
69 dias de quarentena..
Feijão preto com beterrabas e calabresa, arroz branco, couve, laranja bahia e saladinha.

69 dias de quarentena..
Feijão preto com beterrabas e calabresa, arroz branco, couve, laranja bahia e saladinha.

Tem uma mocinha aqui em casa que adora escrever nas coisas, nas paredes e nos móveis. O rapaz também já fez das deles, mas a maioria dos achados é obra dela.
Na parede da escada achei um LOVE.. e na cadeira do irmão xingamentos inaceitáveis.. rsrs
Esses aí ele ainda não viu; estão camuflados na madeira. Vamos ver se algum dia percebe.
Tenho também registro do nome dele na parede do quarto dos fundos, escrito errado numa época em que ele não errava mais o próprio nome.Â
Coisas de criança.

Aproveitando o ensejo do bolo do Léo Paixão, fizemos hoje, sábado, um bolo mãe e filha.. rsrsrs Ela escreveu a receita para um trabalho escolar.
No caso, fizemos com aveia grossa e não gostei tanto. Por isso indico trocar pela fina, o que foi colocado na receita. 🙂



63 dias em casa….
Em época de quarentena qualquer distração vale. Inclusive ficar esperando o dia escurecer pra ver se nossa luz solar funciona. 🙂
O problema é que ela tem uma capacidade muito pequenininha..rs Acende, fica bonitinha lá na área, mas em poucos minutos, talvez uns 45 apenas, se apaga.
É daquelas coisas que compro para os meninos, mas quem se diverte sou eu!
Ainda bem que não foi cara (comprei na Leroy Merlin) e que só comprei uma. 😀

Esse bolo é receita do Léo Paixão e a foto com os ingredientes foi retirada do Instagram.
Faça assim:
Bata no liquidificador o leite, o óleo, os ovos, o açúcar mascavo e bata bem, por uns 2 minutos.
Numa vasilha í parte, coloque a farinha de trigo, a canela, o gengibre finamente ralado sem casca, a noz moscada, a baunilha e misture com o líquido. Junte uma xícara de bananas caturras amassadas (pode colocar mais, gosto com mais sabor de banana).
Coloque o fermento e asse em forma untada por 40 minutos mais ou menos. Desenforme frio.




Hoje foi dia de variar o almoço. Pedimos na rua. Meu prato foi o filé de boi a parmegiana, o dele foi o peixe com risoto cítrico. A garotita comeu o risoto com peito de frango recheado e o garotito o filé de boi com macarrão com gorgonzola.
Tem dias que canso da minha comida. Aí é um bom afaguinho receber a comida pronta, quentinha.. só comer. Foi ideia e escolhas dele como surpresa pra gente e estava bom demais. Ah, os croquetes vieram do mesmo lugar. Amo!





Coisas aleatórias… imagens de pinturas da filha, a pinga de Jambu que acabou porque estava com fundo furado, nosso feijão branco dando frutos e.. uma torta de arroz que eu adorei.
Fiz uma massa de arroz integral com 4 xícaras de arroz, 1 de leite, 3 ovos, queijo parmesão (esse eu não triturei). Depois recheei com presunto, queijo e abobrinha refogada. Coloquei muito queijo, mais queijo em cima e foi ao forno.. Depois uma maçaricada e voila. Delícia também.
Terminei ontem Fantasmas no Cérebro, uma investigação dos mistérios da mente humana, do neurocientista Ramachandran, um indiano que fez um trabalho incrível sobre a natureza e o tratamento de membros fantasmas, mas não só sobre isso escreve na obra.
Cada capítulo refere-se a um fenômeno neurológico incomum, sempre revivendo suas próprias experiências como médico e seus novos insights sobre o funcionamento do cérebro.
Dr. Ramachandran demonstra que muitos problemas relatados por pacientes mundo afora – e que por ora são tratados pela psiquiatria, por exemplo – talvez sejam questões puramente físicas, neurológicas, problemas relacionados a um pedaço específico do cérebro, danificado durante a gênese daquele ser humano ou depois, em razão de doença ou acidente.
A obra é bem interessante porque nos leva a entender o ser humano muito mais como uma máquina – idêntica aos seus pares, em última instância – do que aquele ser especial, criada í imagem e semelhança de um deus qualquer.
“Tudo que tenho aprendido no estudo intensivo de pessoas normais e pacientes que tiveram lesões em várias partes de seus cérebros aponta para uma ideia empolgante: que você cria sua própria realidade a partir de fragmentos de informações, que o que você ‘vê’ é uma representação confiável – mas nem sempre acurtada – do que existe no mundo, que você é completamente insconsciente da grande maioria de fatos que se desenrolam em seu cérebro”.
Fato que é difícil mesmo chegar í conclusão – como o fez o doutor – que toda a riqueza de nossa vida mental (pensamentos, sentimentos, emoções) nasça da atividade de pequenos feixes de protoplasma no cérebro, ou seja, de um naco de carne dentro do crânio.
Ele mesmo diz, no último capítulo, que não resolveu todos os mistérios. Mas que precisamos rever como estudamos a consciência, tratando-a não como uma questão filosófica, lógica ou conceitual apenas, mas também como um problema empírico.
Gostei do livro. Gosto de textos que me fazem perceber o quanto não sei de nada.. e o quanto posso ler e ler e ler … e que da mesma forma continuarei sem saber um monte de coisas.
Não existe tédio em um mundo assim.



Mais uma ideia do Léo Paixão, o chefe de cozinha do momento.
Ele frita o macarrão e depois o cozinha já em uma quantidade de água que não precise ser escorrida. í“, é uma delícia.
Frita bem o macarrão no azeite, coloca água, deixa cozinhar e depois coloque o molho que você desejar. Eu coloquei shimeji refogado na manteiga e polvilhei queijo parmesão. Amei.

Mês de maio, início do friozinho, merece um cozido de legumes.
Esse aí eu fiz unicamente para aproveitar uns legumes mega aleatórios que tinham sobrado da última compra e não é que ficou bom?
Eu acho que o segredo é você fazer um caldo bem gostoso e daí não importa muito quais legumes você vai incluir.
Eu tinha: 1 beringela/berinjela, 1 batata doce, 2 pimentões vermelhos, 1 chuchu, 3 tomates Andrea e 1 abobrinha. Achei que podia ficar estranho, mas ficou foi bom demais.
Então: refoguei bem uma boa quantidade de alho e cebola em uma também boa quantidade de manteiga (ó o segredo); coloquei uma boa colherada de extrato de tomates (que passei a utilizar de uns tempos pra cá de vez em quando), temperei e deixei formar um caldo saboroso, mas ralo.
Juntei todos os legumes (deixei um pouco de pimentões vermelhos picados para depois) e deixei cozinhar. Quando tudo já estava macio, juntei o restante dos pimentões e deixei ferver mais um pouco.
No dia fiz também uma carne de panela (magra) bem ensopadinha, quase desfiando. Ficou tudo muito gostoso com arroz e feijão fresco.
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