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Autor: Ela Page 48 of 119

Stephen Hawking – Minha breve história

Pequena auto biografia de Stephen Hawking (apenas 140 páginas e várias fotografias raramente publicadas), Minha Breve História conta a improvável trajetória do autor, desde a infância até o reconhecimento internacional.

O livro é inteiramente escrito por Stephen Hawking, sem ajuda de terceiros, e relata a infância, a descoberta da doença e os desafios pessoais do autor com a iminência de uma morte prematura. Não há dramas em relação a  esclerose lateral amiotrófica; pelo contrário, de forma até bem humorada, prefere focar no desenvolvimento de sua carreira e ao afinco com que trabalhava suas descobertas intelectuais.

É interessante ler o próprio Stephen Hawking. Ele fala sobre o namoro e casamento com a então esposa, as dificuldades e alegrias da vida de recém casado, sobre filhos (com imenso carinho) e não deixa transparecer nenhuma mágoa (se é que teve) sobre os detalhes expostos no filme de 2014, A Teoria de Tudo, cujo roteiro foi baseado nas histórias de Jane Wide, a hoje ex-esposa.

Enfim, leitura rápida, fácil, interessante.

Eu adoro biografias; então indico, com certeza.

Hiram Sartori dá a dica: Gerando energia a partir do lixo!

Você sabia que é possí­vel gerar energia a partir do lixo?

Eu não sabia e fiquei muito animada com a ideia. Mais ainda quando descobri que já há iniciativas a esse respeito em nosso Brasil. É reconfortante saber que há gente pensando em soluções sustentáveis para a gestão e o gerenciamento deste tipo de resí­duos em nosso paí­s. Fico muito contente de já ver que há energia sendo gerada a partir do lixo. Há um aterro no interior de São Paulo (mais precisamente na cidade de Guatapará ).

Mas vamos dar os créditos a quem merece, né? Eu vi esta notí­cia no Twitter do Hiram Sartori.

Em seu site, Hiram Sartori diz.

“..Nos aterros sanitários é possí­vel provocar a biodegradação da matéria orgânica dos resí­duos sólidos, em ambiente anaeróbico, e ter como resultado a geração do biogás do lixo. O biogás é composto de 50% de dióxido de carbono e 50% de metano, que é um combustí­vel de elevado poder calorí­fico. É possí­vel a aproveitar esse gás para a geração de energia…”

Muito interessante e de certa forma bem fascinante esta ideia de gerar energia a partir do lixo? Vamos acompanhar este assunto de perto, né?

Bolo de banana, maçã e castanha do pará

Este bolo de bananas, maçãs e castanha do pará é muito bom.

Você vai precisar de:

  • 5 bananas caturras bem maduras;
  • 5 maçãs;
  • 1 iogurte natural desnatado;
  • 4CS de açúcar mascavo;
  • Canela, noz moscada;
  • 80 gramas de uvas passas;
  • 10CS de aveia (fina ou grossa);
  • 60 gramas de castanhas do pará picadinhas;
  • 1/2 CS de fermento;
  • 1/2 CS de manteiga para untar a forma

Faça da seguinte forma:

Bata no liquidificador 2 bananas caturras com o iogurte. Junte o açúcar, uma pitada generosa de canela, uma pitada de noz moscada, uma pitada de sal e bata novamente. Numa vasilha em separado misture as 3 bananas restantes picadas com as maças picadas, junte a aveia, as passas e as castanhas. Jogue por cima o conteúdo do liquidificador e misture novamente. Unte uma forma pequena com manteiga e asse a massa em forno pré-aquecido.

Pra quem faz Vigilantes do Peso, divida o bolo em 12 pedaços. Serão 3 pontos por pedaço, muito bem gastos!

Sobre reciclagem de lixo e suas implicações

Pois então. Há mais de 8 anos eu e meu marido viemos fazendo a separação do lixo orgânico do lixo reciclável. No iní­cio parecia chato e até difí­cil e muitas vezes eu me pegava jogando um lixo reciclável no meio dos orgânicos. Meu marido insistia no assunto e o hábito foi se firmando a ponto de todos da famí­lia hoje, incluindo as crianças  de 5 anos, saberem distinguir o que seja lixo orgânico do não-orgânico e acondiciona-los adequadamente. Deixamos sempre uma sacola grande no quarto dos fundos e todo o lixo que não vai para o lixo comum vai parar nela.

Houve uma época em que armazenávamos os recicláveis por uma semana e toda quarta-feira o deixávamos na porta de casa para o recolhimento pela prefeitura. Hoje, no entanto, depois de quebrarmos a cara várias vezes, levamos nós mesmos o lixo aos pontos de coleta. É que não era raro o caminhão de coleta trocar o horário ou simplesmente não passar e aí­, vocês sabem, algum animal bagunçava o lixo ou passava catador de papel e fazia aquela lambança. O problema, é óbvio, não era O catador, mas estava sendo comum vermos todo nosso lixo plástico reciclável espalhado pela calçada. Não raro também este lixo espalhado (que havia sido separado) ia para a lixeira comum pelas mãos da varrição. Teria sido interessante se tivéssemos conseguido combinar com algum catador de papel para que pudesse buscar em casa os papeis e papelões recicláveis, mas não rolou.

Hoje separamos o material e o levamos a alguma loja do supermercado Carrefour. Não dá nenhum trabalho ao contrário do que pode parecer. Assim que a sacola fica cheia a deixamos no carro e nas oportunidades que surgem a deixamos no ponto de coleta. O lixo do dia-a-dia fica muití­ssimas vezes reduzido. í€s vezes só tiramos lixo de casa 2 vezes por semana. A natureza agradeça e a consciência também. 🙂

Ah, vale falar também que muitas vezes nos esquecemos de que um lixo jogado no chão da cidade pode causar vários danos, lembre-mo-nos (Fora, Temer, mas não leve as mesóclises….rsrs) das inundações que ocorrem sistematicamente em Belo Horizonte…

Muitos acontecimentos e pouca postagem

Continuamos atualizando comentários, respondendo aos leitores etc e tal, mas as postagens do blog realmente estão deixando a desejar. Prometo trabalhar mais por aqui. 🙂

Aniversário de 5 anos!

Neste ano de 2016 nossos meninos completam 5 aninhos. Estamos e somos muito gratos í  vida por termos dois filhos maravilhosos, saudáveis, inteligentes, amorosos..

Nos últimos anos fizemos comemorações bem gostosas com eles, mas sempre apenas com a famí­lia (vovós, tios, primos..). Neste ano, comemorando os 5 anos, fizemos uma festinha maior um pouco e convidamos todos os coleguinhas da escola, suas famí­lias e alguns amigos nossos.

Fizemos um almoço num salão de festas super gostoso, um salão que tem parte fechada, com brinquedos eletrônicos, mas que também tem uma área aberta, com animais de fazenda, pônei, cabritinhos, galinhas…

Toda a arrumação da festa, desta vez, ficou por conta do buffet do salão, salvo as lembrancinhas, que eu fiz. O salão fornecia uma lembrancinha padrão, mas, como eram balas somente, resolvemos dispensá-la. No lugar das balas colocamos miniaturas de dinossauros, adesivos de dinossauros e uma palha italiana caseira, feita com cacau 100%, leite condensado, manteiga e biscoito maisena.

Como se pode ver o tema da festinha foram os dinossauros, escolhido em comum acordo entre os dois. 🙂

A festa foi simplesmente deliciosa. Todos nós adoramos!

O Capote (e outras histórias) de Gogol

“Todos nós saí­mos de O Capote de Gogol”, disse Dostoiévski e foi justamente por causa desta frase que eu tive interesse em ler este maravilhoso escritor. 🙂

Nikolai Vasilievich Gogol nasceu em 1809, na cidade de Poltava.  Sua nacionalidade é motivo de controvérsia, pois sua cidade natal fazia parte do Império Russo na época, mas atualmente pertence í  Ucrânia. Como consequência, tanto a Rússia quanto a Ucrânia reivindicam a sua nacionalidade. Muitos de seus trabalhos foram influenciados pela tradição ucraniana, mas Gogol escreveu em russo e sua obra é considerada herança da literatura russa.

Aos 20 anos Gogol conheceu Púchkin (ambos influenciadores de Tolstoi e Dostoiévski), o maior escritor russo de então, e ficaram bem amigos.  Gogol não era polí­tico –  ao contrário de Púchkin -, não tinha um programa de ação contra o regime do Czar. Era um homem de preocupações mí­sticas, religiosas. Tinha, pelo que li, um misticismo até doentio.

Seus livros são bem diferentes dos dos famosos escritores russos, os tradicionalmente conhecidos no ocidente. Ele se funda no realismo, mas com um pé inteiro no que seria chamado posteriormente de surrealismo.

O conto “O Capote” é bem interessante; seu protagonista se tornou o arquétipo do pequeno funcionário público russo. Ou seja, foi o primeiro modelo ou imagem deste tipo de funcionário, que, a meu sentir, representa também outros tipos de funcionários públicos, não só os russos e os daquela época.

Também interessantes desta edição da Editora 34 são os contos  “O Nariz”, “Noite de Natal” e “Viy”.

“Diário de um louco” foi o meu preferido (todos da edição da foto): a história narra as aventuras de um funcionário público que nutre uma paixão platônica por Sofia, a filha de seu chefe. Com um humor insuperável, Gogol demonstra que este amor não correspondido (Sofia está noiva de outro) transforma a sanidade do protagonista em loucura. O conto é um diário e à medida que a loucura chega, as datas dos escritos vão ficando desconexas.

Em um belo dia ele “se descobre” rei da Espanha e passa a espalhar a notí­cia onde quer que vá, iniciando sua derrocada social. Rabugento, reclamão, ele tem grandes idéias, entre elas interceptar a correspondência de dois cachorros: Medji (a cadelinha de Sofia) e sua amiga Fiel. O diálogo das bichinhas é realmente divertido para nós, leitores. Mas não para o protagonista, pois, através dele, ele descobre que sua amada está realmente “enrabichada” (uma das expressões da cadelinha) por seu namorado Tieplov. O apaixonado fica, então, mais perturbado  e se diz rei Fernando VIII. Mais loucuras são proferidas e o personagem acaba na cadeia, onde sofre toda sorte de maus tratos que o fazem desejar que o matem de uma vez. O conto é divertido, mas a parte final traz a reflexão sobre a loucura real e suas consequências.

Nikolai Gogol foi o maior escritor russo da primeira metade do século XIX, introdutor do realismo na literatura russa e precursor de todos os grandes escritores russos que se lhe seguiram.

Não há como não repetir: “Todos nós saí­mos de O Capote de Gógol”.

Doce de ovos tradicional

Na minha infância era muito comum ter doces em casa. Na verdade sempre tinha; sempre. Era doce de leite, de frutas, cocada.. quando não tinha um doce especí­fico tinha rapadura picada. Lembro-me muito bem do meu pai sentado vendo o jornal da noite roendo uma bitola de rapadura; ele era muito doceiro. E tinha também o doce de ovos.  Quando papai fazia era o sucesso do fim de semana. O doce de ovos dele ficava como carne moí­da. Era marrom, não tinha gosto nenhum de ovo. Era muito bom, era delicioso.

O problema é que papai já é falecido e não deixou escrita a receita do seu doce. Procurei na internet e todos os doces que vi não me pareceram com o dele. E então teve o dia que a saudade bateu e eu resolvi tentar fazer o meu próprio doce de ovos. 🙂

Como a receita do papai não rolou, peguei a da minha vó, mãe de mamãe, e resolvi testar. Quem experimentou disse que ficou idêntica a original. Mas eu achei – pelo meu costume atual de comer menos açúcar –  excessivamente doce.

De qualquer forma, eis a receita. O doce é tradicional e, para muitos, cheira e tem gosto de infância.

Ingredientes:

  • 1/2 litro de leite cru
  • 1/1 quilo do açúcar
  • 4 ovos

Como fazer: 

Bata as claras em neve, acrescente as gemas e depois o leite. Despeje então na calda, que deve estar em ponto de fio (coloque cravos na calda). Pingue 1 gota de vinagre. Não mexa.

Detalhes importantes: retire a pelí­cula das gemas antes de acrescentá-las í s claras em neve; depois de acrescentadas as gemas bata muito bem para retirar o gosto forte caracterí­stico. E depois que a massa for levada ao cozimento, na calda, e depois de adicionado o pingo de vinagre, não se deve ficar mexendo a panela. Quando notar que houve o cozimento desligue o fogo e deixe esfriar.

Frango na air fryer

Olha, uma das coisas bacanas que podem ser feitas na air fryer é o peito de frango picadinho, temperado. A dica é picar o frango, temperar a seu gosto, e depois passar todos os pedaços na farinha de trigo. A farinha de trigo impede que a água da carne saia e a deixa bem mais suculenta. Se você estiver na vibe do super light você não precisa colocar nenhum óleo. Fica bom! Mas borrifando óleo nos pedaços você terá um frango suculento e douradinho. É difí­cil, enfim, ter uma carne dourada sem nem uma gota de óleo.

A facilidade desta carne é o que surpreende.

Bolinho de arroz na air fryer; merenda caseira

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Aproveitei que fiz um bolinho de arroz na air fryer e o enviei como merenda das crianças no outro dia. E isto, claro, porque os meninos adoraram. A receita foi mais ou menos a seguinte:

  • 2 xí­caras de arroz cozido;
  • 2 ovos;
  • 50 gramas de parmesão ralado;
  • mais ou menos 1 xí­cara de farinha de trigo;
  • temperos diversos (eu não tinha cheiro verde, mas é bom colocar)

No caso da farinha de trigo, vá adicionando aos poucos: ela serve  para dar o ponto de fazer as bolinhas; serve como “liga”. Então caso você consiga com um pouco menos, ok. Se precisar de mais, pode adicionar; fui colocando no olho.

Então, junte todos os ingredientes (a farinha aos poucos) e passe no processador. Eu gostei de fazer desta forma porque a massa ficou muito fina e leve, ficaram parecendo pães de queijo. Na medida que você for passando no processador vá verificando se já dá pra fazer as bolinhas, com a ajuda de um pouco de óleo espalhado nas mãos. Como não foi nada de óleo na massa, apenas o do queijo, a bolinha continua ficando bastante leve e light.

Massa adequada e devidamente temperada, faça as bolinhas (não se esqueça do óleo nas mãos) e coloque-as diretamente na air fryer. Aqui em casa foram menos de 10 minutos para que estivessem prontinhas.

Meus meninos gostaram, perguntaram se não era pão de queijo… e no dia seguinte ainda comeram um bolinho de arroz no lanche da escola, acompanhado de meia maça (picada com faca de cerâmica e coberta com papel alumí­nio para não escurecer) e suco integral de frutas vermelhas, sem adição de açúcares extras.

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