Antes e depois. Aos poucos a gente chega lá.
Jabuticaba em 2007

Jabuticaba em 2009

Jardineira em 2007

Jardineira em 2009

Imbé e ficus em 2007

Imbé e ficus em 2009


Mexerica em 2007

Mexerica em 2009

Vista geral em 2007

Vista geral em 2009

Antes e depois. Aos poucos a gente chega lá.
Jabuticaba em 2007

Jabuticaba em 2009

Jardineira em 2007

Jardineira em 2009

Imbé e ficus em 2007

Imbé e ficus em 2009


Mexerica em 2007

Mexerica em 2009

Vista geral em 2007

Vista geral em 2009


Já tem um tempo que conhecemos o Tatame mas nunca havíamos tido a oportunidade de entrar e experimentar algo. Até que outro dia acabamos parando lá depois de uma frustrada tentativa de ir até o Café Viena, que estava lotado (em uma segunda tentativa conseguimos, mas fica pra outro post). Acabou que o infortúnio de não conseguirmos uma mesa na primeira opção nos levou a este agradável local onde pudemos experimentar um pouco de comida tailandesa.
A foto do post é de um dos pratos que comemos naquela noite. Uma tábua de carne com legumes, diversos molhos e condimentos. Alguns meio batidos como o agridoce e o de soja, mas alguns potinhos daqueles reservavam surpresas apimentadas e cheias de sabor; muito amendoim, canela, curry e pimenta!
A experiência valeu a pena. A porção é farta e a comida bem bacana.
Sinceramente, acho que é coisa de mineiro acostumado com roça, com bolinho e pães-de-queijo saindo do forno a lenha. Ou talvez seja apenas saudosismo barato, mas hoje me deu vontade de passar a tarde largada numa varanda ou cozinha de fazenda. Na verdade, acho que o desejo é um sinal indicando que estamos no caminho certo com nosso plano de cobrir parte da varanda com telhas convencionais de cerâmica.
É que neste mês de março, neste calorão infernal, decidimos fazer uma cobertura em parte de nossa área aberta. E aí começaram as idéias e dúvidas. Colocamos um toldo de lona, policarbonato ou telha convencional? A telha de cerâmica, sem dúvida, é mais fresquinha, mas exige mão de obra mais demorada e complicada. Um toldo de lona seria rápido e mais barato, mas e o calor? Policarbonato faria com que nossa casa ficasse 5 graus mais quente que o inferno e a themotelha não nos dá uma estética bacana. A dúvida persiste, mas estamos bastante inclinados a usar cerâmica e madeira mesmo.
Estamos dando um passo hoje, em que teremos pedreiro fazendo um armário na dita varanda/área que será fechada. O resto será decidido em alguns dias e acho que conseguiremos um espaço bem gostoso, com muitas plantas, uma rede e, o mais importante, fresco, viável de se permanecer agradavelmente.
A área que vai ser coberta é esta abaixo. Ela era assim:




Hoje está assim, pronta pra receber o pedreiro man.





Detalhe para as coitadas das alamandas, que sofreram muito com a mudança de vasos e de lugar. A amarela, ainda assim, dá um show com suas flores.



Nunca perdi o ponto de equilíbrio ao fazer compras. Não tenho cartão de crédito, não sonho em trocar meu pc todo início de ano nem perco o sono por “aquele” vestidinho da vitrine.
Mas, como qualquer um, também me apaixono por alguns objetos, úteis ou inúteis, em alguma época da vida. Foi assim com o menininho e com este abajour da foto.
Ele é, sem dúvidas, o meu xodó e outro dia quase pari uma jaca quando, ao fazer uma faxina, deixei que ele batesse na parede e, claro, se quebrasse. Tive tanta raiva do meu estouvamento que nem sei. A sorte foi que, apesar de ele ser de vidro (e muito pesado), não se quebrou ao meio. Conseguimos colar os pedaços soltos com Super Bonder e preenchemos com silicone incolor algumas partes cujo vidro original virara farelo.
No fim nosso trabalho como restauradores até que deu certo. A foto acima foi tirada após o acidente. E viva a parede.
😉


Contrariando as primeiras expectativas, uma de nossas orquídeas continua florindo. É que, infelizmente, o clima não anda nada favorável a elas, que, como nós, somos fãs de sombra e tempo fresco.
Foto para comemorar este gostoso dia 15!

Em nossa viagem ao Chile, no ano passado, tivemos a oportunidade de conhecer lugares muito legais e experimentar coisas novas. Usamos bastante o guia do pessoal dO Viajante sobre o país. O livro é muito bom, como falamos aqui; pena que algumas pessoas não conseguem achá-lo facilmente para comprar… Entretanto, foi justamente esta dificuldade em comprar o guia que fez com que uma leitora de nosso blog nos procurasse em busca de uma cópia. De imediato nos prontificamos a ajudá-la. Infelizmente, não pudemos doar nosso livro original, por estar faltando páginas e com muitos rabiscos pessoais, mas conseguimos outra cópia e despachamos para ela.
Sua viagem foi, pelo relato, muito bacana. Ela passou pela Argentina, Chile e Uruguai. Vimos as fotos e ficamos com a maior saudade de Santiago e ainda com mais vontade de conhecer o sul do país (em nossa viagem, optamos pelo norte). Já estávamos muito felizes em poder ter ajudado alguém em sua viagem; mas isso ainda não estaria finalizado… Poucos dias depois de vermos as fotos da nossa leitora na web ela nos enviou dois presentes bem bacanas, direto do Ushuaia; é a foto deles que ilustra este post.
Saldo final: ficamos ainda mais felizes em poder colaborar… 🙂
Ontem fomos ver Hermanoteu na terra de Godah e gostamos bastante. Os trechos que assistimos no youtube acabaram não sendo tão divertidos ao vivo, pois, claro, não foram inéditos. Mas a peça tem partes muito engraçadas; Ele, por exemplo, adorou o diabo, interpretado pelo mesmo ator que faz o Josef Climber.
Achamos que a voz do Chico Anísio, como deus, deixa um pouco a desejar, mas que as piadas locais, bem como as piadas religiosas caíram muito bem. Realmente não dá pra ser politicamente correto o tempo todo. Ainda bem.
Janeiro e fevereiro foram meses de relativo descanso e muita leitura.

Gostei bastante de ler, em janeiro, o livro “Uma breve história do mundo“.
O texto é simples e bem direto. Informa sem ser profundo ou científico demais. Leitura agradável para descobrir coisas que achávamos que sabíamos mas, quando lemos, vemos que não foram bem assim durante o desenvolvimento da humanidade.
Bem interessante o destaque dado no livro ao desenvolvimento das navegações e da formação das potências que conhecemos hoje.
Uma das coisas que eu achava que sabia mas fiquei sabendo de verdade foi a origem de vários alimentos e sobre as características das civilizaçí²es romana, grega e também sobre os astecas, maias e incas. Enfim, leitura bem interessante que me envolveu durante o primeiro mês do ano.
Em fevereiro a leitura foi a do “Ensaio sobre a cegueira“, do Saramago. Foi o primeiro livro que li do autor; confesso que comecei a leitura com certa preguiça, em virtude da minha experiência com o filme. Novamente, confirmou-se o óbvio: o filme é uma droga e o livro é bacana. Tive muito menos impressões chatas do livro, se comparadas í s impressões que tive do filme. No livro, é bem mais fácil entender o que acontece com aquelas personagens, em especial a mulher do médico. Bem interessante, embora torne a leitura chata de quando em vez, ver os artifícios do autor de escrever sem dar nomes í s personagens e usando um esquema de organização do texto diferente. Interessante ressaltar que muito mais coisa acontece com a rapariga de óculos escuros, o velho e o médico do que é mostrado no filme. Além disso, as partes onde há a troca de alimento por sexo com as mulheres, embora extensivamente descritas no livro, são menos nojentas do que no filme. Ou seja: foi uma boa leitura.
Para março, já iniciei a leitura de “Uma breve história do século XX“; que tem mostrado o Geoffrey Blainey interesante e mais leve / simples / palatável que o já lido (por mais de uma ocasião) “Era dos extremos“, do Hobsbawn.


Outro dia fomos comemorar uma data especial no Outback. Na verdade queríamos experimentar o restaurante há tempos, mas só tivemos a oportunidade na semana passada.
Pedimos dois pratos cujos preços variam entre 38 e 39 Reais. Um era o Strip Steak (o meu) acompanhado de legumes no vapor. O outro era um Outback Special, acompanhado de fritas (o dEla). As fotos dos pratos ilustram este post.
Fizemos questão – é bom frisar – de tirar as fotos antes de iniciar a comilança (que durou pouco, deve-se dizer); tamanha a nossa surpresa com a dispariedade entre o preço pago e o tamanho da porção. Pelas imagens já dá para dizer que não vale o quanto custa.
Não que estivéssemos esperando algo semelhante a um rodízio (embora o preço seja até superior a um), mas é que nem nos restaurantes mais gourmets que fomos a comida era tão… como dizer? Já sei: “mirrada”. Deu a impressão que iria fazer falta colocar mais um pouquinho de brócolis ou abobrinha para cozinhar no vapor.
Sem mencionar que pedimos as carnes ao ponto, enfatizando que não queríamos nada sangrando em nosso prato. Ainda assim o miolo estava lá, tão ensanguentado que mais parecia um filme de terror.
Imagino que alguns possam argumentar que deveríamos ter pedido os tais pratos tradicionais. Desconfiamos disso na hora que os nossos chegaram, mas já era tarde. Ainda assim, questionamos: se eles servem os pratos tradicionais de forma farta, porque não o fazem com os pratos que não são os tradicionais? Sem mencionar que os tais pratos tradicionais nada lembram a Austrália…
Enfim, ficamos chateados. Da próxima, vamos pra um outro lugar que sirva porções com preços mais adequados. Desrecomendamos, portanto, a visita a este local.
Neste último fim de semana assistimos a dois filmes água-com-açúcar na TV. Vestida para casar e PS. Eu te amo.
Bacaninhas. O Vestida para casar é, digamos assim, um pouco mais infantil, mas é boa diversão. Tira um pouco de onda com as fantasias femininas acerca da cerimônia do casamento, mas acaba por defendê-la acima de tudo.
O PS. Eu te amo cutuca um pouco mais, relembrando a transitoriedade da vida e a necessidade de viver o presente sem expectativas maiores que as necessárias.
É claro que ambos não fogem de alguns clichês, mas tudo dentro da normalidade. Notas 3 e 3,5 respectivamente.
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