Candombá, a flor do cerrado

Dentre as inúmeras espécies da flora do cerrado brasileiro, esta bela planta de flor lilás nos impressionou. As pétalas coloridas reinavam quase que absolutas dentro do Parque da Chapada dos Veadeiros; caminhávamos um pouco e, ôpa, lá estavam mais algumas dezenas delas.

Nosso guia nos mostrou, outrossim, que o seu caule libera uma seiva que entra facilmente em combustão. Esta resina é vista com facilidade na planta: é grossa, escura e, infelizmente, faz com que as queimadas se propaguem com facilidade na região.

Brincou o guia que os garimpeiros tiram uma onda com a resina do candombá, dizendo que ela é o seu filtro solar. Imagine só.

4 comentários sobre “Candombá, a flor do cerrado”

  1. já acampei nas montanhas da CHAPADA DIAMANTINA e para espantar um pequeno mosquito chamado “ASA CAÍDA” queimamos a seiva do candobá. ah! nao fica yum mosquito.

  2. Porquê infelizmente? Esta planta não produz uma resina combustivel à toa. Talvez as queimadas sejam parte do ciclo natural do cerrado. Os pinheiros, cujas sementes só brotam depois de pegar fogo, precisam de queimadas.
    O que está faltando são pesquisadores sérios no Brasil, interessados em conhecer e saber como realmente funciona o cerrado. E pode até ser de grande valor comercial. Talvez seja o petróleo do futuro, caso ela se adapte em outras regiões e possa ser produzida em larga escala…

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