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Categoria: Cinema e Teatro Page 2 of 4

A troca – deveria ter vencido o Oscar

Embora cronológicamente atrasados, não podemos deixar passar a oportunidade (antes tarde do que nunca, não é?) de falarmos sobre o filme A troca, com a Angelina Jolie.

atroca

Creio ter sido a maior injustiça do Oscar deste ano este filme não ter vencido na indicação de melhor atriz e nem ter sido indicado na categoria de melhor filme. A história, embora inusitada, prende. Ainda mais quando vemos que foi baseado num fato real, o filme se torna ainda mais interessante. Uma pena os detalhes de violência, mas como fazem parte dos acontecimentos, não vejo outra maneira de mostrar as coisas. O filme mostra que o Clint Eastwood, além de um ótimo ator, é um excelente diretor (Sobre meninos e lobos já era um ótimo exemplo e estamos com muita vontade de assistir Gran Torino).

A impressão é que a Angelina Jolie se esforçou bastante para mostrar que é mais do que uma Lara Croft. Neste filme estava muito boa a sua atuação. Gostamos bastante mesmo. Pena que não venceu.

Filmes na TV

Neste último fim de semana assistimos a dois filmes água-com-açúcar na TV. Vestida para casar e PS. Eu te amo.

Bacaninhas. O Vestida para casar é, digamos assim, um pouco mais infantil, mas é boa diversão. Tira um pouco de onda com as fantasias femininas acerca da cerimônia do casamento, mas acaba por defendê-la acima de tudo.

O PS. Eu te amo cutuca um pouco mais, relembrando a transitoriedade da vida e a necessidade de viver o presente sem expectativas maiores que as necessárias.

É claro que ambos não fogem de alguns clichês, mas tudo dentro da normalidade.  Notas 3 e 3,5 respectivamente.

O dia (em) que a terra parou

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Já tem um tempo que assistimos O dia (em) que a terra parou; mas a correria das férias (acreditem, isso existe) impediu que relatássemos o ocorrido aqui antes.

O filme é um remake (dentro das possibilidades) do original dos anos 1950. Digo dentro das possibilidades porque muita coisa é diferente do original (a cidade onde Klaatu desembarca no em 1951 é Washington e no filme atual é NY) e isso pode causar certo estranhamento aos puristas.

Nós, no entanto, gostamos do filme e recomendamos para quem quiser se divertir com um blockbuster de ficção.O final é um pouco decepcionante, devo confessar; mas pelo conjunto da obra, é um filme que merece uma boa avaliação e precisa ser assistido; afinal, ficção cientí­fica é como pizza, mesmo quando é ruim, é bom 😉

Destaques positivos:

  • O robozão que acompanha o Klaatu.
  • John Cleese
  • Excelentes efeitos especiais das seqí¼ências de destruição e a sacada dos nanorobôs.

Destaques negativos:

  • O enteado da Helen Benson, que é muito mal interpretado e retratado.
  • A paradinha desnecessária no McMinhoca
  • O final (querí­amos que o Klaatu continuasse sua missão)

Sete vidas

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Embora confuso nos primeiros minutos, Sete Vidas é um filme que se revela excelente e tocante. A sinopse, se lida isoladamente, soa até piegas, mas ao assistir a coisa sendo contada na tela do cinema a gente vê que a construção da trama convence e envolve.

Will Smith não para de surpreender com sua versatilidade e talento. Num dia ele é um piloto de caça na guerra do fim do mundo, em outro, um homem que se diz fiscal do imposto de renda se envolvendo com sete pessoas para mudar suas vidas. Gostamos bastante do filme que mostra uma história comovente com um desfecho muito bacana.

Uma pena a referência do nome não ser tão clara para nós. A tradução muda o sentido do tí­tulo do filme, que originalmente se chama seven pounds e não faz referência direta í s vidas das pessoas, mas sim uma espécie de “homenagem” ao mercador de veneza em função das sete ações (cada uma representando uma libra de carne, como no mercador eram cotadas as dí­vidas) que ele tem que fazer.

Em nossa escala de 0 a 5 este filme fica com um merecido 4.

Quarentena: 1h29m perdidos

Até agora não acreditamos como – mais uma vez – tivemos a coragem de entrar em um cinema para ver um filme de terror. A verdade é que gostamos de filmes de terror e nos resta uma esperança, ainda que abalada, que algum dia encontraremos um bom filme neste gênero.

Ontem não foi diferente. Estivemos no shopping para ver O curioso Caso de Benjamin Button, mas a sessão já estava lotada. Havia outras escolhas, mas fomos direto no tal do Quarentena, um dos piores filmes de terror em nossa opinião.

A coisa já começa errada no momento em que a câmera encontra-se nas mãos de um dos atores, no pior do estilo “estamos fazendo uma reportagem”.  Bem, praticamente toda historia de terror é ridí­cula, com monstros inexistentes, zumbis pra lá de barangos, mas este filme não provoca nada a não ser risos.

Muita gente – inclusive Ele – teve acesso de risos dentro do cinema, principalmente na cena em que a menininha dona do cachorro inicialmente doente ataca os médicos do governo. Foi realmente hilário, se não fosse pelo fato de que perdemos uma boa oportunidade de ver, por exemplo, A Troca, com a Angelina Jolie.

A propósito, acabei de ler que Quarentena é uma refilmagem de REC. Vamos baixá-lo e ver qual é. Depois postamos aqui a respeito.

Queime depois de ler

No último final de semana fomos ao cinema assistir o novo filme dos irmãos Coen: “Queime depois de ler“.

Gostamos bastante. Vale nota 4 em nosso ranking pessoal (que vai até 5).

Embora algumas coisas fiquem um pouco confusas (por exemplos: em algumas seqí¼ências da história do Osbourne Cox e também na história do Harry) o que vale é a experiência geral do filme, que funciona muito bem.

Pontos bastante positivos: a atuação do Brad Pitt é algo que vale um destaque í  parte. O ator se mostra mais do que versátil; você realmente fica convencido de que aquele personal trainer é realmente daquele jeito. Outro destaque é para o George Clooney, que também está muito bacana. O presente que ele faz para a mulher é hilariante…

Enfim, o roteiro é bem legal (exceto por um acontecimento ou outro que ficam meio que sem explicação) e você nem vê o tempo passar.

Vale muito a pena.

Ensaio sobre a cegueira

Recentemente fomos ao cinema para assistir o tão falado filme do diretor Fernando Meirelles que adapta o elogiado livro de José Saramago, “Ensaio sobre a cegueira“.

O quê achamos? Bem… Não achamos muito legal, não.

Os motivos são apresentados a seguir:

  • Será que se todos ficarmos cegos realmente perderemos a noção e nos comportaremos como animais?
  • Será que precisava pegar tão pesado com sexo e nudez?
  • Será que somos mesmo assim?

Talvez não tenhamos entendido bem as metáforas evocadas no filme – mesmo porquê, quem leu o livro nos disse que no texto as coisas não aconteceram daquela maneira mostrada na tela (nenhuma surpresa).

Mas o fato é que o filme nos deixou bem desconfortáveis. De um jeito que não precisava; principalmente se a idéia era mostrar a mensagem de que estamos cegos para as coisas que nos fazem bem.

Sei lá. Não recomendamos pagar para assistir no cinema… Se estiver passando na TV, vale a pena. A não ser que esteja passando algo melhor em outro canal. í“bvio 🙂

Hancock

Vimos ontem o  Hancock, com o Will Smith. Muito bacana e divertido. Tudo bem que ele vai na onda já batida dos mutantes (ou super-heróis, como preferir), mas isto não o prejudica. Principalmente se você for como nós do Em Geral que acha que filme de ficção é sempre bacana, ainda que não seja lá grandes coisas. Mas este não é o caso de Hancock; o filme é bom e o roteiro surpreende. Indicamos, pois vale a pena.

Arquivo X e Batman, o Cavaleiro das Trevas

Sobre Batman, o Cavaleiro das Trevas, sem comentários, pois supera as expectativas, é realmente excelente.

Arquivo X, assistimos numa ida infrutí­fera ao cinema, querendo ver Batman. Mas é bem legalzinho, apesar de meio arrastado e de eu achar meio chatinha a tal da Scully.

Jogo de Amor em Las Vegas

Fomos ver o filme Jogo de Amor em Las Vegas. Realmente, em se tratando de comédia romântica, não apresenta nenhuma inovação. Mas o filme é uma diversão bem gostosa, descompromissada. Rimos bastante, que é o que realmente interessa.

í“timo para dias em que se tem vontade de ir ao cinema, mas não quer sair dali meditabundo, aborrecido ou com profundos questionamentos filosóficos. 😉

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