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Archive for the 'Gastronomia' Category

Aledora doces e o pior light do mercado

Nunca, jamais, em tempo algum, arrisque-se comprando um doce light/diet da marca Aledora. Porque em toda a minha vida, até o dia em que fui enganada pelas aparências e paguei R$ 9,00 por um vidrinho de brigadeiro light deste fabricante, eu nunca havia jogado no lixo, de cara, um pote cheio de comida.

Puxa vida, este produto sequer poderia ser chamado de comida! A coisa é horrorosa, fedorenta (cheira e tem gosto de queijo azedo) e eu me senti uma besta quadrada ao experimentar o que chamam de brigadeiro.

Na verdade eu sempre via este “brigadeiro” sendo vendido no Carrefour e sempre tive um pé atrás. Sempre soube que não poderia existir um brigadeiro light/diet que fosse uma gostosura. No entanto, resolvi arriscar e levá-lo para meu pai, que controla a ingestão de açúcares. Afinal, mesmo que não fosse uma delícia, poderia dar uma adoçadinha no paladar.

A surpresa, portanto, não foi a de que o produto não fosse gostoso. A surpresa é que o produto é uma porcaria; é um lixo, é intragável! Nem lembra gosto de chocolate, mas sim, como já mencionei, de queijo estragado.

Foi inteiro para o lixo, mas não sem antes da minha promessa de alertar a todos: não comprem este “brigadeiro” light (é light e diet, pois não leva nenhum açúcar) da Aledora.

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Carnaval caprese

Gosto do carnaval. Gosto dos bailes, dos sambas gostosos e das marchinhas antigas. Gosto dos compactos dos desfiles, da criatividade dos carnavalescos, da alegria da galera e dos corpos bem esculpidos (exageros fora).

Chato são as bebedeiras, as drogas e o sexo indiscriminado. Os milhares de acidentes de carro, as prisões e a violência que acompanha algumas festas e pessoas. Porquê, para alguns, carnaval é carnaval e o mundo pode acabar amanhã. Como se a festa fosse um grande ritual de exorcismo de todas as ‘urucas’.

Relembrando o passado, vejo que já aproveitei demais o carnaval. Viajei muito com as amigas para Diamantina e Tiradentes. Fui a bailes em clubes do interior. Tive como destino  Ouro Preto e até Piúma, suportando a falta de estrutura,  o calor insuportável,  faltas de água, de luz, de dinheiro, de tudo. O que sobrava mesmo era um ânimo absurdo (que misteriosamente acaba na fase adulta).

Mas, enfim, a fase das “farras carnavalescas em cidades do interior” passa, mas resta-nos experiências não menos gostosas, principalmente se estamos com o namorado, o marido, os filhos… ou, para os solteiros, com os amigos e familiares queridos.

Neste carnaval faríamos uma viagem ‘visita-família’, mas confesso que as estradas nos fizeram desistir. As pessoas são muito imprudentes, muito irresponsáveis. E depois,  ficando aqui em BH poderíamos nos dedicar aos cinemas, aos restaurantes e aos encontros com a família, principalmente nesta época bicuda em que o tempo é nosso maior inimigo.

E está sendo muito bom ter ficado por aqui. Valeu demais pelo silêncio das ruas e pelo trânsito agradável. Não conseguimos ainda ir ao cinema, mas hoje, por exemplo, nos dedicamos aos pais e irmãos  e fizemos um almoço bacana. E com aquele gostinho de ser segunda-feira e de não ter que ir trabalhar amanhã.

Para ilustrar este post vou compartilhar com vocês o macarrão que fiz, o carnavalesco caprese. Facílimo de fazer: você só precisa picar tomatinhos crus,  manjericão fresco e mussarela de búfala em uma vasilha. Basta temperar com azeite e sal a gosto e juntar o macarrão  ainda quente.

O calor do macarrão dá uma derretida na mussarela e faz exalar o cheirinho do manjericão; os tomatinhos dão um toque adocicado delicioso e o azeite… nem precisa falar.

Sirva com uma carne de sua preferência e agrade a todos. Afinal, é carnaval. ;)

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Desopilando, parte 2

Rúcula, tomates, alface e suco de abacaxi com bastante hortelã. Preparando o ano para novas aventuras. Mas sem rodízio, por favor.

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Desopilando

Fim das festas e da comilança. Época de desintoxicar. Arroz,  muita taioba e chá de casca de abacaxi. :)

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Beringela para o Natal: ainda dá tempo!

Todo ano sou “obrigada” a fazer esta beringela para o Natal. Quem experimenta gosta, pode acreditar. É ideal para servir de entrada na ceia (com pão sírio ou torradas) ou mesmo junto com uma boa salada verde.

Então, vamos logo a ela, pois ainda dá tempo de prepará-la para hoje à noite. São 4 beringelas médias, 2 cebolas grandes, 150 gramas de passas, 300 gramas de castanhas do pará picadas, um copo de azeitonas picadas, um copo de vinagre, um copo de azeite, 2 colheres de sopa bem cheias de orégano e uma colher de sal.

É só picar tudo, espalhar de preferência num tabuleiro mais fundo, para o azeite aderir bem à receita e cobrir com papel laminado. Leve ao forno e espere o cheiro delicioso invadir a casa. O tempo vai depender muito do forno; logo, retire o assado apenas quando a  beringela estiver bem cozidinha. Daí é só servir quando estiver fria.

Esta receita dura bastante tempo na geladeira e quanto mais tempo curtida melhor. Fica divina num pão sírio besuntado de pasta de grão de bico, requeijão, tabule e tudo quanto mais você desejar. A minha está pronta desde segunda-feira e estou me segurando para não comê-la toda.

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Bolo de cappuccino

Bolo

Pedaço

O bolo sobre o qual falei ontem ficou muito gostoso.

Mas, no caso, achei que acrescentar nozes na massa deixa o sabor do capuccino um pouco em segundo plano. Então, pelo menos na primeira vez em que você estiver usando esta mistura, faça a receita da forma tradicional,  para que você possa conhecer de fato seu sabor.

Depois, inove acrescentando noz moscasda, nozes, castanha do pará, calda de chocolate. Fica gostoso quase de tudo quanto é jeito.

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Bolo de cappuccino da Fleischmann

Gosto muito de eu mesma fazer os bolos daqui de casa. Tenho tantas receitas fáceis e gostosas que quase nunca compro misturas prontas. Quase nunca, pois abro  exceção quando se trata da mistura para bolo de cappuccino da Fleischmann.

O bolo é realmente delicioso e, claro, fácil de fazer. Eles dizem que esta mistura faz parte da linha premium e eu não duvido, pois a receita pronta  parece mesmo caseira. O difícil é comer uma fatia só, ainda mais para quem é fissurado pelo sabor do café.

Bom, estou com um no forno e o cheirinho já está tomando conta da casa. Desta vez aproveitei e juntei à massa uma boa quantidade de nozes picadas.

Será que vai ficar bom, hã? :)

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Tapioca mineira

Tapioca mineira

Sim, claro, este post não é sério. Nem esta é uma receita séria. Portanto, não tente fazê-la, a menos que seja como nós, glutões assumidos.

Porquê, desde que fomos a Recife e experimentamos uma tapioca divina,  fiquei me perguntando se não seria simples fazer o quitute. Então, busquei a receita em alguns sites. Todos ensinavam – a grosso modo – que era só umedecer um pouco o polvilho e salpicá-lo na frigideira quente.

Pois lá fomos nós: a primeira tentativa foi risível. Coloquei o polvilho muito  seco na frigideira e a coisa saiu mais ridícula do que imaginas, levando-me a despejar todo o “pó” na pia. Foi quando perdi um pouco a paciência com a brincadeira e o polvilho quase virou uma massa de bolo.

Mesmo assim, fiz as panquecas azedas e borrachudas tapiocas e as recheamos com presunto e queijo.

Como eu e Ele somos “boa boca”, não deixamos por menos, mas  prometo que ainda vou conseguir uma boa tapioca e quando este dia chegar compartilharei com os leitores do Emgeral, passo a passo.

;)

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Bolo de banana de liquidificador – fácil e perfeito

Este bolo é facílimo e delicioso. Fiz semana passada e ficamos fãs. É só bater todos os ingredientes no liquidificador e assar em forma untada com óleo e polvilhada com farinha de rosca.

Ingredientes: 5 bananas nanicas, 3 ovos, 1 colher de sopa de canela, 1 xícara de óleo, 1 xícara de farinha de rosca, 1 colher de sopa de fermento em pó, 1 xícara de açúcar e uma pitada de sal.

Depois de batida a massa, junte nozes ou castanhas do pará picadas e, se quiser, passas sem sementes.

Perfeito com café, leite ou sorvete.

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La Victoria – Jardim Canadá

Estivemos no restaurante La Victoria, no Jardim Canadá, saída de BH para o Rio de Janeiro, há duas semanas. A casa é bem bonita; no site dizem  que sugere uma legítima fazenda mineira que se funde a elementos contemporâneos.

Bem, acredite nisto se você estiver acostumado a frequentar chiquérrimas fazendas mineiras, pois as que eu vi a vida inteira não chegavam aos pés daquilo ali. Enfim, como já perceberam, eu acho a casa lindíssima. É rústica, mas bastante elegante. Aconchegante e chique na medida.

Na verdade, esta foi a segunda vez que estivemos lá. Na primeira, há uns três anos, experimentei um prato que deixou saudades. Foi uma polenta mole ao funghi e ragu de linguiça: simplesmente  inesquecível. Desta vez, há 15 dias,  eu fiquei bastante decepcionada. Eu pedi  gnocchi de batata com ragu de ossobuco de vitelo e funghi e amaldiçoei minha escolha. Não senti gosto do funghi e não achei que o ragu de ossobuco estivesse muito bem feito. Enfim, o gnocchi ficou insosso.

O prato Dele foi bem mais gostoso. Foi um filet mignon ao molho de cogumelos frescos e porcini com gratin de batatas. O tal gratin estava muito bom e a carne muito saborosa. Realmente, também não posso falar mal das entradas pedidas por nossos amigos.  Os cogumelos portobello a provençal estavam divinos, como também estava ótimo o presunto de parma com queijo parmigiano.

De toda forma, o La Victoria é um restaurante para se conhecer. Apesar da minha decepção com o último prato pedido, acho que a casa tem um charme delicioso para comemorações, principalmente a dois.

Apesar de eu não ter nenhuma paciência com lugares frescolinos, em que  os garçons ficam te vigiando a todo momento, o atendimento é bom, o que não pode ser falado do preço. Os pratos são caros, muito caros. Mas valem de vez em quando, quando se quer variar e gastar um pouco.

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