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Categoria: Gastronomia Page 31 of 34

La Victoria – Jardim Canadá

Estivemos no restaurante La Victoria, no Jardim Canadá, saí­da de BH para o Rio de Janeiro, há duas semanas. A casa é bem bonita; no site dizem  que sugere uma legí­tima fazenda mineira que se funde a elementos contemporâneos.

Bem, acredite nisto se você estiver acostumado a frequentar chiquérrimas fazendas mineiras, pois as que eu vi a vida inteira não chegavam aos pés daquilo ali. Enfim, como já perceberam, eu acho a casa lindí­ssima. É rústica, mas bastante elegante. Aconchegante e chique na medida.

Na verdade, esta foi a segunda vez que estivemos lá. Na primeira, há uns três anos, experimentei um prato que deixou saudades. Foi uma polenta mole ao funghi e ragu de linguiça: simplesmente  inesquecí­vel. Desta vez, há 15 dias,  eu fiquei bastante decepcionada. Eu pedi  gnocchi de batata com ragu de ossobuco de vitelo e funghi e amaldiçoei minha escolha. Não senti gosto do funghi e não achei que o ragu de ossobuco estivesse muito bem feito. Enfim, o gnocchi ficou insosso.

O prato Dele foi bem mais gostoso. Foi um filet mignon ao molho de cogumelos frescos e porcini com gratin de batatas. O tal gratin estava muito bom e a carne muito saborosa. Realmente, também não posso falar mal das entradas pedidas por nossos amigos.  Os cogumelos portobello a provençal estavam divinos, como também estava ótimo o presunto de parma com queijo parmigiano.

De toda forma, o La Victoria é um restaurante para se conhecer. Apesar da minha decepção com o último prato pedido, acho que a casa tem um charme delicioso para comemorações, principalmente a dois.

Apesar de eu não ter nenhuma paciência com lugares frescolinos, em que  os garçons ficam te vigiando a todo momento, o atendimento é bom, o que não pode ser falado do preço. Os pratos são caros, muito caros. Mas valem de vez em quando, quando se quer variar e gastar um pouco.

Souflé de chuchu

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Muitos o dizem sem graça, sem sabor etc etc. Mas a verdade é que dá pra fazer o chuchu ficar gostoso, muito gostoso. No meu caso, gosto de fazê-lo refogado no azeite, com orégano ou alho. O que importa é caprichar nos temperos.

Este souflezinho aí­ ficou ótimo. Foram dois  chuchus cozidos, dois ovos, mais ou menos 1/8 de queijo minas, um pão francês duro e um pouco de leite. Meu queijo era bem salgado; então nem sal acrescentei. Ah, também usei um pouco de orégano, pra dar um saborzinho. Foi só bater tudo no liquidificador e despejar em forma untada.

Como este ficou um pouco mole, comemos com torradas e salada. Mas querendo um souflé para cortar, é só juntar mais um pãozinho.

Sorvetes Haagen Dazs e La Basque

Nossa busca pelo melhor sorvete tem nos rendido boas experiências ultimamente. Dias atrás experimentamos sorvetes da La Basque e Hí¤agen Dazs para compararmos estas deliciosas iguarias.

Fizemos esta peripécia porque, ao comentarmos com uma pessoa sobre como são caros estes sorvetes, recebemos em resposta o argumento de que, se comparados aos sorvetes premium vendidos a peso, eles (os Hí¤agen Dazs) acabam sendo mais baratos.

E assim fizemos para… Você sabe… Tirar esta terrí­vel dúvida… 🙂

Primeiro foi a vez da La Basque; uma sorveteria bem tradicional, com origem no interior de São Paulo, que tem uma loja na Savassi (rua Paraí­ba, entre Santa Rita Durão e Inconfidentes) há tempos. A loja é um luxo só. Além dos sorvetes, tomamos um delicioso café espresso. Escolhi o de chocolate crocante e Ela o de chocolate com amêndoas. A cremosidade e o sabor fazem com que este sorvete se destaque dos demais. Muito gostoso mesmo. Mas igualmente caro. O quilo custa mais de sessenta reais.

No dia seguinte, procuramos pelo Hí¤agen Dazs. Escolhemos os potinhos de de doce de leite e de macadâmia e, confesso, adoramos com quase igual intensidade ao da La Basque. Cada potinho custou perto de sete reais em uma loja da Blockbuster (Americanas Express). Os potinhos já vêm com colherinhas e a embalagem é muito bonita. A experiência só não foi mais completa porque faltou a ambientação que curtimos tanto na La Basque. Da próxima vez, compraremos este sorvete no Pátio Savassi ou no Diamond Mall, onde há quiosques da marca.

A conclusão da experiência não poderia ter sido melhor. Duas variedades novas em nosso cardápio de sorvetes tradicionais de luxo. Dá para dizer que – vez ou outra (em função do preço) vale muito í  pena esta pequena indulgência…

Bônus!
Antes de finalizar este post sobre sorvetes, vale lembrar que estão disponí­veis em BH os deliciosos sabores exóticos da Arte e Manha (nossa sorveteria preferida). Recebemos um recado que eles podem ser deliciados na loja do Rei da Tapioca que fica na rua Sergipe, perto da esquina com a Fernandes Tourinho, na Savassi. A loja fica embaixo de um apart-hotel. Assim que matarmos as saudades do sorvete de abacaxi com cardamomo, reportaremos a experiência aqui… Enquanto isso, ficam estas três dicas de sorvetes legais em BH.

O La Basque estava fechado da última vez que passamos por sua porta, agora em julho de 2010. Esperamos que não seja definitivo.

Alfajores Havanna

Deliciosos estes Havanna. São os tí­picos alfajores de turista, mas são muito bons. Com café, então, ficam uma perfeição.

Havanna Alfajor

Torta/pizza de banana

No sábado passado, dia 10,  fiz uma receita de pizza/torta rápida que ficou deliciosa. A massa era daquelas tí­picas de liquificador, mais mole. Fiz dois tabuleiros: no recheio de um usei apenas beringela/berinjela refogada em alho e azeite, azeitonas pretas e orégano. No do outro  usei cogumelos (de paris), tomates, cebola e pimentão refogados na manteiga, noz moscada  e bastante queijo. Ficou realmente uma delí­cia.

Como a receita fez sucesso, ontem resolvi repetir a dose, mas  numa versão doce, com bananas caturras. Retirei o sal da massa e polvilhei um pouco de canela por cima das bananas. Ficou boa, mas um pouco sem doce. Recomendo, se fizerem a receita doce, que adicionem um pouco de açucar í  massa ou adicionem mel í s fatias ou mesmo, antes de assar, polvilhem açucar mascavo por cima das bananas. No caso, hoje cedo, cortei as fatias da torta amanhecida, polvilhei mascavo e levei ao microondas para uma derretidinha. Ficou gostosa.

Receita da massa original, para recheios salgados: 3 ovos, 1 xí­cara e meia de leite, 1 colher pequena de sal, meia xí­cara de óleo, 1 colher de sopa de fermento e 1 xí­cara rasa de farinha de trigo. É só bater tudo no liquidificador. Untar e esfarinhar a forma para não grudar. E se o recheio for doce, não se esqueçam, é bom adoçar um pouquinho a massa.

Tortinha de banana

Sem nada

Fatia com mel

Fatia com mascavo

Pedaços com mascavo

Pão de queijo na misteira

Depois do pudim de pão de queijo, resolvi experimentar uma receita que vi no blog da Pâmela, a do pão de queijo na misteira. Isso aí­: aqui em casa não é sanduicheira. É misteira.

🙂

Pois então, é só bater tudo no liquidificador e colocar pra assar na misteira, untada com um pouquinho só de óleo. Na minha experiência, inclusive,  reduzi um pouco do óleo e juntei  mais queijo na massa da segunda “fornada” em diante.

No final, eu coloquei uma quantidade menor de massa e fiz uma espécie de panqueca para rechear com presunto. Enrolei e cortei como rocambole. Olhem como ficou simpático.

Tudo muito rápido e gostoso.

Tudo no liquidificador

Pão de quijo na misteira

Fofinho

Saboroso

Rolinho de pão de queijo de misteira

Pudim de pão de queijo

Outro dia, procurando informações sobre cervejas de marcas diferentes, encontrei o blog do Jean, o Pão e Cerveja.  Vasculhando suas receitas, encontrei uma no mí­nimo curiosa, a do pudim de pão de queijo, que tratei de experimentar na primeira oportunidade.

Então, vamos lá. No lugar do polvilho azedo eu usei o doce e, no lugar da ricota, eu usei um pouco de queijo cottage. A ideia era usar ricota mesmo, mas só me dei conta de que não a tinha em casa quando os ingredientes lí­quidos já estavam no liquidificador. Então, usei o cottage.

No mais, fiz a receita de acordo com as recomendações do Jean. Tenho a impressão de que minha massa ficou um pouco mais rala do que deveria em razão da troca da ricota pelo cottage e de que eu – talvez – tenha retirado o pudim do forno um pouco antes do tempo. Mas, de qualquer forma, valeu a experiência.

Agora, o mais engraçado: de 10 pessoas que comeram do pudim 05  acharam sua consistência estranha. As outras 05 adoraram. Eu me incluo na segunda categoria; achei o pudim muito gostoso, diferente, exótico. Creio que o tipo de queijo possa ser trocado, mas o parmesão dá um toque especial, mais forte.

E nós também inventamos uma moda com o pudim: cortamos algumas  fatias  e as colocamos na misteira. O gosto do queijo foi realçado e as ranhuras queimadinhas deram uma cara apetitosa e suculenta.

Bom, obrigada ao Pão e Cerveja pela receita. Farei outras sugeridas no blog.

Ficou rala a massa

Saindo do forno

Começando a murchar

Gostoso com café

Torradinha

De perto

Yakisoba de moyashi

Pra quem gosta de broto de feijão este prato é um achado. Fácil e saudável.

Ingredientes: broto de feijão, carne de boi ( pode ser frango, porco ou um pouco de cada), abobrinha, cebola, pimentão, alho poró, gengibre, óleo, shoyo e maisena.

Rale o gengibre e pique em tirinhas todos os ingredientes, menos o broto, claro. Refogue a cebola, o alho poró e o gengibre em um pouco de óleo. Acrescente a carne e os pimentões. Quando a carne perder a cor original junte a abobrinha.

Neste í­nterim, dissolva maisena em uma xí­cara de shoyo e vá juntando aos poucos na panela. Quando a maisena estiver cozida (é rápido), junte o broto e apenas mais uns dois minutinhos são necessários no fogo.

Como visto, não usei medidas. Foi tudo no olhômetro mesmo. Quanto ao shoyo, por exemplo, usei mais do que uma xí­cara, mas fica ao gosto do freguês.

Da próxima vez acrescentarei cenoura, cogumelos e repolho cortado bem fininho. Mas já fica a dica pra quem quiser testar.

Moyashi

Ingredientes  da receita com moyashi

Refogue a cebola, o alho poró e o gengibre

Adicione as tiras de carne e o pimentão

Hora da abobrinha

Na wok

Prontinho

Promoção é comigo mesma

Estive ontem em um Carrefour Bairro e achei uma oferta de queijo parmesão. R$ 9,90 o kilo. Tratei logo de comprar alguns pedaços, mas fiquei bem receosa quanto í  qualidade do produto. Afinal, ele estava naquelas embalagens misteriosas – tí­picas de mercadoria que está por vencer ou vencida – sem referência alguma í  marca.

Experimentei hoje e, se a promoção se mantiver, comprarei um pouco mais, para congelar, pois o queijo é uma delí­cia. Quem tiver a oportunidade de encontrá-lo, vá em frente, é bom.

Parmesão gostoso

Cerveja Brigand

Cerveja belga que experimentamos outro dia. Detalhe para o teor alcóolico e  o alerta na embalagem.

Gostosa, bem diferente das tradicionais cervejas brasileiras. Para beber como o fazemos aqui em casa: com bastante moderação.

Pode ser encontrada no Supermercado Verdemar.

Brigand Cerveja

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Brigand Cerveja 3

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