um blog sobre todas as coisas em geral

Autor: Ela Page 82 of 121

Comentários no blogger.com

Bom, não sou especialista no assunto; estou aqui hoje tão somente para dizer que í s vezes quero comentar em algum blog do Blogger e não consigo.

Vejamos o motivo. Em determinados blogs (do Blogger), ao comentar, podemos escolher dentre 4 identidades:

  1. Uma conta no Google;
  2. OpenID;
  3. Nome/URL e
  4. Anônimo.

Aí­, claro, como mantenho o Emgeral, clico no Nome/URL, me identifico e mando ver no comentário.

Já em alguns blogs do Blogger, ao tentar comentar, precisamos selecionar um perfil dentre estes aqui:

  1. Conta no Google;
  2. LiveJournal;
  3. WordPress;
  4. TypePad;
  5. AIM e
  6. OpenID.

Só que neste caso não tenho como participar, pois não tenho nenhuma conta relacionada. Acabei de fazer um teste e quando seleciono uma Conta no Google, mesmo possuindo o  ela@emgeral.com (que é gmail, Google), não consigo comentar.

É verdade que uso o WordPress para manter meu blog, mas também não tenho uma conta relacionada para dar meus pitacos nos blogs dos outros usando a opção WordPress.  Então, quando tento comentar em algum blog do Blogger  e não posso escolher o “NOME/URL” fico logo decepcionada. 🙁

E eu tenho a impressão de que na maioria das vezes o usuário do Blogger não percebe se autorizou os comentários assim ou assado. De alguma forma, acho que a pessoa nem saca que seu blog não está permitindo comentários que seriam até bem vindos.

Então,  meu post tem como finalidade sugerir aos usuários do blogger para que, quando autorizem comentários, tenham o cuidado de permitir a participação de todos, determinando que as opções sejam: “Uma conta no Google”; “OpenID”; “Nome/URL” e “Anônimo”.

É claro que os comentários serão aprovados; logo, não há o que temer em relação aos comentários anônimos.

Por fim, gostaria de dizer que não estou – em hipótese alguma – criticando nem o Blogger nem os seus usuários. Já tive um blog querido no Blogger há alguns anos e só fui apresentada ao WordPress há pouco tempo. Só gostaria de deixar este apelo aos usuários do blog. Como tenho tido barreiras ao comentar em vários blogs do Blogger, imagino que outras pessoas passem pelo mesmo.

Quem puder  e quiser repassar o texto aos seus amigos do Blogger, será bem legal.

Por fim, pode ser que o problema seja  desconhecimento meu em relação í  ferramenta. Aí­, por favor, me expliquem como fazer!

🙂

Belo Horizonte sem luz

Estávamos em um bar ontem, lá pelas 23:30hs, quando todo (ou quase todo) o bairro Santo Antônio se apagou.. hoje descobri que boa parte da Savassi também.

Tudo bem que foram apenas uns 15 minutos de escuridão, mas nem chovendo ou ventando estava …

O que houve ontem? Alguém mais passou por isto?

Prato do dia

Arroz, feijão, frango caramelizado, cenoura, beterraba, brócolis e hamburger de mandioca!

Hamburger de mandioca

Vi esta receita no programa Hoje em Dia, da Record. E como eu tinha em casa um pouco de mandioca cozida, aderi. Só que a receita original mandava fritar os hamburgeres e eu os assei, motivo pelo qual não ficaram lindos como estes aqui.

Pois então, não tenho medidas. Só sei que fiz assim:

Levei a mandioca mais uma vez ao fogo para que ficasse bem macia, pois ela seria amassada com um garfo. Como vocês sabem, esta tarefa não é das mais simples. Logo, facilite a vida e deixe e mandioca bem ‘molinha’.

Depois eu a espremi com um garfo, juntei manteiga, orégano e queijo parmesão. Este queijo é bem salgado, mas achei melhor acertar o sal, juntando mais uma pitadinha.

Pronta a massa, é só fazer bolinhas, achata-las e moldá-las no formato de hamburger (com a ajuda de um copo ou afim). No caso, eu forrei o tabuleiro com papel alumí­nio e ainda o untei com manteiga, assando os hamburgeres por mais ou menos 20 minutos.

Este hamburger de mandioca fica bacana se servido como acompanhamento. Porque ele em si, apesar do sabor do parmesão,  não possui um gosto marcante e – pelo menos o assado – fica um pouco seco. Mas vale experimentar.

Joaninhas..

Não parece meio descabelada esta joaninha? 🙂

Ó, que folga!

Primavera em todo lugar

A gente pode ter uma árvore…  ou uma árvore enfeitada, florida. É só escolher.

Beterraba, cenoura, laranja e limão

Este é para começar bem o dia.

2 laranjas, 2 cenouras, 1 beterraba pequena, meio limão. Tudo bem batidinho no liquidificador, sem coar. Para os dois copos, usei apenas uma colher de sopa rasa de açúcar, mas sei que nem devia.

Ficou ótimo!

Meu souflê de espinafre micou geral

Como já anunciado, eu faria um souflê de espinafre para o almoço de hoje, mas, sinceramente,  a receita que fiz definitivamente não foi aprovada. Usei 1 maço grande de espinafre, 2 copos (americanos) de leite desnatado, 2 colheres (sopa) cheias de farinha de trigo, 2 claras em neve, noz moscada e sal a gosto.

Lavei e piquei as folhas de espinafre, que foram cozidas em sua própria água. Depois as bati no liquidificador com metade do leite e toda a farinha. Â í€ parte, levei ao fogo o restante do leite com o sal e a noz moscada e, quando levantou fervura, acrescentei o espinafre, mexendo até engrossar.  Desliguei o fogo, deixei a massa esfriar, e juntei as claras em neve. Assei em forno alto pré aquecido até dourar.

O gosto não ficou dos piores, mas a consistência e a  textura do souflê ficaram ridí­culas; ele ficou muito mole e aguado, sem falar na aparência horrorosa. Na verdade, foi falha minha ter confiado nesta receita que leva pouca farinha e nenhum queijo, mas ok, ninguém mandou querer ser light.

Em tempo: você conhece a controvérsia sobre o consumo do espinafre? Se não, clique aqui.

O espinafre e os nutricionistas

Estou planejando um souflê de espinafre para o almoço e resolvi constar aqui, para quem talvez nunca tenha lido a respeito, que o consumo desta hortaliça é um pouco controversa. É que, apesar do espinafre ser rico em ferro, possui em sua composição um quí­mico chamado ácido oxálico, que, em grande quantidade em um organismo, pode causar toxicidade e/ou deficiência nutricional.

O ácido oxálico (presente em vários alimentos, diga-se) é uma espécie de anti-nutriente, ou seja, ele prejudica a absorção do ferro e do cálcio contidos não só no próprio espinafre como nos alimentos consumidos juntamente com ele.

Li algumas opiniões de nutricionistas e, de qualquer forma,  parece-me que o espinafre não precisa ser abolido. Ele apenas não deve ser ingerido em excesso e, quando for parte de seu cardápio, deve ser  combinado  a alimentos ricos em vitamina C, que contribuem para a adequada disponibilidade e absorção do ferro pelo corpo.

Finalizando, descobri que o espinafre tem origem na Pérsia (hoje Irã) e, nos idos tempos, era usado para fins medicinais: como laxante e diurético. Legal, não?

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