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Meu retorno às aulas de yôga

Pois então. Julho foi um mês um tanto corrido pra gente. Questões de saúde na famí­lia e algumas questões pessoais fizeram que nos afastássemos um pouco dos nossos compromissos rotineiros. Minhas aulas de yôga, por exemplo, precisaram ser deixadas de lado por um tempinho, pelo menos até que a poeira baixasse.

Na verdade, não abandonei o yôga por tanto tempo assim; foi apenas um mês de afastamento, mas um mês que a mim me pareceu uma eternidade. Enfim, passada a tormenta de julho, estou de volta í  minha prática, com muito prazer. E eu pretendo trazer mais informações sobre o Swásthia yôga; espero que os leitores do Emgeral gostem.

Byblos Roastery: sementes de abóbora

Em junho falamos por aqui do milho salgado e torrado da marca Byblos Roastery. E, por ora, podemos dizer que também experimentamos as sementes de abóbora torradas da mesma marca. E, olha, aprovamos, porque não são tão salgadas quanto costumam ser as demais sementes de abóbora torradas.

Nós as encontramos no Super Nosso Ecológico, situado no Serena Mall, caminho para Nova Lima, um supermercado daqueles que dá gosto de ir, cheio de produtos diferentes e que inspira sofisticação sem afetação. E os preços nem estavam mais altos que os supermercados de todo o dia, o que nos agradou bastante. A nota desagradável é que compramos uma geléia diferente na promoção e só vimos que estava vencida em casa, mas isto fica para um próximo post.

Enfim, aprovamos as sementes de abóbora da Byblos Roastery. Vale experimentar. O preço? Estavam por R$ 5,00.

Mais frozen yogurt

Este também é bem gostoso.

Depois de nossa deliciosa descoberta de meses atrás, pusemo-nos a aproveitar bastante esta iguaria. Qual não foi nossa surpresa ao nos depararmos ontem com o Yogoberry na loja do Diamond Mall. Experimentei o de chá verde e Ela foi de Natural. Uma delí­cia! Comparáveis aos do Yoggi. Suaves, leves, na consistência exata. Recomendamos que você também experimente….

E por falar em Yoggi, devo ressaltar que em nossas aventuras por lá, experimentamos também o de chocolate (delicioso. É como um sorvete, mas sem a culpa da gordura e do açúcar) e também o de jabuticaba (parece que você está comendo a fruta, geladinha e com o gostinho caracterí­stico do iogurte). Uma delí­cia.

Assim sendo, estas duas marcas são de se destacar: Yoggi e Yogoberry. Apesar de caro, o frozen yogurt é um agrado que vale a pena.

O ponto fraco de nossas andanças em busca de novas experiências com frozen yogurt fica para o “Is”, no Pátio Savassi. O iogurte deles é meio ruim..  Experimentamos o de Morango (eu) e o natural (Ela). O de morango tem gosto de Quick. E o natural não tem o gostinho bom que esperávamos.  Enfim, o do Pátio Savassi decepcionou.*

* Resolvemos fazer um adendo neste post após o comentário de nossa leitora Bárbara. Ela tem toda razão. O IS, quando experimentamos pela primeira vez, nos decepcionou realmente. Mas atendemos a um pedido da Iris (diretora de marketing da Is frozen yogurt)  para testar novamente o produto e realmente ele foi modificado. Hoje, sinceramente, acho que ele não fica devendo nada aos demais frozen. É certo que só reavaliamos o natural, mas podemos garantir que é bem gostoso. Vale, sim, a pena.

Fondue de queijo São Vicente

No iní­cio deste inverno haví­amos prometido a nós mesmos testar várias marcas de fondue pronto e avaliá-las aqui no blog. No entanto, nossas calças começaram a ficar apertadas e demos um basta na comilança.

Realmente, achamos pouco sensato comer tanto queijo em um só inverno e variamos as guloseimas. E os testes com os fondues serão feitos aos poucos.

Nossa última compra foi o fondue São Vicente e, sinceramente, não temos do que reclamar. Sabemos, sim, que os queijos preparados em casa são mais saborosos, mas comprar a massa já preparada facilita um pouco a vida e não faz mal a ninguém.

Daí­, fazer um fonduezinho fica moleza:  é só passar um dente de alho no fundo da panela, despejar a massa amolecida e adicionar um pouco de vinho branco. Nós usamos pedacinhos de pão amanhecido (e nos divertimos bastante).


Muita rúcula

A rúcula está barata e a festa está sendo feita aqui em casa. Rúcula no pão com tomates secos, no macarrão e, claro, no suco com limão, laranja e mel.

Delí­cia.

Roverandom, de Tolkien

Há uns 2 anos, mais ou menos, temos em casa o livro Roverandom, do Tolkien, mas só agora, neste mês de junho, que fui lê-lo.

E foi bem grata a leitura. Roverandom é um pequeno romance infantil que conta a história de Rover, um cãozinho que inadvertidamente morde as calças de um velho mago, que, furioso, o transforma em brinquedo.

Sendo um brinquedo mágico, Rover passa, então, a viver várias aventuras, primeiro voando até a lua, depois viajando dentro de uma baleia para as profundezas do oceano.. Seu nome pelos companheiros de aventura? Roverandom.

Rover significa explorador em inglês (há outros significados como viajante e até vagabundo, mas explorador é o que serve como uma luva para o personagem) e o random significa aleatório. O cãozinho seria, portanto, um viajante errante, um explorador sem rumo, algo assim.

Vale fazer um parênteses para dizer que Tolkien escreveu Roverandom e vários outros livros maravilhosos na mesma época em que Monteiro Lobato escrevia seus também excelentes romances infantis. E lendo a história de Rover lembrei-me muito de Lobato, de suas fantasias e sonhos. Ambos irretocáveis.

Enfim, não deixem de ler Tolkien. Não percam a magia de seus contos de fadas e de seu particular mundo sobrenatural. Não haverá arrependimentos.

🙂

Mini coador de café

Em dezembro do ano passado fiz propaganda aqui no blog da  Rick´s Pastelaria e Café, uma pequena lanchonete na Savassi que me encantou por coar na hora – e individualmente – o cafezinho a ser servido.  De lá pra cá estive a procurar um coador daquele pra mim. Achei um no Mercado Central, mas era feiozinho e eu acabei deixando pra lá.

Qual não foi minha surpresa quando uma amiga, agora em maio, me presenteou com este aí­ da foto. A peça, além de bonitinha, é muito útil, pois facilita um cafezinho fresco e gostoso a qualquer hora. Para cada xí­cara o ideal é uma ‘colher de café’ de pó. Mas, claro, fica a gosto do freguês. Quando estou num sono danado e preciso trabalhar/estudar tasco logo umas duas colheres e a bebida vira uma bela bomba de canhão.

😉

Obviamente, a propósito, logo logo dei um jeitinho de fazer de uma só vez duas xí­caras de café, uma pra mim e outra pra Ele. Foi só afanar pegar emprestado de minha mãe este pequeno bule, que coube perfeitamente  na base da peça.

Eu simplesmente adorei este presente; minha amiga acertou em cheio. Só falta agora ela vir tomar uma xí­cara de café comigo.  🙂

Arroz de forno com cobertura de ovo batido

Chegou a hora da refeição e nada de gostoso em casa? Claro, há  sempre a opção de fazer uma bela macarronada. Quem já visitou o Emgeral sabe bem como gostamos deste prato.

No entanto, se você tem um pouco de arroz pronto em casa, pra quê desperdiça-lo? Vá de arroz de forno!

Neste feriado, por exemplo, fiz primeiro um belo refogado e depois juntei o arroz dormido. Cobri com ovo batido (já já explico como o fiz) e levei ao forno por uns 10 minutos. Ficou bem gostoso e quebrou nosso galho.

Vejamos, então, a receita do arroz de forno:

Refogue em uma colher de óleo 2 cebolas, 3 dentes de alho, frango desfiado e toda sorte de restinhos da geladeira. No meu caso usei uma lata de milho, um vidro de cogumelos e azeitonas pretas (se eu tivesse ervilhas usaria). Tempere com um pouco de molho de tomates e deixe apurar o sabor. Acrescente caldo de frango, noz moscada e um tico de pimenta. Quando o refogado estiver suculento, junte o arroz e, de preferência, deixe esfriar.

Como visto, não coloquei a quantidade de sal. Mas é que, normalmente, o arroz de forno é feito com restos já temperados. Então, o cozinheiro deve ter bom senso. Talvez nem precise do caldo de galinha.

Para a cobertura: í  parte bata 3 claras em neves bem durinhas e depois junte – sem bater –  as 3 gemas respectivas, fazendo um creme fino. Cubra o arroz (pelo menos morno, senão o calor começa  a cozinhar o ovo) e leve ao forno.  Quando estiver dourado, retire-o e aproveite.

O meu arroz de forno ficou bem molhadinho, do jeito que gosto. E, lembre-se, os ingredientes podem ser os mais variados, podendo ser carne de boi, frango ou mesmo vegetariano, abusando-se dos legumes.

Byblos Roastery – milho torrado e salgado

Estivemos outro dia na Vila írabe – situada quase no tobogã da Av. Contorno – e, além de comermos deliciosos kafta e kebab, compramos esta latinha de milho torrado e salgado. Não conhecí­amos; fomos no instinto e não nos arrependemos.

O milho é bem gostoso, mas infelizmente estava um pouquinho rançoso, talvez estivesse velho. De qualquer forma, deu pra ver que esta maneira de degustar o milho é bem viável e interessante, bem como interessante é ver que o tipo de grão é  diverso do que temos em casa.  Estes aí­ parecem os choclos que comemos no Chile e na Bolí­via: os grãos são maiores e mais carnudos.

De qualquer forma, esta latinha custa um pouco mais do que gostarí­amos de pagar por 160g de milho, de forma que procuraremos alguma marca nacional que seja mais barata. Mesmo porque  o milho é, definitivamente, uma opção bem mais leve ao amendoim torrado. E opções mais leves e saudáveis são sempre bem vindas.

Vaca atolada, delícia mineira.

Passei a tarde de ontem, sexta-feira, fazendo uma panelada de vaca atolada. Ficou boa, embora eu tenha usado uma carne gordurosa, o que me deu um pouco mais de trabalho.

É que eu usei uma costela bovina sem osso daquelas embaladas no vácuo, e a peça que eu usei  estava especialmente gorda. Então, o que fiz: fritei a carne no alho e cebola e depois a cozinhei bastante na pressão. Quando já estava bem macia, desfiando, separei a carne do caldo. Retirei toda a gordura visí­vel da carne e  levei o caldo ao congelador para também facilitar a retirada da gordura.

Então: usei um quilo de costela bovina; porém, pelo tanto de gordura e pelancas que retirei, acho que ficaram uns 600 gramas de carne bem desfiadinha num caldo bem suculento.Â í€ parte cozinhei um quilo de mandioca picada e quando  ele já estava bem macio juntei ao caldo. Ajustei o sal e salpiquei um caldinho de pimenta.

O lance da vaca atolada, então, é: nunca cozinhe a mandioca no caldo da carne direto. Mandioca e carne devem ser preparadas separadamente e depois juntas em uma panela grande. Também não é necessário usar costela de boi; use a carne de sua preferência. Adicione uma pimentinha, salsinha, cebolinha picadinhas e aproveite.

Para quem não tem prática na cozinha as quantidades são as seguintes: um quilo de carne para um quilo de mandioca. Meia concha de óleo para refogar a carne em 3 cebolas, 6 dentes de alho, uma colher grande de alho e sal e uma colher de sopa de colorau. Você ainda pode adicionar no caldo da carne 2 folhas de louro  (que devem ser retiradas posteriormente) e juntar cheiro verde ao resultado final. Importante também é a qualidade da carne. Quem não  gosta do sabor forte da costela deve usar uma carne mais nobre. Fica divino.

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