

Pelo visto as azaléias são bastante fãs do tempo quente. As nossas estão lindas e nem o sol de rachar quebra-lhes o desejo de desabrochar. Só que bebem muito também; é preciso lembrar.
🙂


Pelo visto as azaléias são bastante fãs do tempo quente. As nossas estão lindas e nem o sol de rachar quebra-lhes o desejo de desabrochar. Só que bebem muito também; é preciso lembrar.
🙂
Ontem almoçamos no Pátio Savassi. Comemos uma salada na Camarão & Cia. Eu pedi a salada caprese e Ele camarões com legumes no vapor.
O prato feito no vapor demorou um pouco a ficar pronto, o que é compreensível, ou seja, nada que prejudicasse o serviço. Fato é que gostamos bastante e recomendamos. Achei bem legal que no cardápio tenha informações calóricas de algumas saladas e, lógico, que o prato seja bem servido.
í€ noite jantamos no NiHao, um restaurante self serviçe de comida japonesa no Bairro Santo Antônio, na Rua Carangola quase com Congonhas. Também recomedamos. Boa comida, servida em lugar bastante agradável.


As fotos não estão das melhores; é que foram tiradas num supetão assim que este bicão pousou na mesa em que comíamos no último domingo, em um restaurante em Belo Horizonte.
O danadinho veio chegando de mansinho, eu lhe dei alguns grãozinhos de arroz integral e o bichinho não se fez de rogado. Comeu tudinho e ainda quis mais.










Flores de cactus são sempre surpreendentes. Eu sempre me pergunto como pode uma flor tão delicada (e efêmera) surgir dentre tantos espinhos. Esta aí, então, como não bastasse a sutileza, ainda põe-se a dormir quando a noite chega.



A Praça JK está situada na Avenida Bandeirantes, uma das mais bacanas e valorizadas de Belo Horizonte. Muitas pessoas frequentam a praça com seus cães e/ou a utilizam para caminhadas. É sempre mais fresquinha que o centro por se localizar em área mais alta da capital e não raro é cenário de eventos culturais e sociais.
Passando por BH, não deixe de visitá-la. Estas fotos foram tiradas agora nas férias de janeiro. O dia estava bastante nublado, porém muito quente e belo, como podem ver.
Bem, este post é apenas para constar que estamos nos adaptando ao fim das férias, que foram muito gostosas. Não viajamos, mas, ficando quietos em casa, pudemos fazer aquele tanto de coisas que sempre desejamos e nunca temos tempo.
Vimos as 4 temporadas de 4400, vimos Carnivale (as duas temporadas existentes), mais vários filmes no cinema e muitos outros na TV. Dormimos tarde e acordamos tarde. Almoçamos todos os dias na rua, passeamos no shopping, ficamos com a família, jogamos Wii, passeamos com a Neguinha, arrumamos a casa, jantamos fora, fizemos pipoca, cuidamos das plantas e o mais gostoso pra mim: ficamos todo o tempo juntos.
Agora, nós dois acordando cedo, ainda precisamos de alguns dias para não passar a tarde bocejando. Ele começando o doutorado; eu recomeçando alguns estudos. O café estará sempre presente e o melhor: mesmo atarefados continuamos bastante tempo juntos. Isto é que é vida.
😉
Em novembro terminei a leitura de Ana Karenina e, desde então, estou para escrever a respeito. Me esqueço ou acabo me desanimando, pois sei que não conseguirei postar nada í altura.
Mesmo assim, lá vai. Ana Karenina foi um dos melhores, ou o melhor, livro que já li. O romance é surpreendente porque, apesar de ser conhecido como o maior romance da literatura mundial cujo tema é o adultério, o texto não se resume, de maneira alguma, a este tópico.
Relacionar Ana Karenina apenas com o adultério é reduzir demais o conteúdo da obra, que aborda com destaque profundas questões existenciais. É claro que o assunto é uma constante, mas não é o único. O personagem Lievin é questionador e assume papel importantíssimo no decorrer da leitura. Li, inclusive, que Lievin seria o próprio Tolstói encarnado e, parando para pensar, bem que pode ser verdade. Ele assume um personagem que de secundário nada tem e assombra com suas dúvidas e percepções.
É tocante como Tolstói consegue passar em palavras as várias nuances do amor, do desejo, do ciúmes, da vingança, da fé e a minuciosa descrição da época e dos costumes a mim me agrada muito. Sei que tal característica da obra de Tolstói afugenta muita gente, ainda mais em uma época em que a falta de tempo é a tônica dos bate-papos, mas vale a pena dar-se esta oportunidade.
O clipe acima é do filme de 1997, ao qual, a propósito, assistimos hoje. A música é belíssima e os personagens charmosos, mas é óbvio que assistir ao filme não exime de ler o livro se você quiser realmente conhecer a história.



Tivemos vários vasos de beijinho ou maria-sem-vergonha. Gosto demais desta planta, pois flore o ano todo, o tempo todo. O problema é que tanto suas folhas como flores são muito pouco duradouras.
E, como moramos em uma cobertura, tudo o que delas caía ia direto para nosso ralo, me causando muita preocupação. Vai que venta, chove muito, as florezinhas boicotam nosso ralo, e a água invade nosso apartamento?
Pensando nisso, fui obrigada a me ver livre delas, mas não sem sentir muito. As fotos acima foram tiradas antes do adeus.

Foto de nossa alamanda rosa em janeiro de 2008.

Já tem um tempo que assistimos O dia (em) que a terra parou; mas a correria das férias (acreditem, isso existe) impediu que relatássemos o ocorrido aqui antes.
O filme é um remake (dentro das possibilidades) do original dos anos 1950. Digo dentro das possibilidades porque muita coisa é diferente do original (a cidade onde Klaatu desembarca no em 1951 é Washington e no filme atual é NY) e isso pode causar certo estranhamento aos puristas.
Nós, no entanto, gostamos do filme e recomendamos para quem quiser se divertir com um blockbuster de ficção.O final é um pouco decepcionante, devo confessar; mas pelo conjunto da obra, é um filme que merece uma boa avaliação e precisa ser assistido; afinal, ficção científica é como pizza, mesmo quando é ruim, é bom 😉
Destaques positivos:
Destaques negativos:
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