Não parece meio descabelada esta joaninha? 🙂
Autor: Ela Page 83 of 121
Como já anunciado, eu faria um souflê de espinafre para o almoço de hoje, mas, sinceramente,  a receita que fiz definitivamente não foi aprovada. Usei 1 maço grande de espinafre, 2 copos (americanos) de leite desnatado, 2 colheres (sopa) cheias de farinha de trigo, 2 claras em neve, noz moscada e sal a gosto.
Lavei e piquei as folhas de espinafre, que foram cozidas em sua própria água. Depois as bati no liquidificador com metade do leite e toda a farinha. Â í€ parte, levei ao fogo o restante do leite com o sal e a noz moscada e, quando levantou fervura, acrescentei o espinafre, mexendo até engrossar.  Desliguei o fogo, deixei a massa esfriar, e juntei as claras em neve. Assei em forno alto pré aquecido até dourar.
O gosto não ficou dos piores, mas a consistência e a  textura do souflê ficaram ridículas; ele ficou muito mole e aguado, sem falar na aparência horrorosa. Na verdade, foi falha minha ter confiado nesta receita que leva pouca farinha e nenhum queijo, mas ok, ninguém mandou querer ser light.
Estou planejando um souflê de espinafre para o almoço e resolvi constar aqui, para quem talvez nunca tenha lido a respeito, que o consumo desta hortaliça é um pouco controversa. É que, apesar do espinafre ser rico em ferro, possui em sua composição um químico chamado ácido oxálico, que, em grande quantidade em um organismo, pode causar toxicidade e/ou deficiência nutricional.
O ácido oxálico (presente em vários alimentos, diga-se) é uma espécie de anti-nutriente, ou seja, ele prejudica a absorção do ferro e do cálcio contidos não só no próprio espinafre como nos alimentos consumidos juntamente com ele.
Li algumas opiniões de nutricionistas e, de qualquer forma,  parece-me que o espinafre não precisa ser abolido. Ele apenas não deve ser ingerido em excesso e, quando for parte de seu cardápio, deve ser  combinado  a alimentos ricos em vitamina C, que contribuem para a adequada disponibilidade e absorção do ferro pelo corpo.
Finalizando, descobri que o espinafre tem origem na Pérsia (hoje Irã) e, nos idos tempos, era usado para fins medicinais: como laxante e diurético. Legal, não?
Se você é como a gente, que adora molho barbecue, vai gostar de saber que o molho da marca Kraft (+ ou – R$ 13,00) é gostoso.
Já compramos o molho Jack Daniels,  que é delicioso, mas, em compensação, é caro pra chuchu (+ ou – R$ 27,00). Ou seja, ele até vale a pena, mas continuamos a procurar boas  alternativas.
Já os da marca Kenko (+ ou – R$ 5,00) Â e Heinz (+ ou – R$ 12,00) são tenebrosos. Tem gosto de tudo, menos de molho barbecue. O molho Heinz nos decepcionou demais, pois o seu catchup é Â o mais gostoso do mercado.
Ainda temos em casa um molho barbecue do Carrefour (+ ou – R$ 4,00), mas este ainda não foi testado. Assim que o fizermos, postamos aqui.
Nosso fim de semana foi bem gostoso. O sábado foi tranqí¼ilo e no domingo fomos ao Minas Náutico, comemorar os 75 anos do clube.
O tempo estava feio, como vocês podem ver na foto, mas nada atrapalhou o passeio. Â OÂ MTC presenteou seus sócios com um show da carismática dupla Victor e Leo e, olha, nem a chuvinha fria fez a galera arredar os pés. Todos, principalmente as crianças, cantaram e se divertiram bastante.
A dupla foi bastante simpática durante o show e mesmo quem não é fã do estilo sertanejo pôde se divertir com músicas e letras muito delicadas como Deus e eu no sertão e Vida boa.
Então, o tom na Lagoa dos Ingleses neste domingo foi festivo. E nós aproveitamos o domingo de uma maneira um pouco diferente. Foi bacana.
Um dos dois camaradas aí (o Victor) foi denunciado pela esposa por agressão. Desde então não consigo escutar suas músicas, nem mesmo se for um showzinho 0800 como esse aí. Homem agressor não tem vez.
Uma de minhas preferidas. Nostálgico demais? 🙂
Há muito eu queria ter escrito um post sobre o livro O gene egoísta, de Richard Dawkins. Eu o li em julho deste ano, gostei bastante, e já estou na metade de outra obra dele: O Capelão do Diabo.
Mas sobre o Gene Egoísta, objeto deste post, vamos lá:
Hoje entendo que todo mundo  precisa ler – pelo menos um pouco – a respeito da evolução sob o ponto de vista da biologia. E lendo Dawkins você estará em ótimas mãos.
A franca argumentação é um ponto forte. O autor cerca um assunto/teoria de todos os lados possíveis, ponderando as questões apresentadas de forma a não deixar o leitor em dúvida. O fato de ele expor suas questões desta forma talvez deixe seus textos um pouquinho cansativos,  mas em se tratando dos temas explorados por Dawkins, entendo que o excesso seja realmente bem vindo.
Fato é que não consigo me desincumbir da difícil tarefa de resumir em poucas palavras obra tão primorosa. Em linhas bem gerais, Dawkins expõe que o organismo é tão somente  uma máquina de sobrevivência do gene (unidade mínima da seleção natural). E a espécie seria a máquina mais adequada í perpetuação deste gene.
O melhor deste livro no meu entender (publicado pela primeira vez em 1976) é que Dawkins apresenta uma acessível teoria da biologia evolutiva, influenciando um sem-número de biólogos e não biólogos  a encontrar novos paradigmas do conhecimento.
Por fim, aproveito  para sugerir a leitura de Deus, um delírio, também de Dawkins, porque hoje, ao lado dos estudos sobre o evolucionismo, urge que nos debrucemos e analisemos  o pensamento religioso, qualquer seja a nossa experiência pessoal, crença ou tradição. E Dawkins, repito, é uma excelente fonte.







