Nem tenho foto, mas gostaria de compartilhar a receita não aprovada de docinho sem açúcar.
Ela leva amendoim cru, damasco e mel. Tudo triturado.
O gosto ficou indefinido, incômodo. Ruim.
Só não foi todo pro lixo porque Ele foi bravo e comeu tudo. 🙂
Nem tenho foto, mas gostaria de compartilhar a receita não aprovada de docinho sem açúcar.
Ela leva amendoim cru, damasco e mel. Tudo triturado.
O gosto ficou indefinido, incômodo. Ruim.
Só não foi todo pro lixo porque Ele foi bravo e comeu tudo. 🙂
Mais uma receita de doce saudável, próprio para a família toda, inclusive suas crianças. Posso dizer que este foi muito aprovado, especialmente para acompanhar um cafezinho – também sem açúcar.
É só processar:
2 xícaras de uvas passas levemente hidratadas,
1 + 1/2 xícara de nozes ou castanhas de caju (eu usei castanha de cajú),
1/2 xícara de cacau em pó sem açúcar.
Triture tudo e enrole. Eu passei alguns no cacau e outros na farinha de castanha. Faça de acordo com o seu gosto.
Este cajuzinho é sem açúcar. A receita que fiz levou apenas 120 gramas de amendoim cru e 14 tâmaras secas. Como você pode ver das fotos, basta triturar tudo no processador e depois, com cuidado, fazer os formatos de cajuzinho. Eu passei na farinha de castanha e ficou gostoso.
Só há um porém. Esta receita foi encontrada em um site pró alimentos crus. Então, obviamente, o amendoim sugerido pela receita foi cru. O que não gostei muito. O gosto do amendoim cru não me agrada tanto. Mas Ele, por exemplo, um fanático sem conserto por amendoins, adorou.
Para meu gosto, se eu usar o amendoim torrado (e talvez já moído) vai ficar muito mais gostoso. Um tiquinho de cacau deve dar um toque bom também. Se eu fizer esta nova modalidade aviso aqui pra vocês.
Mais um detalhe. Esta massa fica bem farofinha mesmo. Então você pode juntar umas gotinhas de água pra facilitar a confecção do cajuzinho. Mas tem que ter cuidado. Uma gota a mais desanda tudo.
Não se trata aqui de um docinho com poucas calorias, pra ser comido como se não houvesse amanhã. Â Estes docinhos são muito calóricos, porém saudáveis, compostos apenas de frutas, castanhas e, neste caso em especial, cacau em pó sem açúcar.
Pois então: desde que meus bebês nasceram, eu tento viver uma vida mais equilibrada, sem guloseimas em excesso. Tenho me adaptado aos poucos, mas tudo vale quando me lembro que hábitos saudáveis são passados aos filhos mais pelo exemplo do que pela simples informação.
Então não faço ou compro doces em casa. Eles mesmos, agora com 1 ano e 11 meses, ainda não comeram doces tradicionais. Â E o paladar destes pequenos tem sido invejável. Comem com boca muito boa toda sorte de frutas (cada um com suas preferências) e ainda comem muitas frutas secas. Isto sem falar que quase nunca recusam legumes. Graças, eu entendo, ao afastamento de alimentos saturados de açúcar ou sal.
Mas, voltando ao doce, este aí é meu primeiro teste com este tipo de gostosura. Â Já fiz mais 4 massas da espécie e algumas ficaram bem mais docinhas que esta da foto. Se você é fã incondicional de açúcar deve experimentar primeiro as outras receitas que darei.
Neste caso eu usei:
Não há mistério. É só triturar tudo no processador e depois enrolar. Fui colocando os ingredientes pouco a pouco, na ordem da receita.
Ficou bem pouco doce, como já disse, por duas razões. A ameixa não é tão doce (a tâmara seca é bem mais) e o cacau amarga um pouco.
Mas ficou gostoso. Levei para o almoço de domingo na casa de minha mãe e não sobrou um sequer. Ficou bem gostoso com café, lembrando a experiência de chocolate amargo com o velho cafezinho.
Também vou compartilhar com vocês as outras receitas que fiz e uma lista de algumas combinações de ingredientes que encontrei na net.
Aguardem!
Maravilhosa, perfeita.
Meu pai chamava esta fruta do cerrado brasileiro de araticum, araticum-cagão ou cabeça de nêgo. Trazia para casa umas enormes, cheirosas, suculentas. E “de vez em sempre” resolvia fazer doce delas.
Cuidadosamente separava gomo por gomo, lavava tudo, raspava a areia que fica entre a polpa e a casa. Depois coava a água da lavação em pano próprio e com ela mesmo fazia uma calda translúcida.
Os gomos eram deitados na calda e ferviam até cozinhar. A casa toda rescendia a araticum e era nítido quem, naquela hora, pilotava o fogão.
Muito gostosa a fruta, muito gostoso o doce dela. Daqueles de família, outro cheirinho de infância.
Depois de Noturno, acabei A queda e Noite Eterna, os outros dois livros da trilogia  da escuridão de Guilhermo del Toro e Chuck Hogan.
Noturno é interessante. Desde que o conhecemos, vimos que tratava-se de um livro feito para virar filme. A história é a primeira da trilogia de terror que trata do tema dos vampiros e de como eles estão conseguindo tomar conta do planeta. O texto é bem dinâmico. Um verdadeiro e merecido best-seller que nos deixa curiosos do início ao fim. Diversão garantida com uma abordagem contemporânea bem interessante de um tema fácil de virar cliché. Nas mãos deles não virou, ainda bem.
Veja o book-trailer de Noturno.
A queda e Noite Eterna pecam um pouco. Aparecem os clichês, fica tudo bem repetitivo e o fechamento da trama é Â bem bobinho. Não quero dar spoilers. Nós (eu e Ele) apenas achamos que estes autores poderiam ter sido mais criativos em relação ao surgimento dos seres vampirescos.
🙂
Mas tudo bem. Trilogia lida e devidamente passada para frente.
Não sei mais de onde tirei esta receita, mas é bem interessante para aqueles dias em que você quer fazer uma “gracinha” na cozinha e não tem quase nada em casa. Bom, neste caso específico você vai ter que ter um daqueles pacotes de Rap 10, já viu nos supermercados? Vai precisar também de molho de tomates, creme de leite, queijo e algo que sirva de recheio para as panquecas.
Pois então: é super facinho. Faça um creme de molho de tomate com creme de leite, forre um refratário e nele vá colocando os  rolinhos de Rap 10 feitos com seus ingredientes preferidos. Eu usei, como podem ver, presunto, queijo, milho e requeijão, mas quem manda neste quesito é sua imaginação. Use o que quiser, o que tiver em mãos. O importante é usar um bom molho de tomates e ter queijo para por por cima de tudo!!
Depois de feitos os rolinhos, cubra com mais molho e queijo e leve para gratinar.
Não guardei as quantidades dos ingredientes, mas não tem erro não. Pode fazer tudo no olhômetro que vai dar certo.
A facilidade do prato está aí, em ser bem rápido no forno. Você monta tudo em 15 minutinhos e gratina em 10. Em 30 minutos você tem um prato gostosinho e vistoso. Sirva com arroz e salada verde!
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