não choro por isso. Eu me revolto com as pessoas, não as entendo e julgo sim. O tempo e a luta são a solução, só espero que o estrago não seja tão absurdo quanto tememos.

 

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