emgeral.com

um blog sobre todas as coisas em geral

Lanchinho gostoso e saudável

Querendo, dá pra fazer do Subway uma opção saudável de lanche fora de casa. É só escolher os ingredientes mais leves, de preferência montar um sanduba sem carne, e optar por um suquinho ou um chá. Não estou dizendo que á coisa mais saudável do mundo, mas, vá lá: é um lanche fora de casa!

Eu só não sei o porquê quando vamos lá sempre comemos o Subway Melt, o que leva queijo gordo e, bem, bacon.

Delí­cia.

Esperando o show do A-ha em Belo Horizonte

Só pra constar, estou bastante ansiosa esperando pelo show do A-ha no próximo domingo. Imagine que eu tinha 13 anos (idade crí­tica) quando o Morten esteve no Rio em 89. A fita com a gravação do show – que passou ao vivo na Globo – quase furou.

Depois, quando eles vieram a BH, lá estava eu no Mineirinho, com uma amiga, na maior empolgação.  Neste ví­deo, de 1991, vocês podem me ver aos 15 anos. Eu sou esta aí­,  grudada no palco, bem aos pés do Morten.

Enfim… esperando por domingo e  imaginando como vai ser uma delí­cia reviver esta época ao lado d´Ele.

Espero ouvir, dentre outras..

Manhattan Skyline

We are looking for the whales

Living a boy´s adventure tale

Early morning

Stay on these roads

The blood that moves the body

Morten Harket an porta do Hotel Oton

Morten Harket

Foto tirada em 1991, na porta do Hotel Othon, quando do primeiro show do A-ha em Belo Horizonte.

Que o Chile logo se recupere

Ficamos muito, mas muito tristes com o terremoto que assolou o Chile na semana passada. Em 2008 estivemos lá e foi uma experiência fantástica. Visitamos Santiago e depois fomos ao deserto do Atacama, um dos lugares mais maravilhosos do mundo na minha opinião.  Quando retornamos a BH  relatamos passo a passo nossa viagem. Postamos muitas fotos do deserto, das lagunas, do salar, dos geiseres…  Falamos da comida chilena e dos chilenos, claro. E hoje, vasculhando os arquivos passados, dei com este post.  Achei interessante revivê-lo para mostrar como este terrí­vel evento natural é encarado pelos chilenos.

Enfim, agora é torcer para que cada indiví­duo afetado pelo terremoto possa se reerguer e que o Estado possa recuperar suas forças e finanças para voltar a ser como antes. É o que gente deseja a este paí­s que tão bem nos recebeu e que ainda nos terá por suas terras – espero que em um tempo não muito distante.

O texto e as fotos  abaixo foram postados em 17 de abril de 2008.

Um dos guias que tivemos no Atacama foi o Patrí­cio, que aparece neste ví­deo de 2007 durante o terremoto que atingiu o norte do Chile. Ele nos deu algumas informações sobre os tremores de terra que assolam diariamente o paí­s. De acordo com ele, o chileno está acostumado a este tipo de evento e nos falou a respeito de um ditado popular do paí­s segundo o qual o chileno só morre de doença de chagas, tiro e mulher.

Ou seja, os tremores de terra e terremotos podem até assustar, mas não tiram o sono de nenhum chileno, o que é normal quando se é obrigado a conviver com este tipo de coisa, vide o cotidiano de milhares de pessoas no mundo inteiro que se vêem obrigadas a continuar na luta mesmo em época de guerras ou calamidades naturais de toda espécie, o que pode ser bem pior que um tremorzinho de terra.

Pra quem é turista, porém, o buraco é mais embaixo e não dá pra não ficar assustado quando, a todo tempo, se é lembrado de que a terra pode dar uma sacolejadinha. Em Vinã del Mar, em cada esquina, nos deparamos com placas alertando para rotas de fuga em caso de tsunamis. Já em Valparaí­so, ao entrarmos no ascensor, tivemos a grata surpresa de ler o aviso abaixo.

De toda forma, mais importante é ter informação. Tremores de terra ocorrem sempre, quase que diariamente, segundo o Patrí­cio. Eles são suaves e quase imperceptí­veis. Já os terremotos ou sismos são mais fortes e ‘sabe-se deus’ quando e com qual intensidade podem ocorrer. Se você estiver em área descampada, como no Atacama, o risco de ser soterrado é pequeno. Mas, em Santiago, com tantos prédios í  volta, não sei não.

O lance é torcer pra não ser na sua vez.

Cultura: últimos livros lidos

Nestas férias de janeiro lemos um bocado.

Eu li O Hobbit e Noturno durante o mês de janeiro, enquanto Ela leu O ensaio sobre a cegueira, Noturno e  Civilizações extraterrenas.

Bem, sobre Noturno posso dizer que trata-se de um livro feito para virar filme. E tem tudo para virar um excelente filme. A história é a primeira de uma trilogia de terror que trata do tema dos vampiros e de como eles (até o momento) estão conseguindo tomar conta do planeta. O texto é  bem dinâmico. Um verdadeiro e merecido best-seller escrito por Guillermo del Toro e Chuck Hogan que nos deixa curiosos do iní­cio ao fim. Diversão garantida com uma abordagem contemporânea bem interessante de um tema  fácil de virar cliché.  Nas mãos deles não virou, ainda bem.

O Hobbit é um clássico. A leitura é motivada pela notí­cia da produção do filme que conta com Guillermo del Toro (um dos escritores de Noturno) na direção. Obra de leitura mais fácil e agradável do que a trilogia de O Senhor dos Anéis, mas igualmente excitante, relata  as aventuras de Bilbo Baggins quando ele ainda era jovem. Ou seja: bem anterior aos acontecimentos de OSDA. Na minha opinião é um livro mais desleixado… Quem – como eu – leu OSDA mais de uma vez sempre acha uma ou outra incongruência entre as tramas. Nada que atrapalhe, mas mostrando nitidamente  que foram escritas de maneira independente.

Enfim, ficam as minhas indicações para quem gosta de ficção e terror: O Hobbit e Norturno.   O ensaio sobre a cegueira já foi analisado por mim em suas versões livro e filme. Agora deixo para Ela suas reflexões, como também acredito que o fará em relação ao livro do Issac Azimov, Civilizações extraterrenas.

Bar/cafeteria do Cine Belas Artes

No dia em que fomos ver o filme “A fita branca”, no cine Belas Artes, ficamos batendo papo no café que divide espaço com as salas de exibição. Com um pouquinho de fome, resolvemos pedir algo para beliscar. Veio o cardápio e, ao invés dos costumeiros pães de queijo, resolvemos inovar e experimentar um dos pratos do local. Ele escolheu os “rolinhos de abobrinha com tomates secos e mussarela”.

Sim, eles estavam gostosos, mas eu fiquei surpresa com a quantidade oferecida. Foram 10 rolinhos, mas cada um deles muito pequenininho. Depois que já haví­amos comido 5 tirei a foto para vocês verem do que falo.

Deve-se levar em conta que os pratos pretos ao lado dos rolinhos são pratos pequenos, que sequer usamos dada a rapidez com que os rolinhos se foram. 🙂

Poxa, não achei que valeram a pena. Foram R$16,00 por umas fatias de abobrinha enroladas em pedaços muito pequenos de tomate e queijo. Fazendo justiça com quem preparou o prato, devo dizer que o sabor estava muito bom. O molho estava ótimo, a abobrinha estava no ponto (nem dura nem molenga) e o temperinho também estava ok.

Só ficamos com cara de tacho quando vimos a quantidade. Podiam caprichar mais no rolinho ou aumentar o número deles. Apenas isso.

No mais, como nem tudo é perdido nesta vida, peguei a ideia do prato e o farei aqui em casa. Mais farto, é claro. Mais farto.

Prato do dia

Saladinha de última hora, feita correndo e com os restinhos da geladeira.

Tomates e pimentões grosseiramente picados, cogumelos fatiados, tomates secos, mussarela em cubinhos, passas e manjericão. Usei orégano, sal e um pouquinho do óleo do tomate seco como temperos.

Comemos com torradas  e não é que ficou boa? Leve e gostosa, perfeita  para este clima forninho.

Carnaval caprese

Gosto do carnaval. Gosto dos bailes, dos sambas gostosos e das marchinhas antigas. Gosto dos compactos dos desfiles, da criatividade dos carnavalescos, da alegria da galera e dos corpos bem esculpidos (exageros fora).

Chato são as bebedeiras, as drogas e o sexo indiscriminado. Os milhares de acidentes de carro, as prisões e a violência que acompanha algumas festas e pessoas. Porquê, para alguns, carnaval é carnaval e o mundo pode acabar amanhã. Como se a festa fosse um grande ritual de exorcismo de todas as ‘urucas’.

Relembrando o passado, vejo que já aproveitei demais o carnaval. Viajei muito com as amigas para Diamantina e Tiradentes. Fui a bailes em clubes do interior. Tive como destino  Ouro Preto e até Piúma, suportando a falta de estrutura,  o calor insuportável,  faltas de água, de luz, de dinheiro, de tudo. O que sobrava mesmo era um ânimo absurdo (que misteriosamente acaba na fase adulta).

Mas, enfim, a fase das “farras carnavalescas em cidades do interior” passa, mas resta-nos experiências não menos gostosas, principalmente se estamos com o namorado, o marido, os filhos… ou, para os solteiros, com os amigos e familiares queridos.

Neste carnaval farí­amos uma viagem ‘visita-famí­lia’, mas confesso que as estradas nos fizeram desistir. As pessoas são muito imprudentes, muito irresponsáveis. E depois,  ficando aqui em BH poderí­amos nos dedicar aos cinemas, aos restaurantes e aos encontros com a famí­lia, principalmente nesta época bicuda em que o tempo é nosso maior inimigo.

E está sendo muito bom ter ficado por aqui. Valeu demais pelo silêncio das ruas e pelo trânsito agradável. Não conseguimos ainda ir ao cinema, mas hoje, por exemplo, nos dedicamos aos pais e irmãos  e fizemos um almoço bacana. E com aquele gostinho de ser segunda-feira e de não ter que ir trabalhar amanhã.

Para ilustrar este post vou compartilhar com vocês o macarrão que fiz, o carnavalesco caprese. Fací­limo de fazer: você só precisa picar tomatinhos crus,  manjericão fresco e mussarela de búfala em uma vasilha. Basta temperar com azeite e sal a gosto e juntar o macarrão  ainda quente.

O calor do macarrão dá uma derretida na mussarela e faz exalar o cheirinho do manjericão; os tomatinhos dão um toque adocicado delicioso e o azeite… nem precisa falar.

Sirva com uma carne de sua preferência e agrade a todos. Afinal, é carnaval. 😉

A correria do dia-a-dia

Este ano de 2010 promete muito estudo e trabalho para nós do Emgeral. Já ingressamos fevereiro com a corda toda e, se tudo der certo, o ritmo vai se manter acelerado por todo o ano.

Janeiro já foi um mês de tarefas, mas pegamos leve. Sempre nos sobrava um tempinho para distração por estas bandas de cá. Fato é que, a partir de agora, os posts podem se tornar um pouco menos frequentes, mas não deixaremos de escrever – principalmente – sobre os livros que estivermos lendo, filmes que estivermos assistindo e, claro, lugares bacanas que tivermos a oportunidade de ir.

Enfim, faremos de tudo para não deixar a peteca cair. Nossa intenção é postar com a mesma frequência de sempre, mas nada de pânico 😉 se sumirmos um pouquinho. Logo logo estaremos de volta, com o mesmo ânimo de sempre.

Comida a quilo – Bem Natural

Adoramos almoçar em casa. Entretanto, há momentos em que precisamos tirar umas férias das manhãs na cozinha e para estas horas os restaurantes de comida a quilo são uma boa pedida.

O Bem Natural é um dos nossos preferidos neste quesito. Sempre que estamos por perto aproveitamos as delí­cias saudáveis oferecidas por lá. São pratos leves, saudáveis e muito gostosos! Dá para dar uma folga na comilança de carne (embora lá tenha muitas opções de carnes) e aproveitar uma dieta inclinada ao vegetarianismo.

O ambiente da unidade da Savassi (a que mais frequentamos) é muito bacana – apesar de próximo í  entrada ter um ponto de coleta de lixo e o cheiro não ser dos melhores. No primeiro andar há um salão enorme com muitas mesas e as bancadas onde ficam os alimentos. No segundo andar estão os banheiros (a limpeza dos banheiros mostrou-se irregular… teve ocasiões em que estavam bem limpos e outras que nem tanto) e algumas mesas numa varanda. O terceiro andar é bem legal; com ar condicionado e obras de arte.

Os pratos são vários e muito gostosos. Há saladas para todos os gostos, incluindo folhas especiais e quinoa. Os pratos quentes merecem atenção especial. Vale uma passeada pela bancada antes de fazer a escolha, senão o peso do prato vai refletir a vontade de experimentar de tudo um pouco. Sempre tem uma massa, um prato de soja ou gluten (uma delí­cia), um peixe, uma ave e um corte de boi ou frango. O tempero é bem gostoso.

Vale ressaltar a promoção dos selinhos… Cada vez que você almoça, ganha um selinho. Juntando dez selos numa cartela, uma refeição grátis está a sua espera… 🙂

Além disso, o restaurante oferece várias opções de alimentos gostosos numa banca, próxima aos caixas (na unidade savassi). Sempre compramos granola lá. Além de barata, é de boa qualidade.

Ou seja… Se você quer experimentar comida bacana num restaurante a quilo na Savassi, uma de nossas recomendações é o Bem Natural.

Mayu – um japa bem caro

Se você gosta de comida japonesa e prefere ir além dos restaurantes rodí­zio e dos mix de japonês e chinês a quilo que se alastram pela cidade, Belo Horizonte oferece algumas excelentes opções. Uma delas, mais voltada para o público que aprecia a inventividade culinária, é o Mayu; que fica no Sion (Esquina da Av. Uruguai e Rua Rubim).

Não é um restaurante barato, como o próprio tí­tulo do post diz, mas é uma experiência bem bacana para uma comemoração especial. O menu degustação é o que recomendamos. Ele permite escolher uma série de pratos (há muitas opções) repetidas vezes (não recomendamos repetir… afinal, há tanta coisa í  disposição que é melhor experimentar algo novo do que repetir um prato já escolhido). Paga-se pouco mais que setenta reais por pessoa para deliciar-se com este menu.

Em nossa passagem por este restaurante, pudemos comer ovas de peixe voador, sushis com chutney de abacaxi e haddok defumado, um sushi flambado no curaçao blue e sashimis ao sal grosso. Pratos deliciosos e inesquecí­veis.

Em nossa opinião, dois são os “poréns” deste restaurante. O primeiro é o preço (desencorajador, uma pena… embora o garçon que nos atendeu, apesar de bastante atencioso,  tratou os preços como se fossem verdadeiras barganhas); O segundo “porém”, como não poderia deixar de ser, é o suco (raramente experimentamos bons sucos em restaurantes). Caimos na besteira de pedir uma jarra de limonada suiça que não era nem jarra (a quantidade era mí­nima), não era limonada (era algo muito aquém) e muito menos suiça.

Enfim, recomendamos. Vale curtir o menu degustação com muito empenho. Afinal… pelo preço, não dá para saber se vai ser possí­vel voltar 😉

Page 87 of 119

Desenvolvido em WordPress & Tema por Anders Norén