
Arroz integral, feijão, abobrinha brasileira refogada no alho e tomate temperado. Bom apetite!
O vídeo abaixo é um exemplo de que você não precisa ter muito bom senso (ou mesmo conhecimento) para ser professor de uma universidade federal. Ao menos no departamento de Direito da UFMG parece ser assim. Trata-se de uma entrevista onde um professor da instituição é entrevistado na TV universitária da própria UFMG e fala sobre como seria interessante se os cães da raça PittBull fossem exterminados (de acordo com ele, explodidos). Assista e indigne-se como nós.
É engraçado que até a apresentadora fica sem graça com a falta de senso do entrevistado. Imagino que falta-lhe conhecimento acerca do que está falando e sua posição como professor deveria ser repensada. Imagine só… dar um choque (ou até mesmo explodir) se a adrenalina do cão subir! Já pensou o seu cão levando um choque ou explodindo quando estiver excitado e alegre ao te encontrar (e com a adrenalina em alta neste momento) depois de você ficar fora durante a manhã? Nem num momento de ataque isso seria algo plausível, certo?
Certamente este professor deveria repensar muita coisa em sua vida.
É lamentável. A humanidade não deixa de me surpreender.
Outro dia, depois de muito tempo, fomos ao cinema. O filme escolhido não poderia ser mais apropriado para uma gostosa tarde de fim-de-semana: Up! em 3D. Definitivamente uma das melhores coisas – senão a melhor – que estreou nas salas do Brasil este ano.
A história é linda e tocante. Não vejo maneiras de uma pessoa com o mínimo de sensibilidade não se emocionar com a história de vida do Sr. Fredricksen em seu casamento e depois também em sua relação com o jovem e engraçado escoteiro Russell.
Diversão garantida para a família inteira. Para ver, rever e ver de novo.



Nós do Emgeral.com levamos muito a sério a proibição de se ter animais silvestres em casa. Nunca, jamais, alimente o comércio ilegal de animais. Por mais inofensiva sua atitude possa parecer.
Então, nossa arara parece de verdade, mas é feita de espuma. Ganhamos de presente e achamos uma graça. Quase sempre surpreende quem a vê num relance. 🙂
Fiquei toda feliz, outro dia, de ver que nossa pitangueira deu frutos. Nós a plantamos há quase três anos e nada. Mas o mais engraçado foi a fartura.
Uma pitanguinha só. Só uma! Mas já nos deixou empolgados para o próximo ano. Quem sabe não venham frutos com mais generosidade?
🙂



Alface, rabanete, chuchu, macarrão ao molho de tomate com majericão e lascas de parmesão da promoção. Bom apetite!
Iniciando nossa nova categoria, o Prato do dia!

Picanha em tiras sem gordura, vagem, arroz integral com beterraba, alface, tomate e rabanete. Bom apetite!
Belo Horizonte é uma cidade adorável, mas, convenhamos, não é muito afeita a chuvas. Basta uma mais forte que o trânsito se torna um inferno, as ruas se enchem de lixo e a luz se vai. E, no caso de segunda-feira, foi e não voltou tão cedo. Ficamos no breu das 16hs í s 20 hs.
Inconvenientes nossos í parte, grande parcela (ou maior parcela) da população padece tremendamente na época das águas, que, ano após ano, chega mais cedo. E décadas correm sem providências.

Amanhã, dia 22 de setembro, será o dia mundial sem carro, relembrando as pessoas do manifesto/reflexão sobre os gigantescos problemas causados pelo uso intenso de automóveis como forma de deslocamento, sobretudo nos grandes centros urbanos.
Fica o convite a todos, portanto, ao uso de meios de transporte sustentáveis – entre os quais se destaca a bicicleta.
Farei a minha parte.
Outro dia, procurando informações sobre cervejas de marcas diferentes, encontrei o blog do Jean, o Pão e Cerveja. Vasculhando suas receitas, encontrei uma no mínimo curiosa, a do pudim de pão de queijo, que tratei de experimentar na primeira oportunidade.
Então, vamos lá. No lugar do polvilho azedo eu usei o doce e, no lugar da ricota, eu usei um pouco de queijo cottage. A ideia era usar ricota mesmo, mas só me dei conta de que não a tinha em casa quando os ingredientes líquidos já estavam no liquidificador. Então, usei o cottage.
No mais, fiz a receita de acordo com as recomendações do Jean. Tenho a impressão de que minha massa ficou um pouco mais rala do que deveria em razão da troca da ricota pelo cottage e de que eu – talvez – tenha retirado o pudim do forno um pouco antes do tempo. Mas, de qualquer forma, valeu a experiência.
Agora, o mais engraçado: de 10 pessoas que comeram do pudim 05Â acharam sua consistência estranha. As outras 05 adoraram. Eu me incluo na segunda categoria; achei o pudim muito gostoso, diferente, exótico. Creio que o tipo de queijo possa ser trocado, mas o parmesão dá um toque especial, mais forte.
E nós também inventamos uma moda com o pudim: cortamos algumas fatias e as colocamos na misteira. O gosto do queijo foi realçado e as ranhuras queimadinhas deram uma cara apetitosa e suculenta.
Bom, obrigada ao Pão e Cerveja pela receita. Farei outras sugeridas no blog.






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