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Plantas, delicadezas da vida

A casa de minha mãe sempre foi cheia de vasos de plantas, mas eu jamais fora responsável por eles e, por isso, tinha dúvidas se conseguiria manter e cuidar dos meus próprios. Assim, logo depois que meu casei, providenciei umas suculentas, que são plantas de fácil lida. Posteriormente, fomos adquirindo outras  e eu posso garantir que gosto e me preocupo muito com cada uma delas.

Enfim, pra minha surpresa, não só as suculentas vingaram. Hoje temos uma pequena jabuticabeira, uma dama-da-noite, algumas arecas, uma jibóia, uma orquí­dea, dois pés de alamanda, um imbé, uma pitangueira, dois ficus, um pé de mexerica, um bonsai de romã, algumas azaléias miniatura, dois vasos de beijinho, um pezinho de boldo e um de hortelã.

Isto, claro, sem contar as suculentas: temos as da foto, três dependuradas na parede e uma que teve que se mudar para a cozinha. A área de serviço também teve que abrigar uma planta que não suportou o sol constante da varanda.

Compramos algumas mudas, ganhamos outras.. o que sei é que, apesar de dar um pouquinho de trabalho, ter e cuidar de plantas é uma das coisas gostosas da vida. E quando elas nos surpreendem com frutos e/ou flores é bem bacana; é mesmo supimpa pra quem preza observar as delicadezas da vida.  

 

Cum granu salis

Embora consagrada, a expressão latina acima nunca fez parte do meu vocabulário. Hoje, coincidentemente, a vi em dois textos e, bem, ela pode ser útil algum dia.  Pra quem gosta, enfim, de curiosidades da linguagem, cum granu salis quer dizer com ponderação, com parcimônia, como ela mesma já deixa transparecer.

O cheiro do ralo – não perca seu tempo

Se existisse no blog a categoria ‘lixo’ o filme O Cheiro do ralo nela seria catalogado. Foi mal, mas eu não entendi a piada e não percebi a dramaticidade. E falo isto do filme pois, como não li o livro, que nem sabia existir até agorinha mesmo, dele não posso falar.

Voltando ao filme, valha-me deus, que perda de tempo; eu bem que poderia, durante sua exibição, ter tentado zerar o Mário ou, sei lá, ter lido um pouco. E só não joguei a toalha porquê, se não me engano, Ele gostou. Ou seja, fiquei firme e forte por compa (ixão) nheirismo.

Quando ouvi falar de O cheiro do ralo, diziam que agradaria sobretudo aos homens, pois a história trazia í  tona os mais í­ntimos desejos masculinos. Tá ok, as mulheres conhecem esta história, tudo bem o filme direcionar-se para um público especí­fico, mas ele poderia ser ao menos mais ou menos!

Filminho sem pé nem cabeça, pra ser discutido em rodinhas cool. 🙂

Mario Bros e as poucas habilidades manuais

Eu sei que ficou tosquinho, mas foi apenas um teste. Fiz rapidinho, em papel mole e com tesoura grande. Da próxima, vou fazê-lo colorido e caprichar.

😀

Boa literatura e cinema: poucas chances de fracasso

A propósito, o ator que interpreta Caspian (Crônicas de Nárnia) será o personagem Dorian Gray na nova adaptação da obra escrita por Oscar Wilde – O retrato de Dorian Gray. Este livro é tão bacana que eu já conto os minutos para ver o filme.

Também aguardo com ansiedade os filmes Paixão índia, Cidade do Sol e, como não poderia deixar de ser, a refilmagem de Duna, uma obra prima da literatura.

Crônicas de Nárnia 2 – O Príncipe Caspian

Vimos ontem, no Diamond Mall, “O Prí­ncipe Caspian”. Adoramos.

Quando do primeiro filme, Ele me deu “As Crônicas de Nárnia”, que li rapidinho. Fiquei encantada com as histórias, com a imaginação do autor, com a beleza dos personagens; enfim, com tudo. Senti por não ter conhecido a obra bem antes, quando era criança e a fantasia fazia ainda mais parte do meu dia-a-dia.

Pois é, C.S. Lewis publicou o “O Leão, A Feiticeira e o Guarda-roupa” em 1950. Depois se interessou em escrever outras crônicas que explicariam a origem do mundo de Nárnia. Ou seja, a ordem de publicação na coletânea é diferente da ordem em que as crônicas foram redigidas. Os filmes, por tudo o que indica, obedecerão a ordem em que as crônicas foram escritas pelo autor, que, após escrever “O Leão, A Feiticeira e o Guarda-roupa”, escreveu, em sequência, “O Prí­ncipe Caspian” e “A Viagem do Peregrino da Alvorada”, que estará em cartaz em 2010.

Apesar do alto conteúdo cristão dos escritos de C.S.Lewis, a obra não se prende a demonstrá-lo de maneira explí­cita, o que a torna ainda mais primorosa a meu sentir. Pois que Nárnia pode ser, sim, exclusivamente, um mundo de fantasia a povoar a cabeça de adultos e crianças e não um evangelho fantástico. E quem quiser que assim o seja, tudo bem.

 

Flanelinhas, uma afronta ao cidadão

Eu fico roxa só de ouvir a palavra flanelinha. Não consigo admitir, de maneira alguma, que estes sujeitos que vivem de extorquir os outros possam ser chamados de trabalhadores.

Ok, uns não extorquem e estão ali realmente para lavar carros, com todas aquelas buchas sujas e água barrenta, mas, vamos e venhamos, pelo menos em Belo Horizonte, estes caras são minoria. A maioria te intimida na maior e ai de você se não der “o cafezinho”.

Na última quarta-feira, dia 28, o inusitado ocorreu: os integrantes da Associação dos Lavadores e Guardadores de Veí­culos de Minas Gerais fizeram uma manifestação exigindo que a Prefeitura garanta a instalação de padrões de água e luz nas ruas e reserve espaços para que eles possam lavar os carros. Eles também pleiteiam o fim de uma cobrança anual feita pelo Sindicato da “categoria”, mais desconto na compra do faixa azul.

Segundo o presidente da associação, os flanelas estão chateados com a atual situação e pretendem fazer uma ‘paralisação’, que seria negativa para a população, com o aumento no número de roubos a carros. Parece piada, mas não é. E eu fico aqui, esperando ansiosa pela greve anunciada.

A alamanda não decepciona

Quando estávamos iniciando nossa busca por plantas e flores que resistem bem ao sol, ao vento e í  chuva, procuramos vários artigos sobre paisagismo. Todos eram unânimes em indicar a alamanda, esta plantinha aí­ da foto.

Primeiramente, compramos esta amarela e, em um ano, ela deu pinta de ser mesmo batuta. Cresce rápido, não é chegada a infestações de colchonilhas, pulgões, formigas e pragas em geral. Além disso, flore constantemente e suas folhas são de um verde muito lustroso. Quem tem criança e/ou filhote de cachorro deve tomar cuidado, pois a alamanda é tóxica. A primeira foto é de agosto de 2007 e a segunda, de maio de 2008.

Animados, fomos a uma flora perto de casa e compramos, agora em fevereiro, outra alamanda. Só que desta vez compramos a que produz flores de um roxo intenso. As folhas desta variedade são mais rústicas, mais rugosas e ásperas, diferentes das folhas da outra. Vamos ver como esta evoluirá no perí­odo de um ano.

Despedimo-nos do Chile

É muito difí­cil, passados alguns meses de nossa chegada, dizer do que mais gostamos no Chile. Nem sei, em verdade, se saberí­amos dizê-lo assim que descemos em Confins. Enumerar um lugar, uma situação ou um dia seria injusto, porque tudo foi muito bom.

No caso do Chile, presentes todas as qualidades que venho mencionando no decorrer dos posts, foi ótimo realizar um plano antigo nosso, de viajar sem rumo, sem hotéis reservados, sem caminhos pré-definidos. Pois foi assim que fomos indo, de acordo com as vontades, de acordo com a conveniência. Espero, mesmo, poder fazer outras viagens assim, encontrando lugares tão interessantes, receptivos e seguros. E um dia, quem sabe, retornaremos ao Chile e rumaremos ao sul, até as belezas da Patagônia.

Chile Puede – um filme bacana

De cara, desde o primeiro dia em que chegamos a Santiago, vimos a propraganda do filme Chile Puede, um filme – obviamente – nacional. Bateu uma grande curiosidade, sanada quando retornamos de São Pedro do Atacama. Bem, foi muito bacana a experiência. Primeiro porquê o cinema em que fomos, bem no centro da capital, era daqueles enormes, que não existem mais em Belo Horizonte. Segundo porquê o filme é mesmo legal; é uma comédia/ficção cientí­fica e, apesar de os efeitos especiais não serem lá estas coisas, como já esperávamos, o texto tem boas tiradas, sendo bem engraçado. Vale a pena dar uma conferida no trailler.

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