Iniciando nossa nova categoria, o Prato do dia!

Picanha em tiras sem gordura, vagem, arroz integral com beterraba, alface, tomate e rabanete. Bom apetite!
Iniciando nossa nova categoria, o Prato do dia!

Picanha em tiras sem gordura, vagem, arroz integral com beterraba, alface, tomate e rabanete. Bom apetite!
Belo Horizonte é uma cidade adorável, mas, convenhamos, não é muito afeita a chuvas. Basta uma mais forte que o trânsito se torna um inferno, as ruas se enchem de lixo e a luz se vai. E, no caso de segunda-feira, foi e não voltou tão cedo. Ficamos no breu das 16hs í s 20 hs.
Inconvenientes nossos í parte, grande parcela (ou maior parcela) da população padece tremendamente na época das águas, que, ano após ano, chega mais cedo. E décadas correm sem providências.

Amanhã, dia 22 de setembro, será o dia mundial sem carro, relembrando as pessoas do manifesto/reflexão sobre os gigantescos problemas causados pelo uso intenso de automóveis como forma de deslocamento, sobretudo nos grandes centros urbanos.
Fica o convite a todos, portanto, ao uso de meios de transporte sustentáveis – entre os quais se destaca a bicicleta.
Farei a minha parte.
Outro dia, procurando informações sobre cervejas de marcas diferentes, encontrei o blog do Jean, o Pão e Cerveja. Vasculhando suas receitas, encontrei uma no mínimo curiosa, a do pudim de pão de queijo, que tratei de experimentar na primeira oportunidade.
Então, vamos lá. No lugar do polvilho azedo eu usei o doce e, no lugar da ricota, eu usei um pouco de queijo cottage. A ideia era usar ricota mesmo, mas só me dei conta de que não a tinha em casa quando os ingredientes líquidos já estavam no liquidificador. Então, usei o cottage.
No mais, fiz a receita de acordo com as recomendações do Jean. Tenho a impressão de que minha massa ficou um pouco mais rala do que deveria em razão da troca da ricota pelo cottage e de que eu – talvez – tenha retirado o pudim do forno um pouco antes do tempo. Mas, de qualquer forma, valeu a experiência.
Agora, o mais engraçado: de 10 pessoas que comeram do pudim 05Â acharam sua consistência estranha. As outras 05 adoraram. Eu me incluo na segunda categoria; achei o pudim muito gostoso, diferente, exótico. Creio que o tipo de queijo possa ser trocado, mas o parmesão dá um toque especial, mais forte.
E nós também inventamos uma moda com o pudim: cortamos algumas fatias e as colocamos na misteira. O gosto do queijo foi realçado e as ranhuras queimadinhas deram uma cara apetitosa e suculenta.
Bom, obrigada ao Pão e Cerveja pela receita. Farei outras sugeridas no blog.






Pra quem gosta de broto de feijão este prato é um achado. Fácil e saudável.
Ingredientes: broto de feijão, carne de boi ( pode ser frango, porco ou um pouco de cada), abobrinha, cebola, pimentão, alho poró, gengibre, óleo, shoyo e maisena.
Rale o gengibre e pique em tirinhas todos os ingredientes, menos o broto, claro. Refogue a cebola, o alho poró e o gengibre em um pouco de óleo. Acrescente a carne e os pimentões. Quando a carne perder a cor original junte a abobrinha.
Neste ínterim, dissolva maisena em uma xícara de shoyo e vá juntando aos poucos na panela. Quando a maisena estiver cozida (é rápido), junte o broto e apenas mais uns dois minutinhos são necessários no fogo.
Como visto, não usei medidas. Foi tudo no olhômetro mesmo. Quanto ao shoyo, por exemplo, usei mais do que uma xícara, mas fica ao gosto do freguês.
Da próxima vez acrescentarei cenoura, cogumelos e repolho cortado bem fininho. Mas já fica a dica pra quem quiser testar.







Estive ontem em um Carrefour Bairro e achei uma oferta de queijo parmesão. R$ 9,90 o kilo. Tratei logo de comprar alguns pedaços, mas fiquei bem receosa quanto í qualidade do produto. Afinal, ele estava naquelas embalagens misteriosas – típicas de mercadoria que está por vencer ou vencida – sem referência alguma í marca.
Experimentei hoje e, se a promoção se mantiver, comprarei um pouco mais, para congelar, pois o queijo é uma delícia. Quem tiver a oportunidade de encontrá-lo, vá em frente, é bom.

Falei do vaso de flores de saião e agora mostro onde o vimos, voltando de nossa viagem no 07 de setembro. Lugar charmoso, onde comemos tilápia e lasanha de beringela/berinjela bem gostosas.
Ao fundo, o lago de Furnas.




Este saião apareceu “do nada” no ficus que veio da casa da sogra. Eu nem sabia que era saião, na verdade, apesar de sempre ter escutado este nome e que seu chá seria eficaz contra tosses. Sei de gente que dele faz uso constante. Medicando crianças, inclusive.
Pois então, apesar de o saião não ter uma folhagem tão bela assim, fiquei com pena e o deixei crescer. Foi quando, ao ver suas flores nascerem, me apaixonei. E fiquei me perguntando, ano após ano, porque ninguém daria atenção a seus cachinhos.
Aí, não é que voltando de viagem neste último feriado, em um restaurante na beira da estrada, vimos um vaso de cerâmica cheinho de flores de saião? A foto, infelizmente, não ficou boa, mas dá pra ter ideia de como é o arranjo e de como é simples enfeitar a casa com pouca grana. Basta um pouco de criatividade. E eu posso garantir que o vaso ficou muito interessante, principalmente pela proposta do lugar, de ser rústico e elegante.
Nesta cerâmica foram usadas flores ainda numa fase inicial, como na segunda foto do post. Fico imaginando quando forem trocadas pelas já rosadas e abertas, como estão as minhas agora (fotos seguintes). O vaso vai ficar ainda mais exótico e bonito.
Bom, as flores de saião normalmente começam a aparecer em agosto e não duram muito tempo; apenas o suficiente para eu querer que as minhas plantas fiquem mais fortes e viçosas a cada ano. Só não sei se terei coragem de cortá-las para usar as flores como enfeite. Quem sabe se eu fizer mais algumas mudinhas… aí.. talvez..
🙂








Observação importante: jamais medique ninguém ou se automedique sem ter conhecimento do que você está tomando. Aqui nunca usamos essa folha para fazer chás; tenho medo de usar um tipo indevido e tals..ok?
Uma leitora disse que a planta não é saião. Alguém sabe nos dizer mais detalhes?
No dia em que estivemos na exposição da Casa Fiat de Cultura demos uma passadinha na padaria Monte Cristo, no Belvedere. Estávamos em ir no Graciliano, mas resolvemos experimentar um novo lugar.
Pois bem, o lugar é bonito, bem decorado, tem um ótimo atendimento. O preço é mais alto que em outras regiões da cidade (claro, estamos falando do bairro Belvedere), mas não foi nada assustador.
Fato é que – pelo menos no sábado – havia uma grande variedade de guloseimas (doces e salgadas ) servidas em uma mesa de madeira de demolição. O próprio cliente se serve das delícias e come ali mesmo, nas mesinhas da padaria. Paga-se pelo quilo.
Vale dizer que os quitutes são feitos com bons ingredientes, mas não são os mais finos que já vimos na vida. Quero dizer, são bem gostosos, porém mais normais do que excepcionais, se é que me entendem. De toda forma, nós gostamos da experiência e indicamos. A propósito, também experimentamos nesta padaria um tchai indiano que já vem pronto no saquinho, industrializado, bastando adicionar água quente. Bem gostoso e pode ser levado pra casa.
A padaria fica na av. Luiz Paulo Franco, n. 415, a mais movimentada avenida do Belvedere, bem pertinho do BH Shopping.
Desenvolvido em WordPress & Tema por Anders Norén