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A Cabana

Sempre tive preguiça dos best-sellers. Indicam a compra voraz (e não a leitura) de livros que foram  bem trabalhados comercialmente. Vez por outra somos surpreendidos, como em A cidade do Sol e Princesa, mas a regra, pelo menos ao meu sentir, é que são um misto de cópia e enganação.

Falo isso porque acredito que devemos ler os clássicos. Afinal, são eles que nos darão as bases para verificar a grandeza – ou não – de uma obra recente. Pois se perpetuaram por décadas, séculos, milênios, sendo por inúmeras vezes analisados, interpetrados e, porquê não, testados. E se se mantiveram vivos ou são definitivamente bons ou úteis ou questionadores ou  simplesmente influenciaram sua época, por qualquer motivo que seja.

Na minha opinião não estamos lendo os clássicos como deverí­amos. E os livros comerciais estão tomando conta. Enfim, tudo isto apenas para dizer que o livro A Cabana, um dos atuais best-sellers no paí­s, não é o que andam falando por aí­. É um livro bacana, de leitura fácil, mas de raro não tem absolutamente nada.

A história é previsí­vel e em muitos momentos os personagens da trindade cristã parecem  infantis. Mas é aquela história: junte famí­lia,  crime, sofrimento, depressão, Jesus, Deus, perdão e redenção que você terá a atenção de muita gente. É assim desde que o mundo é mundo.

E o mais engraçado de tudo é que já tem um monte de gente – vide este ví­deo, em inglês – chamando o escritor William P. Young de herege, que ele teria afrontado a figura da santí­ssima trindade etc etc etc.

Bom, sem querer dar nenhum palpite a respeito, pois a mim isto definitivamente não interessa, finalizo dizendo que o livro é, digamos, razoável, interessante no ponto em que toca nas razões do comportamento do assassino e no benefí­cio do perdão para quem o dá. Mas apenas isto.

San Ro

Um dos restaurantes que mais gostamos de frequentar para almoços de final de semana é o San Ro. Trata-se de uma excelente casa Taiwanesa que serve a quilo comida 100% vegetariana em BH, na rua Professor Morais, próximo da esquina com Tomé de Souza, no bairro Funcionários.

A casa é muito aconchegante e os donos são bastante receptivos. Não se espante com a lotação. Lá é sempre cheio (um excelente sinal, não é?), mas nunca precisamos esperar mais do que cinco minutos para comer.

Como é um restaurante com buffet a quilo, fica muito fácil experimentar um monte de coisas diferentes sem se comprometer. Entretanto, já aviso: nunca experimentei nada lá que não valesse a pena repetir. Isso traz um dificultador: a cada dia que vamos lá meu prato fica mais pesado… 🙂

Além de oferecer opções mil, o restaurante tem mais um motivo para fazer você sempre querer voltar: a polí­tica de fidelização deles é bem simples e eficiente. A cada dez reais de sua conta pagos em dinheiro, você ganha um carimbo num cartão. Juntando quinze carimbos, você tem o direito de comer um quilo de comida por conta da casa. Quer motivação melhor? Já usufruimos deste “quilo” ao menos duas vezes…

O cardápio, como disse, é bem variado. Destaques especiais para a raiz de bardana, o bolinho de arroz (que nada se parece com o que você provavelmente está imaginando), o pão chinês e a deslumbrante beringela/berinjela empanada com um molho vermelho e que í s vezes é preparada acompanhada de jaca. Não se assuste; é uma delí­cia!

Enfim, é um lugar que definitivamente recomendamos para se comer e divertir em um almoço em qualquer dia da semana ( e quase qualquer dia do ano, pois eles abrem em feriados e demais datas onde quase tudo está fechado) em BH.

Fábio Rabin

Depois das apresentações do Rafinha Bastos e do Danilo Gentili, no último dia 11 de julho fomos assistir ao stand-up do Fábio Rabin.

Deu pra sacar que a gente gosta deste tipo de espetáculo, né?

Pois bem, só temos coisas boas a falar desta última experiência. Contrário das duas primeiras, o local (Teatro Dom Silvério) se mostrou como sendo o mais apropriado. A espera foi mí­nima (com segurança e conforto) e quase não teve fila.

A apresentação foi muito bacana. Teve, inclusive, dois pockets com o pessoal do Queijo, comédia e cachaça; o primeiro (razoável) com o Gabriel Freitas e o segundo (muito bom) com o Bruno Berg. Deu até um pouco de vontade de ir assistí­-los numa terça no Canapé.

Voltando ao Rabin, a experiência foi ótima. As piadas são muito bacanas e os trejeitos dele são muito bacanas. A gente não parou de rir quase em nenhum momento. Vale muito a pena, embora seja legal avisar que tem um conteúdo um tanto quanto forte (palavrões); mas se você não se importa com isso (como nós), o espetáculo é excelente.

O Rabin e o Gentili se mostraram equiparados. Superiores ao Rafinha Bastos.

Kalanchoe tubiflora sem vergonha

Algumas coisas nos causam grande surpresa. No meu caso, por exemplo, fui gratamente surpreendida por esta planta. É que ela é uma das suculentas mais sem-vergonha que conheço. Praticamente não precisa ser plantada, pois um simples pingo de terra lhe serve e ela passa a se desenvolver.

Esta aí­ nem convidada foi. Veio junto com um bonsai de romã que ganhei de presente. Viajamos e o bonsai não aguentou, morreu seco. E a planta, esta kalanchoe tubiflora, foi só crescendo.

E em verdade ela não é bela. Quando pequena até dá pro gasto, mas quando cresce torna-se desajeitada, vai ficando comprida e perdendo folhas. Um caule seco, coitada.

Então, a estava quase descartando quando notei estes botões dando sopa. Foi quando a menina ganhou minha atenção e até um post no Em Geral.

O tempo passou, os botões se desenvolveram, curvaram-se para baixo e, pouco depois, vieram as flores, cuja beleza compensa todo o desajeito da bicha. Isso aí­, todo mundo tem um lado belo, é só dar uma segunda chance.

😉

botão da flor de Kalanchoe tubiflora

Kalanchoe tubiflora

Kalanchoe tubiflora

Kalanchoe tubiflora

Kalanchoe tubiflora

Kalanchoe tubiflora

Kalanchoe tubiflora

California Coffee

Já que acabamos de falar do Bar Ideal, convém avisar que vale muito a pena deixar o carro estacionado e andar para a casa ao lado do bar, o California Coffee, e se deliciar com um espresso. Cabe dizer que este quarteirão é bem aprazí­vel. Vale muito a pena passar algumas horas alí­.

Já fomos lá algumas vezes. O local é súper agradável, e os preços não são exorbitantes (embora não seja o café espresso mais barato que você vá tomar em BH). A relação custo-benefí­cio é ótima para o espresso. Vale muito a pena experimentar.

Há, porém, a necessidade de alertarmos para os cafés “diferentes” que eles vendem (bebidas quentes em copos maiores – estilo Starbucks): normalmente eles são fracos (no gosto) e aguados para o paladar brasileiro. Ou seja: bem “americanos”.

As bebidas geladas são um caso a parte. Nós simplesmente adoramos, principalmente a avelã ice blend. Fica a dica.

Bar Ideal

Uma excelente opção para o almoço de sábado na região da Savassi é o Bar Ideal. Fica na rua Sergipe, local onde é relativamente fácil e seguro estacionar num sábado í  tarde.

Lá experimentamos um delicioso almoço (no quilo). São várias as opções no self-service. Tem muita salada – inclusive com ingredientes mais requintados – e também opções de carnes e massas. Além das carnes tradicionais, há opções de grelhados (incluí­dos no self service) e de cortes de carne de avestruz (í  parte).

O ambiente é bastante agradavel; bem retrô. Tem azulejos azuis de cozinha antiga nas paredes do bar e ladrilhos no chão. Você se sente numa casa mineira daquelas construí­das nas décadas de 1940 e 1950 – as tí­picas casas de vó.

Como disse, as opções de saladas, massas e carnes são muitas e o preço não é nada absurdo. Recomendamos que aquele que não estiver dirigindo usufrua de uma caneca de chopp que é muito bem tirado e numa temperatura excelente.

Applebees

Outro dia estávamos no BH Shopping quando nos vimos na necessidade de jantar. Há tempos eu queria uma desculpa para experimentarmos algumas das novidades da nova área gourmet do shopping. Foi a desculpa perfeita para entrarmos no Applebees e desfrutarmos uma deliciosa refeição.

O local é muito gostoso e convidativo. A decoração é de bom gosto e o ambiente fica bem confortável.

Para não cairmos na mesma roubada do Outback (onde pedimos algo que não era o “prato da moda” – carro-chefe do restaurante) fomos direto í s recomendações e escolhemos a Baby Back Ribs.

Uma delí­cia. A porção é farta e serviu a nos dois sem nenhum pormenor. Duas únicas observações: 1) A limonada refill pode ser uma boa opção, mas há sérias suspeitas de que seja artificial; 2) muito cuidado ao observar os preços do cardápio. Na hora de escolher uma sobremesa (que não escolhemos – acabamos optando por um McFlurry na saí­da) flagramos uma fatia de abacaxi por sete reais! (lembre-se que é possí­vel comprar um abacaxi inteiro – dos doces – por quatro, cinco reais!).

Enfim, o Applebees nos pareceu um local interessante para uma refeição gostosa no BH Shopping.

Ovomaltine é bom demais

Que Ovomaltine é bom, isso não se discute, né?

Tem muito tempo que atacamos os milkshakes de Ovomaltine do Bob´s sempre que temos oportunidade. Mas não é só de lá; quando não é o do Bob’s, é o do Xodó (que já foi bem melhor) ou o do Eddie (que é muito caro, embora muito bom).

Ou seja, a mistura de Ovomaltine, leite e sorvete é campeã, né? E não é que mais gente sacou este grande filão?

ovomaltine

Pois bem. E não foi ninguém menos que o McDonalds! Estamos fãs do McFlurry de Ovomaltine. Uma delí­cia e com custo-benefí­cio superior aos dos milk shakes. Sempre que temos a oportunidade estamos com um em nossas mãos. Um pecado engordativo que vale muito a pena.

ovomaltine com sorvete

Acima, uma foto do McFlurry de Ovomaltine com a propaganda do milk shake do Bob’s ao fundo; só para provocar.

Voltando ao assunto… Ou melhor: introduzindo um novo assunto… Eis que, apesar de uma delí­cia, o McFlurry de Ovomaltine do Mc Donalds tem nos deixado intrigados. É que embora a iguaria nos fascine, há uma dúvida que não quer calar. Já compramos em duas lojas o McFlurry de Ovomaltine com sorvete de chocolate. Foi nas lojas dos shoppings Itaú Power e BH. Lá conseguimos desfrutar desta delí­cia em sua configuração ótima. Entretanto, em várias outras lojas (Mangabeiras, Prudente, Savassi) só conseguimos comprar o McFlurry com sorvete de baunilha (o que prejudica a experiência da sobremesa quase-perfeita). As desculpas foram várias. Teve atendente que falou que lojas de Drive-Thru não tem sorvete de chocolate; teve atendente que disse que não podia fazer com sorvete de chocolate e teve gerente que disse que o procedimento correto é não fazer com sorvete de chocolate.

Enfim, sempre procuraremos comprar com sorvete de chocolate (porque o McDonalds não torna a escolha do sabor do sorvete uma opção do cliente?), embora esteja ficando cada vez mais difí­cil achar um. 🙂

Beringelas/berinjelas miniaturas

Ganhei de minha irmã, dia destes, uma bandeja de beringelas miniatura. São uma gracinha e, pra quem desejar, foram compradas  no Verdemar.

Fiquei com bastante vontade de prepará-las inteiras, no azeite (iriam fazer sucesso), mas tive muito medo dos danados corós. Por isso, foram picadas ao meio e cozidas na panela de pressão por apenas 2 minutinhos com azeite, cebola, azeitonas, sal e orégano.

Ficaram bem gostosas. Mas o que me encantou mesmo foi esta miniatura gêmea aí­, em formato de coração. Lindinha.

beringela miniatura

mini beringela

Jantar simples e gostoso

Como já disse inúmeras vezes, um jantar não precisa ser necessariamente caro para ser delicioso. É claro que, geralmente, bons produtos costumam ser um pouco mais caros, mas isto não deve ser regra.

Estas fotos foram tiradas em um dia em que eu queria fazer uma comidinha gostosa pra Ele. Era dia de semana e eu usei ingredientes bem simples, tudo o que eu já tinha em casa.

Fiz uma entrada estilo brusqueta (ou seja torradinhas com azeite, queijo e temperos) e um macarrão com molho de tomates. O vinho deu o toque final ao jantar. A comida estava bem gostosa e a companhia perfeita.

vinho e massa

massa e vinho

molho verdemar

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