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Reformando a varanda – parte 3

Como não estou em casa, ou seja, não estou com meus arquivos de fotos, não vou poder postar as novas imagens da nossa obra. Mesmo assim, vamos lá com os acontecimentos, pois é claro que já estamos tendo algum aborrecimento, como não poderia deixar de ser.

Começamos a obra na terça-feira passada, ou seja, dia 09 de junho. Nesta quarta-feira à noite – 17 de junho – fomos avisados que os pedreiros não trabalhariam quinta e sexta desta semana corrente. Primeiro disseram que um dos pedreiros estaria com a mão inchada. Depois que a madeireira entregou material a menos, o que impossibilitaria a continuidade do serviços nesta semana. A gente se sentiu simplesmente enganado, mas não houve o que fazer. Fato que estes dias não trabalhados não tem como serem compensados e nós ficamos a ver navios, já sabedouros que o atraso se avisinha.

Mas o pior não é bem isto. Quando você vê um projeto feito pela decoradora ou arquiteta tudo são mil maravilhas. O desenho sempre é bacaninha e o cliente fica animadão com a obra. Depois, quando a quebradeira começa, os problemas também dão as caras e isto ou aquilo que você queria fazer já não é tão possível assim. Uns três ou quatro detalhes do projeto já foram modificados a olho pelos pedreiros, pelo mestre-de-obras e pela decoradora. E o cliente não pode fazer praticamente nada. Não adianta você insistir que façam assim ou assado: eles dizem que não dá, que não é viável e pronto. Se você não for engenheiro fica obrigado a acreditar nas palavras alheias.

A gente não sabe, de fato, o que irrita mais numa obra. Se é a poeira que a casa recebe diuturnamente, se são as conversas ininteligíveis dos pedreiros, se é o bom humor injustificado da decoradora, se é sentir-se visita em sua própria casa… sei lá. Só sei que o stress toma conta geral e a gente precisa ter muita esperança. E vamos que vamos.

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