emgeral.com

um blog sobre todas as coisas em geral

Bolo de feijão, café e chocolate

bolo-cafe-e-choco

Este foi o segundo bolo de feijão que testei. Ainda tenho uma terceira receita (mais fácil de fazer, só de liquidificador praticamente).

É gostoso, meus filhos adoraram. Porém é um bolo bem forte. Não rola comer muito, o que é grande vantagem.

A outra vantagem é que a receita já vem pontuada, facilitando a vida dos VPs. 🙂

 

Luto da famí­lia Silva, de Rubem Braga (1935)

Interessantí­ssimo este conto, quase uma premonição de Rubem Braga dos idos tempos em que Lula foi governante. O encontrei bem sem querer, fuçando os livros numa nossa incursão pela biblioteca pública de BH. As crianças amam o passeio. Ele fica louco com os quadrinhos; ela com todos os livros no geral. Eu, í s vezes cansada dos livros infantis, me distraio com outros, juvenis ou nem tanto.. Sem adentrar no mérito de culpas e responsabilidades, estamos neste momento numa era de trevas. Direitos reduzidos.. Conservadores, religiosos, machistas, misóginos, racistas e homofóbicos no poder. Enfim, o conto volta a ser atual.

Luto da famí­lia Silva  (Rubem Braga)

Assistência foi chamada. Veio tinindo. Um homem estava morto. O  cadáver foi removido para o necrotério. Na seção dos “Fatos Diversos” do Diário  de Pernambuco, leio o nome do sujeito João da Silva. Morava na Rua da Alegria. Morreu de hemoptise.
João da Silva – Neste momento em que seu corpo vai  baixar í  vala comum, nós, seus amigos e seus irmãos, vimos lhe prestar esta homenagem. Nós somos os Joões da silva. Nós somos os populares Joões da Silva. Moramos em várias casas e em várias cidades. Moramos principalmente na rua. Nós  pertencemos, como você, í  famí­lia Silva. Não é uma famí­lia ilustre; nós não temos avós na história.
Muitos de nós usamos outros nomes, para disfarce. No fundo, somos os Silva. Quando o Brasil foi colonizado, nós éramos os degredados. Depois fomos os í­ndios. Depois fomos os negros. Depois fomos imigrantes,  mestiços. Somos os Silva. Algumas pessoas importantes usaram e usam nosso nome.Â É por engano.
Os Silva somos nós. Não temos a mí­nima importância. Trabalhamos andamos pelas ruas e morremos. Saí­mos da vala comum da vida para o mesmo local da morte. í€s vezes, por modéstia, não usamos nosso nome de famí­lia. Usamos o sobrenome de Tal”. A famí­lia Silva e a famí­lia “de Tal” são a mesma famí­lia. E,  para falar a verdade, uma famí­lia que não pode ser considerada boa famí­lia. Até  as mulheres que não são de famí­lia pertencem í  famí­lia Silva. João da  Silva – Nunca nenhum de nós esquecerá seu nome.
Você não possuí­a sangue azul. O  sangue que saí­a de sua boca era vermelho – vermelhinho da silva. Sangue de nossa  famí­lia. Nossa famí­lia, João, vai mal em polí­tica. Sempre por baixo. Nossa famí­lia, entretanto, é que trabalha para os homens importantes. A famí­lia  Crespi, a famí­lia Matarazzo, a famí­lia Guinle, a famí­lia Rocha Miranda, a  famí­lia Pereira Carneiro, todas essas famí­lias assim são sustentadas pela nossa  famí­lia.
Nós auxiliamos várias famí­lias importantes na América do Norte, na Inglaterra, na França, no Japão. A gente de nossa famí­lia trabalha nas plantações de mate, nos pastos, nas fazendas, nas usinas, nas praias, nas fábricas, nas minas, nos balcões, no mata, nas cozinhas, em todo lugar onde se trabalha.
Nossa famí­lia quebra pedra, faz telhas de barro, laça os bois, levanta  os prédios, conduz as bondes, enrola o tapete do circo, enche os porões dos  navios, conta o dinheiro dos Bancos, faz os jornais, serve no Exército e na Marinha. Nossa famí­lia é feito Maria Polaca: faz tudo. Apesar disso, João da Silva, nós temos de enterrar você é mesmo na vala comum. Na vala comum da miséria. Na vala comum da glória, João da Silva. Porque nossa famí­lia um dia há de subir na polí­tica…
(Junho, 1935)

Frango indiano com espinafre

indiano-inicio

indiano-espinafre-batido

indiano-espinafre-picado

Aqui em casa nós amamos a comida indiana. Pelo menos a indiana que é feita aqui no ocidente, claro, que já deve ser bem adaptada ao nosso paladar. Ela é cheirosa, diferente. Aqui em Belo Horizonte nós temos poucos restaurantes indianos, mas todos que já visitamos nos apresentou uma comida deliciosa. Aqui nós temos o restaurante Maharaj, que fica no Funcionários, O Namastê, que fica no Prado e o Buffet Bhagwan, no Bairro Sagrada Famí­lia. Este último é o mais simples e hoje em dia oferece até comida a quilo no horário do almoço. O quilo tem bom preço, porém poucas opções. Mas acho que ainda vale pelo delicioso pão shapati. Enfim, sempre que dá nós gostamos de variar o paladar indo a um restaurante indiano, embora o preço não tenha sido nem um pouco convidativo.

Então outro dia resolvi arriscar e busquei uma receita na internet. Fiz uma variação, trocando o vinho branco pela cachaça e não usei o tempero nominado caril, que não tinha em casa. Ficou tão bom, mas tão bom, que já repeti a receita, batendo no liquidificador o espinafre e também já repeti sem o leite de côco. Já fiz na casa da minha mãe também e foi aprovado por quase 100% dos comensais. Minha mãe não gostou, vale dizer. Mas ela só come frango, arroz, feijão e salada. 🙂

Bom, vou te ensinar, então, a fazer o frango indiano com espinafre. Pelas fotos você pode ver que em uma das receitas eu piquei o espinafre e que, na outra, liquidifiquei (poderia ter ficado mais encorpado o creme de espinafre). A diferença foi apenas esta. No mais, mãos a obra, faça também! Ah, eu também fiz o dobro da receita que vou te passar.

Você vai precisar de:

  • 2 peitos de frango
  • 1 lata de leite de côco
  • cominho em pó
  • canela
  • gengibre fresco ralado (pode ser em pó)
  • açafrão
  • 1 cebola grande
  • 2 dentes de alho
  • 1 molho de espinafre
  • leite e maisena
  • azeite
  • coentro (fresco de preferência; mas pode ser em pó)
  • sal
  • 1/2 copo de pinga

Faça da seguinte forma:

Tempere os peitos de frango cortados em cubinhos com 1 colher de chá de cominho, 1 colher de chá de canela, 1 colher de chá de gengibre ralado. Deixe pegar os temperos por no mí­nimo 30 minutos. Refogue a cebola e os dentes de alho em azeite, junte o frango, a cachaça e deixe cozinhar. Agora você junta o espinafre (cru picadinho ou cozido em pouca água e batido no liquidificador) e cozinhe mais um pouco. Junte o leite de côco e deixe em fogo brando por cerca de 5 minutos. Dissolva de 1 a 2 colheres de maisena num pouco de leite desnatado e junte na panela para engrossar o molho. Coloque o açafrão, um pouco de pimenta (se gostar) e o coentro. Acerte o sal.

Olha, fica muito bom. O ideal é comer com o pão indiano, o chapati (que eu quero aprender a fazer). Mas aqui, na falta dele, comemos com o velho e  bom arroz e ficou perfeito.

Voilá e bom apetite.

O maior espetáculo da Terra, as evidências da evolução

Leitura indispensável. Não há como não ler O maior espetáculo da terra, de Richard Dawkins.

Dele eu já havia lido Deus, um delí­rio, O gene egoí­sta e  O Capelão do Diabo. 

Dawkins tornou-se uma figura internacionalmente conhecida pela sua cruzada em defesa do ateí­smo e da supremacia do pensamento cientí­fico sobre as concepções mí­sticas do mundo. É autor também de um trabalho que renovou o entendimento da obra de Charles Darwin. E se meu apreço por ele já era grande, ficou ainda maior.

O maior espetáculo da terra  começa nos mostrando que não há achismos ou intuições no que diz respeito a evolução. Que não há, na verdade, uma teoria da evolução, mas um fato, incontestável como qualquer outro fato da ciência. E explica o motivo.

Ele traz uma série de experiências com a criação  de animais, cultivo de plantas, nos define a seleção natural e a artificial; clareia, de maneira relativamente simples, como evidências moleculares mostram que o ancestral que tivemos em comum com os chimpanzés viveu há cerca de 6 milhões de anos ou um pouco antes. Fala sobre o mito do elo perdido na evolução humana, explica pormenorizadamente nossa árvore de parentesco não só com os primatas (como poderí­amos pensar), mas com todos os animais existentes hoje. Ou seja, nós todos viemos de um único ser. Dawkins menciona os negadores da história  (que só proliferam) e também de como a paz e a alegria, mas também a dor e o sofrimento  fazem parte da vida de absolutamente todos os seres vivos.

O último capí­tulo é lindo. Ele descreve o porquê de haver “grandeza nessa visão de vida”. De haver grandeza na visão naturalista da vida, na vida sem deus. Na vida que não se deu “por acidente, e sim pela consequência direta da evolução pela seleção natural não aleatória – única na vida, o maior espetáculo da Terra”.

♥

5 anos e 4 meses de ótima alimentação

prato

Sai mês, entra mês, a alimentação daqui de casa não se modifica. Nunca deixamos de ter o basicão: arroz, feijão, uma proteí­na, dois ou três legumes e algumas folhas. Eu ainda tenho um certo problema com legumes crus. Até as folhas gosto de refogar, na verdade.

Ou talvez eu tenha aquele ranço de achar que legumes cozidos sejam mais palatáveis às crianças, não sei. Fato que aqui em casa não faltam diversidade e apetite. É normal que, eventualmente, um ou outro tome café da manhã mais tarde e faça um almoço mais modesto ou que passem a manhã mais parados e fiquem meio sem fome. Mas a regra são todos dois aceitarem tudo o que eu faço e pedirem repeteco inclusive dos legumes. Meu menino tem rejeitado brócolis (ela ama), mas a bem da verdade até eu ando meio enjoada.

Em dois dias da semana eu os tenho levado ao clube para atividade física direcionada, que dura 1:30hs. Depois ainda nadam e brincam. Nestes dias, meu amigo, os pratos são mais que caprichados. E o café da manhã também. Eles são dois bezerrinhos; tomam leite, comem pão e queijo. E eu sempre tento incluir uma frutinha. Volta e meia me pedem mingau e também o famoso cereal de milho. Neste último caso, faço esforço para encontrar o sem açúcar. Infelizmente a escola tem do cereal açucarado e agora eles sempre reclamam que o daqui de casa não é tão bom.

Os lanches que tenho mandado para a escola tem sido similares aos que já postei aqui no blog. Sempre um suco natural (hoje foi de melancia) ou de caixinha integral sem açúcar acrescentada, uma fruta (hoje foi banana prata) e um carboidrato (hoje mandei biscoitos de polvilho e um queijinho processado).  Vou revezando os sucos com leite puro integral, Iakult ou iogurtes variados (líquidos ou pastosos).

Normalmente, quando mando leite puro, envio também bolo de frutas ou biscoitos doces, estilo cookies integrais. Nunca biscoitos recheados. Estes são outros que só comeram porque alguns colegas levam de casa.

Enfim, duas crianças ótimas de garfo ainda, não posso reclamar de nada!

As fotos são de nossos pratos do almoço. Na primeira: repolho, talos e folhas de beterraba. Na segunda: peito de frango, feijão preto, taioba refogada, abóbora, cenoura e xuxu.

Mãos curiosas

Outro dia fiz um empadão de frango aqui em casa; ficou bom. Mas o mais gostoso foi ter a companhia, pelo menos na hora de abrir a massa, de minha doce filhota. As mãozinhas adoram a farinha, a sujeira, o diferente. A brincadeira passa por comer um pouquinho de massa crua também, claro. O garotinho estava pertinho, porém hipnotizado por um desenho animado.

Neste dia deixei que eles assistissem um pouco de TV depois da aula, o que acontece muito raramente. Normalmente depois da escola a programação é banho, lanche (ou na ordem inversa), histórias e cama. Mas esta era uma sexta-feira chuvosa e fria, que pedia um empadão morninho e bem recheado. Então deixei que os dois aguardassem o término do prato vendo desenhos, o que fizeram não sem perguntar a todo instante se já estava assado e pronto pra comer.

Na hora de abrir a massa ela veio, me ajudou, brincou um pouco nágua me ajudou lavando algumas louças na pia e voltou pra companhia do irmão.

Gosto muito quando estão todos em casa e eu posso fazer algo diferente na cozinha. Dela me canso sim, í s vezes só quero comer fora de casa, mas há um imenso prazer em cozinhar algo que comam com aquela boca boa de casa de mãe.

Bolo de nozes recheado

Ninguém é de ferro, né? De vez em quando a gente merece se esbaldar num bolo recheado, cheio de cremes, chocolates e afins. E assim o fiz neste fim de semana. Na verdade estávamos comemorando o aniversário de um irmão e, então, resolvi contribuir com esta belezinha.

Demorei mais ou menos 3 horas para fazer, dentre bater, assar e desenformar o bolo. Cortar, rechear e cobrir com o brigadeiro. Vale dizer que o próximo cobrirei com ganache para ficar menos doce.

Vamos ao fací­limo bolo de nozes então!

Você vai precisar de:

  • 4 ovos
  • 1 lata de leite condensado
  • 1 xí­cara de biscoito Maria triturado
  • 1 xí­cara de nozes trituradas
  • 1 colher de sobremesa de de fermento em pó e uma pitada de sal

Como fazer

Para fazer o bolo basta bater tudo no liquidificador e colocar no forno para assar em forma untada. No caso do meu, usei uma forma de fundo removí­vel e cobri a parte de fora com papel alumí­nio para caso vazasse massa da forma. O que não aconteceu, ainda bem!

Depois de assado, deixe esfriar para desenformar. Cuidadosamente, então,  divida o bolo em dois e recheie com o recheio de sua preferência. Usei, neste dia, Danete pronto. Mas pode ser doce de leite, ganache, o que desejar. Cubra o recheio com a outra parte do bolo e coloque a cobertura.

Minha cobertura foi brigadeiro com nozes. Fiz assim: antes de levar o leite condensado í  panela eu o liquidifiquei com o resto das nozes que tinha em casa. Depois fiz o brigadeiro normalmente, usando cacau puro (e não achocolatado). Se você quer um bolo mais elegante não use o Danette, ok? Eu usei porque tinha pouco tempo! Ficou sim muito bom, porém poderia ficar menos doce e mais suave.

O bolo foi super apreciado. Foi quase todo embora na hora do almoço mesmo!

Escova para desembaraçar o cabelo das pequenas

img_20161109_171408

Este NíƒO é um post patrocinado, ok? Não ganho nada desta empresa Ricca, mal sei sobre ela. Só sei que outro dia estive nas Lojas Rede, daqui de Belo Horizonte (também não ganho nada da Rede..rs) e questionei a atendente sobre uma boa escova para desembaraçar  cabelo de criança, que a gente sabe que é fininho e que dá um baita trabalho se estiver grande, caso aqui de casa. Minha filha tem lindos cabelos cor de mel, cacheados, lindos lindos. Porém começa a gritar desde o momento em que apareço na porta com a escova ou pente. E a gente sabe que dói mesmo, já fomos criança e passamos por isso.

Então, estava disposta a comprar qualquer que fosse a escova indicada, nem que ela custasse os olhos da cara. Qual não foi minha surpresa quando a vendedora me mostra esta, uma escova feita para os cabelos infantis. As cerdas são como de outras escovas; o diferencial é que estas tem diferentes alturas, facilitando o desembarace, sem puxar ou quebrar os fios. O cabo também é anatômico e ela vem com uns adesivos pra criança personalizar a experiência

Eu paguei aproximadamente R$ 26,00 nas Lojas Rede agora em agosto. Mas penso que se acha mais barata na internet ou em lojas do ramo.

Gostamos e aprovamos.

Chá Comigo, charme no Sto Antônio

bruschetta

chacomigo2 chacomigo3 chacomigo04chacomigo5

Há algum tempo, não sei ao certo precisar, abriu aqui em Belo Horizonte uma gostosa casa de chás, chamada Chá Comigo. E, pelo que podemos constatar, pois passamos direto na porta,  está fazendo o maior sucesso. Sempre que passamos em frente a casa está cheia, o que é muito bom. Ver alguém, nestes tempos bicudos, empreendendo e sendo bem recebido pelo mercado dá gosto.

No mês de junho eu estive lá com uma amiga e nós passamos uma tarde muito agradável. Desde então fiquei morta de vontade de ir com Ele. Chegando as férias de julho pude convidá-lo e lá fomos nós.

A casa não cobra pela água, o que eu acho que já é um avanço muito grande nesta roça chamada Belo Horizonte. No meio do salão principal há um filtro, copos disponí­veis e o aviso de que a água e a internet são livres. Os estabelecimentos no geral tem um ótimo lucro ao vender água, mas a gentileza de fornecê-la ao frequentador faz a casa ganhar muito mais: simpatia e fidelidade do cliente.

No dia em que fui com a amiga comemos pãezinhos de queijo recheados, tomamos café comum coado e ela comeu uma torta com recheio de doce de leite. No dia em que fui com meu marido tomei o café com Baileys, comemos bruschettas com brie e geleia e eu não resisti. Caí­ de boca na torta do dia. Ele tomou um chá, mas infelizmente não me lembro qual foi. Tudo muito gostoso e bem preparado.

O atendimento é legal; os funcionários podem até servir í  mesa, mas o sistema da casa é o de você mesmo ir ao balcão fazer e depois buscar o pedido. Das duas vezes que estive lá fui bem atendida, só tenho elogios. A decoração é simples, aconchegante. E ah, eles vendem alguns produtos (biscoitinhos, geleias), talvez produção do local.

Enfim, que a casa se mantenha com o sucesso de agora e ainda mais. Que todo o trabalho dos donos (ou da dona ou do dono..rs) seja bastante recompensado.

Vá você também conhecer, você vai gostar.

Stephen Hawking – Minha breve história

Pequena auto biografia de Stephen Hawking (apenas 140 páginas e várias fotografias raramente publicadas), Minha Breve História conta a improvável trajetória do autor, desde a infância até o reconhecimento internacional.

O livro é inteiramente escrito por Stephen Hawking, sem ajuda de terceiros, e relata a infância, a descoberta da doença e os desafios pessoais do autor com a iminência de uma morte prematura. Não há dramas em relação a  esclerose lateral amiotrófica; pelo contrário, de forma até bem humorada, prefere focar no desenvolvimento de sua carreira e ao afinco com que trabalhava suas descobertas intelectuais.

É interessante ler o próprio Stephen Hawking. Ele fala sobre o namoro e casamento com a então esposa, as dificuldades e alegrias da vida de recém casado, sobre filhos (com imenso carinho) e não deixa transparecer nenhuma mágoa (se é que teve) sobre os detalhes expostos no filme de 2014, A Teoria de Tudo, cujo roteiro foi baseado nas histórias de Jane Wide, a hoje ex-esposa.

Enfim, leitura rápida, fácil, interessante.

Eu adoro biografias; então indico, com certeza.

Page 47 of 119

Desenvolvido em WordPress & Tema por Anders Norén