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Archive for the '2 umbiguinhos – nossos gêmeos' Category

Almoço saudável e bem aceito!

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Continuo dizendo que a alimentação infantil é menos confusa do que parece. Se você, em sua casa, apresenta diariamente alimentos saudáveis para seu filho (e dá o exemplo comendo com gosto), ele vai comê-los também.
O x da questão é que a tarefa é mais árdua e chata do que imaginamos e muita gente acaba fraquejando. Comprar, lavar, higienizar, picar, refogar, todos os dias dá um trabalhinho e nem sempre estamos muito animadas para tanto. Mas o esforço vale. Este pratinho foi embora e ainda repetiram. Enfim.. Ver meus meninos comendo bem assim compensa toda a rotina na cozinha.

Hoje teve: arroz, carne moída com cenoura, brócolis refogados no alho e azeite, ervilha torta e tomatinhos.

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Aniversário dos outros; presente de grego nosso

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Hoje teve festinha na escola dos nossos filhos. E isso é o que veio na “sacolinha de surpresas”  colocada na mochila deles.
Um absurdo a quantidade de doces que colocam para crianças comerem. Foram quatro chicletes, quatro balas chita, dois pirulitos, duas balas de dissolução e uma embalagem de balas de goma para cada criança.
Literalmente um absurdo. Infelizmente não é exclusividade de nossa escolinha. Vejo que tal comportamento é muito comum. Fora os refrigerantes e correlatos.
Sério. Dá raiva.

Quando fizemos nossa festinha nos comportamos de maneira diferente, sem deixar de incluir uma coisinha gostosa na famigerada lembrança… não é tão difícil assim.

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Três anos de boa comida!

Comidinhas (2) Comidinhas (3)

Não posso (nunca pude) reclamar do apetite dos meus filhos. Desde a mais tenrinha idade eles comem de tudo, absolutamente  tudo. É claro que cada um tem suas preferências e eu as respeito, mas de uma forma geral eles comem, sim, de tudo.

Hoje comeram arroz, feijão, patinho moído, chuchu refogado, espinafre refogado e tomate refogado.

Macarrão é imbatível. Amam. Milho também é muito amado. Gostam demais de manga e a moda do momento é tomar vitamina de banana em todas as ocasiões possíveis. Eles (mais ele) já acordam pedindo “leite de banana”. E olha que não é pouco que tomam! Sempre acompanhado de um pãozinho quente com manteiga.

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Otite, bronquite e outros bichos

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Esta semana que se passou não foi nada legal para nosso garoto. Com quase 3 aninhos teve a primeira crise de otite e bronquite que nos obrigou a medicá-lo com antibiótico. Nossa bonequinha, há uns 2 meses, também teve otite, mas a dela foi curada apenas com muito soro. Infelizmente desta feita ele teve febres altas e intermitentes, o pai o levou à pediatra  e saiu de lá com uma listinha de medicamentos.

Serão 10 dias de remédios e nebulização. A boa notícia é que ele só ficou ruinzinho mesmo (mais prostradinho) no domingo passado e algo bacaca é que não é preciso nenhum drama para medicá-lo. Ele adora os remédios. Ontem, quando eu dei o Predsim, ele se assegurou se ainda teria mais doses naquele dia… Deve ser uma delícia!

🙂

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O melhor bolo de cenoura que já fiz

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Dia das mães de 2014

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Todo o trabalho, todo o esforço, todas as preocupações e cansaço presentes em nossas vidas pós maternidade são pequenos perto do amor que sentimos por estes pequenos.
Depois que nascem tudo muda, absolutamente tudo.
Obrigada, crianças, por fazerem minha vida maravilhosa.

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O dia em que o bico foi para o lixo!

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Ontem foi um dia histórico aqui em casa.
Quando os meninos acordaram, lá pelas 7:30hs, eu questionei ambos sobre qual seria o dia em que jogariam seus bicos fora.
Na verdade, nossa pediatra tem pedido para que retirássemos a chupeta desde o Natal, quando eles estariam com dois anos e meio, mas andávamos com muita pena. E fomos postergando.
Aliado a isto, nossa odontopediatra sempre frisou que bico não faz mal à arcada dentária e que a sua retirada precoce poderia causar danos psicológicos.
Então.. Voltando às vacas frias…
Quando perguntei, meu filhote afirmou que jogaria seu bico no lixo. Decidido, nada o fez voltar atrás. O pai o alertou sobre as consequências, disse que não haveria volta, mas ele, impassível, foi lá e jogou a chupeta na lixeira. Minha garotinha, vendo a cena, não poderia ficar de fora da parada. Foi firme e jogou o dela também.
Nós pais é que não ficamos nada sossegados. Eu, pelo menos, passei o dia imaginando como seria a noite, como seria a hora de dormir. Eles pediriam pelo “bubu” e pimba… Não havia mais.
Nossa médica alertou que a retirada da chupeta deveria ser de uma vez. Jogado o bico fora, nada de ficar correndo atrás de outro às altas horas da madrugada. E assim faríamos, nos prevenindo para uma noite ultra mal dormida.
Ao fim do dia, cansados, eles jantaram, tomaram um banho e foram para cama. Fiz algo que nunca faço: coloquei desenho animado no ipad, no quarto deles. Olha aí a mãe tentando aliviar a barra dos filhos. Fiquei mesmo com dó.
Eles, no entanto, sabiam que a decisão havia sido deles. Parece besta falar assim, afinal ambos só tem 2 anos e 11 meses. Mas me pareceu que tomaram para si a responsabilidade: a mocinha me pediu o bico meio sem graça e ele chorou um pouco. Mas nada, nadica de escândalo.
Como recompensa pelo ato heróico, comprei uma lembrança para cada um, aquelas lousas mágicas. E foi nossa salvação. Amaram tanto o brinquedinho que a chupeta ficou em segundo lugar.
Hoje foi mais surpreendente, pelo menos até agora. Eles sequer mencionaram o bico. Acordaram com a lousa debaixo do braço, subimos para a cobertura, brincamos nas redes… E nada de bico.
Esta noite teremos mais uma etapa a vencer. É que dormirão na casa da avó para eu e Ele podermos ir a uma festa, e então os dois dormirão fora de casa e sem o bico.
Confesso que estou apreensiva, mas algo me diz que tirarão de letra.
Mais uma vez.

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Comidinha caseira para crianças boas de garfo

Comida caseira para crianças (1) Comida caseira para crianças (2) Comida caseira para crianças (3) Comida caseira para crianças (4)

 

Realmente, eu não tenho o que reclamar da alimentação dos meus filhos. Hoje, com dois anos e meio, ainda comem de tudo o que ponho no prato. E com gosto.

Pela manhã, por volta das 08:00hs, sempre vai um copo de leite, pãozinho com manteiga ou requeijão e um pedaço de fruta (quando aguentam). Às 10:00hs continuam tomando um copo pequeno de suco de laranja e, às 12:30hs, almoçam. Quando acordam da sesta comem uma fruta, jantam às 18:30hs e tomam leite às 20:00hs.

A novidade é que estamos começando a deixá-los comer totalmente sozinhos e almoçamos todos juntos. Dá pra ver a alegria dos dois por terem esta autonomia. E ambos comem sem pestanejar os legumes (e verduras cruas picadinhas só para irem acostumando, pois eles ainda tem dificuldade na mastigação).

Nestes exemplos vocês podem ver frango, músculo, carne moída, arroz, feijão, abóbora, abobrinha, tomates, cenoura, espinafre (refogado e em forma de suflê), vagem, brócolis e repolho.

O segredo, como venho dizendo, é oferecer os alimentos. Nada mais.

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Biblioteca infantil Luiz de Bessa

Adoramos levar os meninos a bibliotecas. Ambiente gostoso, agradável, instrutivo.

Olhem como a Biblioteca Infantil Luiz de Bessa, que fica na Praça da Liberdade, é bacana. Levem seus filhos.

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Cabeça de menina

Enfeites de cabelo infantil (1)

Enfeites de cabelo infantil (2)

Enfeites de cabelo infantil (3)

Xuxinhas, gominhas, tic tacs, lacinhos, prendedores, fivelas, presilhas, grampos, elásticos, garrinhas…

Coloridas, de florezinhas, de bichinhos, de carinhas, pintadinhas, de lacinho, de borboleta, de coração, com e sem glitter…

De plástico, de pano, de feltro, de crochê, de camurça, de vitrilhos, de fita, de retalho…

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Nosso pratinho

E eles continuam a comer bem.

De café da manhã tomaram leite integral puro e pãozinho com requeijão. Suco de melancia no lanche das 10hs, e, de almoço, arroz, feijão, carne moída, vagem, chuchu, abobrinha e tomates, estes três últimos refogados no azeite e temperados com manjericão. Uma frutinha de sobremesa e estarão prontos para dormir.

Comerão fruta no meio da tarde, logo após acordarem da soneca gostosa, uma sopa nutritiva às 18 hs, e finalizarão o dia com uma bela mamadeira de leite integral puro às 20 hs.

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Porque me esforço para criar meus filhos num ambiente livre de preconceitos

Infância sem preconceitos

Desde que me entendo por gente convivo com o sobrepeso. Quando criança eu era bem gordinho. Gordinho não. Gordão, pois minha estatura não permite a aplicação do diminutivo. Foi na adolescência que eu consegui emagrecer um pouco. Hoje, embora ainda um pouco acima dos quilos ideais, aprendi a conviver melhor com a situação.

Mas o quê quer dizer conviver melhor? Vivo em relativa paz com meu corpo e peso. No exame médico da academia me classificaram como falso magro. Me dei por satisfeito. No entanto, de quando em vez, ainda me pego sofrendo bastante por não me sentir encaixado nos padrões estéticos. Isso aborrece muito.

O incômodo não ocorre em função do peso ou aparência. Quem me vê sequer desconfia da situação. Muitos até duvidam que já fui bem gordo. O que chateia é o fato de eu ainda me sentir inadequado. E tenho plena noção e consciência de que isso tem uma origem definida na minha vida.

Sofri muito preconceito quando criança. Fiz tratamentos de emagrecimento ainda muito jovem. Sem sucesso.

Tentei praticar esportes, mas digamos que não fui muito bem recebido pela turma do futebol. Eram os mesmos colegas de classe que já estavam acostumados a me chamar de tudo quanto era apelido pejorativo para deixar o gordo sem graça. Tanto na sala de aula quanto na vizinhança. O mesmo tipo de recepção me esperou praticamente em todos os esportes que tentei praticar naquela etapa da vida. Insisti um pouco mais com o basquete, mas também sem êxito. Só fui conseguir praticar esportes depois de ter emagrecido, quando tinha uns 16-17 anos. Fato é que o que escutamos na infância nos marca para o resto da vida.

E não apenas nas quadras e recreios fui discriminado. E muito menos apenas por meus colegas. Uma das piores lembranças que tenho é a de um apelido mais que pejorativo que eu e outros dois colegas de sala – também obesos – recebemos de um professor. E como assim éramos chamados em clima de descontração, nós três acabávamos rindo também. Mas só eu sei o que se passava dentro de mim. E o quanto me incomoda o fato de nada ter feito à época. Mas eu era criança e deveria ser protegida. E não atacada.

Em virtude do que sofri procuro e quero criar meus filhos de forma que sejam pessoas que não se deixem abalar por críticas e piadas jocosas que eventualmente possam vir a sofrer no futuro. Também sei que tenho a responsabilidade de criá-los para que jamais sejam capazes deste tipo de atitude. Eles precisam entender que sofrer preconceito é algo que proporciona consequências impossíveis de mensurar. Eles precisam conhecer e entender o que é a empatia, o que é sofrer uma agressão psicológica, uma agressão física.

É por causa desta minha história que me incomoda muito o fato de que – em pleno 2013 – ainda presenciemos o preconceito e a discriminação (por qualquer motivo que seja) acontecer em escolas. Talvez eu não deveria ter aceitado aquele tratamento. Mas era algo que nem se cogitava contrariar. Chamar um garoto gordo de gordo em 1987 era algo que não se encarava como um problema. Infelizmente.

Ainda bem que hoje as coisas são um pouco diferentes.

Nunca é excessivo ensinar sobre tolerância e respeito. E não se resume a algo que deva ser abordado esporadicamente numa família. É um esforço diário e quase hercúleo. Um verdadeiro desafio que precisamos enfrentar, uma vez que vários comportamentos preconceituosos estão arraigados na sociedade. Quem não se enquadra no padrão esperado que passe a vez. Ainda é assim.

Embora não proporcione uma solução direta e imediata para o problema (como disse, acredito que o caminho para nos vermos livres do preconceito é longo e tortuoso) tratar o tema de forma constante, aberta e direta é o que podemos fazer de mais eficiente. Por isso resolvi falar do assunto aqui. Quem sabe compartilhando esta história colaboro para que os comportamentos preconceituosos diminuam?

Não podemos deixar de tentar.

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Sem açúcar e com muito afeto

Legumes assados (1) Legumes assados (2) Pêras e bananas assadas  (1) Pratinho dos gêmeos de 2 anos

Já postei várias vezes sobre como cuidamos da alimentação de nossos filhos. Não sou especialista, mas tenho tido alguns cuidados dignos de tal. E digo eu, assim na primeira pessoa, com muito orgulho. Faço todas as compras e cozinho para a casa toda. É óbvio que sem Ele aprovando o que faço nada seria do mesmo jeito. Imagine se o marido não gostasse dos hábitos que tenho tentado cultivar. Seria um caos. Mas Ele aprova e gosta.

Nada de açúcar para as crianças e pouco para os adultos. Quase nada de industrializados para todos. Congelados apenas em casos de extrema necessidade. Sem refrigerantes. Sem frituras. O que temos em casa são frutas, legumes, verduras, pães, queijos,  grãos, carnes magras. E aí eu vou inventando e reinventando receitas. Asso muitos legumes. Vario os grãos. Faço ervilha, feijões diversos, grão de bico, soja.. Uso muito músculo, porco magro, peito de frango de formas variadas (ninguém suporta bife de peito de frango grelhado). Peco por não fazer peixe com frequência. Faço às vezes, mas não sou muito boa neste quesito.

Faço sucos com folhas variadas e quando pinta vontade de comer doce, asso frutas. Na terceira foto vocês podem ver peras e bananas caturras cobertas com farinha de castanha de caju que foram assadas. E, logo depois, mais um exemplo do que meus filhos, com dois anos e um mês, comem com alegria:  arroz, frango refogado, feijão, abobrinha refogada com alho, cenoura e brócolis, o legume preferido.

Deixo bem claro que não tenho nada de santa quando se trata de comida. Sou uma comilona inveterada. Gosto de tudo, em grandes quantidades. E eu digo isto para mostrar que tudo o que faço no dia-a-dia é fruto de muito esforço e comprometimento. Não sou (nunca fui) daquelas que beliscam comida,  cujos pratos pesam 200/300 gramas. Muito pelo contrário: sou a amante de rodízios, amante de doces e frituras, amante da fartura. Só que eu sei o que é bom pra mim, para Ele e para meus filhos. Sei que se eu continuasse a comer apenas como o instinto e a gula mandam eu prejudicaria não só a mim como a toda a família. E como sou eu quem comanda a comida da casa resolvi ser racional, consciente.

Muito ou quase tudo do que faço vem dos ensinamentos passados nas reuniões dos Vigilantes do Peso. Lá (ainda na década de 90) aprendi o que é comer bem e faço questão de perpetuar esta ideia dentro de casa. É mais que claro que a quantidade de comida fornecida às crianças não é limitada. Mesmo porque ambos são magros. O que proibimos (por enquanto) e limitamos são os alimentos nocivos. Sabendo, claro, que mais cedo ou mais tarde eles conhecerão as balas, biscoitos recheados e as frituras. E serão fortemente atraídos.

O que vale ressaltar  é que é mais do que provado que retardar o fornecimento deste tipo de comida à criança é benéfico. Primeiramente evita-se a obesidade, as doenças correlatas e a falta de nutrição. E depois, mas não menos importante, favorece-se o paladar. É que os alimentos perniciosos são maldosamente deliciosos, cheios de sal, açúcar e gorduras. E com eles nossas papilas gustativas ficam nitidamente obnubiladas. Ou seja, alimentos mais naturais, menos saturados, fazem naturalmente que nosso sensor fique mais apurado. E desta forma é muito mais fácil sentir o sabor de um legume, de uma verdura, de uma fruta.

E não é só isso. A gente já nasce gostando do sabor doce. Então é muito importante criarmos o hábito com o salgado, o azedo, o amargo.. E este hábito só será possível se a mãe ou responsável oferecer (e insistir) ao seu pequeno, desde cedo, alimentos bem variados. Tem a questão do exemplo, sempre falada por todos, mas nem sempre respeitada. Como eu posso ofertar à criança um alimento que eu mesma não como? Aqui em casa nós nunca tivemos este problema, já que legumes, verduras e frutas sempre estiveram presentes em nossas casas de origem. Mas não custa lembrar. Muita gente quer que a criança coma, mas não faz a sua parte.

Um conselho que eu dou aos pais que tem crianças que nada comem é que respeitem os horários das refeições e deixem que seus filhos saibam o que é ter fome. Um pouquinho de fome já na hora do almoço é mais do que saudável. Na verdade os lanches precisam sim existir, mas devem ser mais leves e neles devem sempre ser inseridas frutas. O suco é bem vindo, mas a fruta in natura é ainda melhor. Iogurtes (Danoninho não, ok?) sem açúcar também são boas pedidas. Depende do dia e do agito, né? Neste friozinho eu costumo dar, no lanche da tarde, uma fruta e também uma bisnaguinha com requeijão.

Para guardar de lembrança escrevo que hoje  levamos os meninos para a primeira consulta de rotina ao dentista e ficamos mais uma vez felizes por obter total aprovação médica em relação à postergação de oferta de açúcar. Os dentes também agradecem.

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Brechó infantil em Belo Horizonte

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Há uns seis meses mais ou menos descobri na Savassi um brechó infantil muito bom. É o Mãe Coruja Brechó Infantil.

Os preços são excelentes e os produtos são muito bem conservados e cuidados. Mesmo porque criança perde roupa muito rápido. Algumas são usadas uma ou duas vezes apenas. Ou seja, é passada pra frente praticamente nova. Há produtos novos também: sapatos, roupas, pijamas.. Tudo com um preço bem decente, diferente do que temos visto por aí.

Já comprei sapatinho feminino, moleton para o garoto e vários vestidos e blusinhas. Quando me apaixono pela roupinha compro mesmo se for um ou dois tamanhos maiores.

A loja fica dentro de uma galeria (Espaço Savassi) na avenida Cristóvão Colombo entre avenidas Contorno e Getúlio Vargas. Ao lado da Livraria Leitura, pertinho da Praça da Savassi.

Vale a visita.

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Festa junina infantil do Minas 2

Festa Junina Minas

Festa Junina Minas 2 2013

 

Foi ontem a festa junina infantil do Minas 2 e nós tivemos o prazer de levar nossos filhos, devidamente a caráter. Havia pôneis, boizinhos e cavalos miniatura, coelhos e até uma lhama. Além, claro, das músicas típicas, comidas tradicionais e a indefectível quadrilha.

Eles amaram os animais. Se pudessem tinham entrado nas baias dos bichinhos. Nossa pequena levou um beijo carinhoso do cavalinho e, diferente do que eu imaginei, morreu de rir. Adoraram ver os bichinhos fazendo cocô (rsrsr) e adoraram ainda mais poder tocá-los.

Como velhos conhecedores desta festa, chegamos bem cedinho e saímos também cedo. E fomos direto para a padaria, comprar a iguaria preferida dos dois mineirinhos: pão de queijo!

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