Acabei de ouvir de um pastor do canal 23, Rede Super, que se você, esposa, ou você, marido, não gastar todas as forças do seu consorte, vai perder a batalha para o diabo.
Cada uma que a gente ouve… 😉
Acabei de ouvir de um pastor do canal 23, Rede Super, que se você, esposa, ou você, marido, não gastar todas as forças do seu consorte, vai perder a batalha para o diabo.
Cada uma que a gente ouve… 😉
Esta é a última lista dos filmes que assistimos no cinema – juntos – até a presente data. Alguns merecerão comentários í parte, os quais faremos oportunamente.
Pois bem, os nota 4 e 4,5 são excelentes: alguns deles, também, por algum motivo, nos deram uma chacoalhada ou nos surpreenderam muito, como o Super Homem, o retorno.
Os nota 4: 12 homens e outro segredo; A queda, as últimas horas de Hitler; Adeus Lênin; O caçador de pipas; Guia do mochileiro das galáxias; Harry Potter e o cálice de fogo; King Kong; Noiva cadáver; O labirinto do fauno; O plano perfeito; Perto demais; Piratas do Caribe 2; Ray; Redentor; Sin City; Soldado anônimo; Super-homem, o retorno; Terminal; V de vendetta; X Men 3 e Batman.
Crônicas de Nárnia ficou com 4,5, sendo que Stranger than fiction e Star Wars, como já postado, ficaram com a nota máxima.
O jardineiro fiel e Brilho eterno de uma mente sem lembranças estavam na turma dos filmes que ganharam nota 3. Ocorre que um post especial merecia ser escrito, pois estes dois filmes foram – acho eu – os únicos que suscitaram divergências quanto a pontuação.
Normalmente saímos do cinema já discutindo a nota e, após um pouco de papo, muitas vezes regado a um milkshake de ovomaltine (do Bob’s ou do Eddie), chegamos ao resultado final e o anotamos no palm. Só que nestes dois filmes, como eu já disse, não houve unanimidade.
Eu não gostei de Brilho Eterno e ele bradou a quatro cantos ser o filme mais bacana do mundo! Eu adorei o Jardineiro, adorei a denúncia contra a indústria farmacêutica, enquanto ele malhou pra caramba a exploração do tema “comunidades carentes africanas”.
Eu achei confuso e complicado o Brilho eterno… e, quanto ao Jardineiro, fiquei pensando em quanto a gente se equivoca ao confiar em suspeitas e/ou conversas alheias..
De qualquer forma, para evitar confusões e listas apartadas, resolvemos dar nota 3 para os dois, contanto, claro, que no rodapé constasse que havia divergências.
🙂
A lista dos filmes que receberam nota 3 e 3,5 é maiorzinha. São aqueles bons ou muito bons. Os excelentes, claro, ganharam 4 ou 4,5.
Nota 3 para
A dona da história; A intérprete; A sétima vítima; Alfie, o sedutor; Babel; Colateral; Constantine; Entrando numa fria 2; Farenheit 11/9; Feiticeira; Harry Potter e a ordem da Fênix; Homem Aranha; Meu nome não é Jonny; Meu tio matou um cara; Missão Impossível 3; O amigo oculto; O clã das adagas voadoras; O quarteto fantástico; Robôs; Sentinela; Shrek terceiro; Supersize me; Transformers e A ilha.
Nota 3,5 para
300 de Esparta; Bob esponja; Capitão Sky; Chile Puede; Cruzada; Munique; O Código da Vinci; Onde os fracos não tem vez; Os irmãos Grimm; Senhores do crime; Shrek 2; O orfanato; Memórias de uma gueixa e Os incríveis.
Olhando a lista, parece-me que fizemos injustiça com alguns filmes. Mas foi a impressão do dia. Fazer o quê.
Continuando com nossa lista de filmes, estão aí os que receberam nota 2 e 2,5.
Nota 2 para: Alexandre; O Diabo veste Prada; Eu, robô; Garfield; Os produtores; Piratas do Caribe 3 e 10.000 ac.
Já A guerra dos mundos e Mar aberto ganharam 2,5, relembrando que as notas vão de 0 a 5.
Ainda na esteira de “A cidade do sol”, até quando veremos povos inteiros se destruírem por causa da fé?
Aqui no Brasil a liberdade religiosa consagrou-se apenas em 1891. Até esta data, que é recente em termos históricos, a religião Católica Apostólica Romana era a religião do Império e todas as demais eram permitidas apenas se o culto fosse doméstico ou particular. Ou seja, nenhuma religião que não a Católica poderia ter forma exterior de templo.
Foi em 1891, portanto, que consagraram-se as liberdades de crença e de culto, dando início, com a quebra da unidade católica, í expansão de várias minorias religiosas.
Fato é que a liberdade de religião é a verdadeira origem dos direitos fundamentais e, o mais importante: a liberdade de convicção religiosa abrange o direito de não acreditar ou professar nenhuma fé, devendo o ateísmo ser respeitado. Â
Causa muito espanto o artigo escrito por Carlos Heitor Cony sobre o livro ‘Babies for burning”, de dois jornalistas ingleses que pesquisaram a indústria do aborto em Londres. Quando me falaram a respeito, confesso que achei fosse mais uma pulha virtual, mas, infelizmente, a coisa procede. Muito triste.
Não gosto de filmes violentos, não gosto de literatura violenta. Não acho que devemos procurar com as próprias mãos impregnar a mente com a demência alheia.
O livro de Khaled Hosseini, todavia, apesar de mostrar a realidade violenta do Afeganistão durante três décadas aproximadamente, apenas serve-se da violência para descrever, com muito talento, o dia-a-dia, a cultura daquele povo. A leitura é fácil, gostosa e você fica morrendo de vontade de ler mais um pouquinho e saber, afinal, o que acontecerá í quelas personagens tão sofridas.
O autor diz algo que toda mulher deve saber. Saber para combater, pois não é privilégio de nenhuma cultura oriental. Ele diz: como uma bússula aponta para o norte, sempre terá o dedo de um homem acusando uma mulher.
E disto bem trata o livro, deixando o leitor pasmo ao conhecer mais intimamente a cultura afegã. O mais bacana da obra, na minha opinião, é sua estrutura diversificada: há romance, história, política, tudo bem encaixado. Nada falta, nada extrapola.
Detalhe histórico que me deixou surpresa é que, em todas as épocas, houve gente no Afeganistão que contestou a ligação política/religião e o desvirtuamento das palavras do Corão. Quer dizer, em todas as ocasiões, nestes 30 anos passados na obra, houve intelectuais que combateram a ignorância, ainda que enfraquecidos, derrotados, massacrados, pois não lhes faltou sonhar com a liberdade.
Não deixei de me abater um pouco por conhecer mais do que a ignorância pode fazer com o homem; é terrível. E tudo em nome da fé, de um deus e da salvação.
Recomendo a leitura. Muito boa.
Como falei no post anterior, sempre nos contaram muitas histórias. Há um poeminha de Vicente de Carvalho contado desde que minhas irmãs, que já passaram dos 40, eram bem pequenas. Uma delas chorava tristinha ao ouvi-lo, só pensando na aflição da flor sendo levada pelas águas da fonte.
A fonte e a flor
Deixa-me, fonte, dizia,
A flor, tonta de terror,
E a fonte, rápida e fria,
Cantava, levando a flor.
Deixa-me, deixa-me, fonte,
Dizia a flor, a chorar.
Eu fui nascida no monte,
Não me leves para o mar!
E a fonte, rápida e fria,
Com um sussurro zombador,
por sobre a areia corria,
Corria, levando a flor.
“Ai, balanços do meu galho,
Balanços do berço meu,
Ai, claras gotas de orvalho,
Caídas do azul do céu!â€
“Carícias das brisas leves
Que abrem rasgões de luar,
Fonte, fonte, não me leves,
Não me leves para o mar!â€
As correntezas da vida
E os restos do meu amor
Resvalam numa descida
Como a da fonte e da flor…
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