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um blog sobre todas as coisas em geral

Carro zero?

Pois é, quando falamos que Ele passa boas horas do dia no trânsito, tendo de aguentar a linha verde e as demais palhaçadas do governo estadual e municipal  ninguém acredita.

Mas olha aí­. O carro foi comprado em março e a foto é do iní­cio de novembro. Foram 09 meses e 12.345 km rodados. Em sua maioria no trajeto casa/trabalho, trabalho/casa.

36 semanas de trabalho, 180 dias úteis, média de 68 km rodados por dia. Sim, pra quem mora em Brasí­lia, Rio ou São Paulo isto é fichinha, mas comparado  a mim  é um absurdo.

Rodízio Japonês no Yukai

Bem, o último final de semana foi cheio. Um dia fomos ao cinema e no outro, a um rodí­zio de comida japonesa no Yukai, que fica no Sion, em BH.

Sabemos que um rodí­zio (da mesma forma que os self-services – qualquer que sejam) é por natureza inferior – tanto no serviço quanto na qualidade da comida – ao que encontramos em restaurantes tradicionais como o Sushi Naka (o melhor de BH em nossa opinião) ou o Hokkaido, por exemplo. Ainda assim, este tipo de opção é recomendada em diversas ocasiões. E assim foi no nosso final de semana.

Fomos, então, ao Yukai.

Casa lotada, o que é relativamente um bom sinal (reconhecimento popular). Entretanto, logo de cara, uma decepção: O que nos atraiu í  casa foi a promoção de um desconto numa categoria de rodí­zio especí­fica para assinantes do Estado de Minas (temos o cartão do clube de assinantes e adoramos aproveitar as vantagens). Chegando lá fomos informados que a tal vantagem não era bem uma vantagem, visto que a modalidade de rodí­zio em questão era bem inferior. Optamos pelo rodí­zio mais completo.

O atendimento deixou um pouco a desejar. Não sabemos se em função da casa estar lotada ou se foi um ‘golpe do joão-sem-braço’ por parte do restaurante, mas o fato foi o seguinte: o rodí­zio funciona com cartelas, onde o cliente escolhe o que vai querer e entrega ao garçom que traz o pedido. Haví­amos recebido dois tipos de cartela, que representam diferentes pratos. No meio do processo, sentimos falta de alguns pratos que não estavam listados nas cartelas para que pudéssemos escolher. Ao comentar com o garçom ele “se lembrou” e nos deu o terceiro tipo de cartela, numa quantidade menor – óbvio – pois era o tipo de cartela que listava os pratos diferenciais (motivo que nos fez optar por aquela modalidade de rodí­zio).

Aí­ sim, lá pela terceira ou quarta rodada de pratos, pudemos experimentar as iguarias diferenciais. Outra decepção: um risoto de camarão que não passava de um arroz chop-suey e um tempura que consistia em batata e cenoura em tiras fritas. Bem fraco. Experimentamos o guiosa. Estes estavam gostosos, embora excessivamente pequenos.

Voltamos para os sushis que estavam muito bem feitos e bem gostosos. Este tipo de prato fez com que a nossa experiência valesse a pena.

Resumindo, recomendamos o Yukai para você que quer comer bastante sushi mas não está a fim de pagar caro num restaurante tradicional e nem num self-service. Para esta situação, o restaurante vale muito a pena.

Queime depois de ler

No último final de semana fomos ao cinema assistir o novo filme dos irmãos Coen: “Queime depois de ler“.

Gostamos bastante. Vale nota 4 em nosso ranking pessoal (que vai até 5).

Embora algumas coisas fiquem um pouco confusas (por exemplos: em algumas seqí¼ências da história do Osbourne Cox e também na história do Harry) o que vale é a experiência geral do filme, que funciona muito bem.

Pontos bastante positivos: a atuação do Brad Pitt é algo que vale um destaque í  parte. O ator se mostra mais do que versátil; você realmente fica convencido de que aquele personal trainer é realmente daquele jeito. Outro destaque é para o George Clooney, que também está muito bacana. O presente que ele faz para a mulher é hilariante…

Enfim, o roteiro é bem legal (exceto por um acontecimento ou outro que ficam meio que sem explicação) e você nem vê o tempo passar.

Vale muito a pena.

Alamanda em novembro/08

Quando compramos esta alamanda, em maio deste ano (primeira foto), assumimos o compromisso de mostrá-la um ano depois, para ver como a bichinha estava se desenvolvendo. Não aguentei, todavia, e aqui estou, apenas 6 meses depois do plantio, falando a respeito.

É que a planta realmente nos surpreendeu. De maio até outubro, mais ou menos, não notamos quase nenhum desenvolvimento. Eu estava encucada e até meio decepcionada, pois, ao contrário da alamanda de flores amarelas, esta aí­ parecia estagnada. E pior. Nenhum botão de flor abria. Ele aparecia, mas caí­a antes de abrir.

Cheguei a achar que o indiví­duo plantado aqui em casa pudesse ter desenvolvimento mais retardado que seus iguais. Enfim, meio desiludida, adubei o vaso e esperei mais um pouco, tendo sido surpreendida por inúmeras flores e galhos novos no fim do mês de outubro. Agora em novembro, então, são flores e mais flores cor de carne.

Eu planejei esperar até maio de 2009 para falar sobre esta alamanda, mas um comentário feito no blog fez com que eu me animasse e escrevesse antecipadamente. É que uma leitora reclamou de um pó branco que não dá trégua para sua planta. E eu, imaginando ser uma infestação de cochonilhas, a aconselhei a utilizar um veneno especí­fico. Se é também este o seu problema, veja os comentários neste post.

Bom, de toda forma, quando a alamanda-rosa fizer um ano aqui em casa, em maio de 2009, terá mais 15 minutinhos de fama, com fotos de corpo inteiro.

🙂

Revivendo os anos 80/90 e outras divagações

Como muitas meninas da minha época de adolescente, eu era apaixonada pelo Morten, vocalista do A-ha. Hoje, passeando pela net neste dia cinza de chuva, achei este ví­deo e me recordei da época. Primeiro o A-ha veio ao Rock in Rio II e eu esperei impacientemente na frente da TV o iní­cio do show. Gravei tudo, claro, mas minhas fitas já viraram lixo, até porque foram tão rodadas que perderam a cor.

Depois, o grupo veio a BH. Eu e uma amiga fomos cedo para o Mineirinho para pegar um bom lugar (!) e quando o show começou foi a glória (!). Ficamos no gargalo, completamente espremidas, mas, como tudo o que é bom dura muito pouco, tive a sensação de que o show acabou em poucos minutos; ou seja, nem sofremos com o apertucho. O papo a respeito do show, claro, rendeu pra caramba.

Hoje, 17 anos depois, vem í  minha mente duas coisas. A primeira é que eu era, sim, apaixonada pelo grupo, mas era algo extremamente saudável. Ouvia as músicas, até comprava revistas de fotos e tudo o mais, porém havia um limite. Artistas pra lá, fãs pra cá. Nada de gritos, choros ou outras demonstrações de confusão mental. Havia uma grande admiração, achava o cara lindo de morrer, a voz linda de morrer, mas tudo bem administrado, bem diferente do que de vez em quando vemos na TV.  Mas tudo bem, cada um deve saber o que faz.

Outro ponto é que eu tinha apenas 15 anos quando fui ao show do A-ha. Fui sozinha com uma amiga e, depois, voltamos de carona com o pai de uma terceira. Hoje em dia os meninos e meninas de 15 anos mal podem sair de perto da mãe. Há uma preocupação tão grande com a violência que os adolescentes são, todo o tempo, tolhidos. Não critico os pais. Me imagino fazendo o mesmo com meus filhos, pois temerei por eles. O triste é que, com o passar do tempo, estamos nos enclausurando cada  dia mais. Os grandes centros são, apesar de convidativos, violentos e estressantes. Além da questão da violência, há uma sensação de que todos vivem voando, sem tempo pra nada.

Como não gosto disto, tento viver de um jeito um pouco diferente. Não gosto de correr, de fazer tudo í s pressas. Só consigo ser feliz se tiver tempo pra dormir direito, comer direito (em casa e não na rua), fazer meu yôga, ler, andar com o cachorro… e, claro, estudar e trabalhar, pois são necessidades não só materiais como fí­sicas e psicológicas. Eu sinto muito (mesmo) por não conseguir influenciar os outros, como algumas amigas, que vivem em estresse e  não tem tempo para um papo via telefone sequer. E, claro, também sinto por ter que, na rua, conviver com o medo da violência.  Por todos nós.

De qualquer forma, adorei ter ouvido esta linda música do A-ha. Neste dia de tanta chuva trouxe ótimas lembranças de quando tinha 15 anos e a vida era quase só estudar e papear. Falávamos também sobre o futuro e como estarí­amos e serí­amos aos 30..

Amor de cão, de Marjorie Garber

Há  poucos anos li o livro Amor de Cão, de Marjorie Garber, e sempre me esqueço de escrever a respeito. Hoje, arrumando umas coisas, achei umas anotações. O livro é interessante, apesar de monótono em alguns capí­tulos.

Citar trechos de livros não é o objetivo deste blog, mas há certas partes da obra de Marjorie que nos fazem refletir profundamente e, por isso, tomo a liberdade de transcrevê-las aqui. Por exemplo, quando a autora se questiona de quem é a vida do cão, cita Laika, a famosa “astronauta”:

“Em novembro de 1957, Laika, uma cadela mestiça de tamanho médio, tornou-se a primeira criatura terrestre viva a viajar no espaço. Fotografias de sua cara sorridente em um arreio que parecia um capacete e da rede de fios que monitoravam suas respostas apareceram nos jornais do mundo todo e milhões de votos de felicidades acompanharam sua jornada na Sputinik 2. Logo ficou claro, no entanto, que ela não iria voltar.

Laika latiu, flutuou sem peso no espaço, comeu alimentos que tirava da máquina e, depois de uma semana, quando o ar da cabine se esgotou, morreu.”

Em outro momento, faz uma digressão histórica a respeito da responsabilidade penal canina, relatando-nos o seguinte e absurdo caso:

“Quatrocentos anos atrás, em 1595, na cidade de Leiden, um cachorro mordeu uma criança com tamanha gravidade que ela morreu. O cão foi condenado í  forca e seu corpo ‘arrastado numa carroça até o local do patí­bulo’ onde deveria ‘permanecer pendurado no cadafalso a fim de intimidar todos os outros cachorros’. A ata do tribunal garantia aos leitores que a condenação ‘originou-se da confissão do próprio prisioneiro, feita por ele sem o uso de tortura ou grilhões de ferro’.

O livro de Marjorie Garber tem partes bem curiosas. Em um de seus capí­tulos, explica que nosso envolvimento com os cães é basicamente cultural, o que significa que os porcos bem poderiam fazer as vezes dos peludos. E não duvide, porque eu mesma conheço quem tem uma porquinha tão inteligente como nossos cachorros – e tão carismática e adorável que se livrou definitivamente da panela.

A propósito, sobre os galgos, utilizados em corridas de competição nos EUA,  são, segundo o livro, bastante judiados; se não vencem, são maltratados e, como são marcados como gado, tem partes do corpo mutiladas para quando forem abandonados não terem suas origens identificadas.

O lado bom da coisa é que existem alguns grupos de resgate que se mantêm ocupados encontrando novos lares para os corredores abandonados e os cães que sequer conseguiram chegar í s pistas.

Outro ponto do livro que causa certa aversão é a que nos lembra que na China, Coréia e algumas outras localidades mundo afora, a carne de cão é bastante apreciada. O que é interessante é a fala de um local:

“Sim, ainda estamos comendo cachorros na China. Qual é o problema?, escreveu James Piao, que viveu nos EUA por sete anos, para o The New York Times. “A América foi um paí­s perfeito pra mim, exceto por uma coisa: eu sentia falta da carne de cachorro que tinha em casa”. Piao tinha curiosidade em saber porque os americanos, tão ávidos no consumo de carne bovina, estabeleciam uma diferença tão radical entre um animal e outro. “Uma espécie animal desfruta mais direitos do que outra?”, perguntava. ‘Não sinto vergonha de comer cachorro. Tenho uma cor de pele diferente. Falo uma lí­ngua diferente e venho de uma cultura diferente”.”

No Vietnã ainda comem carne de cachorro, considerado um animal inútil, de manutenção cara. De fato, num paí­s endurecido pela guerra e pela fome, o cão será o primeiro a ser sacrificado. Coréia e Filipinas também mantém fazendas de cães em territórios isolados.

É uma pena, mas os cães não são apenas cultuados ou degustados, mas também, em algumas partes do mundo, aviltados como sí­mbolos de tudo o que é sujo e degradante.

Finalizando, citei algumas partes do livro que me marcaram, mas a obra não é um poço de tragédias. Pelo contrário, como se pode verificar pelos links que adicionei, cita e explica aspectos fantásticos do relacionamento homem/animal, relata sobre a vida de cães célebres e mostra, acima de tudo, detalhadamente, como a existência destas criaturas pode nos fazer muito, mas muito mais felizes.

Recomendo a leitura.

Bem mais idiotas

Acho que todo mundo já leu a notí­cia de que um pequeno ví­deo da filha da Tizuka Yamazaki fazendo sexo caiu na rede. E aí­ começam as gracinhas, as piadinhas, os deboches. E aí­ começam as comparações com Paris Hilton e a possibilidade de a moça ser contratada pelas Brasileirinhas. Que preguiça.

No caso, na minha opinião, mais negócio pra moça (em se tratando de internet) é ligar o “dane-se”. Se ficar tentando evitar que se fale no assunto, mais vão falar e divulgar o ví­deo, vide todos os outros casos já divulgados.E, descobrindo-se quem divulgou as cenas, que este alguém pague pelas consequências na Justiça.   

O que mais me aborrece é que a mulher ainda é uma ví­tima em tudo o que se refere a sexo. A moça não estava só, mas é só seu nome, sua imagem, que acabam sendo diminuí­dos. O homem, como sempre, estava apenas se divertindo, como tem que ser.

Porque ainda existe tanta hipocrisia, tanto pudor especificamente relacionadoÂ í  mulher? Porque tantos dedos quando sexo entra na jogada? Já não se falou o bastante, já não se discutiu o suficiente? Gostaria tanto de entender as origens deste sentimento de pecado, de sujeira, que brota nas pessoas quando um destes ví­deos aparece na internet. Sim, eu sei, são frutos da religião, mas ainda não me explicaram, quero saber mais, quero entender.

Ah, sim, não há explicação, minha amiga, religião não se explica. Se obedece, segue, respeita. São dogmas. E é assim que tem que ser. O que fica é que sexo é pecado, é sujo, é errado. E quem o fizer vai ter contra si um grande dedo em riste, em desaprovação. Simplesmente porque você agiu como o animal que é.

Enfim, mais uma vez socorro-me das palavras do psiquiatra Galeno Alvarenga quando diz que somos muito mais idiotas que inteligentes. Que pena.

Ensaio sobre a cegueira

Recentemente fomos ao cinema para assistir o tão falado filme do diretor Fernando Meirelles que adapta o elogiado livro de José Saramago, “Ensaio sobre a cegueira“.

O quê achamos? Bem… Não achamos muito legal, não.

Os motivos são apresentados a seguir:

  • Será que se todos ficarmos cegos realmente perderemos a noção e nos comportaremos como animais?
  • Será que precisava pegar tão pesado com sexo e nudez?
  • Será que somos mesmo assim?

Talvez não tenhamos entendido bem as metáforas evocadas no filme – mesmo porquê, quem leu o livro nos disse que no texto as coisas não aconteceram daquela maneira mostrada na tela (nenhuma surpresa).

Mas o fato é que o filme nos deixou bem desconfortáveis. De um jeito que não precisava; principalmente se a idéia era mostrar a mensagem de que estamos cegos para as coisas que nos fazem bem.

Sei lá. Não recomendamos pagar para assistir no cinema… Se estiver passando na TV, vale a pena. A não ser que esteja passando algo melhor em outro canal. í“bvio 🙂

Frutos do cerrado brasileiro

Bom, pelo menos por enquanto, este é nosso último post sobre a Chapada dos Veadeiros e, claro, sobre o cerrado brasileiro. Nele gostarí­amos de apresentar para quem ainda não conhece a Sorveteria Frutos do Cerrado e uma pequena frutinha prima do caju, o cajuí­.

Bom, sobre a Frutos do Cerrado, a vimos pela primeira vez na cidade de Coromandel. Mas, por uma série de fatores, não tivemos tempo nem oportunidade de ir experimentar os sorvetes. Depois, passamos por Brasí­lia, mas também lá não a encontramos.

Foi com surpresa que, em razão do tal Encontro Multicultural que ocorria em São Jorge, nos deparamos com uma barraquinha improvisada da sorveteria e, claro, experimentamos alguns sorvetes.

Como podem ver, tomamos (e aprovamos) os sorvetes de jaca, pequi, cajamanga e araticum. Eu achei o de jaca um pouquinho enjoativo, apesar de gostar da fruta. O de pequi é bem especial e o de cajamanga é delicioso, bem azedinho.

O sorvete de araticum, por sua vez, é bem saboroso. É como se você estivesse comendo os pedacinhos da fruta que, no cerrado mineiro, também é conhecida por “cabeça de nêgo”.

Adoramos tudo o que provamos, só lamentando que não tivemos tempo de testar os inúmeros outros sabores. Ao retornarmos a BH, todavia, tivemos nossa tristeza aplacada, pois soubemos que aqui também há  Frutos do Cerrado. Pois é, estávamos desatualizados em relação a isto, o que é inadmissí­vel! 🙂

Enfim, ainda não tivemos oportunidade de visitar a nossa Frutos do Cerrado, mas avisaremos quando o fizermos.

Neste post também mostramos o cajuí­, um fruto que apresenta as mesmas caracterí­sticas do caju velho de guerra. A diferença está mesmo no tamanho e no fato de que o delicado cajuzinho é, como milhares de outros alimentos, um fruto do cerrado,  a segunda mais rica formação vegetal brasileira em variedade biológica.

Estes cajuí­s margeavam nossa trilha por dentro do Parque da Chapada dos Veadeiros e foram, obviamente, deixados em seu devido lugar.

Já comeu paçoca de carne? E de soja?

Coisa gostosa foram as paçocas de carne e de soja que comemos em São Jorge, Goiás. A de carne tinha bem mais carne que farinha e um temperinho muito do bom. Nos foi vendida na porta de uma casa da vila, demonstrando como o turistmo pode ser um excelente ganha-pão.

A de soja foi vendida na feira montada para as comemorações do Encontro Multi Étnico que ocorria na cidade e era caprichada no coentro. Eu adoro coentro e com a soja realizou-se um perfeito casamento.

Ele já não é muito fã, mas creio seja um pouco de preconceito com esta erva cheirosa, originária do Egito (quem diria, jurava que era baiana!). Bem, como alguém pode não gostar de coentro? Pra mim, era perfeita apenas em peixes e em saladas. Agora também na paçoca de soja.

Mas, enfim, deliciosas as paçocas, que representam bem a comida do tropeiro, do homem rústico do cerrado. Conservam-se bem por um bom tempo fora da geladeira e são uma verdadeira refeição.

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