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Autor: Ela Page 109 of 119

Viagem pelo cerrado – Coromandel

Como prometido, iremos postar algumas fotos da nossa viagem de julho. Foram 10 dias muito bacanas, começando a viagem pela cidade de Coromandel.

Coromandel é uma pequena cidade do Alto Paranaí­ba/MG. Daquelas em que os vizinhos ainda se visitam e pegam panelas emprestadas. E que no sábado bolos gostosos e pães de queijo amarelinhos (um dos melhores de Minas) saem do forno. As crianças ainda podem brincar nas ruas e uma festa de peão com show de Bruno e Marrone é um grande acontecimento. 😉

São de lá vários dos maiores diamantes brasileiros. Curioso, inclusive, que alguns, ao matar galinhas, ainda tenha o costume de conferir em suas moelas a presença de algum cisco de diamante. É que as coitadas comem tudo o que chama a atenção e, logo, mandam fácil pra dentro uma pedrinha que esteja brilhando ao sol. No passado, podem acreditar, não era raro encontrarem o pequeno tesouro dentro do bucho das penosas. Hoje, acho eu, isto não é tão frequente.

Várias cachoeiras transformam o lugar em encantador, mas são quase todas em áreas particulares ou de difí­cil acesso. Nós passeamos bastante pela região e, além de ver dezenas e dezenas de belas plantações, conhecemos alguns lugares não turí­sticos, como a cachoeira da usina de Lages.

Vendo ou alugo chave do céu

E não é que a Igreja Universal do Reino de Deus foi condenada a devolver a um de seus fiéis todo o dinheiro ofertado a tí­tulo de dí­zimo, desde 1996? O sujeito, portador de doença mental, envolveu-se até o pescoço com os ‘pastores’ da ‘igreja’, que chegaram a lhe vender a chave do céu. Quem tentasse dissuadi-lo, claro, era chamado de demônio.

Hancock

Vimos ontem o  Hancock, com o Will Smith. Muito bacana e divertido. Tudo bem que ele vai na onda já batida dos mutantes (ou super-heróis, como preferir), mas isto não o prejudica. Principalmente se você for como nós do Em Geral que acha que filme de ficção é sempre bacana, ainda que não seja lá grandes coisas. Mas este não é o caso de Hancock; o filme é bom e o roteiro surpreende. Indicamos, pois vale a pena.

Justiça complacente

Milhares de polí­ticos cuja vida pregressa está pior que pau de galinheiro irão disputar as próximas eleições. Acabo de ver, por exemplo, a cara lavada do atual prefeito de Uberaba/MG, Anderson Adauto, em sua atual campanha. O santinho estampa um sorriso aberto de quem ‘aga e anda’ pra quantidade de denúncias que correm contra ele.

E tudo com respaldo da Justiça brasileira, especialmente das instâncias superiores, pois creio haver muitos magistrados (singulares) bem intencionados.Â É isto que me impressiona e aborrece.

Arquivo X e Batman, o Cavaleiro das Trevas

Sobre Batman, o Cavaleiro das Trevas, sem comentários, pois supera as expectativas, é realmente excelente.

Arquivo X, assistimos numa ida infrutí­fera ao cinema, querendo ver Batman. Mas é bem legalzinho, apesar de meio arrastado e de eu achar meio chatinha a tal da Scully.

(Fuja do) Tosco Burguer. Tosco em todos os sentidos

Bem, como vocês devem ter lido no post abaixo, voltamos a BH. Nossa jornada de volta da Chapada dos Veadeiros (GO) foi um tanto quanto longa; afinal, são quase 1500 KM. Aguarde as fotos e o relato da viagem. Valeu muito a pena.

Voltando ao tema deste post… Quando chegamos a BH, a fome apertava. Muito. Resolvemos, então, experimentar o Tosco Burguer, uma lanchonete daqui de BH que é famosa pelos desafios que oferece. Aparentemente trata-se de um local onde você come sanduí­ches grandes e é desafiado a comer uma quantidade quase absurda de comida em um determinado tempo e ganhar dinheiro (e fama) com isso.

Enfim, como a fama do local é de oferecer sanduí­ches, digamos, “bem servidos”, resolvemos matar nossa fome de viajantes com as iguarias do local. Eu encarei um TOSCO IV e Ela, um TOSCO I. Minha intenção inicial era até participar do tal desafio, que consistia em comer dois sanduí­ches, beber dois refrigerantes e duas taças de sorvete em duas horas. Em troca, receberia R$ 30,00 em crédito e não pagaria pela refeição. Ainda bem que Ela me alertou que primeiro testasse o sanduí­che e, numa segunda oportunidade, participasse do desafio. Ainda bem mesmo.

Digo isso pois a única coisa boa lá é o refrigerante, que é industrializado e vem direto da Antarctica. De resto, os sanduí­ches são muito ruins. Parece que eles se esforçam para fazer a coisa ser realmente desafiadora. O pão é ruim, os hambúrgueres são de terceira e a batata palha é sofrí­vel. Na verdade, todos os ingredientes são de qualidade inferior. Nem o catchup salva.

Ou seja, você não precisa entrar num desafio de comer uma quantidade enorme de comida para sentir o drama. O desafio é terminar de comer um único sanduí­che.

Saí­mos do local com aquela impressão de que desperdiçamos espaço em nossas barrigas. Teria sido muito mais válido comer um treiler de sanduí­ches comum ou até mesmo encarar uma pizza. Valeu pela experiência. Desmistificou o local e serviu para que construí­ssemos nossa (péssima) impressão sobre o Tosco Buguer. Se BH fosse uma cidade turí­stica, o local poderia ser considerado como uma daquelas armadilhas básicas para pegar os incautos.

Se você quer comer bons sanduí­ches made in BH, há excelentes opções: Xodó (no estilo fast-food) e Eddie (no estilo americano).

Retornamos a Belo Horizonte

Estamos em casa novamente e já preparando alguns posts com fotos de nossa viagem. Inicialmente fomos até a cidade de Coromandel, no Alto Paranaí­ba, iniciando o percurso pelo cerrado mineiro. Depois, fomos até Brasí­lia e, após uma breve estada na Capital Federal, fomos para a Chapada dos Veadeiros, GO, fixando lugar em São José, distrito da conhecida Alto Paraí­so. Tudo foi muito bacana e teremos muito prazer em compartilhar aqui algumas belas fotos.

Jogo de Amor em Las Vegas

Fomos ver o filme Jogo de Amor em Las Vegas. Realmente, em se tratando de comédia romântica, não apresenta nenhuma inovação. Mas o filme é uma diversão bem gostosa, descompromissada. Rimos bastante, que é o que realmente interessa.

í“timo para dias em que se tem vontade de ir ao cinema, mas não quer sair dali meditabundo, aborrecido ou com profundos questionamentos filosóficos. 😉

Atolados em São Tomé das Letras

Mas uma das coisas mais engraçadas/amendrotadoras da viagem foi que, em busca de cachoeiras e lugares mais lindos ainda, resolvemos nos embrenhar por uma estradinha das mais toscas possí­vel. A tarde foi caindo e, sem que nos déssemos conta, estávamos no meio do nada, indo pra lugar nenhum.

E aí­ o que não querí­amos aconteceu. Começou a chover forte e o que era estrada virou um lamaceiro daqueles. Resultado: nosso amigo Pálio não aguentou e ficou definitivamente atolado.

Foram horas e horas de esforço. Tentamos tudo que podí­amos, mas tudo em vão. E o pior é que naquela estradinha não passava ninguém, nem uma alma sequer que pudesse nos ajudar a desatolar o carro. Nos sujamos, rimos, nos preocupamos, a noite caiu e nada. Ninguém (nem duende ou ET).

Embora normalmente sejamos cuidadosos, naquele dia nada havia sido planejado. Tí­nhamos saí­do do hotel em São Tomé apenas para conhecer uma sociedade alternativa que fica í  beira da estrada. Mas, depois disto, fomos seduzidos pelo lugar e continuamos sem carregar água, comida, cobertores e celulares. Havia uma outra motivação. É que faltava gasolina em São Tomé e como as placas indicavam um outra cidadezinha ao fim da estradinha (Luminárias), resolvemos continuar.

Fato é que, depois de atolados e já sem gasolina o bastante, resolvemos dormir, mas não sem antes passar horas conversando. Estávamos bem tensos, isto é fato, afinal não conhecí­amos o lugar.

Na manhã seguinte, bem menos preocupados, vimos o sol dar as caras e secar um pouco o chão, o que nos ajudou bastante. Ele, como bom motorista, também foi peça fundamental na resolução da bagunça e, depois de “umas boas meia-horas”, conseguimos nos safar da lama. 😉

O objetivo agora era conseguir um pouco de gasolina numa das fazendas da redondeza e retornar í  cidade para um bom café da manhã, algumas horas de sono decente e mais uns passeios pela belí­ssima natureza de São Tomé das Letras.

Bem, hoje acabam-se os prometidos 5 posts de viagens passadas. Já estamos chegando a Belo Horizonte e, em breve, teremos muita coisa nova do nosso mais recente passeio.

São Tomé das Letras, Minas Gerais

Saindo de Monte Verde, passamos em Três Corações e, de lá, fomos para São Tomé das Letras, cidade que eu sempre quis conhecer. Não que a fama de riponga da cidade tivesse me atraí­do. O que eu queria ver era a natureza do lugar, que é lindí­ssima. E lá fomos nós.

Ele achou a cidade um pouco suja, feia e sem atrativos. Eu gostei bastante. O lugar realmente não se encontra muito arrumadinho para turistas. Não há hotéis legais ou pousadas interessantes dentro da cidade, apenas estabelecimentos mais simples, mais sem graça. Os que querem fazer algum estilo partem para o tema exoterismo. Ou seja, o lugar é realmente destino de mochileiros sem grana. Bem, esta foi a impressão que eu tive da cidade, claro, e eu gostaria mesmo de ser contrariada por alguém que conhece São Tomé melhor que eu.

Mas, ainda assim, com todos estes poréns, gostei demais do passeio.  Gostei das casas (quase todas) revestidas de pedras e do clima jovem do lugar. Isto sem falar, obviamente, em quanto é linda a natureza da região, em quantos passeios podem ser feitos, em quanto você não fica deslumbrado por tudo aquilo ali simplesmente existir.

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Vista do centro da cidade.

Muitas casas, bares e restaurantes são revestidos de pedras.

Detalhe para o visitante sentado no telhado.

O que mais tem em São Tomé são bares para a garotada.

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