Em Geral

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Archive for the 'Cinema e Teatro' Category

Hancock

Vimos ontem o  Hancock, com o Will Smith. Muito bacana e divertido. Tudo bem que ele vai na onda já batida dos mutantes (ou super-heróis, como preferir), mas isto não o prejudica. Principalmente se você for como nós do Em Geral que acha que filme de ficção é sempre bacana, ainda que não seja lá grandes coisas. Mas este não é o caso de Hancock; o filme é bom e o roteiro surpreende. Indicamos, pois vale a pena.

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Arquivo X e Batman, o Cavaleiro das Trevas

Sobre Batman, o Cavaleiro das Trevas, sem comentários, pois supera as expectativas, é realmente excelente.

Arquivo X, assistimos numa ida infrutífera ao cinema, querendo ver Batman. Mas é bem legalzinho, apesar de meio arrastado e de eu achar meio chatinha a tal da Scully.

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Jogo de Amor em Las Vegas

Fomos ver o filme Jogo de Amor em Las Vegas. Realmente, em se tratando de comédia romântica, não apresenta nenhuma inovação. Mas o filme é uma diversão bem gostosa, descompromissada. Rimos bastante, que é o que realmente interessa.

Ótimo para dias em que se tem vontade de ir ao cinema, mas não quer sair dali meditabundo, aborrecido ou com profundos questionamentos filosóficos. 😉

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Children of Men

Outro dia assistimos o filme “Filhos da Esperança“. Eu estava esperando muito do filme, que – por motivos vários – não havíamos conseguido assistir no cinema. Ela também aguardava com ansiedade a oportunidade de conhecer a história tão prometida no trailler que vimos há um tempão.

Mas o filme decepcionou. Não sei, mas parece que muita coisa passa em branco. Por exemplo: por qual motivo as mulheres deixam de ser férteis? O que está acontecendo no mundo que gerou aquela quantidade de conflitos? Por qual motivo são criados os campos (cidades) de refugiados? O quê são os tais “Peixes”? E, por último: por qual motivo medicamentos que induzem à morte são vendidos e anunciados à população?

A soma disso tudo e de uma narrativa um tanto quanto confusa é o que temos no filme. Como disse, fiquei decepcionado. De certa forma, o filme me lembrou o “Extermínio“… Que gostei mas que também deixa muita coisa sem ser explicada.

Bem, se estiver passando na TV a cabo e você assistir, tudo bem, mas não recomendo gastar seu dinheiro alugando e nem seu tempo baixando o filme.

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Na Natureza Selvagem

Fomos, neste fim de semana, conferir o filme Na Natureza Selvagem, de Sean Penn. Eu gostei bem mais que Ele, que achou o personagem principal um revoltado de butique. Inclusive, lendo na net a respeito, encontrei este post, que me lembra, em sua primeira parte, a critica que ouvi ao sair do cinema.

Na minha opiniao, esta imaturidade faz parte da construção do personagem, que, ao final, por uma dezena de motivos, compreende a real extensão das consequências de seus atos. Só que o aprendizado custa-lhe muito e, bem, veja o filme.

Esta critica do filme é muito boa também, vale a pena.

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Indiana Jones

Foi bem bacana ver o novo Indiana Jones. Harrison Ford continua (quase) o mesmo e nós nos sentimos com 10 anos de idade. Ficamos nos lembrando de como ficávamos emocionados dentro do cinema naquela época e em como os filmes eram mais que filmes.

Muito boa diversão. Não foi do nada que bateu as expectativas.

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Cinco frações de uma quase história

Cuidado. Este post contém spoilers.

Ontem fomos ao cinema assistir o filme “Cinco frações de uma quase história“. É muito legal ver na tela do cinema os lugares por onde a gente passa todos os dias. Imagine só… Se a gente já ficou bastante empolgado ao ver num filme os lugares por onde a gente viajou, imagine ver o seu bairro, as ruas por onde você passa todos os dias numa história na tela do cinema. É bem legal a experiência.

Sobre o filme, decidimos dar nota 2,5. As histórias são um pouco fracas, à exceção da história da noiva, que é bem interessante. Trata-se da história com a Cynthia Falabella. Esta é a última história do filme. Além dela, tem a história do homem que trabalha num abatedouro e flagra sua mulher numa traição (que é a segunda melhor história), tem também a história do juiz assassino (Jece Valadão) e do funcionário que é coagido pelo juiz a assumir a culpa do crime (história meio fraca, com uma referência clara ao Requiem para um Sonho – e até a Snatch – na maneira em que o uso de drogas é retratado. Achei meio fraco isso), tem a do Luiz Arthur, que é uma viagem bem maluca, que copia muito alguns filmes como A estrada perdida e coisas do gênero, mas de uma forma bem piorada (com direito à participação daquela senhora do Grupo Galpão e com uma referência bem ruim ao Thelma e Louise) e tem a pior de todas que é a do fotógrafo podólatra. Nesta, um fotógrafo meio obcessivo vive o processo de construção de um ensaio sobre pés e sexo. A namorada dele é aquela atriz de vídeos institucionais da prefeitura e repete no filme os mesmos trejeitos dos vídeos da prefeitura de BH.

Em minha opinião, são histórias daquelas que apelam para recursos visuais fortes e apelativos que são desnecessários. Viagens psicológicas em excesso que, quando tenta-se colocar na forma de cinema, perdem muito do impacto. Não tenho dúvidas que ler os roteiros deve ser algo muito mais bacana do que assistir o filme. As histórias mostram comportamentos muito fora da realidade vivida pela maioria das pessoas. Isso afasta demais quem assiste o filme.

Talvez por isso – a distância entre as histórias e a realidade – a gente (eu e Ela) não tenhamos gostado tanto. Embora a gente se identifique com a cidade e tenha ficado boa parte do filme identificando os locais e achando aquilo um barato, as histórias são densas demais e mostram uma realidade que talvez nem exista daquele jeito. Não que a gente quisesse um filme água-com-açúcar, mas as histórias do filme parecem querer glamorizar um comportamento de submundo, uma coisa de gente que se droga e uma situação constante de desconforto. Mas não é o desconforto de Sin City, por exemplo, que também existe mas que fica claro que é algo da ficção, mas um desconforto de que aquilo que está lá é real e acontece de verdade, embora a gente saiba que não é. Sei lá. Só sei que não gostei tanto dessa idéia de ver gente que age daquela maneira que o fotógrafo ou o personagem do Luiz Arthur de uma maneira como se fosse a coisa mais corriqueira do mundo. Isso me incomoda bastante.

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O cheiro do ralo – não perca seu tempo

Se existisse no blog a categoria ‘lixo’ o filme O Cheiro do ralo nela seria catalogado. Foi mal, mas eu não entendi a piada e não percebi a dramaticidade. E falo isto do filme pois, como não li o livro, que nem sabia existir até agorinha mesmo, dele não posso falar.

Voltando ao filme, valha-me deus, que perda de tempo; eu bem que poderia, durante sua exibição, ter tentado zerar o Mário ou, sei lá, ter lido um pouco. E só não joguei a toalha porquê, se não me engano, Ele gostou. Ou seja, fiquei firme e forte por compa (ixão) nheirismo.

Quando ouvi falar de O cheiro do ralo, diziam que agradaria sobretudo aos homens, pois a história trazia à tona os mais íntimos desejos masculinos. Tá ok, as mulheres conhecem esta história, tudo bem o filme direcionar-se para um público específico, mas ele poderia ser ao menos mais ou menos!

Filminho sem pé nem cabeça, pra ser discutido em rodinhas cool. 🙂

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Boa literatura e cinema: poucas chances de fracasso

A propósito, o ator que interpreta Caspian (Crônicas de Nárnia) será o personagem Dorian Gray na nova adaptação da obra escrita por Oscar Wilde – O retrato de Dorian Gray. Este livro é tão bacana que eu já conto os minutos para ver o filme.

Também aguardo com ansiedade os filmes Paixão Índia, Cidade do Sol e, como não poderia deixar de ser, a refilmagem de Duna, uma obra prima da literatura.

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Crônicas de Nárnia 2 – O Príncipe Caspian

Vimos ontem, no Diamond Mall, “O Príncipe Caspian”. Adoramos.

Quando do primeiro filme, Ele me deu “As Crônicas de Nárnia”, que li rapidinho. Fiquei encantada com as histórias, com a imaginação do autor, com a beleza dos personagens; enfim, com tudo. Senti por não ter conhecido a obra bem antes, quando era criança e a fantasia fazia ainda mais parte do meu dia-a-dia.

Pois é, C.S. Lewis publicou o “O Leão, A Feiticeira e o Guarda-roupa” em 1950. Depois se interessou em escrever outras crônicas que explicariam a origem do mundo de Nárnia. Ou seja, a ordem de publicação na coletânea é diferente da ordem em que as crônicas foram redigidas. Os filmes, por tudo o que indica, obedecerão a ordem em que as crônicas foram escritas pelo autor, que, após escrever “O Leão, A Feiticeira e o Guarda-roupa”, escreveu, em sequência, “O Príncipe Caspian” e “A Viagem do Peregrino da Alvorada”, que estará em cartaz em 2010.

Apesar do alto conteúdo cristão dos escritos de C.S.Lewis, a obra não se prende a demonstrá-lo de maneira explícita, o que a torna ainda mais primorosa a meu sentir. Pois que Nárnia pode ser, sim, exclusivamente, um mundo de fantasia a povoar a cabeça de adultos e crianças e não um evangelho fantástico. E quem quiser que assim o seja, tudo bem.

 

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Filmes nota 4 e 4,5

Esta é a última lista dos filmes que assistimos no cinema – juntos – até a presente data. Alguns merecerão comentários à parte, os quais faremos oportunamente.

Pois bem, os nota 4 e 4,5 são excelentes: alguns deles, também, por algum motivo, nos deram uma chacoalhada ou nos surpreenderam muito, como o Super Homem, o retorno.

Os nota 4: 12 homens e outro segredo; A queda, as últimas horas de Hitler; Adeus Lênin; O caçador de pipas; Guia do mochileiro das galáxias; Harry Potter e o cálice de fogo; King Kong; Noiva cadáver; O labirinto do fauno; O plano perfeito; Perto demais; Piratas do Caribe 2; Ray; Redentor; Sin City; Soldado anônimo; Super-homem, o retorno; Terminal; V de vendetta; X Men 3 e Batman.

Crônicas de Nárnia ficou com 4,5, sendo que Stranger than fiction e Star Wars, como já postado, ficaram com a nota máxima.

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Filmes nota ….

O jardineiro fiel e Brilho eterno de uma mente sem lembranças estavam na turma dos filmes que ganharam nota 3. Ocorre que um post especial merecia ser escrito, pois estes dois filmes foram – acho eu – os únicos que suscitaram divergências quanto a pontuação.

Normalmente saímos do cinema já discutindo a nota e, após um pouco de papo, muitas vezes regado a um milkshake de ovomaltine (do Bob’s ou do Eddie), chegamos ao resultado final e o anotamos no palm. Só que nestes dois filmes, como eu já disse, não houve unanimidade.

Eu não gostei de Brilho Eterno e ele bradou a quatro cantos ser o filme mais bacana do mundo! Eu adorei o Jardineiro, adorei a denúncia contra a indústria farmacêutica, enquanto ele malhou pra caramba a exploração do tema “comunidades carentes africanas”.

Eu achei confuso e complicado o Brilho eterno… e, quanto ao Jardineiro, fiquei pensando em quanto a gente se equivoca ao confiar em suspeitas e/ou conversas alheias..

De qualquer forma, para evitar confusões e listas apartadas, resolvemos dar nota 3 para os dois, contanto, claro, que no rodapé constasse que havia divergências.

🙂

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Filmes nota 3 e 3,5

A lista dos filmes que receberam nota 3 e 3,5 é maiorzinha. São aqueles bons ou muito bons. Os excelentes, claro, ganharam 4 ou 4,5.

Nota 3 para

A dona da história; A intérprete; A sétima vítima; Alfie, o sedutor; Babel; Colateral; Constantine; Entrando numa fria 2; Farenheit 11/9; Feiticeira; Harry Potter e a ordem da Fênix; Homem Aranha; Meu nome não é Jonny; Meu tio matou um cara; Missão Impossível 3; O amigo oculto; O clã das adagas voadoras; O quarteto fantástico; Robôs; Sentinela; Shrek terceiro; Supersize me; Transformers e A ilha.

Nota 3,5 para

300 de Esparta; Bob esponja; Capitão Sky; Chile Puede; Cruzada; Munique; O Código da Vinci; Onde os fracos não tem vez; Os irmãos Grimm; Senhores do crime; Shrek 2; O orfanato; Memórias de uma gueixa e Os incríveis.

Olhando a lista, parece-me que fizemos injustiça com alguns filmes. Mas foi a impressão do dia. Fazer o quê.

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Filmes nota 2 e 2,5

Continuando com nossa lista de filmes, estão aí os que receberam nota 2 e 2,5.

Nota 2 para: Alexandre; O Diabo veste Prada; Eu, robô; Garfield; Os produtores; Piratas do Caribe 3 e 10.000 ac.

A guerra dos mundos e Mar aberto ganharam 2,5, relembrando que as notas vão de 0 a 5.

 

 

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Filmes nota 01

De nossa lista de filmes, apenas dois receberam nota 1.

O primeiro foi o Brade Trinity, sobre o qual me recuso a escrever. Nem sei, na verdade, porque o bendito foi tão beneficiado. Mas agora já foi. Se está na nossa lista como nota 01, é nota 01!

O segundo foi Eu sou a lenda. O filme tinha tudo pra ser bom. É a adaptação de um bem cotado romance de Richard Matheson e, depois, o vislumbre da possibilidade de sermos atacados por um vírus altamente contagioso e mortal balança qualquer um. Mas o filme é chato, sem graça e o final, então.. péssimo.

Depois que me falaram que o romance é excelente, comecei a cogitar se não se trata daquele lance de literatura psicológica que, ao ser transformada em filme, vira uma porqueira.

Quando (e se) eu ler o livro, resolvo a questão.

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