Mais uma vez dezenas de mortes, centenas de famílias em desespero, milhares de pessoas consternadas, milhões de animais sucumbidos. A natureza em declínio e a esperança soterrada. Mais uma vez.
Mas o bolso de uma meia dúzia continuará cheio. Os carros, as mansões, as viagens… estas seguem firme e forte. Sem abalo.
Caçadas de Pedrinho foi o nosso nono livro da coleção infantil de Monteiro Lobato. Divertido e irônico (principalmente quando se refere í s atitudes dos funcionários públicos que foram ao sítio recuperar o famoso paquiderme), nos trouxe bons momentos de diversão.
Os dois, como sempre, adoraram a leitura, acompanhada de algumas reflexões sobre a época em que o livro fora escrito, especialmente em razão da propriamente dita caçada da onça. 🙂 Com 07 anos eles já conseguem compreender que o mundo muda, evolui (preferencialmente) e que toda leitura precisa ser balizada e interpretada.
Daremos uma breve pausa nos livros de Monteiro Lobato e daremos início í série de livros Diário de Pilar, indicada por amigos nossos. Parece muito interessante, já até pegamos o nosso primeiro na Biblioteca Pública.
Nas nossas outras viagens para o Rio de Janeiro ficamos em Cabo Frio e em todas elas passamos um dia muito agradável em Búzios. Daí que, desta vez, a escolha foi por ficarmos hospedados por lá. Eu adorei e preferi. Búzios, além de ter uma natureza belíssima, tem uma clima de interior muito gostoso e a Rua das Pedras é uma atração í parte e que já chama a atenção das crianças. Os restaurantes são lindos, os cafés, a quantidade de turistas estrangeiros dão um ar exótico ao lugar… a família toda aprovou. Além, claro, das praias serem muito lindas (apesar de frias).
O pôr do sol foi em Geribá, onde ficamos, mas passeamos bastante. Fomos na Ferradurinha, João Fernandes, Praia das Tartarugas (de taxi lancha!) e, claro, precisávamos fazer o passeio inverso. Passamos um dia em Cabo Frio, almoçamos no shopping, fomos ao cinema ver WiFi Half e, ao fim do dia, fomos í Praia do Foguete e das Dunas. Vale lembrar que também jogamos baralho, montamos quebra-cabeças, cozinhamos e nos divertimos muito. Enfim, a viagem a Búzios foi muito proveitosa. Que venha logo nosso próximo passeio, porque as férias ainda estão de vento em popa! Ainda teremos muita piscina, passeios e uma semana de colônia de férias. 🙂
Férias! Chegamos em Bh dia 14 de janeiro í noite e hoje, dia 15, na parte da tarde, fomos í Biblioteca Pública para os meninos participarem de uma oficina de desenho. Aproveitamos e trouxemos mais 3 livros.
Redescobrindo o Brasil, de Sérgio Vale, Como fugir do gato assustador, de Choi Yun Jeong e Diário de Pilar em Machu Picchu, de Flávia Lins e Silva. Este último nos foi indicado por amigos e me pareceu (pelo menos í primeira) vista muito interessante.
Para o ano de 2019 farei a lista de leitura contendo os livros que deixei de ler em 2018, acrescentando os que ganhei no Natal e durante meu período de recuperação do joelho.
Em verdade, estou com vários livros novos pra ler, muitos sobre a situação política e social do país. Mas tenho dado preferência para a ficção, pra distrair um pouco. A vida em 2019 não será fácil, com todo o cenário que temos presenciado. Tá osso, tá rude.
Fiz este “pesto” de brócolis e alho poró para a véspera de Natal e todos gostaram. Eu já havia feito a receita apenas para nós 4 aqui em casa e ficou bem mais gostosa. É que para o dia 24 eu aumentei muito a quantidade dos ingredientes e talvez eu tenha exagerado um pouco no volume do brócolis. Ficou gostoso sim, mas um tiquinho enjoativo.
Então.. não tenho medidas. Refoguei cebola no azeite, o alho poró, acrescentei os floretes de brócolis e quando eles já estavam macios juntei castanhas do pará, queijo parmesão e dei uma batida com o mixer. Deixei para colocar o sal depois, já que o queijo é salgado. Fica mais fácil de controlar a quantidade adequada.
Você pode juntar algum outro tempero de sua preferência, como uma pitada de noz moscada ou pimenta do reino. No caso, eu adicionei um pouco mais de azeite, misturei o “pesto” ao macarrão, cobri com mussarela e usei o maçarico para finalizar.
Uma ideia a se repetir, porém em quantidades menores e mais fáceis de manobrar. 😉
Não tem mistério. Banana madurona batida com açúcar mascavo e óleo. Depois aveia, farinha de trigo, passas, castanhas, pitada de sal, temperinhos típicos, fermento e forno.