Estava sem ideias para o almoço; então assei tomatinhos no azeite e coloquei por sobre o espaguete. Bastante parmesão e pronto. Almoço rápido e fácil.
Dicas: coloque sal e um pouco de açúcar nos tomates antes do forno e cubra a assadeira. Eles assam mais rápido e não sujam o forno. Eu também coloquei pimenta do reino moída na hora de acertar o sal e, no prato, pozinho de chimichurri.
A primeira é dos tempos em que eu fazia estágio em um órgão público e uma amiga minha – na época – sempre a fazia para as festinhas de fim de ano. Eu gostava muito. Ela levava esse lagarto e a conserva de beringelas delícia que faço todo ano no Natal. Acho, inclusive, que foi neste período (idos anos 90) que comi pela primeira vez a beringela feita dessa maneira! Nossas festas eram muito boas. Era ali mesmo, na sala de trabalho, e sempre reunia toda a galera, feliz da vida porque entraríamos de férias. Aquelas férias verdadeiras, sem compromisso nenhum: sem aulas, sem trabalho, quase sem dinheiro nenhum também (até porque o estágio não era pago e eu fiquei lá por quase 2 anos), mas sem obrigações e com tempo de sobra.
A segunda lembrança é da última vez que fiz o lagarto. Foi em dezembro de 2010, eu estava grávida e muuuuuuuito enjoada. Então, esse lagarto foi um terror pra mim. O cheiro dos pimentões e azeitonas, do azeite e orégano cozidos ficou impregnado no meu nariz. Terminei a receita assim mesmo, levei pra casa da minha mãe e não comi nadica de nada. Na verdade, não comi foi nada mesmo e fiquei enrolando as pessoas, pois não sabiam ainda que eu estava grávida. Só fui contar no dia 15 de janeiro, depois de ter mais certeza de que tudo estava bem com aqueles dois amontoadinhos de células fofos.
Então, passados 10 anos, resolvi fazê-la de novo. E está aí a receita:
Você vai precisar de:
· 01 quilo de lagarto
· 1 garrafa de cerveja 600 ml
E, para o molho:
· 2 cebolas grandes em rodelas
· 3 dentes de alho em lâminas
· 1 pimentão verde em rodelas
· 1 pimentão vermelho em rodelas
· 1 pimentão amarelo em rodelas
· ½ xícara de azeitonas verdes picadas
· ½ xícara de azeitonas pretas picadas
· 1 xícara de água
· 1 xícara de óleo
· 1 xícara de azeite
· 2 tabeles de caldo de carne
· Pimenta do reino, orégano e sal
Faça assim:
Cozinhe a carne inteira na cerveja por 30 minutos na pressão. Reserve. í€ parte, cozinhe todos os ingredientes do molho por 20 mim. Não cozinhe mais do que isso, senão os pimentões somem. Deixe o molho esfriar. Se a carne passar muito de 30 minutos também é problema, pois ela pode desfiar.
Corte a carne depois de fria em fatias finas. Se não tiver faca elétrica (eu pedi a de mamãe emprestada), congele a carne antes de cortar. Disponha as fatias de carne e molho alternadamente e leve í geladeira.
Essa carne fica ótima depois de uns dias na geladeira, pra pegar bem os temperos. Sirva com um pãozinho de sua preferência. Além de gostosa é muito bonita.
Compramos ontem um joelho de porco muito do mal assado. Estava péssimo, na verdade, custei a comer no almoço. Pouco assado, mal temperado. Acho que era um joelho grande demais e a televisão de cachorro não deu conta do recado. Talvez a dona do bar também não tenha experiência com joelhos. Eu aposto que ela começou nisso agora, pra tentar ganhar um $ a mais.
Os joelhos precisam ser assados lentamente no forno OU passar antes pela panela de pressão. Mas, enfim..
Então, fiz o seguinte: piquei tudo, retirei toda a gordura visível. Refoguei 2 cebolas, coloquei a carne e juntei, tudo no olho:
shoyu
açúcar
pimenta
pimenta síria
mostarda
Deixei pegar pressão e assim ficou por uns 40 minutos, até desfiar bem e pegar o tempero.
Mais tarde a utilizei como recheio para tapioca e posso garantir: ficou bom demais. A cebola carameliza e o sabor desses temperos juntos dá o toque final. No fim das contas ficou muito bom, apesar de eu ter tido um trabalhão que não estava querendo ter no domingo.
Ontem assei um pouco de cada. E olha, foi difícil escolher. Atente que esse pão de queijo Forno de Minas é de uma edição especial e deu pra notar com facilidade o aumento na quantidade de queijo. O do Seu Ninico também é muito gostoso. Então o páreo foi duro.
No caso, o Forno de Minas venceu ontem, mas no dia a dia eles – nas edições normais do Forno de Minas – empatam. Bom demais.
Então: aqui em casa eu só faço sorvetes de frutas, como esse aqui. Nunca usei gordura hidrogenada em casa, por exemplo, que até dá um sorvete bem gostoso – mamãe fazia -, mas que não é nada saudável.
Mas outro dia meu deu uma curiosidade em relação a esse sorvete. Eu fiz.
É fácil de fazer? Demais. Basta bater o pós com 400 ml de leite gelado.
Fica com cara de sorvete? Fica, só deixar o tempo indicado no freezer.
É gostoso? O de chocolate lembra muito o sorvete Chicabom e tem um toque na consistência de marshmallow (talvez pela goma guar?). Não é aqueeela delícia, saca? É gostosinho.
Faria de novo? Não sei. Prefiro fazer sobremesas menos artificiais. O açúcar, por exemplo, é o maior ingrediente do pó. Tudo bem que ele será diluído em 400 ml de leite, mas temos também vários corantes artificiais etc.. Se eu fizer novamente será de maneira muito esporádica e se as crianças pedirem. Ainda prefiro bater frutas e tomar sorvete de verdade na rua.
Ganhamos uma caixa cheia de jabuticabas e fizemos mil e uma receitinhas com elas. Fiz suco, gelatina, bati com banana e leite, fiz geléia e… bolo!
É um bolo diferente, com pouco açúcar, de sabor ácido, fofo e cheio de fibras. Se você servir com uma calda de jabuticaba fica bem interessante. Eu gostei da ideia e acho que devemos conhecer receitas diferentes para variar o dia a dia.
Então, se você tiver aquele pesinho maroto de jabuticaba em casa ou ganhar algumas de presente, faça assim:
Ingredientes:
2 xícaras de jabuticaba;
3 ovos;
1 xícara de açúcar;
1/2 xícara de óleo;
1 pitada de sal;
2 xícaras de farinha de trigo e
1 colher de sopa de fermento.
Faça assim:
Bata as jabuticabas, os ovos, o acúcar e o óleo (mais uma pitadinha de sal) por um minuto e meio, para triturar bem as frutas. Depois junte, em outra vasilha, a farinha de trigo e misture bem. Não pode bater no liquidificador a farinha de trigo. Por último junte o fermento e asse em uma forma untada (eu esfarinhei também). Ele assa rápido e a massa coube em uma forma grande.
Esse bolo tem muita fibra e é pouco doce. Eu achei bem interessante. Faço novamente.
Fiz hoje í tarde e foi um sucesso. Apenas bananas congeladas com amendoim torrado e moído. Joga tudo no processador e pronto. Ah, duas dicas: congele as bananas com casca para não ficarem pretas. É só descascar assim que for usar. E use uma pitada de sal na massa. Dá um toque bem bom.
Estas casquinhas foram aprovadas também. Comprarei mais. Para os meninos, só alegria: “mamãe, nem parece que hoje é dia de semana!”
E hoje também demos uma voltinha lá no Leroy Merlin para olharmos algumas coisinhas para a nossa nova cozinha. Foi um bom passeio. Nesse período de quarentena qualquer passeio parece um programão!
Bata todos os ingredientes no liquidificador, deixando o fermento para ser misturado por último com uma colher.
Preaqueça o forno a 180º C.
Unte uma forma média com óleo de coco e farinha de arroz (ou similar).
Despeje a massa e leve-a ao forno por aproximadamente 30 minutos ou até que o palito volte limpo ao ser espetado no bolo.
Esse bolo é muito gostoso: fiz mais de uma vez o de cacau e também fiz de amendoim, trocando o cacau por amendoim torrado e moído. Fica mais na consistência de pudim, já que não tem farinha.
Detalhe: fiz duas vezes o bolo de chocolate e na segunda usei duas xícaras de biomassa (queria acabar com ela, com medo de perder na geladeira). Então usei 5 ovos, duas xícaras de açúcar e 1 xícara de farinha de trigo. Ficou delicioso.
A biomassa de banana verde é muito saudável. Não tenho o costume de fazer sempre, mas todas as vezes que compro uma banana que teima em não amadurecer, a aproveito dessa maneira.
Cozinhe as bananas verdes com casca e tudo na panela de pressão. Deixe 10 minutos assim que pegar pressão. Quando esfriarem, retire a casca, pique e bata no liquidificador com um pouco da água.
O gosto da banana verde cozida se aproxima do pinhão. Em tortas e bolo o gosto some e você aproveita somente a massa boa da banana verde.
Da última vez que cozinhei as frutas verdes, tentei fazer um doce (foto acima). Não ficou ruim, mas não tinha gosto de nada… hehehe… só do açúcar. Talvez se adicionasse alguma outra fruta ou bastante canela para os amantes da canela. De toda forma, acho que não repito a experiência. Já o bolo de cacau é bom, pode fazer sem susto.
Teve bom nosso domingão. Rodamos muito de carro.. Fomos até o Alphaville, depois passamos por Macacos, paramos num barzinho para comer um hamburgão.. fomos até o Mirante da região..
Em Macacos até fomos perto das cachoeiras, mas estava lotadísismo; então ali naquele ambiente sequer saímos do carro. Fomos parar apenas num barzinho vazio, para dar alguma coisa para os meninos e esticar as pernas. Com todos os cuidados, é claro, tirando a máscara apenas na hora de beber e comer.
Depois da parada é que fomos até o Mirante, vimos Nova Lima e pegamos uma estrada diferente na volta. Fizemos uma estrada por dentro, entre Macacos e Nova Lima.
Chegamos em casa e já tinha estrogonofe de frango nos esperando. Almoçamos e fomos ver um documentário sobre a Alimentação no Brasil, enquanto os meninos se divertiram nos joguinhos on line.
Lá pelas 15 horas fiz esse docinho rápido: é só untar uma forma, picar bolacha Maria/Maisena e jogar leite condensado por cima. Forno por uns 10/15 minutos e pronto. Ah, eu salpiquei cacau antes do leite condensado.
Para um pacote inteiro de biscoito (tipo Maria ou Maisena, mas penso que outros tipos devem servir) 1 lata e meia de leite condensado ficaria perfeita na receita. Alguns pedaços de biscoito ficaram meio secos. Bem bom e fácil!