- Os sete suspeitos, de 1985, no dia 04/01/26;
- O terminal, dia 10/01/26;
- O sexto sentido, dia 11/01/26;
Categoria: Cinema e Teatro Page 1 of 4
Criar repertório por meio da arte também é proveitoso. Bom pra eles e pra nós, que relembramos filmes que nos marcaram a infância e a adolescência. Alguns filmes são de nossa fase já adulta; eu e ele assistimos juntos, inclusive, quando éramos namorados. É bom recordar.
Até um certo ponto (até o número 21, mais ou menos) a lista não está em ordem de assistência. Eu não anotei na época. Mas agora que comecei, vou atualizando em ordem.
Enfim, eles assistiram filmes compatíveis com a idade. E a lista vai sendo construída na medida do possível… 🙂
- ET, o extraterrestre
- Labirinto (eles tiveram certa dificuldade, é bem lento para os dias atuais);
- História sem fim
- Alguns antigos da série Planeta dos Macacos, inclusive o primeirão
- Querida, encolhi as crianças
- O Máskara
- Beetle Juice – Os fantasmas se divertem
- Os caça fantasmas
- Os Goonies – garotos perdidos
- De volta para o futuro 1
- De volta para o futuro 2
- Indiana Jones (depois vimos o novo no cinema)
- Gremlins 1
- Gremlins 2
- Todos os filmes Senhor dos Anéis
- Todos de Nárnia disponíveis
- Todos de Harry Potter
- A sétima profecia
- Edward, mãos de tesoura
- A hora do espanto – Fright Night
- Cemitério Maldito
- Drácula de Bram Stoker
- Cristine, o carro assassino
- O Iluminado… e continua na lista 2…
A ficção científica no cinema moderno praticamente se resume a cataclismos, invasões extraterrestres, bombas atômicas.. e em como o homem lidará com tudo isto. Mas é claro que o que é feito com este contexto muda tudo.
Dia destes fomos ao BH Shopping assistir ao filme de ficção Oblivion e saímos do cinema bem satisfeitos.
A história se passa em 2077, época em que a Terra já se tornou inóspita, devastada por uma guerra que a humanidade travou com alienígenas. Os homens venceram a batalha, mas tiveram que se mudar para uma lua de Saturno (Titã). Na Terra, máquinas gigantescas protegidas por drones sugam a água do mar para garantir a sobrevivência dos humanos.
Jack Harper (Tom Cruise) vive com a esposa, em missão na Terra, reparando os drones eventualmente atacados por alienígenas. Ambos aguardam pelo dia em que se juntarão ao restante dos humanos na colônia de Titã. As memórias dos dois foram apagadas antes da missão, mas Jack tem constantes visões e sonhos, mostrando que nem tudo é o que parece…
Se quiser saber mais sobre o filme acesse a wikipedia, mas cuidado, pois a história está toda lá. E sequer há um aviso de spoiler.
Nesta ultima quarta-feira estivemos no cinema do Boulevard para conferir o Planeta dos macacos – a origem. Além de termos gostado bastante do filme, gostamos muito da sala de exibição. A sala 2, pelo menos, pois não conhecemos as outras, é daquelas em que ninguém atrapalha ninguém. Os ingressos são comprados com lugares marcados e, pelo que vi, podem ser adquiridos pela internet. Enfim, dá pra comprar o ingresso de casa com antecedência e depois ir tranquilo para o cinema, sem se preocupar em correr para pegar um bom lugar. É uma mão na roda.
O filme, pra quem não leu nada a respeito (será que alguém ainda não leu?) explica como os símios tornaram-se inteligentes e capazes de se sobrepujar aos humanos. Pesquisas com vírus que poderiam ajudar no combate ao mal de Alzheimer acabam mal – como sempre, pelo menos nos filmes – e as cobaias, ou seja, os chimpanzés utilizados pelo laboratórios, acabam sofrendo uma espécie de mutação genética. Uma delas morre de maneira não esperada e seu filhote é levado í s escondidas para a casa do pesquisador. Batizado de Cesar, numa explicita referência aos filmes da série, o símio logo deixa transparecer sua inteligência incomum e em determinado momento adquire consciência do poder que tem nas mãos. Por aí vai, enfim, a explicação da dominação sobre os humanos. É… eu curtiria uma continuação nos moldes deste filme, que está mais do que indicado.
Há poucos meses baixamos a vídeo biografia do Falco, cantor austríaco que obteve grande sucesso na década de 80.
Antes de ver o filme eu sabia quase nada a respeito dele. Na verdade, apenas que foi um dos poucos cantores a fazer sucesso nos EUA (e consequentemente por estas bandas daqui) cantando em alemão.
O filme nos surpreendeu demais. É bem feito, bem dirigido e a trama da vida dele nos fez reviver um pouquinho dos anos 80. Falco, como a maioria dos astros do rock, envolveu-se com drogas e sofreu os altos e baixos do sucesso. E o filme não trata apenas da carreira do cantor, mas também de sua atribulada vida particular, da infância até a excêntrica maturidade.
O austríaco conquistou uma legião internacional de fãs com inúmeros hits, dentre os quais Der Kommissar, Jeanny e Rock me Amadeus, sendo celebridade até sua morte num acidente de carro na República Dominicana em 98. Relembre as músicas e não deixe de ver o filme.
Infelizmente o trailer acima está sem legendas, mas ao baixar o filme baixamos legendas (em inglês). Faça o mesmo; você não vai se arrepender.
“A fita branca” é um filme alemão, ambientado na década de 20, um pouco antes da Primeira Guerra Mundial. Sua sinopse diz que é:
“…a história de crianças e adolescentes de um coral dirigido pelo professor primário do vilarejo e suas famílias: o barão, o reitor, o pastor, o médico, a parteira e os camponeses. Estranhos acidentes começam a acontecer e tomam aos poucos o caráter de um ritual punitivo. O que se esconde por trás desses acontecimentos?”
Vimos o trailler e decidimos assistir. A experiência entra para a lista daquelas que merecem ser digeridas aos poucos, com muita reflexão. É um filme desafiador e denso. Não sabemos dizer se é um bom filme ou um filme ruim. É um filme que nos afeta.
Parte de nós ficou indignada pelo fato de como os fatos são elencados no filme e como a trama se desenrola. Outra parte ficou fascinada com a ousadia de o filme se apresentar daquela maneira. Definitivamente um filme para assistir, mas não sei se vale a pena gastar o dinheiro de dois ingressos de cinema para tanto.
Este post foi originalmente escrito dia 19 de fevereiro de 2010.
Dias atrás, em pleno feriado, fomos ao cinema assistir District 9, produção da Nova Zelândia que tem a mão do Peter Jackson (o mesmo que dirigiu a trilogia d’O Senhor dos Anéis). Como que juntássemos a fome com a vontade de comer, fomos lá assistir um filme de ficção (um de nossos gêneros favoritos) produzido por um cara de talento inquestionável.
O filme mostra, sob uma perspectiva bem diferente do que estamos acostumados a ver, a história da não tão tranquila co-existência entre humanos e aliens na terra. Tudo é um pouco fora do padrão de Hollywood, o que deixa a experiência ainda mais bacana. A abordagem, o roteiro e até as locações.
Pouco da trama é explicado de cara e a gente tem que ir se virando ao longo da história. Mas para bom entendedor, meia palavra basta, né? O filme não é complexo, mas a história e a narrativa nos prendem í s poltronas do cinema. Os efeitos são bem bacanas, merecendo destaque e atenção.
Vale ressaltar que o mais legal da experiência é que se trata de um filme em que poderíamos passar longe de alienígenas que continuaríamos compreendendo a mensagem central. Para quem não assistiu, corra, pois creio que a película não ficará em cartaz por muito tempo. Para quem assistitu, gostaria de saber de suas opiniões nos comentários.
Nossa nota? Um merecido 5 (nota máxima em nossas avaliações).
Outro dia, depois de muito tempo, fomos ao cinema. O filme escolhido não poderia ser mais apropriado para uma gostosa tarde de fim-de-semana: Up! em 3D. Definitivamente uma das melhores coisas – senão a melhor – que estreou nas salas do Brasil este ano.
A história é linda e tocante. Não vejo maneiras de uma pessoa com o mínimo de sensibilidade não se emocionar com a história de vida do Sr. Fredricksen em seu casamento e depois também em sua relação com o jovem e engraçado escoteiro Russell.
Diversão garantida para a família inteira. Para ver, rever e ver de novo.
Assistimos outro dia a este excelente filme. Gostamos bastante da trama e do roteiro, que realmente te prendem e te deixam com uma vontade tremenda de ver o que vai acontecer em seguida. A história é bem legal.
Bacana para conhecer algumas coisas da India que não conhecemos normalmente. Em alguns aspectos, deu mais vontade de visitar o país. Especialmente para conhecer os lugares pitorescos que são mostrados. Entretanto, há um outro lado que deixa a gente com um pé atrás sobre o país (a questão da desigualdade social e da miséria); mas creio que não seja nada muito diferente daquilo que estamos acostumados a ver no Brasil, né?

Enfim. Sobre o filme, muito bacana. Legal demais a seqí¼ência de perguntas que levam ao prêmio e como as respostas se encaixam nas vidas dos protagonistas. É um filme muito legal, mas não o suficiente, em minha opinião, para ganhar o Oscar. Acho que A Troca (reportado anteriormente) seria uma escolha mais bacana. Mas acho que estou meio por fora, já que o filme com a Angelina nem foi indicado.
De qualquer forma, recomendamos muito que assistam “Quem quer ser um milionário”.
Fomos í primeira sessão (foto abaixo tirada na sessão pelo próprio Rafinha) do stand-up do Rafinha Bastos em BH no domingo. O ingresso estava comprado há quase um mês e estávamos muito afim de ver o Rafinha aqui na cidade. Acompanho o Rafinha desde o tempo em que ele era apenas o dono da Página do Rafinha (a melô da pamonha é um clássico).

Ver o cara ao vivo contando suas piadas foi bem bacana. O espetáculo tem alguns momentos fracos, mas isso é normal. A experiência com o texto é – no geral – boa.
Infelizmente a experiência não foi completamente bacana em virtude do despreparo do pessoal do Minascentro.
A nota zero da noite fica para a organização do local do evento, o Minascentro. A sessão das sete começou com mais de meia hora de atraso. Obviamente isso deve ter impactado em atraso para a sessão das nove.
Incrível a incompetência do pessoal do Minascentro. Uma fila que dobrava o quarteirão – literalmente – e apenas um cara checando os ingressos na porta do teatro. Uma vergonha. Sem mencionar a falta de estrutura do entorno do local. Paramos o carro no estacionamento do teatro (que não comporta o volume de carros de um espetáculo de teatro) e ficamos abismados com a falta de opçí²es seguras para estacionar lá. Ou era neste estacionamento, ou era na rua; sendo que há dois outros estacionamentos que ficaram fechados durante o evento. Perderam dinheiro. E a cidade perde.
Pra piorar, o mapa de ingressos estava invertido na hora da venda. Compramos antecipadamente um local que imaginávamos (pelo mapa que vimos na aquisição dos ingressos) que seria perto do palco; mas isso não aconteceu. Ou seja, a produção do evento em BH pecou muito.