Porque cargas d´água alguém leria um texto adaptado de Anna Karenina?
No meu caso, que já conhecia essa obra maravilhosa de Liev Tolstói, li apenas para relembrar os outros aspectos da história – que não o romance de Anna com Vronski e suas consequências – que já não estavam tão claros na cabeça.
Eu também queria relembrar especificamente alguns trechos do personagem Lievin, que, na minha memória, tinham sido excelentes. Meu personagem preferido, tá aí. 🙂
Enfim, li rapidinho, até porque a linguagem dessa adaptação é bem direta. Como se fosse um resumo do livro. Gostei da experiência. Acho que a repetiria com O idiota ou com Crime e Castigo caso existam livros do tipo.
Mas, sinceramente, não indico para quem não conhece o texto original de Tostói; a leitura do texto integral é outra coisa… incomparável.
Detalhe: há 12 anos eu li em português a obra traduzida do francês. A próxima leitura vai ser o texto em português traduzido direto do russo. 🙂
Fortalecendo o joelho enquanto isso.Delação premiada em Hogwarts beneficia Comensal da morte.
Eu adorei o Cálice de Fogo. Acabei hoje. Li bastante durante o “Carnaval que não foi Carnaval”. Os personagens começam a crescer e os relacionamentos mudam de figura. O texto em si também fica um pouquinho mais pré-adolescente, mostrando que a autora foi desenvolvendo o argumento e acompanhando o desenvolvimento de seus leitores.
Achei uma gracinha o baile durante o Torneio Tribruxo e muito emocionantes todas as tarefas que os campeões das Casas tiveram que fazer.
O final do livro também é bem intrincado. Fico feliz porque os meninos leram e entenderam bem. í€s vezes eu até pergunto alguma coisa pra eles e eles me ajudam com alguma questão do enredo. #orgulho
Enfim, estou empolgada para ler o próximo livro, Harry Potter e a Ordem da Fênix. Quer coisa melhor? 🙂
Fizemos esse bolo a 6 mãos. Bolo de amendoim recheado com creme de gemas e coberto com ganache. Se desejar fazer,
Você vai precisar de:
4 ovos
1 lata de leite condensado
1 xícara de biscoito Maria triturado
1 xícara de amendoins torrados e moídos
1 colher de sobremesa de fermento.
Faça assim:
Bata tudo no liquidificador e coloque no forno para assar. Eu untei a forma e polvilhei farinha de trigo. Desenformou muito bem.
Depois….
Fiz um creme inglês para o recheio. Usei meia lata de leite condensado, 2 xícaras de leite integral, 1 colher cheia de maisena (dissolvida no leite), uma gema sem pele e um tico de baunilha.
Quando esfriou, bati na batedeira e o utilizei no recheio, com ajuda do filhote. Na próxima quero acrescentar creme de leite nessa fase, vai deixar menos doce.
Depois….
A cobertura do bolo quem fez foi a filhota. Ela derreteu o chocolate meio amargo e depois colocou o creme de leite. Fez um ganache. Segundo ela, de acordo com o programa de culinária Mandou Bem. 🙂
Ficou bem bom. Da próxima vez vou ver o que faço para reduzir um pouco o doce. Talvez usar menos leite condensado no recheio, usar creme de leite na batedeira, como já falei… e usar também um chocolate mais amargo para o ganache. Vamos ver.
De qualquer forma, fizemos com carinho para alguém que amamos e que ama amendoim.
Fiz e achei gostoso. O interessante é que é um bolo sem açúcar adicionado e sem óleo. Excelente para quem está se controlando no açúcar, precisa regularizar o intestino e quer, por exemplo, fazer um lanchinho saudável.
Não é um bolo doce, de forma alguma. E olha que eu coloquei bem mais uvas passas que o recomendado. Usei uns 60 gramas. Também não retirei a casca das maçãs e acho que fiz bem.
O gostinho lembra aquele ácido da maçã e o sabor é bem suave. Se desejar, coloque canela na massa, cardamomo, noz moscada.. talvez ele fique muito saboroso também se colocarmos uma boa colher de mel.
A propósito, a receita foi compartilhada por um grupo do qual eu fiz parte por um tempo, chamado Amigos do VP. Era um grupo que trocava receitas dos Vigilantes do Peso. Sempre com receitas ótimas, guardei várias para fazer ao longo da vida. Até hoje tenho um mundo véio de coisa guardada. Quando fizer algo legal, coloco por aqui. Adoro indicar e guardar receitas boas.
Você vai precisar de:
4 maçãs sem casca
3 ovos
1 banana
2 xícaras de aveia grossa
15 gramas de uvas passas
1CS fermento
Faça assim:
Triture tudo no liquidificador, menos a aveia e o fermento. Depois junte os dois ingredientes, coloque na forma untada, polvilhe com canela e asse ate dourar.
1 copo de queijo (ou 1 pacote de 100g de parmesão);
1 copo de leite;
1 copo de óleo (pode diminuir um pouco, fica muito gordo assim);
1 colher de pó Royal;
3 ovos;
1 copo de acúcar.
Faça assim:
Bata tudo no liquidificador, colocando por último o queijo e o royal. Esses dois últimos ingredientes devem ser menos batidos. Asse em forma de pudim.
No caso desse bolo eu piquei uns pedacinhos de goiabada na massa. Cuide de colocar a goiabada depois de toda a massa. Eu coloquei no meio e ela desceu toda para o fundo da forma. Ficou uma delícia, mas um pouco difícil de desenformar. Estou com a ideia de polvilhar fubá na forma, talvez ajude a não grudar.
Eu não sei bem que medida é essa de 1 copo.. kkkk Eu peguei um copo de 350ml e fiz uma marca mais ou menos nos 300ml. A ideia é usar as medidas iguais para todos os ingredientes. Deu super certo e esse bolo é simplesmente delicioso. Façam.
Tivemos sábados bem í toa…Fomos passear na casa de amigos…E eles colocam néctar para os beija-flores 🙂Fiz rabanadas e ficaram ótimas. Fomos para Lagoa Santa e foi muito bom..Saímos de casa í s 6:40 para andar de patins no domingo, dia 17.E no mesmo domingo fiz um almoço bem gostoso…Na semana seguinte fomos para Nova Lima e eu amei..Os livros foram como companhia…E um filhote de bicho lixeiro me picou. 😀Arrumamos o material para a escola… e estamos prontos para 2121.
Enfim, apesar da pandemia, conseguimos fazer um janeiro de boas férias. É claro que gostaríamos que fosse diferente; é claro que estamos ansiosos pelo que vai acontecer nesse ano, principalmente em relação í escola dos meninos, mas fizemoso melhor que deu e, pelo menos pra mim, nossos passeios foram de muito descanso.
No último dia do mês – domingo – encapamos os cadernos. Na verdade, o papai encapou. Eu fiz dois cadernos mal e porcamente e ele fez o resto. Ele ajeitou tudo, etiquetou etc, como sempre faz.
Tentamos salvar um pássaro, sem sucesso… : ..(E a cachorrinha ficou fã dos meninos..rs
Anteontem chegamos de um passeio de 6 dias no mato. Adorei.
Essa casa não fica dentro de condomínio fechado. Na primeira noite eu acordei de 5 em 5 minutos, com medo dos barulhos. Depois dei uma relaxada. Os bichos fazem muita movimentação í noite. Tem morcego, passarinhos, esquilos, os cachorrinhos.. então, quando vi que eram eles os barulhentos, fui me acostumando. Mas da próxima isso será considerado, certeza.
Os meninos não tiveram por onde aproveitar mais. Nadaram, correram, brincaram com os cachorrinhos, jogaram bola, acharam gambazinhos, jogaram baralho, vasculharam o espaço em aventuras e até tentaram salvar um pássaro que acabara de cair do ninho. Muito bebê, não resistiu.
Nós tivemos um sossego da confusão da cidade por um período e experimentamos ter espaço. Ai, como é bom!
Espero que pandemia não dure o suficiente para ficarmos fazendo isso como necessidade, pois é bem trabalhoso que toda viagem seja desse jeito, levando tudo o que se precisa para uma hospedagem bacana. Mas se for o caso, estamos aí; vamos repetir a experiência.
“Notas do Subterrâneo” (BR) (também traduzido como “Memórias do Subsolo” ou “Notas do Subsolo”) ou Cadernos do Subterrâneo (PT) é um curto romance de Fiódor Dostoiévski, publicado em 1864.
Em o li em dois dias; ele só tem 147 páginas e é daqueles que vale a pena a imersão.
O texto é dividido em duas partes: na primeira é o protagonista se apresentando e ele é paradoxal (não sei se tecnicamente posso defini-lo assim, mas ok), sombrio e filosofa incessantemente.
Homem de 40 anos, sem emprego no momento, se diz doente e mau, desagradável e confessa ter sido um funcionário público maldoso, grosseiro e que encontrava prazer nisso.
É, de fato, agressivo e torturado pelo seu caminho/destino. Seu discurso é alucinado, desordenado. De acordo com as notas do tradutor, Boris Schaniderman, o fluxo de sua fala é contínua e ‘parece estar transbordando’.
Dostoiévski sendo quem ele é, um dos maiores escritores do século XIX.
Ainda sobre a primeira parte, não achei fácil, mas penso que se deve insistir e, de preferência, ler alguma coisa a mais a respeito ou assistir a algum vídeo de especialista em literatura; hoje temos material bastante farto na internet, para todos os públicos.
Qual a necessidade disso?
A segunda parte é mais fluida: também é o personagem – em primeira pessoa – trazendo algumas memórias, alguns eventos que lhe marcaram a vida e lhe fizeram – talvez – ser como é.
O que mais me marcou, sem dúvidas, foi a relação travada com a prostituta. É inicialmente poética e tocante, depois desalentadora. Qual a necessidade disso? Você se questiona…
Sobre a obra, enfim, D.S Mirsky, crítico e historiador literário russo, um dos mais influentes estudiosos da literatura do seu país natal, escreveu:
” Ela não pode ser recomendada í queles que não são bastante fortes para sobrepujá-la nem bastante inocentes para não se envenenarem. Ele é um veneno forte, sendo preferível deixa-lo intocado.” (texto do prefácio)
Acabei de acabar. E gostei tanto quanto gostei dos dois primeiros volumes.
Eu realmente não entendo o porquê de algumas pessoas terem implicado com Harry Potter na época em que crianças e adolescentes estavam na crise com as obras.. os livros são tão gostosinhos de ler..
Eu, já velhona de guerra, fico com aquela vontade de entrar dentro das páginas e conseguir um lugarzinho em Hogwarts.. 😀
Imagina uma criança.. A gente vai se afeiçoando aos personagens (o meu favorito é o Hagrid, queria um amigão como ele), tomando antipatia de outros (odeio toda a família Malfoy rs ) e a leitura se torna uma grande diversão..
Enfim, muita distração, muito prazer ao ler Harry Potter. Indico para todas as idades!
Alugamos uma casa perto de BH e passamos um final de semana. Foi muito bom, nós todos gostamos. Até queríamos ficar mais, mas a casa já não tinha disponibilidade de datas.
Os meninos se divertiram muito: nadaram, acharam sapinhos, fizeram amizade com o gatinho da casa.. aproveitaram um pouco a liberdade da natureza.